Sou mulher, e tb estou com esse problema, estou tentando não assistir mais porno, mas mesmo assim pr
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Sou mulher, e tb estou com esse problema, estou tentando não assistir mais porno, mas mesmo assim preciso pensar na pornografia pra chegar ao apse, e sem limites, sendo de tudo um pouco, amo meu marido, e ele é ótimo, mas como o dr falou, é um caminho obscuro, quanto mais vc ver, ou pensa, mas as coisas vao ficando sem graça e vc acaba procurando coisas novas, onde entra as coisas mais, estranhas, depois do ato, seja ela masturbacão ou sexo, vc quer ir cada vez mais além, por não conseguir mais.
Me sinto doente, sei que preciso parar, mas por mais que estou tentando, não consigo, é isso está me prejudicando com o meu parceiro, que estamos recém casados.
Me sinto doente, sei que preciso parar, mas por mais que estou tentando, não consigo, é isso está me prejudicando com o meu parceiro, que estamos recém casados.
Olá, pela sua descrição você parece ter desenvolvido um vício em sexo. Há um comportamento compulsivo que impele você a buscar sempre por mais prazer. Penso que iniciar uma terapia ou análise será muito importante para que você reconheça quando e porquê isso começou, para, então, conseguir abrir mão dessa fonte de prazer (que fez de você refém) para encontrar outras, de modo a ter uma vida com diversas possibilidades de satisfação.
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Olá, como vai?
Muito importante você reconhecer que precisa de ajuda, e no caso, ajuda profissional, pois lidar sozinha com o abuso de pornografia é algo difícil e que precisa de acompanhamento psicológico e às vezes psiquiátrico também. Geralmente, psicólogos de abordagem psicanalítica lidam melhor com questões da sexualidade, mas o mais importante é você se sentir acolhida, ouvida e não julgada, além de poder sentir alguma confiança no profissional. Invista no seu tratamento, pode te trazer maior qualidade de vida e diminuição no seu sofrimento.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Muito importante você reconhecer que precisa de ajuda, e no caso, ajuda profissional, pois lidar sozinha com o abuso de pornografia é algo difícil e que precisa de acompanhamento psicológico e às vezes psiquiátrico também. Geralmente, psicólogos de abordagem psicanalítica lidam melhor com questões da sexualidade, mas o mais importante é você se sentir acolhida, ouvida e não julgada, além de poder sentir alguma confiança no profissional. Invista no seu tratamento, pode te trazer maior qualidade de vida e diminuição no seu sofrimento.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
O que você descreve não significa que você é doente, mas mostra que existe um padrão que está te incomodando e começando a afetar o seu relacionamento, e isso merece atenção sem culpa, mas com responsabilidade. Talvez seja interessante você refletir com calma sobre como se sente antes, durante e depois de assistir pornografia, o que exatamente você está buscando naquele momento, se é excitação, fuga, distração, alívio de ansiedade, curiosidade ou algo que não está sendo nomeado. Entender a função que isso cumpre na sua vida é um passo importante, porque muitas vezes o comportamento é só a ponta do iceberg. Também vale pensar em como isso tem refletido na sua relação com seu marido, se está criando distância, comparação, insatisfação ou pressão interna. Se você perceber que existe um impulso automático, pode começar a criar pequenas estratégias para não tentar cortar de forma radical, mas ir diminuindo aos poucos, substituindo o momento em que surge a vontade por outras atividades que também tragam prazer ou regulação, como exercício, leitura, banho relaxante, conversar com alguém, ou até investir mais em momentos de intimidade com seu parceiro. E, se sentir que sozinha está difícil, buscar terapia pode ajudar muito, porque você poderá entender mais profundamente o que está por trás dessa necessidade crescente e construir uma relação mais saudável com sua sexualidade, sem culpa e sem excessos que te prejudiquem.
Lendo o que você escreveu, dá para sentir o quanto isso tem te angustiado — não só pela dificuldade de parar, mas também pela forma como isso tem afetado a maneira como você se vê e o seu relacionamento.
Você fala de uma sensação de ir cada vez mais além, de não conseguir interromper mesmo tentando, e de um desconforto que aparece depois. Sustentar tudo isso sozinha pode ser muito pesado.
Talvez, mais do que se cobrar para simplesmente parar, seja importante conseguir olhar para isso com mais cuidado, entendendo como esse movimento vem se repetindo e o lugar que ele ocupa hoje na sua vida.
Esse tipo de questão costuma precisar de tempo e de um espaço onde você não precise se explicar ou se justificar o tempo todo. Poder falar sobre isso sem julgamento pode ajudar a tornar essa experiência menos solitária e menos pesada.
Você fala de uma sensação de ir cada vez mais além, de não conseguir interromper mesmo tentando, e de um desconforto que aparece depois. Sustentar tudo isso sozinha pode ser muito pesado.
Talvez, mais do que se cobrar para simplesmente parar, seja importante conseguir olhar para isso com mais cuidado, entendendo como esse movimento vem se repetindo e o lugar que ele ocupa hoje na sua vida.
Esse tipo de questão costuma precisar de tempo e de um espaço onde você não precise se explicar ou se justificar o tempo todo. Poder falar sobre isso sem julgamento pode ajudar a tornar essa experiência menos solitária e menos pesada.
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