Sobre parkinson e trabalho. Uma pessoa portadora de parkinson que já está empregada, pode seguir desempenhando
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Sobre parkinson e trabalho. Uma pessoa portadora de parkinson que já está empregada, pode seguir desempenhando suas funções, mesmo com limitações, mas como conseguir um emprego sendo portadora da doença? É obrigatório informar que é portador da doença em caso de uma possível admissão?
Olá! O trabalho é algo muito importante para pacientes com doença de Parkinson pelo seu impacto na auto-estima, valorização pessoal e inclusão do indivíduo na sociedade. Os pacientes com a Doença e dificuldade de se locomover podem tentar vaga de trabalho em empresas que obedecem a Lei Brasileira de Cotas e Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Nessa situação é obrigatório informar o diagnóstico da doença.
Se a pessoa apresenta Doença de Parkinson na fase inicial, os sintomas são discretos e não apresenta nenhuma limitação, embora não seja obrigatório por lei, é extremamente elegante que ela informe sobre a sua doença. Um emprego é uma relação de confiança. A informação facilita a inclusão e evita o constragimento de se ocultar a verdade.
Abraço
Diego de Castro
Se a pessoa apresenta Doença de Parkinson na fase inicial, os sintomas são discretos e não apresenta nenhuma limitação, embora não seja obrigatório por lei, é extremamente elegante que ela informe sobre a sua doença. Um emprego é uma relação de confiança. A informação facilita a inclusão e evita o constragimento de se ocultar a verdade.
Abraço
Diego de Castro
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Prezado(a),
Agradeço pelo contato e reforço que o diagnóstico de Parkinson não impede automaticamente a continuidade ou o ingresso em uma atividade profissional. A capacidade de trabalho depende do estágio da doença, tipo de atividade desempenhada e resposta ao tratamento medicamentoso.
Para trabalhadores já empregados, a permanência na função é possível enquanto houver condições clínicas e funcionais adequadas, com eventuais adaptações no ambiente de trabalho, se necessário.
O que é obrigatório é a realização do exame admissional, que avaliará a aptidão para as funções pretendidas. Caso haja restrições, o médico do trabalho emitirá um parecer, mas o diagnóstico específico só deve ser informado se o candidato desejar ou se houver impacto direto na segurança ocupacional.
Em casos de limitação funcional importante, o trabalhador pode buscar vaga direcionada para pessoa com deficiência (PcD), desde que a condição seja formalmente reconhecida como tal, conforme legislação vigente.
Permaneço à disposição.
Atenciosamente,
Dr. Wilson José Constante Júnior
Médico do Trabalho | Médico do Tráfego
Agradeço pelo contato e reforço que o diagnóstico de Parkinson não impede automaticamente a continuidade ou o ingresso em uma atividade profissional. A capacidade de trabalho depende do estágio da doença, tipo de atividade desempenhada e resposta ao tratamento medicamentoso.
Para trabalhadores já empregados, a permanência na função é possível enquanto houver condições clínicas e funcionais adequadas, com eventuais adaptações no ambiente de trabalho, se necessário.
O que é obrigatório é a realização do exame admissional, que avaliará a aptidão para as funções pretendidas. Caso haja restrições, o médico do trabalho emitirá um parecer, mas o diagnóstico específico só deve ser informado se o candidato desejar ou se houver impacto direto na segurança ocupacional.
Em casos de limitação funcional importante, o trabalhador pode buscar vaga direcionada para pessoa com deficiência (PcD), desde que a condição seja formalmente reconhecida como tal, conforme legislação vigente.
Permaneço à disposição.
Atenciosamente,
Dr. Wilson José Constante Júnior
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