Tenho zumbido no ouvido a 9 anos pulsátil no lado esquerdo e a quase 1 ano tive trombose venosa prof
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Tenho zumbido no ouvido a 9 anos pulsátil no lado esquerdo e a quase 1 ano tive trombose venosa profunda e estou fazendo a investigação para saber se tenho trombofilia.
A trombose tem ligação com o zumbido já que não tenho nenhum diagnóstico claro até hoje para esse zumbido?
A trombose tem ligação com o zumbido já que não tenho nenhum diagnóstico claro até hoje para esse zumbido?
O zumbido pulsátil pode ter diversas causas, incluindo alterações vasculares, neurológicas e musculares. Em alguns casos, ele pode estar relacionado a condições que afetam o fluxo sanguíneo, como hipertensão intracraniana, aneurismas ou fístulas arteriovenosas. No entanto, a relação direta entre trombose venosa profunda e zumbido pulsátil não é amplamente documentada.
A trombofilia, que pode aumentar o risco de trombose, está associada a distúrbios na coagulação do sangue, mas não necessariamente ao zumbido. Como o zumbido pulsátil pode ter origem vascular, é importante que sua investigação inclua exames de imagem, como ultrassonografia Doppler ou angioressonância, para avaliar possíveis alterações nos vasos sanguíneos próximos ao ouvido.
Dado que você já está investigando a possibilidade de trombofilia, seria interessante discutir com seu médico a realização de exames específicos para avaliar a circulação na região do ouvido. Você já consultou um otorrinolaringologista ou neurologista sobre esse sintoma?
A trombofilia, que pode aumentar o risco de trombose, está associada a distúrbios na coagulação do sangue, mas não necessariamente ao zumbido. Como o zumbido pulsátil pode ter origem vascular, é importante que sua investigação inclua exames de imagem, como ultrassonografia Doppler ou angioressonância, para avaliar possíveis alterações nos vasos sanguíneos próximos ao ouvido.
Dado que você já está investigando a possibilidade de trombofilia, seria interessante discutir com seu médico a realização de exames específicos para avaliar a circulação na região do ouvido. Você já consultou um otorrinolaringologista ou neurologista sobre esse sintoma?
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O zumbido pulsátil costuma estar relacionado a alterações vasculares próximas ao ouvido, como variações anatômicas de vasos sanguíneos, estenoses, malformações arteriovenosas ou alterações de fluxo. Também pode ter causas otológicas e neurológicas. Por outro lado, a trombose venosa profunda (TVP) ocorre em vasos das pernas ou pelve, estando mais associada a fatores de coagulação, imobilidade, cirurgias, hormônios ou trombofilias.
De forma geral, não existe relação direta entre TVP e zumbido pulsátil crônico. O zumbido que você relata já existia anos antes da trombose, o que reforça a ideia de condições distintas. A investigação da trombofilia é importante para entender o risco de novos eventos trombóticos, mas não deve impactar diretamente no sintoma auditivo.
No seu caso, o ideal é manter a investigação em paralelo:
Para o zumbido pulsátil, a avaliação com otorrinolaringologista e, em alguns casos, exames de imagem vascular da região da cabeça e pescoço podem ajudar a esclarecer a causa.
Para a trombose, seguir o acompanhamento com hematologista para definir se há trombofilia e a necessidade de anticoagulação prolongada.
Em resumo: os dois quadros não costumam ter ligação, mas cada um merece investigação direcionada para garantir um diagnóstico adequado.
De forma geral, não existe relação direta entre TVP e zumbido pulsátil crônico. O zumbido que você relata já existia anos antes da trombose, o que reforça a ideia de condições distintas. A investigação da trombofilia é importante para entender o risco de novos eventos trombóticos, mas não deve impactar diretamente no sintoma auditivo.
No seu caso, o ideal é manter a investigação em paralelo:
Para o zumbido pulsátil, a avaliação com otorrinolaringologista e, em alguns casos, exames de imagem vascular da região da cabeça e pescoço podem ajudar a esclarecer a causa.
Para a trombose, seguir o acompanhamento com hematologista para definir se há trombofilia e a necessidade de anticoagulação prolongada.
Em resumo: os dois quadros não costumam ter ligação, mas cada um merece investigação direcionada para garantir um diagnóstico adequado.
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