Transtorno bipolar pode fazer a pessoa ficar violenta? Exemplo agredir pessoas e quebrar as coisas?

Transtorno bipolar pode fazer a pessoa ficar violenta? Exemplo agredir pessoas e quebrar as coisas?

31 respostas


Olá! Durante episódios de mania ou episódio misto, a pessoa pode apresentar irritabilidade intensa, impulsividade e menor controle dos comportamentos. No entanto, isso não acontece com todas as pessoas com transtorno bipolar. Com avaliação psiquiátrica e tratamento adequado, esses sintomas costumam ser controlados e o risco de novos episódios pode ser reduzido.

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Dra. Brenda Paes Bendassoli

Generalista

São Bernardo do Campo

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Pode acontecer se estiver em fase maníaca


Pode acontecer, mas não é uma característica obrigatória do transtorno bipolar. Durante episódios de maior desorganização do humor, principalmente quando há muita irritabilidade, impulsividade ou agitação, algumas pessoas podem reagir de forma mais explosiva, discutir com mais facilidade ou, em casos mais graves, chegar a agredir pessoas ou quebrar objetos. Ainda assim, esse comportamento não está presente em todos os pacientes e não deve ser atribuído automaticamente ao diagnóstico. Quando surgem episódios de agressividade ou perda importante do controle, é sinal de que o quadro precisa ser reavaliado pelo psiquiatra, pois isso pode indicar que a doença não está adequadamente estabilizada ou que há outros fatores envolvidos.


Saudações! Sim, o Transtorno Bipolar pode fazer com que uma pessoa apresente comportamentos violentos, como agredir pessoas fisicamente e quebrar objetos de forma destrutiva, mas é fundamental esclarecer que esse tipo de conduta agressiva não é um traço de caráter permanente do indivíduo e ocorre quase que exclusivamente durante episódios agudos e graves de mania ou em estados mistos, quando o paciente sofre uma severa desregulação neurobiológica marcada por extrema irritabilidade, disforia, perda severa do controle de impulsos e, em casos mais graves, sintomas psicóticos como delírios persecutórios em que ele agride o outro por acreditar piamente que está se defendendo de uma ameaça irreal. Fora dos episódios de crise, isto é, quando o paciente está estabilizado e em eutimia com o tratamento adequado, o risco de violência não é maior do que o da população geral, sendo essa agressividade potencializada por fatores de risco específicos que devem ser rigorosamente monitorados, tais como o abandono ou a má adesão ao tratamento medicamentoso com estabilizadores de humor, o consumo concomitante de substâncias psicoativas como álcool e estimulantes que desestabilizam o cérebro, a presença de histórico familiar ou pessoal de comportamento impulsivo, e a vivência de estressores ambientais agudos ou privação severa de sono. O manejo clínico diante de um quadro onde o paciente já demonstra perda do freio inibitório e comportamento destrutivo iminente exige uma intervenção psiquiátrica imediata com o ajuste urgente da medicação, o uso de antipsicóticos sedativos para conter a agitação e reestabelecer o juízo da realidade, o afastamento de estímulos estressores e, se houver risco real e imediato à integridade física do próprio paciente ou das pessoas ao redor, a busca por atendimento em um pronto-socorro psiquiátrico ou acionamento de serviços de emergência médica para uma internação hospitalar de curto prazo voltada à contenção e estabilização segura da crise. Espero ter contribuído.


O transtorno bipolar é caracterizado por 2 polos ou fases. A pessoa pode estar na fase depressiva ou no oposto dela, na mania. Nos quadros de mania, embora a maioria das pessoas fiquem eufóricas, pode haver também muita irritabilidade e agitação psicomotora. Com isso, ela pode acabar tendo estas reações, quando está em mania. Agora, uma pessoa bipolar, pode ter acessos de raiva como qualquer outra pessoa e saír quebrando tudo. Afinal, a pessoa bipolar ela não é só bipolar. Ela é uma pessoa, com uma história única, com personalidade única. O que a doença pode fazer é num momento de crise, essa pessoa agir de uma forma agressiva que não é o normal dela. Ela só estaria agindo assim porque a doença está ativa e necessita ser encaminhada a uma emergÊncia.


