Uma prima minha foi diagnósticada com dislexia grau leve, ela tem 15 anos e até hoje não conseguiu

Uma prima minha foi diagnósticada com dislexia grau leve, ela tem 15 anos e até hoje não conseguiu aprender a escrever sozinha o próprio nome, não sabe ler, não sabe fazer contas simples.. O médico (neuro) orientou a tomar um remédio de controle, não está evoluindo. Existe algum tratamento pra ela?

26 respostas


Já que foi diagnosticado com dislexia pelo Neurologista, torna-se importante um tratamento multidisciplinar que compõe psicólogo, fonoaudiólogo e psicopedagogo (a).

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Seu relato não indica quando foi diagnosticada a dislexia, ou desde quando ela vem fazendo o tratamento. Fato é que, dependendo do momento da vida em que esta situação foi diagnosticada, mais tempo levará para qualquer tratamento produzir algum efeito. E pelos mesmos motivos, a extensão da melhora pode variar. E concordo com o colega José Lucas, no sentido de que um projeto de tratamento multiprofissional é muito válido.Desejo sucesso! Sempre às ordens!

Sandro Mesquita

Sandro Mesquita

Psicólogo

Juiz de Fora

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Olá, acho viável você também procurar um fonoaudiólogo, psicopedagogo e psicólogo. Abraços!


Deve fazer avaliação neuropsicológica e fonoaudiológica com laudo. A escola deve realizar um trabalho educacional adaptado no processo de ensino e avaliação. Coloco me a disposição para esclarecimentos.

Cristiano Luis

Cristiano Luis

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Sim, ela precisa fazer tratamento com equipe multi, de preferência composta por fonoaudiologo, psicologo e psicopedagogo, para conseguir sanar as dificuldades não so de aprendizado de materia, mas tambem relacionadas a consciencia fonologica e tambem a motivação para continuar se esforçando.


Oi Boa tarde, neste caso de sua prima, como ela ja esta fazendo um acompanhamento de um médico Neuro, e a principio não esta havendo resultado, seria uma de grande ajuda a ela a busca por outros profissionais também de outras áreas, como um Psicologo, Psicopedagogo, e outros possam além de poder ajuda la, investigar o que há realmente que a dificulta na aprendizagem, podendo ser também que depois de um tempo em uso da medicação também venha a ajuda la. Acho importante avaliações de outras áreas e busca de maneira ludica a incentiva la a ler e escrever. Espero que possa ter ajudado. A disposição.


O ideal seria sua prima fazer uma avaliação neuropsicológica completa. Pode haver questões emocionais interferindo no processo, mas o principal seria investigar melhor o potencial intelectual dela por meio de testes, que só podem ser aplicados por psicólogo. É preciso determinar o grau de inteligência dela de maneira objetiva, pois um dos critérios para o diagnóstico de dislexia é que não haja déficit cognitivo. Procurem um neuropsicólogo na sua cidade.


Olá! Sim, existe tratamento específico para o quadro de sua prima. Primeiramente, é necessário entender se ela obteve o diagnóstico por meio da Avaliação Neuropsicológica. O Neuropsicólogo irá investigar outras comorbidades frequentes, bem como fazer as indicações que se fizerem necessárias, tais como, Psicoeducação familiar, Equipe Pedagógica, Acompanhamento Psicopedagógico, Acompanhamento Psicológico, Fonoaudiólogo, etc.


Olá!! Boa noite É importante realizar um trabalho multidisciplinar com psicólogo, fonoaudiólogo e psicopedagogo. O interessante seria que sua prima fizesse uma avaliação Neuropsicológica para verificar se existe algum déficit cognitivo e o que poderia estar dificultando o seu processo de aprendizagem. Espero ter ajudado


Olá... Uma avaliação com um neuropsicologo é muito importante. A demanda necessita de acompanhamento multidisciplinar, comn psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiologo. Sucesso no tratamento!


É importante que ela faça uma avaliação neuropsicológica para se comprovar a dislexia. Existem alguns testes que vão atestar o transtorno. Posteriormente, realizar treinos cognitivos para tratar as habilidades cognitivas associadas as dificuldades apresentadas.


Olá! Seria interessante fazer uma reavaliação com profissional especializado e verificar quais os tratamentos, acompanhamentos sugeridos para o caso dela. Talvez ela precise de uma assistência específica de psicopedagogo/a para desenvolvimento adequado. Boa sorte e muita luz em 2020!


Como ja esta diagnostica, o que se tem a fazer e correr atrás do prejuizo, pois se esta com 15 anos, isto me da impressão que ela foi diagnostica a pouco tempo, porque a criança com dislexia os sintomas ficam mais evidentes quando a ela começa no ensino fundamental , como disse os colegas ela vai necessitar de uma equipe multidisciplinar, mas de imediato uma psicopedagoga ou uma pedagoga alfabetizadora, porque ela precisa ser alfabetizada, e as outras terapias, como fonoaudióloga e psicologa dão o suporte para o profissional que a esta alfabetizando. Espero ter ajudado. Feliz 2020


Bom, sem saber quando e em que condições foi feito o diagnóstico, é meio difícil responder!? Se não há melhoras, talvez o diagnóstico não tenha sido exato, ou existam comorbidades. Nova avaliação e também tratamento multidisciplinar pode esclarecer, agilizar e resolver o problema. Aconselho, novas avaliações, quanto mais o tempo passa sem resolução do problema mais ele aumenta. Boa sorte.


