O que é?

Colecistectomia é a retirada da vesícula biliar. A colecistectomia videolaparoscópica é uma técnica relativamente recente para realização desse procedimento. Foi realizada pela primeira vez em 1987 na França e desde então se tornou o procedimento padrão para esse tipo de operação. Essa nova técnica cirúrgica faz a retirada da vesícula biliar a partir de três a cinco pequenos furos no abdome. Através desses orifícios são introduzidos instrumentos que permitem a realização do procedimento. Um deles carrega uma minúscula câmera que envia imagem para um aparelho de TV que ajuda a guiar o cirurgião. A colecistectomia videolaparoscópica reduziu significativamente a dor após a cirurgia além de permitir que os pacientes recebessem alta 24h após o procedimento e pudessem voltar às atividades normais uma semana após a operação. A vesícula biliar ou bexiga biliar é um órgão localizado na face inferior do fígado. A bile, substância fundamental na digestão e produzida pelo fígado, também enche a vesícula biliar em determinados momentos. No entanto, a vesícula não é essencial para o organismo, que funciona normalmente mesmo com sua retirada.

Qual é a causa?

A retirada da vesícula biliar pode ser necessária devido ao aparecimento de doenças. Entre elas estão: - biliar: formação de cálculos (pedras) no órgão. Eles aumentam em número e tamanho. Essas pedras podem, por exemplo, obstruir o canal cístico produzindo cólicas. Quando o cálculo não se desloca, pode propiciar o crescimento de bactérias levando ao quadro de . - aguda alitiásica: é um quadro de infecção desenvolvido sem a presença de pedras. Pode regredir ou causar um quadro grave de peritonite. -Câncer: pode aparecer devido à presença de cálculos biliares ou de pólipos presentes há anos na vesícula biliar. Quais os sintomas? Alguns sintomas indicam o desenvolvimento de doenças na vesícula: - dor ou sensibilidade nas costelas do lado direito- distensão abdominal - gosto amargo na boca após a alimentação- arrotos- constipação- diarreia - tontura- sensação de plenitude- gases - dor de cabeça localizada em cima dos olhos, especialmente o direito- azia - dor no peito- icterícia- náusea- vômitos- dor entre as omoplatas - dor que aumenta ao respirar profundamente - cólicas no abdome superior que podem durar até duas horas

Como fazer o diagnóstico?

A entrevista com o paciente é essencial para levantar a possibilidade de problemas na vesícula. A realização de exames laboratoriais (sangue) e imagens (ecografia ou ressonância magnética) podem confirmar o diagnóstico.

Qual o tratamento?

Nos casos de câncer, a cirurgia é o único tratamento indicado. Nos demais há a possibilidade de realizar o tratamento com medicamentos, porém, como a vesícula não é um órgão vital para o corpo humano, a cirurgia é uma opção muito utilizada.

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Dra. Danielle Menezes Cesconetto
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião oncológico
São Paulo
Nas primeiros dias é normal enjoo e dor nas incisões, sinais de alarme são febre, vômitos frequentes sem possibilidade de rehidratação, ictericia (pele amarelada) e distensão abdominal excessiva.…

Dr. Ibraim Cavalcante de Castro
Cirurgião geral
Fortaleza
Hérnia é uma fragilidade da parede abdominal com a passagem de conteúdo abdominal pelo orifício formando um abaulamento no abdômen.

Dr. Jeancarllo Silva
Oncologista, Cirurgião geral
Manaus
Algumas atividades domésticas são subestimadas pelos pacientes, uma delas são os cuidados com crianças que logicamente exigem muito esforço, ainda mais com pesos elevados.

Esses…

Dr. Henrique Setti Barroso
Cirurgião do aparelho digestivo
Santa Maria, RS
O ideal é esperar cerca de 30 a 45 dias para pegar peso. Alguém pode colocar o seu filho no seu colo, apenas tenha cuidado com traumas locais ou movimentos bruscos, ainda mais nos primeiros dias…

Prof. Estela Regina Ramos Figueira
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral
São Paulo
Os sintomas sugerem migração de algum cálculo construindo o canal de drenagem da bile, ou alguma complicação como estreitamento do canal da bile. Esses sintomas sugerem necessidade de reavaliação…

Dr. Eduardo Rodrigues Zarco da Câmara
Cirurgião geral, Cirurgião oncológico
Rio de Janeiro
Nesse tipo de cirurgia não há contra indicação para realização a presença de infecção urinária visto que não se utiliza cateter vesical .Entretanto essa decisão cabe ao seu cirurgião já que pode…

Dr. Marcelo D'Oliveira
Cirurgião geral, Cirurgião do aparelho digestivo
Rio de Janeiro
Primeiro importante saber o tipo de fio utilizado. Cada vez mais comum a utilização de fio absorvível também na pele, que caso tenha sido este, não há a necessidade de retirada de pontos. Caso…

Dr. Eduardo Rodrigues Zarco da Câmara
Cirurgião geral, Cirurgião oncológico
Rio de Janeiro
Essa avaliação não tem uma resposta de qual a melhor . As duas técnicas estão corretas e depende da opção , experiência e formação do cirurgião
Não há diferença de resultados entre as…

Dr. Eduardo Rodrigues Zarco da Câmara
Cirurgião geral, Cirurgião oncológico
Rio de Janeiro
Só serão utilizados pontos no fechamento do umbigo que levam em torno de 60 dias para absorção
No ducto biliar são utilizados clips de titanium que não são absorvidos mas não há risco