uma pessoa com transtorno esquizoafetivo bipolar, mesmo tendo surtos psicóticos, ter problemas de re
5
respostas
uma pessoa com transtorno esquizoafetivo bipolar, mesmo tendo surtos psicóticos, ter problemas de relacionamentos com outras pessoas, tipo, ás vezes muito carente e as vezes quer se distanciar de todos. Estou em fase de euforia, mania e logo logo sei que vou entrar na fase depressiva. Qual seria o tratamento ideal para esse tipo de problema? Sou muito impulsivo e repulsivo. A vezes não consigo controlar meu genio. Me considero muito inteligente, mas isso me atrapalha por que não tolero de forma alguma ser enganado e acabo abandonando pessoas por mais que ame e isso me deixa muito mal. Tudo isso é muito confuso e não sei o que fazer.
O que você descreve é compatível com o transtorno esquizoafetivo bipolar, que envolve oscilações de humor (mania, euforia e depressão), impulsividade, alterações na forma de se vincular às pessoas e, em alguns momentos, sintomas psicóticos. O tratamento ideal costuma ser combinado com acompanhamento psiquiátrico regular, com estabilizador de humor (e quando indicado, antipsicótico), associado à psicoterapia contínua. A terapia ajuda especialmente no manejo da impulsividade, dos vínculos instáveis, da tolerância à frustração e da consciência dos sinais precoces das fases de mania e depressão. Psicoeducação, rotina estruturada, sono regular e evitar álcool e drogas são fundamentais. Com tratamento adequado e consistente, é possível reduzir as oscilações, melhorar os relacionamentos e ter mais controle sobre as reações emocionais.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá! A partir do que você descreve considero importante você se engajar em acompanhamento psiquiátrico e psicológico. Na psicoterapia poderá pensar sobre "ser enganado", "ser repulsivo e compulsivo", "controlar o gênio", como problemas que você associa à sua identidade mas que não precisa ser assim. Nem sempre é possível fazer isto sozinho, mesmo sendo inteligente muito inteligente, aliás isso pode até um fator para diminuir a sua tolerâcia a certas situações desagradáveis. Conversas terapêuticas podem te ajudar.
O que você descreve é realmente muito desafiador e pode gerar bastante sofrimento. Viver com oscilações intensas de humor, mudanças de energia, impulsividade e dificuldades nos relacionamentos pode fazer a pessoa se sentir confusa, cansada e até culpada por atitudes que, muitas vezes, acontecem nos momentos em que os sintomas estão mais fortes.
É importante saber que isso não é falta de força de vontade ou de caráter. Trata-se de uma condição que envolve fatores biológicos e emocionais, e que precisa de cuidado contínuo.
De modo geral, o tratamento mais indicado costuma envolver acompanhamento psiquiátrico regular, para estabilização do humor e prevenção de crises, junto com psicoterapia, que ajuda a pessoa a compreender melhor seus padrões de pensamento, emoções e comportamentos especialmente nos momentos de impulsividade, irritação ou afastamento das pessoas.
Com o tempo, é possível aprender a reconhecer sinais precoces das fases de euforia ou queda de humor, desenvolver formas mais seguras de lidar com conflitos e construir relações mais estáveis, mesmo convivendo com o transtorno.
Quando perceber que está entrando em uma fase de muita energia, irritação ou impulsividade, tente evitar decisões importantes naquele momento como rompimentos, discussões intensas ou mudanças drásticas. Dar um tempo para que o estado emocional se estabilize costuma prevenir arrependimentos e proteger seus vínculos.
Buscar apoio profissional contínuo faz muita diferença nesse processo. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem ter uma vida afetiva, social e profissional mais equilibrada.
Espero ter ajudado. Estou a disposição.
É importante saber que isso não é falta de força de vontade ou de caráter. Trata-se de uma condição que envolve fatores biológicos e emocionais, e que precisa de cuidado contínuo.
De modo geral, o tratamento mais indicado costuma envolver acompanhamento psiquiátrico regular, para estabilização do humor e prevenção de crises, junto com psicoterapia, que ajuda a pessoa a compreender melhor seus padrões de pensamento, emoções e comportamentos especialmente nos momentos de impulsividade, irritação ou afastamento das pessoas.
Com o tempo, é possível aprender a reconhecer sinais precoces das fases de euforia ou queda de humor, desenvolver formas mais seguras de lidar com conflitos e construir relações mais estáveis, mesmo convivendo com o transtorno.
Quando perceber que está entrando em uma fase de muita energia, irritação ou impulsividade, tente evitar decisões importantes naquele momento como rompimentos, discussões intensas ou mudanças drásticas. Dar um tempo para que o estado emocional se estabilize costuma prevenir arrependimentos e proteger seus vínculos.
Buscar apoio profissional contínuo faz muita diferença nesse processo. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem ter uma vida afetiva, social e profissional mais equilibrada.
Espero ter ajudado. Estou a disposição.
Olá, como vai?
Muito importante a sua auto-observação, pois você reconhece os inícios e fins de hipomania e depressão, esse é um ponto muito difícil de se reconhecer.
No seu caso, o tratamento indicado é o acompanhamento com um psiquiatra, o qual vai te receitar medicação para te ajudar a equilibrar as emoções. Em seguida, tratamento com psicólogo, de forma semanal e em momentos de crise, duas vezes por semana, se for necessário. Além disso, realizar atividades físicas, ter alimentação saudável, evitar bebidas alcóolicas fazem parte do tratamento para o seu bem estar e busca de lidar melhor quando o humor alterar. Você não está sozinho e não precisa lidar com a sua condição de forma sozinha, busque ajuda profissional!
Espero ter ajudado, fico à disposição!
Muito importante a sua auto-observação, pois você reconhece os inícios e fins de hipomania e depressão, esse é um ponto muito difícil de se reconhecer.
No seu caso, o tratamento indicado é o acompanhamento com um psiquiatra, o qual vai te receitar medicação para te ajudar a equilibrar as emoções. Em seguida, tratamento com psicólogo, de forma semanal e em momentos de crise, duas vezes por semana, se for necessário. Além disso, realizar atividades físicas, ter alimentação saudável, evitar bebidas alcóolicas fazem parte do tratamento para o seu bem estar e busca de lidar melhor quando o humor alterar. Você não está sozinho e não precisa lidar com a sua condição de forma sozinha, busque ajuda profissional!
Espero ter ajudado, fico à disposição!
O que você está descrevendo faz sentido dentro do transtorno esquizoafetivo bipolar, principalmente por causa dessas oscilações intensas de humor, dos surtos e das mudanças na forma como você se relaciona. Essa alternância entre carência e afastamento, a impulsividade, a dificuldade de controlar o gênio e até os rompimentos bruscos podem estar ligados às fases de mania e depressão. Quando você percebe que está em euforia e já sente que uma fase depressiva pode vir, isso mostra o quanto essas mudanças impactam sua vida. O tratamento mais indicado costuma ser combinado entre acompanhamento com psiquiatra para ajustar e manter a medicação, que é fundamental para estabilizar o humor e prevenir surtos, junto com psicoterapia para trabalhar impulsividade, relações, manejo da raiva e maior consciência dos seus ciclos. A medicação ajuda a regular o que é biológico, e a terapia ajuda você a entender seus padrões e construir estratégias para não se prejudicar nas fases mais intensas. O mais importante é que esse acompanhamento seja contínuo e próximo, principalmente quando você percebe sinais de mudança de fase. Se faz necessário ter esse suporte estruturado para conseguir mais estabilidade e qualidade de vida.
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.