Pode acontecer em alguns casos, principalmente durante episódios de mania ou episódios mistos, quando há intensa irritabilidade, impulsividade e perda do controle dos impulsos. No entanto, a maioria das pessoas com Transtorno bipolar não é violenta, e comportamentos agressivos também podem estar relacionados a outros transtornos, uso de substâncias ou fatores situacionais. Uma avaliação psiquiátrica é fundamental para identificar a causa e indicar o tratamento adequado.

Dra. Cecília Barbosa Oliveira

Dra. Cecília Barbosa Oliveira

Psiquiatra

São José dos Campos

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O transtorno bipolar, por si só, não torna uma pessoa violenta. No entanto, durante episódios de descompensação, especialmente quando há impulsividade importante, irritabilidade intensa ou perda do controle emocional, algumas pessoas podem apresentar comportamentos agressivos. Ainda assim, isso não acontece com todos os pacientes e pode estar relacionado a diversos fatores, que devem ser avaliados individualmente. O acompanhamento psiquiátrico é fundamental para o diagnóstico e o manejo adequado da condição.


O transtorno bipolar, por si só, não torna uma pessoa violenta. Porém, em fases de descompensação do humor, principalmente em episódios de mania, estados mistos ou irritabilidade intensa, pode haver aumento de impulsividade, agitação, baixa crítica e dificuldade de controle dos comportamentos. Agressividade, ameaças ou destruição de objetos são sinais de alerta e indicam necessidade de avaliação psiquiátrica o quanto antes, para ajuste do tratamento e proteção do paciente e das pessoas ao redor.


Pode, apesar de ser incomum. Mas o bipolar sem tratamento tem uma chance de suicidio entre 5 e 15% ou ser vitima de homicídio. Quanto a praticar é bem menos comum, mas esses dados ilustram a perturbação mental e o quanto imprevisível pode ser. É importante lembrar que com um cuidado adequado quase a totalidade mesmo dos casos mais graves não será violenta mesmo dentro de internamentos hospitalares.


Sim, o transtorno bipolar pode estar associado a comportamentos mais impulsivos, irritabilidade intensa e, em alguns casos, agressividade, principalmente durante episódios de mania ou hipomania (e também em alguns episódios depressivos com muita agitação). Durante uma fase de mania, a pessoa pode apresentar: irritabilidade ou raiva intensa; impulsividade; menor capacidade de avaliar consequências; sensação de estar com muita energia ou de ter razão em tudo; comportamentos de risco; dificuldade em controlar reações emocionais. Em quadros mais graves, especialmente quando há agitação intensa, sintomas psicóticos, uso de álcool/drogas ou perda importante de controle, podem ocorrer agressões físicas ou destruição de objetos. Porém, a maioria das pessoas com transtorno bipolar não é violenta. A agressividade geralmente está relacionada ao estado do episódio, à gravidade dos sintomas e a outros fatores associados, não ao diagnóstico em si. Quando há episódios de quebrar coisas ou agredir alguém, é importante uma avaliação psiquiátrica para entender: se a pessoa está em uma fase de mania ou depressão agitada; se o tratamento está adequado; se há uso de substâncias; quais estratégias podem prevenir novas crises. Se houver risco atual de a pessoa machucar alguém ou a si mesma, é importante buscar ajuda imediata (serviço de emergência ou avaliação psiquiátrica urgente). Essa situação aconteceu durante uma fase de euforia/energia aumentada, pouco sono e impulsividade, ou foi mais em momentos de raiva, tristeza ou discussões?


Pode ocorrer, principalmente em um episódio de mania, no qual o indivíduo fica muito irritadiço, agitado, incapaz de conter impulsos, podendo levar a situações violentas e perigosas para a pessoa e para outros indivíduos. Não quer dizer que todo paciente com Transtorno Afetivo Bipolar possa vir a fazer isso, e não quer dizer que eles são pessoas perigosas, somente no período desse tipo de crise que isso pode vir a acontecer, e já é um forte indicativo de necessidade de internamento psiquiátrico temporário para a resolução do quadro. Pessoas com Transtorno Afetivo Bipolar com tratamento adequado e boa adesão terapêutica geralmente tem vidas normais, são funcionais e não apresentam crises com esse nível de gravidade.

