Terminei a minha avaliação neuropsicológica. O que faço agora?

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Terminei a minha avaliação neuropsicológica. O que faço agora?
Concluir a bateria de testes é um grande passo, mas o processo real de compreensão e mudança começa agora. O próximo estágio é transformar esses dados brutos em um plano de ação prático para a sua vida.

O caminho padrão a seguir envolve três etapas fundamentais:

Sessão de Devolutiva: Você deve agendar um retorno com o neuropsicólogo. Esse não é apenas o momento de receber um papel, mas uma entrevista onde o profissional vai traduzir os gráficos e pontuações, explicando como o seu cérebro funciona (pontos fortes e fracos) e se há algum diagnóstico fechado.

Entrega do Laudo: Você receberá um documento técnico. É essencial levar esse laudo para o seu médico (psiquiatra ou neurologista) e para o seu psicoterapeuta. Eles usarão essas informações para ajustar medicações ou focar a terapia onde você realmente precisa.

Reabilitação Neuropsicológica: Se houver déficits (ex: memória ou atenção), o laudo indicará a necessidade de treino cognitivo específico para fortalecer essas áreas.

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Depois de terminar a avaliação neuropsicológica, o próximo passo é conversar com o profissional que a conduziu para compreender os resultados de forma clara e contextualizada. Essa devolutiva ajuda a entender seus pontos fortes, desafios e necessidades de apoio, além de orientar estratégias práticas para o dia a dia, aprendizados ou intervenções específicas. Também é o momento de tirar dúvidas e planejar os próximos passos, seja acompanhamento clínico, educacional ou terapêutico, para que os achados da avaliação se traduzam em ações concretas que beneficiem sua vida.
Agora o passo mais importante é a devolutiva. Leia o laudo com calma, marque a sessão de explicação com o neuropsicólogo e esclareça o que cada resultado significa na prática da sua vida (atenção, memória, emoções, funções executivas, perfil cognitivo, possíveis diagnósticos e hipóteses).
Depois disso, leve o laudo para: Psicólogo(a), para usar os dados como base do plano terapêutico. Psiquiatra (se houver), para integrar com avaliação clínica e medicação, se necessário. Escola/faculdade/trabalho, se houver necessidade de adaptações.
O laudo não é um fim, é um mapa. Ele serve para orientar intervenções, autoconhecimento e decisões: que tipo de terapia, que estratégias funcionam melhor, quais limites respeitar e quais potencialidades desenvolver.

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