Dra. Silvia Geruza Fernandes Rodrigues

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRP SP 73688

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Experiência

Sou psicóloga clínica com especialização em terapia sistêmica. Atendo clientes individuais, famílias e casais. Pós graduada em Logoterapia (a terapia do sentido); neurociência, mindfulness e psicologia positiva. Dependendo da necessidade, trabalho principalmente com a abordagem sistêmica. Na sistêmica a postura do terapeuta é de ser co-participante na escrita de uma nova história na vida de nossos clientes. Juntos/ juntas, trabalharemos sua história de vida, focados no presente para construir um futuro melhor.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia de casal
Psicoterapia emdr

Experiência em:

  • Terapia sexual
  • Terapia familiar

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Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

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Destaques

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia


  • Primeira consulta psicologia

    R$ 350

  • Teleconsulta


  • Anamnese psicológica

    R$ 350

  • Avaliação psicológica

    R$ 350

Consultórios (2)

Silvia Geruza Fernandes Rodrigues
Clinica psicológica

Av. Dr. Chucri Zaidan, 940, Torre II, 3º andar, Chácara Santo Antônio, São Paulo 04715-005

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  • Convênios médicos aceitos neste endereço
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  • Cartão de Débito
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Número de telefone

(11) 99955...
Silvia Geruza Fernandes Rodrigues

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Dúvidas respondidas

11 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

De que maneira a cognição social se relaciona com a neuropsicologia no contexto do Transtorno de Per

De que maneira a cognição social se relaciona com a neuropsicologia no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Silvia Geruza Fernandes Rodrigues

A neuropsicologia, ao avaliar a cognição social no TPB, descobre que os déficits são seletivos, e não globais. Isso significa que:
Preservado: A capacidade básica de reconhecer emoções óbvias (como alegria ou tristeza extrema) geralmente está intacta.
Prejudicado: O que falha são os processos de nível superior: a integração de pistas sutis (contexto, tom de voz, expressões mistas), a flexibilidade para mudar de interpretação diante de novas evidências e a capacidade de distinguir os próprios pensamentos dos pensamentos do outro (um fenômeno chamado fusão cognitiva). No cérebro a percepção revela uma amígdala hiper-reativa a rostos e tons. Viés de ameaça (interpreta neutro como hostil). Sente-se atacado sem motivo real.
Interpretação- Menor ativação no córtex pré-frontal medial (Teoria da Mente). Hiper mentalização (cria teorias negativas sobre a mente do outro). Acusa o outro de ter más intenções.
Resposta - Hipoatividade em áreas de controle inibitório. Dificuldade em regular a emoção gerada pela interpretação. Age por impulso (explode, se isola ou se auto lesiona).
Essa compreensão neuropsicológica da cognição social muda o foco da terapia:
- Em vez de apenas "controlar a raiva", o trabalho terapêutico (como a DBT - Terapia Comportamental Dialética) passa a incluir treino de habilidades de cognição social: aprender a "desacelerar" a interpretação, questionar o viés de ameaça, e checar os fatos com a outra pessoa antes de concluir que há rejeição.



O que é cognição social e qual a sua relação com a neuropsicologia no contexto do Transtorno de Pers

O que é cognição social e qual a sua relação com a neuropsicologia no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Silvia Geruza Fernandes Rodrigues

Em termos simples, cognição social é o conjunto de processos mentais que usamos para perceber, interpretar, e gerar respostas às informações sociais do nosso ambiente. É a "engrenagem" psicológica que nos permite Identificar emoções (em rostos, vozes e gestos); inferir intenções, desejos e crenças dos outros (a já mencionada Teoria da Mente); Compreender normas e regras sociais implícitas; Regular nossas próprias emoções e comportamentos com base no contexto social. Ela é a base para que possamos viver em grupo, formar vínculos e manter relacionamentos saudáveis. A neuropsicologia atua como o "tradutor" que conecta a atividade do cérebro (o substrato biológico) a esses processos da cognição social. Em suma, a cognição social é o campo de batalha onde a neurobiologia do TPB encontra a vida relacional. A neuropsicologia oferece o mapa desse campo, mostrando que as dificuldades não são escolhas deliberadas, mas sim respostas automáticas de um cérebro que interpreta o mundo social como um lugar constante de perigo iminente.


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