Ruviane Dalazen

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Rio de Janeiro 1 endereço

Número de registro: 54235/5

4 opiniões

Experiência

Psicóloga (UPF/RS,1999), com Especialização em Terapia Cognitivo Comportamental pelo CPAF/RJ, Máster em Liderança e Gestão de Pessoas pela FGV/RJ e MBA em RH pela EADA Barcelona/ES.
Sua prática profissional envolve o atendimento de adolescentes, adultos, idosos, grupos e casais. Atendimento on-line (Skype, Whatsapp, e outros) e presencial. Experiência no tratamento de Transtornos de Ansiedade (Ansiedade Generalizada, Pânico e Fobias em geral), Transtorno de Estresse Pós-Traumático, Transtornos de Humor e crises situacionais (luto, perdas, separações).
Experiência na condução de grupos terapêuticos para o Treinamento de Habilidades Sociais e acompanhamento terapêutico de profissionais vitimas de assalto e agressão.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Terapia focada na solução

Experiência em:

  • Psicoterapia para adolescentes

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia


  • Preparação para o puerpério


  • Grupo terapêutico para ansiedade


  • Orientação profissional


  • Orientação Vocacional


Consultório

Ruviane Dalazen
Consultório particular

R. Soriano de Souza 115, Tijuca, Rio de Janeiro 20520-090

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Disponibilidade

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Planos de saúde não aceitos

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4 opiniões

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    Gostei muito da Ruviane, recomendo. Excelente profissional, atenciosa e muito bom astral! Estou satisfeita com os resultados.

     • Consultório particular  • 

    Ruviane Dalazen

    Muito obrigada Júlia!
    Sempre que precisar estou à disposição!!
    Um grande beijo!


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    Excelente profissional e qualificada. Recomendo por sua competência, já exercida de há muito, inclusive internacionalmente. Obtive ótimos resultados com as orientações. Obrigada Dra Ruviane

     • Consultório particular  • 

    Ruviane Dalazen

    Muito obrigada Alexandra!!
    Sempre que precisar estou à disposição!!
    Um grande beijo!


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    Eu Maria José de Castro jorge, fui paciente da dr Viviane Dalazen num momento de grande aflição que foram superados com a ajuda desta profissional capacitada, humana e carinhosa
    Agradeço por esta oportunidade de relatar o qto me ajudou.

     • Consultório particular Depressão  • 

  • Sua conta foi excluída

    Profissional que realizou um ótimo trabalho com meu filho adolescente e com a família fazendo compreender essa fase de transição entre pais e filhos.

     • Consultório particular Consulta para adolescente  • 

    Ruviane Dalazen

    Muito obrigada Eliane, é muito bom quando conseguimos mostrar ao adolescente o valor que ele tem, e mais maravilhoso ainda quando os pais se comprometem e ajudam o filho a transpor as dificuldades. Parabéns !!


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Dúvidas respondidas

10 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Qual a conduta quando o conflito envolve 'mentiras ou omissões' deliberadas de pacientes com Transto

Qual a conduta quando o conflito envolve 'mentiras ou omissões' deliberadas de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Ruviane Dalazen

Em primeiro lugar, é importante compreender que, na maioria das vezes, as mentiras não surgem de forma gratuita ou manipulativa, mas como uma tentativa de lidar com emoções muito difíceis, como vergonha, medo de rejeição ou sensação de inadequação. Por exemplo, pode ser extremamente doloroso admitir sentimentos como inveja, fracasso ou solidão.
Pessoas com transtorno de personalidade borderline costumam ter grande dificuldade em regular suas emoções e tolerar desconfortos internos. Nesse contexto, a omissão ou distorção da realidade pode funcionar como uma estratégia de evitação emocional.
A conduta terapêutica envolve, a construção de um ambiente seguro, validante e livre de julgamentos, onde o paciente possa, gradualmente, se sentir à vontade para entrar em contato com aspectos mais vulneráveis de si.Ao mesmo tempo, é fundamental trabalhar a responsabilização de forma cuidadosa, ajudando o paciente a compreender as consequências de seus comportamentos, sem reforçar culpa ou abandono.
O manejo clínico busca equilibrar validação e limite: acolher o sofrimento que sustenta aquele comportamento, mas também promover maior consciência e alternativas mais saudáveis de enfrentamento.
Por fim, a psicoterapia é essencial nesse processo, e o envolvimento de familiares — quando possível — pode ser muito benéfico, oferecendo orientação e suporte para lidar com as dificuldades relacionais que costumam estar presentes.


O que fazer quando o conflito envolve ameaças de abandono do tratamento no Transtorno de Personalida

O que fazer quando o conflito envolve ameaças de abandono do tratamento no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Ruviane Dalazen

Essa é uma situação bastante comum no manejo do TPB e, em geral, está profundamente ligada ao medo de abandono, à sensibilidade à rejeição e à dificuldade de regulação emocional.
Diante de ameaças de interromper o tratamento, o primeiro passo do terapeuta é não reagir de forma punitiva, defensiva ou indiferente. É importante acolher e validar o que está por trás desse movimento: muitas vezes, não é apenas “querer sair”, mas uma forma de expressar dor, frustração ou testar a segurança do vínculo terapêutico.
Ao mesmo tempo, a validação não significa concordar com a ruptura. O terapeuta precisa manter uma postura firme e consistente, ajudando o paciente a refletir sobre o que está acontecendo naquele momento e quais são as possíveis consequências de interromper o processo. Nomear o padrão — quando isso se repete — pode ser muito importante.
Também é fundamental explorar o significado daquela ameaça: o que o paciente está tentando comunicar? O que ele teme? O que ele precisa naquele momento e não está conseguindo expressar de outra forma?
A relação terapêutica, mais uma vez, é central. Sustentar um vínculo estável, previsível e não abandonador, mesmo diante de oscilações, ajuda o paciente a vivenciar uma experiência emocional diferente das que costuma ter. Isso, por si só, já é terapêutico.
Por fim, é importante reforçar a autonomia do paciente — ele pode escolher sair —, mas ajudando-o a fazer isso de forma mais consciente, e não apenas como uma reação impulsiva ao desconforto do momento. O equilíbrio entre acolhimento e limite é essencial nesse manejo.


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Perguntas frequentes