Alexsandra Maria Carvalho de Melo

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP RJ 81917

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Experiência

Sou psicóloga clínica, formada pela Faculdade Maria Thereza (FAMATH – RJ), e atuo no atendimento de adolescentes e adultos, oferecendo um espaço acolhedor, ético e seguro para o cuidado com a saúde mental.

Meu trabalho é baseado na compreensão de como nossos pensamentos, emoções e comportamentos estão interligados. A partir dessa relação, auxilio meus pacientes a identificarem padrões que podem estar causando sofrimento, promovendo mudanças mais saudáveis e conscientes em suas vidas.

Acredito na psicoterapia como um processo de autoconhecimento e transformação, onde cada pessoa é acolhida em sua singularidade. Atuo com foco em questões como ansiedade, estresse, autoestima, dificuldades emocionais e relacionamentos, sempre respeitando o tempo e as necessidades de cada paciente.

Realizo atendimentos online, proporcionando mais acessibilidade, conforto e flexibilidade, sem abrir mão da qualidade e do vínculo terapêutico.

Se você busca compreender melhor suas emoções e desenvolver novas formas de lidar com seus desafios, estou aqui para te ajudar nesse processo.

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  • A

    Excelente profissional, muito atenciosa e acolhedora. Desde o início me senti à vontade para falar e fui compreendida sem julgamentos. O atendimento tem me ajudado bastante a entender meus pensamentos e lidar melhor com minhas emoções. Recomendo!

     • Clínica de Terapia Cognitiva Comportamental Teleconsulta  • 

    Alexsandra Maria Carvalho de Melo

    Obrigada pela confiança!!


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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Quais fatores podem contribuir para a hipervigilância somática em pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?


Pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico costumam ficar mais atentas ao próprio corpo porque a doença é imprevisível e já trouxe experiências difíceis. Essa atenção aumenta ainda mais quando há ansiedade, medo de novas crises e o hábito de interpretar qualquer sinal físico como algo grave.
Ou seja, o corpo vira um “alerta constante”, não porque a pessoa quer, mas como uma tentativa de se proteger. O ponto na terapia é aprender a diferenciar sinais reais de perigo de interpretações amplificadas pela ansiedade.

 Alexsandra  Maria Carvalho de Melo

Em sua experiência, como a aceitação do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) evolui com o tempo no tratamento? Quais sinais indicam que o paciente está começando a aceitar o transtorno como parte de sua experiência e não como algo externo ou negativo?

A aceitação do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline não acontece de uma vez — ela vai sendo construída aos poucos.
No começo, é comum sentir rejeição ou até medo do rótulo. Com o tempo, isso pode mudar para uma compreensão maior de si. Um sinal importante de aceitação é quando você começa a pensar: *“isso explica o que eu sinto”* em vez de *“isso define quem eu sou”*.
Ou seja, você passa a ver o transtorno como uma parte da sua experiência — não como algo que te resume, mas como algo que pode ser cuidado e trabalhado.

 Alexsandra  Maria Carvalho de Melo

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Perguntas frequentes