Tenho 35 anos, sempre fui muito ativo. Após dores na lombar a aproximadamente 2 anos, fIz varios exa
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Tenho 35 anos, sempre fui muito ativo. Após dores na lombar a aproximadamente 2 anos, fIz varios exames. Tenho escoliose 20°, desvio na bacia, hiper lordose, vertebra de transição/sacro lombar a esquerda e abaulamento L5/vt. Sinto dores constantes, ja fiz 30 sessões de fisioterapia "convencional" e hoje faço exercicios funcionals de reabilitação. Será que é possível reverter meu quadro sem cirurgia?
Bom dia. Seu caso sem dúvida precisa de uma avaliação criteriosa de um especialista em coluna. Precisa-se ver imagens, ter uma boa anamnese (Entrevista realizada pelo médico durante a consulta) para a definição de seu tratamento. Um abraço.
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Olá! Obrigado por compartilhar sua história — você tem um quadro complexo, mas bastante comum em adultos ativos que desenvolvem alterações posturais e degenerativas ao longo dos anos.
A presença de escoliose de 20°, desvio pélvico, hiperlordose, vértebra de transição e abaulamento discal L5/S1 sugere um desequilíbrio biomecânico importante, mas a boa notícia é que a maioria dos casos pode ser controlada com medidas conservadoras, sem cirurgia, especialmente em pacientes jovens como você.
Mesmo com todas essas alterações, o mais determinante é a intensidade da dor, a limitação funcional e a resposta ao tratamento. Já que você está ativo, sem déficits neurológicos, e vem tentando exercícios de reabilitação, ainda há ótimo potencial de melhora com uma abordagem mais específica. Em muitos casos, vale considerar:
Reeducação postural global (RPG) ou Pilates clínico voltado à escoliose e controle do core
Avaliação mais precisa da pelve com escaneamento postural 3D ou baropodometria
Bloqueios ou infiltrações facetárias ou sacroilíacas, se a dor persistir mesmo com reforço muscular
Correção da dismetria pélvica com palmilhas personalizadas
Neuromodulação ou terapia manual especializada se houver dor irradiada
Ou seja, ainda há bastante espaço para tratamento conservador, e cirurgia é sempre o último recurso, indicada somente em casos refratários com perda de qualidade de vida ou função.
Se quiser uma avaliação cuidadosa e um plano de tratamento que realmente funcione para o seu caso, será um prazer te atender — agende sua consulta comigo, presencialmente ou por telemedicina, pelo Doctoralia. Vamos cuidar disso com atenção e segurança.
A presença de escoliose de 20°, desvio pélvico, hiperlordose, vértebra de transição e abaulamento discal L5/S1 sugere um desequilíbrio biomecânico importante, mas a boa notícia é que a maioria dos casos pode ser controlada com medidas conservadoras, sem cirurgia, especialmente em pacientes jovens como você.
Mesmo com todas essas alterações, o mais determinante é a intensidade da dor, a limitação funcional e a resposta ao tratamento. Já que você está ativo, sem déficits neurológicos, e vem tentando exercícios de reabilitação, ainda há ótimo potencial de melhora com uma abordagem mais específica. Em muitos casos, vale considerar:
Reeducação postural global (RPG) ou Pilates clínico voltado à escoliose e controle do core
Avaliação mais precisa da pelve com escaneamento postural 3D ou baropodometria
Bloqueios ou infiltrações facetárias ou sacroilíacas, se a dor persistir mesmo com reforço muscular
Correção da dismetria pélvica com palmilhas personalizadas
Neuromodulação ou terapia manual especializada se houver dor irradiada
Ou seja, ainda há bastante espaço para tratamento conservador, e cirurgia é sempre o último recurso, indicada somente em casos refratários com perda de qualidade de vida ou função.
Se quiser uma avaliação cuidadosa e um plano de tratamento que realmente funcione para o seu caso, será um prazer te atender — agende sua consulta comigo, presencialmente ou por telemedicina, pelo Doctoralia. Vamos cuidar disso com atenção e segurança.
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