Dra. Amanna Vieira Gama

Dra. Amanna Vieira Gama

Psiquiatra

Vitória da Conquista

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Sim, pode acontecer, mas isso não significa que toda pessoa com transtorno bipolar seja agressiva. Durante episódios de mania ou de estados mistos, algumas pessoas podem apresentar irritabilidade intensa, impulsividade, redução da capacidade de controlar os impulsos e, em situações mais graves, comportamentos agressivos, como discutir, quebrar objetos ou até agredir outras pessoas. No entanto, violência também pode estar relacionada a outros transtornos mentais, uso de álcool ou drogas, alterações de personalidade ou conflitos familiares. Por isso, esses episódios devem ser avaliados de forma individualizada. Um diagnóstico correto é essencial para definir o tratamento mais adequado. Respeitosamente, Dr. Fábio Silva


Com certeza e na maioria dos casos a pessoa nem faz ideia que possui uma doença que explique tais comportamentos


COm certeza, mas não é só esse transtorno que pode fazer isso. Existem várias outras condiçoes psiquiatricas que predispoe a comportamento violento. E tem tratamento pra isso!


O transtorno bipolar pode, em algumas situações, estar associado a comportamentos impulsivos, irritabilidade intensa e perda de controle emocional, principalmente durante episódios de mania ou hipomania, ou em fases de grande desregulação do humor. Nesses períodos, algumas pessoas podem apresentar agitação, redução da capacidade de avaliar consequências, atitudes impulsivas, discussões frequentes e, em casos mais graves, comportamentos agressivos ou destrutivos. Entretanto, a maioria das pessoas com transtorno bipolar não é violenta. A agressividade geralmente está relacionada a fatores como intensidade do episódio, uso de álcool ou outras substâncias, privação de sono, presença de sintomas psicóticos, histórico individual e falta de controle adequado da doença. Quando há episódios de agressão física, ameaças ou destruição de objetos, é importante uma avaliação psiquiátrica, pois pode indicar necessidade de ajuste do tratamento e medidas de segurança. O acompanhamento regular, o uso correto das medicações estabilizadoras do humor e a identificação precoce dos sinais de descompensação são fundamentais para reduzir esses riscos e melhorar a qualidade de vida.


Essa é uma dúvida importante, e vamos com calma nela, porque envolve um mito bastante comum. O transtorno bipolar, por si só, não causa violência. A maioria das pessoas com esse diagnóstico nunca agride ninguém nem tem esse tipo de comportamento. O que pode acontecer é que, durante episódios de mania (fase de humor muito elevado, energia excessiva e impulsividade) ou em quadros mais graves, com irritabilidade intensa, algumas pessoas fiquem mais impulsivas, alterem o tom de voz com mais facilidade ou tenham reações desproporcionais diante de frustrações. Isso não é a regra, e sim uma possibilidade em casos específicos e não tratados adequadamente. É importante separar duas coisas: a explosividade ou irritabilidade que pode surgir em um episódio de humor descompensado é um sintoma que pode e deve ser tratado, não é "da personalidade" da pessoa, nem algo que ela faz por maldade. Com o tratamento correto (que pode incluir medicação estabilizadora de humor e acompanhamento psicoterapêutico), esses episódios tendem a ficar bem mais raros ou desaparecer. Se você está vivendo essa situação, seja como paciente ou como alguém próximo, o mais importante é buscar uma avaliação para entender o que está acontecendo e ajustar o tratamento se necessário. Isso protege tanto a pessoa com o diagnóstico quanto quem convive com ela. Cada caso é único e merece uma avaliação individual. Agende uma consulta, online ou presencial, com um especialista pela Doctoralia.


