William Camilo

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Salvador 1 endereço

Número de registro: CRP BA 22676 - Certificado Apresentado

Experiência

Sou William Camilo, psicólogo clínico e sexólogo (CRP 03/22676).

Meu trabalho é voltado principalmente para homens adultos, com atenção especial a homens gays e homens negros, que chegam à terapia com dificuldades de autoestima, dependência emocional, medo de rejeição, ansiedade nos relacionamentos e questões ligadas à sexualidade e à identidade.

Muitos dos homens que atendo funcionam bem por fora. Trabalham, sustentam responsabilidades, parecem resolvidos. Por dentro, convivem com a sensação de nunca serem escolhidos por inteiro, com a necessidade constante de aprovação, e com padrões afetivos que se repetem sem que consigam entender o motivo.

Atuo com base na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), uma abordagem estruturada e orientada a objetivos, que trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Na prática, isso significa sessões com direção clara: identificamos os padrões que sustentam o sofrimento, compreendemos como foram construídos e desenvolvemos formas concretas de lidar com eles.

Temas que atendo com frequência:
• Autoestima e autoimagem
• Dependência emocional e medo de abandono
• Relacionamentos e conflitos afetivos
• Sexualidade, desejo e vida sexual
• Ansiedade
• Identidade, orientação sexual e homofobia internalizada
• Impactos emocionais do racismo e da discriminação

Atendimento psicológico para adultos, em português.
[Online para todo o Brasil e Para Brasileiros que vivem no exterior]

Se você procura um espaço onde não vai precisar explicar o básico antes de conseguir falar do que realmente importa, me chame para conversarmos sobre como funciona o processo.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Psicoterapia

Experiência em:

  • Terapia sexual
  • Terapia sexual
  • Educação sexual
  • Transtorno do impulso sexual
  • Terapeuta cognitivo sexual
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Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 300

Consultório

William Camilo
O Cara da Autoestima

Rua 20 de Agosto 156, Lobato , Salvador 40310-610

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Dúvidas respondidas

13 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Meu marido e extremamente implicante. Tudo ele reclama. Ele fala que tenho que aprender a lhe dar c

Meu marido e extremamente implicante. Tudo ele reclama.
Ele fala que tenho que aprender a lhe dar com ele porque ele é assim. Mais eu n consigo ser leve com ele por perto.
Ele tá certo? Tenho q aceitar o jeito dele ? Não sei o que fazer

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 William Camilo

Não necessariamente. Em um relacionamento, aceitar que o parceiro tem determinados traços de personalidade é diferente de aceitar qualquer comportamento que ele tenha.

Seu marido pode realmente ser uma pessoa mais crítica, exigente ou implicante. Isso faz parte das características dele. Mas dizer “eu sou assim e você precisa aprender a lidar comigo” não encerra a questão. Um relacionamento saudável também envolve responsabilidade pelos próprios comportamentos e disposição para fazer ajustes quando eles causam sofrimento ao outro.

Uma pergunta importante é: **como as reclamações dele afetam você e a relação?**

Se você sente que precisa ficar constantemente se policiando, tem medo de fazer algo que provoque uma crítica, não consegue relaxar quando ele está por perto ou sente que sua personalidade foi ficando cada vez menor dentro da relação, isso merece atenção.

Também é importante observar a frequência e a forma dessas reclamações. Uma coisa é o casal ter diferenças e eventualmente discutir. Outra é existir um padrão constante de críticas, desqualificação, humilhação, controle ou intimidação.

Na terapia de casal, por exemplo, seria possível investigar o ciclo que se estabelece entre vocês:

**ele reclama → você fica tensa ou se fecha → ele interpreta sua reação de determinada maneira → aumenta a cobrança → você se sente ainda menos à vontade.**

Nesse caso, o objetivo não seria simplesmente ensinar você a “aguentar melhor” o comportamento dele. Seria compreender o ciclo e trabalhar formas mais saudáveis de comunicação, limites e negociação.

Você também pode conversar com ele de maneira objetiva:

**“Eu entendo que você tenha esse jeito, mas quando você reclama de tudo, eu fico tensa e sinto que não consigo ser eu mesma perto de você. Não quero aprender apenas a suportar isso. Quero que a gente encontre uma forma de conviver em que os dois possam se sentir bem.”**

É possível amar alguém e, ao mesmo tempo, estabelecer limites para comportamentos que machucam.

Portanto, você não precisa aceitar a ideia de que “ele é assim” significa que **você é obrigada a se adaptar sozinha**. Relacionamentos exigem adaptação dos dois lados.


Como parar com a pornografia?

Como parar com a pornografia?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 William Camilo

Parar de assistir pornografia pode ser difícil quando o comportamento passou a funcionar como uma forma automática de lidar com ansiedade, tédio, solidão, estresse, frustração ou outras emoções desconfortáveis. Nesse caso, simplesmente decidir “nunca mais vou assistir” pode não ser suficiente.

Antes de tudo, é importante diferenciar o uso frequente de pornografia de um comportamento realmente problemático. A frequência, por si só, não determina a existência de um transtorno. O mais importante é observar se existe perda de controle, tentativas repetidas e frustradas de reduzir o consumo, prejuízos na vida pessoal ou sexual e a utilização da pornografia de maneira recorrente para regular emoções.

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), um dos primeiros passos é identificar o ciclo que mantém o comportamento:

**gatilho → desejo/impulso → consumo de pornografia → alívio ou prazer imediato → consequências → novo gatilho.**

Por exemplo, alguém pode perceber que costuma procurar pornografia sempre que está sozinho à noite, ansioso ou frustrado. Nesse caso, o tratamento não consiste apenas em retirar a pornografia, mas em desenvolver outras formas de responder àquele estado emocional.

Algumas estratégias podem ajudar:

- identificar os horários, situações e emoções que antecedem o consumo;
- reduzir o acesso automático a sites e aplicativos;
- perceber quais pensamentos aparecem antes do comportamento;
- aprender a tolerar o impulso sem necessariamente agir sobre ele;
- substituir o comportamento por atividades alternativas previamente planejadas;
- trabalhar ansiedade, solidão, autoestima ou outras questões que estejam funcionando como gatilhos;
- evitar o pensamento de “já estraguei tudo”, caso aconteça uma recaída.

Um ponto importante é não transformar a recuperação em uma batalha baseada apenas em força de vontade. O objetivo é compreender **qual função a pornografia está cumprindo na sua vida** e construir outras maneiras de atender àquela necessidade.

Se você já tentou parar várias vezes, sente que não consegue controlar o comportamento ou percebe prejuízos nos relacionamentos, trabalho, estudos ou vida sexual, pode ser importante buscar psicoterapia. A TCC pode ser utilizada para trabalhar padrões compulsivos, controle de impulsos, regulação emocional e os gatilhos associados ao comportamento sexual.

Também é importante avaliar se existe sofrimento causado pelo


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