Uma pessoa portadora de TEA (Trastorno do espectro autista) pode ter complexo de inferioridade ou se
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Uma pessoa portadora de TEA (Trastorno do espectro autista) pode ter complexo de inferioridade ou sentir inveja de alguém?
Olá, pessoas com TEA também possuem sentimentos, emoções, crenças, e atos próprios.
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Olá, o Transtrono do Espectro Autista (TEA) é um quadro que envolve um déficit na interação (socialização e comunicação e interesses restritos (Hiperfoco, rigidez em mudança de atividades ou de rotina e movimetnos repetitivos). Dessa forma, trata-se de um quadro que pode trazer uma série de prejuízos na convivência com outras crianças e no desenvolvimento de habilidades. Portanto, diante desse cenário pode haver repercussões em sua auto-estima e trazer um sentimento de inferioridade e até mesmo de inveja.
Sabe-se que o paciente autista precisa de olhar e um cuidado específico para que possa se desenvolver estratégias adaptativas de acordo com suas dificuldades (Seja na fala, no desenvolvimento motor ou de interação). Esse apoio deve também ajudar a criança a lidar com suas frustrações e angústias, para que não venha a ter o desenvolvimento de comorbidades, como transtorno de ansiedade ou depressão.
O mais importante é que seja feita uma uma investigação diagnóstica e iniciar de forma célere o tratamento para atenuar os prejuízos, que tendem a piorar senão tratada adequadamente. Sugiro que seja realizada uma consulta com psiquiatra infantil para que ele possa trazer esclarecimentos sobre o quadro, trazendo segurança ao paciente e familiares. Lembro que uma boa Aliança Terapêutica com o profissional de confiança, pode melhorar muito sua adesão ao tratamento..
Sabe-se que o paciente autista precisa de olhar e um cuidado específico para que possa se desenvolver estratégias adaptativas de acordo com suas dificuldades (Seja na fala, no desenvolvimento motor ou de interação). Esse apoio deve também ajudar a criança a lidar com suas frustrações e angústias, para que não venha a ter o desenvolvimento de comorbidades, como transtorno de ansiedade ou depressão.
O mais importante é que seja feita uma uma investigação diagnóstica e iniciar de forma célere o tratamento para atenuar os prejuízos, que tendem a piorar senão tratada adequadamente. Sugiro que seja realizada uma consulta com psiquiatra infantil para que ele possa trazer esclarecimentos sobre o quadro, trazendo segurança ao paciente e familiares. Lembro que uma boa Aliança Terapêutica com o profissional de confiança, pode melhorar muito sua adesão ao tratamento..
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