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12 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Fazer terapia com o Anderson tem sido uma experiência muito importante pra mim. Ele é um profissional muito gentil e atencioso, e isso faz com que eu me sinta realmente à vontade nas sessões. Ao mesmo tempo, ele tem um olhar analítico que me ajuda a enxergar coisas que sozinha eu não conseguiria ver com tanta clareza. Muitas vezes saio das sessões com reflexões que continuam fazendo sentido ao longo da semana. O que mais percebo no trabalho dele é o quanto ele me ajudou a me sentir mais capaz de conduzir minha própria vida. Passei a ter mais consciência das minhas escolhas e mais segurança para agir. Pra mim, é um acompanhamento que faz diferença de verdade.
Anderson é um excelente profissional! Sempre pontual, preza pela clareza nas explicações, traz indagações junto com teorias baseado em estudos e evidências. Muito atencioso nas palavras ditas e nos comportamentos! Depois de anos de terapia encontrei o que realmente estava procurando em um terapeuta. Equilíbrio perfeito entre ajudar e não fazer com que dependemos apenas das sessões.
Apesar de ser a primeira consulta, Anderson se demonstrou bastante competente tanto na parte técnica da psicologia quanto no vocabulário de outras áreas do conhecimento. Eu estava ansioso no dia, e aos poucos consegui me sentir mais confortável. O ambiente é agradável e a sessão flui de forma orgânica.
Muito atencioso e competente. Continuarei o tratamento, achei muito bom.
consulta excelente,anderson é um otimo psicólogo,bem atencioso !
Já consulto com o Anderson há algum tempo e ele sempre se mostrou um profissional excepcional. É muito atencioso e explica tudo de forma clara, muitas vezes até de maneira lúdica, o que facilita muito o entendimento. Quando iniciei meu tratamento, estava em uma fase bastante difícil, e ele foi fundamental, especialmente no cuidado com a minha ansiedade. Conseguiu me ajudar a compreender melhor o que eu estava vivendo e a encontrar caminhos para lidar com isso de forma mais saudável.
Anderson Oliveira
Muito obrigado pelo feedback! Fico feliz que tenha ajudado
Empatia ímpar! Tecnico e Atencioso, profissional diferenciado! Tem minha admiraçao!
Anderson Oliveira
Muito obrigado pelo seu feedback! Vamos juntos para lhe proporcionar ainda mais qualidade de vida.
Cheguei ao consultório do Anderson em agosto de 2024, em meio a uma estafa mental e totalmente perdido em relação à vida. Desde então, com as sessões de psicoterapia, tive uma evolução significativa no meu autoconhecimento. Durante os atendimentos, ele propõe exercícios que realmente ajudam a compreender e a enxergar melhor a nós mesmos. Recomendo fortemente esse profissional.
Anderson Oliveira
Muito obrigado pelo seu feedback! Que bom que neste período conseguimos trabalhar para melhorar sua qualidade de vida.
Terapeuta excelente, faço há 2 anos com ele e me ajudou em tudo possível em que já conversamos e atualmente estamos tratando também. Atencioso, traz segurança e calma pros pensamentos
Anderson Oliveira
Muito obrigado pelo seu feedback! Fico contente que nosso esforço conjunto tem lhe dado frutos.
Ótimo profissional, me deixou confortável e pontuou coisas muito relevantes, recomendo bastante.
Anderson Oliveira
Obrigado pelo comentário Daniel. Agradeço pela confiança em meu trabalho, espero que possamos continuar a caminhar juntos.
19 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afetaram desde pequeno. Hoje sinto que isso ainda influencia muito minha vida diária.
Eu vivo um conflito constante:
Por um lado, sinto que preciso conquistar autonomia, independência financeira, rotina, trabalho e eventualmente sair de casa, porque o ambiente em que vivo ainda me faz mal emocionalmente.
Por outro lado, sinto que estou tão desgastado emocionalmente que tenho dificuldade de manter constância, disciplina, foco, energia e estabilidade pra conseguir justamente construir essa independência.
Então entro num looping:
- não consigo crescer porque estou emocionalmente mal e vivendo num ambiente ruim;
- mas continuo preso nesse ambiente porque ainda não consegui crescer.
Queria entender:
- até que ponto o ambiente atual pode estar mantendo meus problemas emocionais?
- sair de casa costuma ajudar pessoas nesse tipo de situação?
- devo priorizar primeiro estabilidade emocional/terapia ou construir independência mesmo ainda estando emocionalmente mal?