Boa tarde, se foi diagnosticada pelo neuro e está tomando um medicamento sem surtir efeito é importante frequentar uma psicoterapia porque pode ser que aja um bloqueio emocional que não está favorendo a cura, procurem um psicologo que trabalhe com EMDR ou BRAINSPOTTING pode ser que tenha algum trauma infantil que esta impedindo o aprendizado. Boa procura.


Olá...! A dislexia deve ser tratada para a redução dos impactos na vida dessa adolescentes. O trabalho deve ser multiprofissional com neuropediatra, fono, psicólogo e psicopedagogo, juntos ajudarão no desenvolvimento escolar. A escola e a família tem o papel primordial para elevar a autoestima, autoconfiança e aprendizado.


Buscar ajuda é o melhor ate de amor consigo. Em qualquer movimento de insegurança emocional ou desconfortos de sentimentos inicie uma psicoterapia.


Se existe um diagnóstico e um laudo é bom entrar em contato com especialistas para o manejo de soluções para o decorrer da vida. Estar em acompanhamento psicológico, ter uma relação ensino/aprendizagem com uma psicopedagoga, assim também uma boa relação com a escola para busca de métodos e currículo adaptado se faz necessário.


Olá. Seria interessante ela passar por um psicólogo e fonoaudiólogo para também fazer um acompanhamento. Atenciosamente.


Sim, claro. Você deve procurar a ajuda de um fonoaudiólogo, e provavelmente sua prima terá que ser atendida por uma equipe dedicada a este problema: além do fonoaudiólogo, um psicopedagogo, e isso vai ser decidido de acordo com o caso da sua prima. Mas procure um bom fonoaudiólogo. Cada caso é um caso.


Querida, ela precisa de uma boa Psicopedagoga que atenda adultos.

Carla Prates

Carla Prates

Psicólogo

Águas Claras

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Olá, O diagnóstico foi feito como? Se não foi avaliação cognitiva através de testes, apenas constatação, fica-se sem direção de tratamento! As orientações de busca de avaliação neuropsicóloga é indicada para tomada de decisão ao tratamento.

Rute Rodrigues

Rute Rodrigues

Psicólogo

Porto Alegre

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Olá! Embora a dislexia não tenha cura, é possível levar uma vida normal se houver suporte especializado desde cedo. O tratamento com fonoaudiólogo e psicólogo permite criar estratégias para superar as dificuldades com as palavras e outras eventuais barreiras no dia a dia, além de, se for o caso, apoio com pedagogo.


Sim, existe tratamento! Além do acompanhamento com um neuropsicólogo para avaliar melhor suas dificuldades, o ideal é que ela tenha acompanhamento com um fonoaudiólogo especializado em dislexia e um psicopedagogo para trabalhar a alfabetização de forma adaptada. Terapias multidisciplinares, reforço escolar especializado e estratégias personalizadas podem ajudar no desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita.


Olá! A situação que você descreve é, de fato, desafiadora e compreensivelmente preocupante. Diante das dificuldades que sua prima enfrenta, é fundamental pensar em um plano de intervenção que vá além da medicação e que considere de forma mais profunda suas necessidades cognitivas e funcionais. Se ela ainda não passou por uma avaliação neuropsicológica, esse pode ser um passo essencial neste momento. A avaliação neuropsicológica permite mapear as funções cognitivas (como memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico, entre outras), identificando quais estão preservadas e quais necessitam de maior suporte. A partir desse perfil cognitivo, torna-se possível planejar uma intervenção mais individualizada, eficiente e adaptada às capacidades dela. Além disso, alguns caminhos terapêuticos podem ser muito benéficos: Fonoaudiologia: com foco na linguagem escrita e no desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, pode trazer avanços importantes, mesmo em casos mais complexos; Reabilitação neuropsicológica: esse trabalho visa à estimulação cognitiva sistemática, utilizando estratégias compensatórias — ou seja, ajudar a paciente a usar habilidades preservadas para contornar dificuldades e tornar-se mais funcional e adaptada no dia a dia; Atividades de leitura e escrita diárias: mesmo que em pequena quantidade, é fundamental que essas atividades sejam consistentes e bem orientadas. O mais importante não é a quantidade, mas a qualidade da prática. É importante lembrar que cada pessoa com dislexia possui um funcionamento cognitivo único, por isso o tratamento deve ser construído com base em suas reais necessidades e potencialidades, não apenas no diagnóstico em si. Caso deseje um acompanhamento psicológico especializado ou mais orientações sobre como iniciar esse processo, estou à disposição.


É uma situação muito delicada, e dá mesmo um aperto no coração Com carinho e sinceridade: esse quadro não parece ser apenas dislexia leve. As dificuldades dela indicam que pode haver outra condição associada ou a necessidade de uma reavaliação mais cuidadosa. Existe sim possibilidade de ajuda, mas não só com remédio. O mais importante agora é um acompanhamento acolhedor com neuropsicólogo, fonoaudiólogo e psicopedagogo, para entender como ela aprende e construir um caminho possível para ela. Mesmo que o processo seja mais lento, ainda há espaço para avanços, especialmente quando há cuidado, paciência e profissionais preparados. O apoio da família faz toda a diferença

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.