Sim, o Transtorno Bipolar pode estar associado a episódios de irritabilidade intensa, impulsividade e, em alguns casos, comportamentos agressivos, principalmente durante fases de mania ou episódios mistos. Nessas situações, a pessoa pode apresentar aumento de energia, redução da necessidade de sono, aceleração dos pensamentos, dificuldade de controlar impulsos, agitação e maior tendência a reagir de forma desproporcional a conflitos. Entretanto, a violência não é uma característica obrigatória do transtorno e a maioria das pessoas com transtorno bipolar não apresenta comportamento agressivo. Quando ocorrem agressões físicas, destruição de objetos ou perda importante de controle emocional, é fundamental avaliar fatores associados, como uso de álcool ou outras substâncias, presença de sintomas psicóticos, traços de personalidade, histórico de traumas e controle dos sintomas do transtorno. O tratamento adequado, com acompanhamento psiquiátrico, estabilizadores do humor e psicoterapia quando indicada, reduz significativamente o risco de descompensações. Se houver risco imediato de machucar alguém ou a si mesmo, é importante buscar atendimento de urgência para garantir segurança e manejo adequado da crise.



Antes de tudo, é fundamental procurar um médico de sua confiança — a saúde de quem está passando por isso é o que mais importa, e só uma avaliação individual permite entender o que está acontecendo e como manejar. Dito isso, posso explicar o que se sabe de forma geral. Sim, pode acontecer, mas com uma ressalva importante: violência não é uma característica do transtorno bipolar, e a maioria das pessoas com o diagnóstico nunca agride ninguém. Quando ocorre, costuma estar ligada a momentos específicos — sobretudo episódios de mania ou de humor irritável (as chamadas fases de elevação do humor). Nesses períodos, pode haver irritabilidade intensa, impulsividade e redução do julgamento crítico, o que aumenta a chance de explosões, brigas ou destruição de objetos. Em episódios com sintomas psicóticos (delírios ou alucinações), o risco também é maior. Vale reforçar dois pontos. Primeiro, o risco de agressividade aumenta muito quando há uso de álcool ou outras substâncias associado — esse costuma ser um fator mais determinante do que o transtorno em si. Segundo, esses comportamentos geralmente refletem um quadro descompensado, ou seja, um sinal de que o tratamento precisa ser reavaliado, não um traço permanente da pessoa. Com tratamento adequado (estabilizadores de humor e acompanhamento regular), o comportamento tende a se estabilizar. Se houver agressividade acontecendo agora, ou risco para a pessoa ou para quem está em volta, procure atendimento psiquiátrico de urgência ou emergência — não espere. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica. Procure um profissional médico de confiança para esclarecer dúvidas e definir o manejo adequado do tratamento.


Pode, mas esse não é um sintoma que ocorre em todas as pessoas com transtorno bipolar. Durante episódios de mania ou de depressão grave com irritabilidade, algumas pessoas podem apresentar impulsividade, agitação e perda do controle, o que pode levar a agressões ou destruição de objetos. No entanto, comportamento violento não é exclusivo do transtorno bipolar e, quando presente, deve ser avaliado no contexto de outros fatores. Uma avaliação psiquiátrica é fundamental para esclarecer a causa e indicar o tratamento mais adequado.


Sim

Dra. Marília Mouro

Dra. Marília Mouro

Psiquiatra

Ribeirão Preto

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Sim, pode acontecer, mas não é uma característica de todas as pessoas com transtorno bipolar.


Em episódios de mania, ou até mesmo depressão, pode ocorrer um aumento da irritabilidade e agressividade.


Agredir pessoas e quebrar objetos pode ter diversas causas e precisa ser avaliado no contexto. No transtorno bipolar, isso pode acontecer principalmente durante um episódio de mania com muita irritabilidade, impulsividade ou sintomas psicóticos. Mas a violência não é uma característica obrigatória do transtorno bipolar, e nem toda pessoa com bipolaridade fica agressiva.


