Sofro com fibromialgia à quase 20 anos, agora estou prestes a fazer 54 anos e estou sentindo fadiga
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Sofro com fibromialgia à quase 20 anos, agora estou prestes a fazer 54 anos e estou sentindo fadiga e cansaço com mais frequência.
Gostaria de saber se com o aumento da idade aumenta as dores a fadiga e o cansaço
Gostaria de saber se com o aumento da idade aumenta as dores a fadiga e o cansaço
Olá tudo bem?
Os resultados sobre prevalência de Fibromialgia e dos sintomas da Fibromialgia com o envelhecer até o momento são conflitantes, com alguns estudos mostrando aumento e outros de que não há essa relação.
Fatores que contribuem com maior prevalência e/ou piora dos sintomas:
- Genética
- Outras doenças reumaticas: artrose, artrite reumatoide, Lupus
- Outras doenças como hipertensão, diabetes e dislipidemia
- Doenças psiquiátricas como depressão e ansiedade
- Infecções
- Trauma físico e psicológico
- Inatividade física
- Insatisfação com o trabalho
Os resultados sobre prevalência de Fibromialgia e dos sintomas da Fibromialgia com o envelhecer até o momento são conflitantes, com alguns estudos mostrando aumento e outros de que não há essa relação.
Fatores que contribuem com maior prevalência e/ou piora dos sintomas:
- Genética
- Outras doenças reumaticas: artrose, artrite reumatoide, Lupus
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É muito comum que pessoas com fibromialgia percebam aumento da fadiga, cansaço e intensidade da dor à medida que envelhecem, mas isso não significa que a doença esteja “piorando estruturalmente”.
Alguns fatores explicam essa mudança:
Alterações hormonais
A menopausa é um marco importante: a queda de estrogênio afeta neurotransmissores relacionados à dor, sono e humor, podendo amplificar sintomas de fibromialgia.
Alterações no sono e recuperação muscular
Com a idade, o sono profundo tende a reduzir, e a recuperação de músculos e tecidos é mais lenta, aumentando sensação de fadiga e dor ao longo do dia.
Inflamação e neuroplasticidade
Mesmo sem inflamação clássica, o cérebro pode manter níveis elevados de sensibilização central. Fatores como estresse, alimentação, microbiota e atividade física influenciam diretamente a intensidade da dor.
Acúmulo de desafios físicos e emocionais
A vida adulta traz sobrecarga física e emocional que, em pessoas com fibromialgia, pode se somar aos sintomas crônicos, intensificando fadiga, cansaço e “fibro fog”.
No meu livro, “Fibromialgia Além da Dor”, esse capítulo é essencial: ajuda a entender que a idade e a menopausa são fatores que modulam a experiência da doença, mas não determinam piora inevitável. Com estratégias integrativas — regulação do sono, neuroplasticidade, equilíbrio hormonal, nutrição e manejo do estresse — é possível reduzir o impacto desses fatores e manter qualidade de vida.
Alguns fatores explicam essa mudança:
Alterações hormonais
A menopausa é um marco importante: a queda de estrogênio afeta neurotransmissores relacionados à dor, sono e humor, podendo amplificar sintomas de fibromialgia.
Alterações no sono e recuperação muscular
Com a idade, o sono profundo tende a reduzir, e a recuperação de músculos e tecidos é mais lenta, aumentando sensação de fadiga e dor ao longo do dia.
Inflamação e neuroplasticidade
Mesmo sem inflamação clássica, o cérebro pode manter níveis elevados de sensibilização central. Fatores como estresse, alimentação, microbiota e atividade física influenciam diretamente a intensidade da dor.
Acúmulo de desafios físicos e emocionais
A vida adulta traz sobrecarga física e emocional que, em pessoas com fibromialgia, pode se somar aos sintomas crônicos, intensificando fadiga, cansaço e “fibro fog”.
No meu livro, “Fibromialgia Além da Dor”, esse capítulo é essencial: ajuda a entender que a idade e a menopausa são fatores que modulam a experiência da doença, mas não determinam piora inevitável. Com estratégias integrativas — regulação do sono, neuroplasticidade, equilíbrio hormonal, nutrição e manejo do estresse — é possível reduzir o impacto desses fatores e manter qualidade de vida.
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