Dra. Adriane da Silva Sarmento

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Chapecó 1 endereço

Número de registro: CRP SC 27536

8 opiniões

Experiência

Olá, eu sou Adriane Sarmento, psicóloga, e acredito que todos nós, em algum momento da vida, precisamos de um espaço seguro para falar sobre o que sentimos sem medo de julgamentos. Meu papel é te ajudar a compreender melhor suas emoções, enfrentar desafios e construir mudanças que façam sentido para você.

Atendo presencialmente em Chapecó/SC e online para todo o Brasil, com horários flexíveis no período noturno e sábados, para que você tenha apoio psicológico onde e quando precisar.

Se você sente que algo precisa mudar, mas não sabe por onde começar, que tal darmos esse primeiro passo juntos?
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise

Experiência em:

  • Depressão
  • Psicologia clínica
  • Transtornos de ansiedade

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 150

  • Análise comportamental

    R$ 150

  • Tratamento da ansiedade

    R$ 150

  • Consulta psicológica presencial

    R$ 150

  • Consulta em psicanálise online

    R$ 150

Consultórios (2)

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Psicóloga Adriane Sarmento

Av. Getúlio Dorneles Vargas - S, 180, Centro, Chapecó 89814-830

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Outro (Reembolso)

8 opiniões

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  • C

    Uma ótima profissional muito expressiva na sua fala me senti muito a vontade

     • Psicóloga Adriane Sarmento Primeira consulta psicologia  • 

  • L

    Adri é uma profissional muito competente, adora o que faz, eu adoro seu trabalho! E como pessoal uma mulher sem igual, te desejo muito sucesso doutora Adri!

     • outro lugar Outro  • 

  • E

    Adriane é uma ótima profissional, super dedicada e comprometida com a ética e bem estar dos pacientes, super indico.

     • outro lugar Outro  • 

  • A

    Profissional muito comprometida e capacitada, dedicada e ética, com certeza indicaria para outras pessoas.

     • outro lugar Outro  • 

  • G

    Adri é uma ótima profissional, ética e com olhar analítico, além de ser muito receptiva e deixar o paciente confortável durante as conversas!

     • Psicóloga Adriane Sarmento Primeira consulta psicologia  • 

  • J

    Profissional capacitada e comprometida. Responsável e ética. Faz uma escuta ativa. Com certeza eu indico para auxiliar outras pessoas.

     • outro lugar Outro  • 

  • C

    A Adriane foi uma bênção em minha vida.
    Profissional muito acolhedora que sabe ouvir e se preocupa com a gente.
    Só tenho boas recomendações sobre a conduta dela e pela pessoa que ela é.

     • Teleconsulta Acompanhamento a pacientes com ansiedade  • 

  • H

    É uma pessoa e profissional excelente e admirável, cuidadosa e atenciosa em tudo que faz, merece todo o sucesso desse mundo!

     • outro lugar Outro  • 

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Dúvidas respondidas

11 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Bom dia.
Hoje sou um homem hétero acima dos 45 anos de idade, fui casado por quase 20 anos.
Vamos lá, tudo se iniciou acredito por volta dos 20 anos com uma ex namorada onde tínhamos várias fantasias e ela pedia para suar algumas lingeries e não via nenhum problema com isso e acabou virando um hábito no dia a dia, mas sem necessariamente o cunho sexual. Esse relacionamento não foi pra frente por outros motivos.
Casei e durante e durante esse meu casamento apenas abri com minha ex que gostava de calcinhas a princípio, mas como já fui meio que recriminado eu não abri o outro fetiche que também era por camisolas, levei meu relacionamento até onde foi possível, mas sentia isso preso dentro de mim, por outros motivos não relacionados a esse trouxe o fim ao relacionamento.
Atualmente conheço uma pessoa que tenho a maior e melhor conexão e que de fato eu amo como nunca amei, porém nosso relacionamento ainda é a distância e em breve estaremos juntos. Recentemente me abri com ela de cara limpa meus fetiches e expliquei que não tinha conotação sexual, ela é uma pessoa cabeça super aberta e entendeu a minha condição, mas ela também tinha outra expectativa sobre nós, convenhamos que não é um “padrão” e por muitas vezes difícil compreensão e aceitação.
Ela diz entender e até aceitar, mas tenho medo que isso estrague nosso relacionamento, que seja um problema, sei que não existe uma convenção para um pedaço de pano.
Gostaria de nortear meus caminhos e se for possível até desvincular desse “fetiche”, infelizmente não é uma chave que desarmamos no cérebro. Queria tentar entender o melhor caminho a seguir.
Meu principal objetivo é estar com ela e fazê-la feliz, pois ela me faz a sentir a pessoa mais especial do mundo.
Obrigado pela atenção.