A interrupção do Rivotril (clonazepam) de forma abrupta pode causar sintomas de adaptação e abstinência, principalmente quando o medicamento vinha sendo utilizado por um período prolongado ou em doses regulares. Sensações como ansiedade intensa, dificuldade de concentração, sensação de cabeça “aérea”, alterações do sono, irritabilidade e desconfortos físicos podem ocorrer durante esse período. Entretanto, sintomas como formigamento em apenas um lado do corpo, confusão mental importante ou alterações sensitivas precisam ser avaliados com atenção, pois nem sempre estão relacionados apenas à retirada do medicamento. É importante informar sua médica sobre todos esses sintomas para que ela avalie a necessidade de ajustes no tratamento e descarte outras causas clínicas ou neurológicas. O ideal é não reiniciar ou modificar o uso do clonazepam por conta própria. O acompanhamento psiquiátrico permite fazer uma retirada segura quando indicada e escolher alternativas adequadas para ansiedade, crises de pânico, insônia ou outros sintomas associados.


Sim, transtorno bipolar pode causar comportamentos agressivos ou impulsivos, principalmente durante episódios de mania, episódios mistos ou fases de descompensação. Podem ocorrer irritabilidade intensa, perda de controle dos impulsos, agitação e explosões de raiva, podendo levar a agressões ou quebra de objetos em alguns casos. Porém, a maioria das pessoas com transtorno bipolar não é violenta. Quando há agressividade, é importante avaliar fatores como alteração do humor, falta de sono, uso de substâncias, sintomas psicóticos ou outros fatores associados.

Dra. Laís Marques

Dra. Laís Marques

Psiquiatra

Ribeirão Preto

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Sim, isso pode acontecer, mas é importante esclarecer que transtorno bipolar não significa, necessariamente, agressividade ou violência. Durante episódios de mania ou episódios mistos, algumas pessoas podem apresentar: Irritabilidade intensa; Impulsividade; Redução da capacidade de julgamento; Maior propensão a discussões e comportamentos de risco. Em situações mais graves, podem ocorrer agressões verbais, danos materiais e, mais raramente, agressões físicas. É importante destacar que esse comportamento pode estar relacionado a diversos fatores, e não apenas ao transtorno bipolar. Resumidamente, a agressividade pode estar presente em alguns casos, mas não faz parte da realidade de todas as pessoas com esse diagnóstico.

Dr. Danylo  Figueredo Cezana

Dr. Danylo Figueredo Cezana

Psiquiatra

Teixeira de Freitas

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Sim. O transtorno bipolar pode envolver irritabilidade e, em alguns episódios, agressividade e impulsividade, mas agressividade isoladamente não significa bipolaridade.

Dra. Thaís  Barbosa

Dra. Thaís Barbosa

Médico clínico geral

Campina Grande

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Em alguns casos sim, inclusive colocar risco a própria vida e a vida de terceiros.


Pode acontecer durante uma crise, principalmente quando há muita irritabilidade, agitação e impulsividade. Mas violência não é uma característica obrigatória do transtorno bipolar, e a maioria das pessoas com o diagnóstico não é violenta. Se houver agressões ou destruição de objetos, é importante avisar o psiquiatra, pois pode ser sinal de descompensação.


Sim, pode acontecer, principalmente durante episódios de mania ou estados mistos, nos quais a pessoa pode ficar muito irritável, impulsiva, agitada e com menor controle dos impulsos. Em situações mais graves, isso pode levar a agressões, ameaças ou destruição de objetos. Entretanto, violência não é uma característica obrigatória do transtorno bipolar e não significa que toda pessoa com bipolaridade seja agressiva; é importante investigar também uso de álcool ou drogas, sintomas psicóticos, privação de sono, transtornos de personalidade e outras condições que podem aumentar o risco. Se a pessoa estiver atualmente muito agitada, dormindo pouco, agressiva, ameaçando alguém ou quebrando coisas, isso deve ser encarado como uma situação de urgência psiquiátrica, especialmente se houver risco de ferir alguém ou a si própria. Nesse caso, é melhor afastar objetos que possam causar ferimentos, evitar confronto e procurar atendimento de emergência.

Dr. Márcio Candiani

Dr. Márcio Candiani

Psiquiatra

Belo Horizonte

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.