Dr. Vitor José Gonçalves Martins

Oftalmologista · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRM SP 256079 - RQE Nº: 128908

24 opiniões

Experiência

Sou médico oftalmologista com uma trajetória marcada pela dedicação ao cuidado com a saúde ocular e pela busca constante por excelência em minha formação. Graduei-me em Medicina e segui para a residência médica em Oftalmologia no renomado Hospital Universitário Pedro Ernesto - UERJ, no Rio de Janeiro, onde adquiri ampla experiência no diagnóstico e tratamento de diversas condições oculares.

Atualmente, estou em fase de especialização no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), um dos maiores e mais reconhecidos centros de saúde da América Latina. Neste novo capítulo da minha carreira, tenho a oportunidade de aprofundar meus conhecimentos em subespecialidades da Oftalmologia e me manter atualizado com os avanços científicos e tecnológicos que transformam a área.

Minha missão é oferecer um atendimento humanizado e baseado nas melhores evidências científicas, sempre buscando preservar e melhorar a qualidade de vida dos meus pacientes por meio do cuidado com a visão.
mais Sobre mim

Experiência em:

  • Cirurgia do segmento posterior
  • Retina
  • Oftalmologia geral

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Consulta Oftalmologia


Consultório

Vitor José Gonçalves Martins
Clinica Fares

Rua Antônio Agú 630, Osasco 06013-006

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Disponibilidade

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Bradesco Saúde
  • NotreDame Intermédica
  • Omint
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24 opiniões

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Dúvidas respondidas

12 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

É seguro o exame de refração feito por um profissional que não seja o oftalmologista?

A refração é um exame fundamental para avaliar o grau dos óculos ou lentes de contato, mas sua realização por um profissional que não seja oftalmologista pode trazer riscos.

Quem pode fazer a refração?
• Oftalmologista: É o único profissional com formação médica e capacidade para diagnosticar doenças oculares, além de prescrever óculos e lentes com segurança.
• Optometrista: Em alguns países, optometristas são autorizados a realizar a refração e prescrever óculos. No Brasil, a atuação desse profissional é limitada e controversa, pois ele não tem formação médica.
• Técnicos em óptica: Podem auxiliar na escolha e adaptação de lentes, mas não devem realizar exames de refração ou prescrever óculos.

Quais são os riscos de fazer a refração com um não oftalmologista?
1. Diagnóstico incompleto: A refração isolada pode mascarar doenças oculares graves, como glaucoma, catarata e degeneração macular.
2. Erro na prescrição: Pequenas variações na refração podem gerar desconforto visual, dor de cabeça e dificuldade na adaptação às lentes.
3. Falta de avaliação da saúde ocular: Somente um oftalmologista pode realizar um exame completo, incluindo o fundo de olho e a medição da pressão intraocular.

Conclusão

Para garantir um exame preciso e seguro, é sempre recomendável que a refração seja feita por um oftalmologista. Além de determinar o grau correto, ele pode identificar e tratar qualquer doença ocular precocemente.

Dr. Vitor José Gonçalves Martins

Qual o tratamento adequado para a Distrofia de Fuchs? É possível fazer com que a doença não evolua?

A distrofia de Fuchs é uma doença degenerativa da córnea, que afeta principalmente o endotélio corneano — camada responsável por manter a córnea desidratada e transparente. Com o tempo, há perda de células endoteliais, acúmulo de fluido (edema) e diminuição da visão.



Tratamento da Distrofia de Fuchs

O tratamento depende do estágio da doença:

1. Estágio inicial (assintomático ou com sintomas leves)
• Colírios hipertônicos (ex: cloreto de sódio 5%): ajudam a reduzir o edema corneano, especialmente pela manhã.
• Lubrificantes oculares: aliviam sintomas de desconforto.

2. Estágio intermediário (edema corneano com impacto visual moderado)
• Continuação do tratamento clínico.
• Lentes de contato terapêuticas: podem ser usadas para melhorar o conforto ocular.

3. Estágio avançado (edema persistente, bolhas, perda visual significativa)
• Transplante endotelial:
• DSAEK (Descemet Stripping Automated Endothelial Keratoplasty): substitui a camada endotelial e parte do estroma posterior.
• DMEK (Descemet Membrane Endothelial Keratoplasty): técnica mais recente, substitui apenas a membrana de Descemet e o endotélio. Recuperação visual mais rápida e menor risco de rejeição.

Ainda não há tratamento curativo ou preventivo que impeça a progressão da distrofia de Fuchs. No entanto:
• Acompanhamento regular com o oftalmologista permite intervir no momento certo.
• Estudos com terapias regenerativas e uso de células-tronco estão em andamento, mas ainda não disponíveis como rotina.

Dr. Vitor José Gonçalves Martins
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Perguntas frequentes