- como diferenciar “preciso me esforçar mais” de “meu sistema emocional está realmente sobrecarregado”?
- qual seria uma forma saudável e realista de construir autonomia nesse estado?
- dá pra carregar todo esse sofrimento e todos esses traumas e ainda conseguir manter rotina, crescimento pessoal pra conseguir independência e sair de casa?
O que você descreve, esse ciclo de querer crescer mas sentir que não tem energia para isso, é muito mais comum do que parece, e faz todo sentido dentro de um histórico de negligência e sofrimento emocional desde cedo. Não é falta de esforço ou fraqueza: é o reflexo de um sistema emocional que carregou muito por muito tempo.
O ambiente atual pode sim estar mantendo esse estado. Viver em um contexto que reativa feridas antigas consome exatamente os recursos que você precisaria para construir autonomia. Sair dessa situação tende a ajudar, mas o trauma carregado internamente precisa ser trabalhado independentemente de onde você estiver.
A diferença entre "preciso me esforçar mais" e "estou genuinamente sobrecarregado" costuma aparecer assim: quando é sobrecarga real, o descanso não restaura, e a pessoa se sente travada mesmo com boa vontade. Esse sinal merece atenção, não mais exigência sobre si mesmo.
Construir autonomia nesse estado é possível, mas pede metas menores, ritmo realista e suporte adequado.
Recentemente realizei o exame psicotécnico do Detran e fui considerado “inapto temporário”, tendo que realizar nova avaliação. Gostaria de entender, pela visão de profissionais da psicologia, se alguns procedimentos adotados estão dentro do padrão técnico/ético esperado.
Durante o exame, a psicóloga afirmou diversas vezes que minha pontuação esperada deveria ser maior por eu possuir ensino superior completo.
Em um dos testes de atenção, haviam 3 etapas semelhantes: na primeira havia 1 figura modelo, na segunda 2 e na terceira 3 figuras para localizar entre várias opções. A própria psicóloga reforçou várias vezes que não era necessário concluir toda a folha, apenas manter agilidade e atingir pelo menos metade dela com precisão.
Optei por priorizar precisão em vez de velocidade. Segundo ela, de aproximadamente 120 marcações possíveis eu fiz mais de 70, errando apenas 2 no total entre as folhas. Nos testes mais simples meu desempenho foi considerado bom, mas no mais difícil (3 figuras) fui informado de que ainda assim fiquei abaixo do esperado.
Em outro teste de memória, a psicóloga comentou que o baixo desempenho atual dos candidatos seria “culpa do celular”, relacionando isso ao meu resultado. Quando questionei minha pontuação, ela mostrou uma tabela específica para “superior completo” em que minha nota aparentemente ficava entre duas faixas, mas informou que nesses casos o resultado era considerado “para baixo”.
Exemplo aproximado:
* Minha pontuação: 15
* Abaixo da média: 0–12
* Na média: 18–30
Também pedi acesso às minhas respostas/correção para entender melhor o resultado, mas fui informado de que isso não poderia ser mostrado.
Minhas dúvidas são:
* Em avaliações psicotécnicas do Detran, a escolaridade realmente altera a pontuação esperada?
* Existe esse tipo de arredondamento “para baixo” em tabelas normativas?
* O candidato possui direito de acesso ao detalhamento da correção?
* Esse tipo de comentário/postura durante a avaliação é considerado adequado tecnicamente?
* Vale procurar um psicólogo particular/convênio para uma segunda avaliação ou parecer?
Do ponto de vista técnico, é legítimo que a escolaridade influencie a pontuação esperada nos testes, pois as tabelas normativas costumam ser estratificadas por esse critério. No entanto, a situação do arredondamento automático "para baixo" em pontuações limítrofes é questionável, o CFP orienta que nesses casos o psicólogo deve considerar o conjunto da avaliação e documentar os critérios utilizados, não aplicar uma regra mecânica. Quanto ao acesso à correção, negar qualquer forma de detalhamento ou fundamentação do resultado é eticamente inadequado: o avaliado tem direito a entender por que foi considerado inapto.
A postura da psicóloga durante a aplicação também é problemática. Reforçar expectativas de desempenho repetidamente e fazer comentários informais como "culpa do celular" compromete as condições neutras e padronizadas que a aplicação exige, podendo inclusive interferir no desempenho do candidato. A recomendação prática é buscar a reavaliação em uma clínica credenciada diferente, o que já é previsto pelo próprio resultado de "inapto temporário". Caso entenda que houve irregularidade, é possível registrar uma queixa no CRP da sua região.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.