Um doente de Parkinson, com 86 anos, que usa andador para se locomover (até por ter fraturado o fêmur)
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Um doente de Parkinson, com 86 anos, que usa andador para se locomover (até por ter fraturado o fêmur) pode ficar sem vigilância efetiva de um cuidador ou parente, e subir e descer escadas por conta própria? Até que ponto pode-se confiar nos medicamentos e seus efeitos colaterais?
Caro(a) internauta,
Um paciente como este não deve ficar sozinho. Queda é um dos principais motivos que levam o idoso ao hospital. Mesmo sem considerar a queda e fratura anterior e a doença de Parkinson, ainda não seria ideal que o idoso ficasse sozinho. Ele precisa de alguém que consiga buscar socorro em algum eventual acidente. Por melhor que seja sua qualidade de vida, o idoso tende a ter mais dificuldade para se recuperar de acidentes ou doenças, então o melhor tratamento aqui é a prevenção!
Quanto aos remédios para o Parkinson, eles são confiáveis sim, contanto que o tratamento seja feito adequadamente e acompanhado por um neurologista. Entretanto suas reações adversas são muitas e de diferentes tipos. Mais um bom motivo para que o idoso tenha companhia.
Atenciosamente,
Willian Rezende
Um paciente como este não deve ficar sozinho. Queda é um dos principais motivos que levam o idoso ao hospital. Mesmo sem considerar a queda e fratura anterior e a doença de Parkinson, ainda não seria ideal que o idoso ficasse sozinho. Ele precisa de alguém que consiga buscar socorro em algum eventual acidente. Por melhor que seja sua qualidade de vida, o idoso tende a ter mais dificuldade para se recuperar de acidentes ou doenças, então o melhor tratamento aqui é a prevenção!
Quanto aos remédios para o Parkinson, eles são confiáveis sim, contanto que o tratamento seja feito adequadamente e acompanhado por um neurologista. Entretanto suas reações adversas são muitas e de diferentes tipos. Mais um bom motivo para que o idoso tenha companhia.
Atenciosamente,
Willian Rezende
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A supervisão neste caso é importante, pelo histórica de DP e a fratura, ele possivelmente tem alto risco de quedas, por tanto a supervisão se torna necessária, porém é de extrema importância que este paciente realize as atividades que consiga realizar, para que não perca tanta a capacidade funcional que ele possui e nem perca força o suficiente que aumente mais ainda o risco de quedas do mesmo. A reabilitação e a atividade física regular é importante para manter e melhorar a capacidade funcional.
Um paciente de 86 anos com doença de Parkinson, histórico de fratura de fêmur e que depende de andador para se locomover não deve permanecer sozinho para realizar atividades de risco, como subir e descer escadas. Mesmo com uso adequado das medicações antiparkinsonianas, os sintomas motores podem flutuar ao longo do dia, e o risco de queda é elevado. Além disso, esses pacientes frequentemente apresentam alterações no equilíbrio, hipotensão postural e, em alguns casos, comprometimento cognitivo, o que agrava o risco de acidentes domésticos.
As medicações, embora importantes para o controle dos sintomas, podem causar efeitos colaterais como sonolência, confusão, ou queda da pressão arterial, o que torna ainda mais perigosa a execução de atividades sem supervisão. Portanto, não se deve confiar unicamente nos medicamentos para garantir segurança.
Recomenda-se fortemente uma avaliação médica com equipe geriátrica e/ou neurologista, para reavaliar a segurança do ambiente, o plano terapêutico e o nível de supervisão necessário. Em muitos casos, ajustes no tratamento e na rotina diária, além de apoio de um cuidador treinado, são fundamentais para preservar a autonomia com segurança.
As medicações, embora importantes para o controle dos sintomas, podem causar efeitos colaterais como sonolência, confusão, ou queda da pressão arterial, o que torna ainda mais perigosa a execução de atividades sem supervisão. Portanto, não se deve confiar unicamente nos medicamentos para garantir segurança.
Recomenda-se fortemente uma avaliação médica com equipe geriátrica e/ou neurologista, para reavaliar a segurança do ambiente, o plano terapêutico e o nível de supervisão necessário. Em muitos casos, ajustes no tratamento e na rotina diária, além de apoio de um cuidador treinado, são fundamentais para preservar a autonomia com segurança.
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