Compreendo que seu relato é profundo e sincero, demonstrando equilíbrio entre sua autenticidade e relacionamento. A psicanálise pode oferecer algumas interpretações sobre sua situação, sem julgamentos entendendo melhor a origem e significado desse fetiche.
Na visão psicanalítica, fetiches podem ser entendidos como formação do inconsciente, podendo ter raízes da infância ou da adolescência, associadas a simbolismos ou questões emocionais vividas. Para Sigmund Freud (fundador da psicanálise) o fetichismo é descrito como um mecanismo psíquico ligado à sexualidade. Porém, para autores mais atuais, como Lacan e Winnicott, pode ser considerado questões relacionados a sua identidade, um conforto psíquico e expressão pessoal.
No seu caso, o uso de lingeries e camisolas não parece ser puramente sexual, mas algo que se tornou parte da sua expressão e identidade. Pode estar ligado a experiências de prazer, conforto ou até mesmo segurança emocional ao longo da vida. E isso não significa que há algo de errado com você, apenas que esse comportamento tem um significado interno que talvez ainda precise ser mais compreendido.
Na sua relação, você já demonstrou coragem em compartilhar isso com sua parceira, o fato dela ser uma pessoa aberta é um ponto de partida. Porém, como qualquer outra relação, ela pode levar um tempo para processar essa informação. Mesmo que ela diga que aceite isso, não significa que será automático, o que vai gerar insegurança e dúvidas por parte de ambos. O que importa é que continuem falando sobre o assunto de forma aberta sem cobranças.
Na psicanálise, não é possível se desvincular de um fetiche como se fosse um botão de acionar para se eliminar um desejo ou hábito. Mas, é possível ressignificar a relação que você tem com ele. Se esse fetiche se tornou algo que lhe angústia, talvez seja importante explorar as raízes em terapia, entendendo se existe algo emocional por traz dele. O seu medo de que isso estrague o relacionamento é compreensível, mas o que mais influencia a relação não é o fetiche em si, e sim como ele é vivido e comunicado entre vocês. O receio pode estar mais ligado ao medo da rejeição do que ao fetiche em si.
O que você pode fazer agora:
Manter o diálogo: continue se expressando com sua parceira sobre o assunto, sem pressa e sem cobrança de resposta. Dê tempo à ambos refletirem sobre seus sentimentos em relação a tudo que estão vivendo;
Reflita sobre seu desejo: pense sem culpa no que sente de fato. Uma pergunta que pode lhe ajudar: “O que isso representa para você além do hábito ou prazer?”;
Busque um profissional: quando se trata de fetiche, o ideal é procurar um Psicólogo Psicanalista, para explorar profundamente suas emoções, suas causas e lhe ajudar encontrar um caminho que faça sentido para você;
Evite se autossabotar: as vezes o medo de perder alguém pode nos levar a querer esconder e negar parte do que somos. Se a relação de vocês é baseada em uma conexão verdadeira, sua autenticidade não será o que vai afasta-los
Como você já demonstrou um nível de maturidade e coragem muito grande. Agora, talvez seja a hora de continuar nessa caminhada de autoconhecimento com mais clareza e liberdade.
Espero ter lhe ajudado!

Dra. Adriane da Silva Sarmento

Pergunta sobre Saude Mental

O que fazer com o tempo livre durante a desintoxicação digital?

Segundo a psicanálise a desintoxicação digital não é apenas um "vazio" que necessariamente precisa ser preenchido com tarefas- esse tempo pode ser um espaço fértil para reencontrar-se consigo mesmo e com desejos que estavam silenciados pelo excesso de estímulos.

A hiperconexão muitas vezes funciona como um mecanismo para evitar o contato com angústias, inquietações ou pensamentos incômodos. Ao se afastar das telas, esses conteúdos podem emergir. É nesse momento que o tempo livre pode ser usado para:
Sustentar o silêncio e a introspecção – Permitir-se momentos sem fazer nada, para escutar o próprio pensamento e perceber o que surge.

Aproximar-se da vida concreta – Retomar experiências sensoriais, como caminhar, cozinhar, escrever à mão, observar o ambiente.

Reconectar-se com o desejo – Investigar o que realmente dá prazer ou sentido, sem a mediação do algoritmo ou da aprovação instantânea.

Elaborar afetos – Usar esse espaço para refletir sobre emoções que estavam abafadas pela rotina de consumo digital.

Fortalecer vínculos reais – Conversas presenciais ou atividades compartilhadas podem devolver a dimensão viva do encontro humano.

Tempo livre não é perda de produtividade, mas um convite para se apropriar da própria história, escutar o inconsciente e permitir que novos sentidos se construam.

Dra. Adriane da Silva Sarmento
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Perguntas frequentes