Tenho um filho de 10 anos de idade, a cerca de 4 meses, ele começou a defecar nas roupas, ele age como
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Tenho um filho de 10 anos de idade, a cerca de 4 meses, ele começou a defecar nas roupas, ele age como se não estivesse ocorrido nada, isto ocorre cerca de 4 vezes durante o dia e ele acorda defecado. sei que não é normal o que posso fazer?
Trata-se de encoprese, definida como defecação nas calças pela criança fora da fase de desenvolvimento natural, relativa a aquisição do asseio corporal (entre os 2 e 3 anos ) Esse sintoma aparece entre os 7 e 8 anos de idade. essa ocorrência é mais predominante nos meninos do que nas meninas. Sugiro avaliação com psicologo especialista,para pesquisa do desenvolvimento de seu filho.
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A encoprese é um distúrbio que pode ser de ordem fisiológica ou psíquica. Primeiramente, o ideal será procurar o médico pediatra que acompanha a criança. Todavia, assim como alguns outros transtornos ou distúrbios, é essencial fazer o acompanhamento psicológico.
Inicialmente o médico irá investigar possíveis causas orgânicas e/ou funcionais que possam estar afetando o controle dos esfíncteres. Se não se encontrar nada que explique o descontrole, é preciso procurar um(a) psicólogo(a) para uma cuidadosa anamnese (histórico de vida e familiar) e identificação de ansiedade, medos, raiva contida e, se encontrado algum destes, iniciar o quanto antes psicoterapia. Dependendo do grau de maturidade da criança, a terapia será verbal ou com brinquedos_ ludoterapia, porém na grande maioria das vezes, a família onde a criança está inserida também precisa de acompanhamento psicológico.
Encoprese é uma desordem de causa fisiológica ou emocional, pode ocorrer tanto em adultos como crianças, e é mais frequentemente nos indivíduos do sexo masculino. É definida como repetidas evacuações, voluntárias ou não, de fezes nas roupas.
Condições orgânicas resultando em incontinência fecal devem ser excluídas antes da encoprese ser diagnosticada.
Nas crianças a causa geralmente é psicológica e pode estar ligada ao medo, ao estresse, a raiva e angústia. Ela sente vergonha e evita situações (por ex., acampamentos, dormir na casa de colegas, viagens entre outras) que poderiam provocar embaraços.
O sucesso do tratamento requer uma combinação de terapia médica, intervenção nutricional e terapia comportamental e deve ser realizado em conjunto com a família. Compreende a regularização do hábito, a redução das tensões psicológicas e o aumento dos cuidados que objetivam alcançar estas metas. Ajudando a criança a lidar com os sentimentos associados ao problema e a baixa autoestima.
Condições orgânicas resultando em incontinência fecal devem ser excluídas antes da encoprese ser diagnosticada.
Nas crianças a causa geralmente é psicológica e pode estar ligada ao medo, ao estresse, a raiva e angústia. Ela sente vergonha e evita situações (por ex., acampamentos, dormir na casa de colegas, viagens entre outras) que poderiam provocar embaraços.
O sucesso do tratamento requer uma combinação de terapia médica, intervenção nutricional e terapia comportamental e deve ser realizado em conjunto com a família. Compreende a regularização do hábito, a redução das tensões psicológicas e o aumento dos cuidados que objetivam alcançar estas metas. Ajudando a criança a lidar com os sentimentos associados ao problema e a baixa autoestima.
Encoprese é mais frequente no indivíduo masculino, que pode ocorrer em criança e adulto. Condições orgânicas devem ser avaliadas antes de iniciar o tratamento psicoterápico. Nas crianças geralmente a causa é psicológica e pode estar ligada ao medo, ao estresse, a raiva e angústia.
O tratamento necessita ser multidisciplinar ( psicoterapia, terapia médica e nutricional), para um maior sucesso, ajudando a criança a lidar com sentimentos e a baixa autoestima.
O tratamento necessita ser multidisciplinar ( psicoterapia, terapia médica e nutricional), para um maior sucesso, ajudando a criança a lidar com sentimentos e a baixa autoestima.
Essa situação traz questões que precisam ser elucidadas: Por que será que ele age como se não acontecesse nada? Será que ele se envergonha e prefere "fingir" que nada acontece? Será que ele não tem esperança de poder ser ajudado no que o angustia?
Como eram antes as evacuações? Ele tem algum receio relacionado à evacuação?
Seria necessário ter uma consulta com um profissional (ao vivo, não apenas online) para entender melhor a situação como um todo.
Tente aproximar-se do seu filho e ver como ele está, se no que diz respeito aos outros aspectos ele está ok...
Como eram antes as evacuações? Ele tem algum receio relacionado à evacuação?
Seria necessário ter uma consulta com um profissional (ao vivo, não apenas online) para entender melhor a situação como um todo.
Tente aproximar-se do seu filho e ver como ele está, se no que diz respeito aos outros aspectos ele está ok...
Acredito que o ideal seria primeiramente procurar um médico pediatra para investigação de possíveis causas fisiológicas. Caso o mesmo não detecte nada de anormal. O ideal é procurar um psicólogo especialista na área infantil, para investigação emocional. Assim como busca um médico pediatra, o psicólogo especialista em atendimento infantil é fundamental.
Olá amigo(a)!
Recomendo que procure, o quanto antes, um psicólogo para atender seu filho. Esse sintoma não é tão incomum. Trata-se quase sempre de uma fixação psicológica inconsciente, na fase de desenvolvimento de 2 a 4 anos de vida, circunstanciada por algum acontecimento a ser tratado em terapia.
Coloco-me à disposição!
Um abraço!
Recomendo que procure, o quanto antes, um psicólogo para atender seu filho. Esse sintoma não é tão incomum. Trata-se quase sempre de uma fixação psicológica inconsciente, na fase de desenvolvimento de 2 a 4 anos de vida, circunstanciada por algum acontecimento a ser tratado em terapia.
Coloco-me à disposição!
Um abraço!
Pode ser dois fatores: fisiológico e emocional. Sugiro que procure um médico de clínica geral, e ao mesmo tempo, um profissional da psicologia de qualquer abordagem
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