Dra. Clara Outeiral

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Brasília 1 endereço

Número de registro: CRP DF 23103

3 opiniões

Experiência

Olá! Eu sou a Clara, psicóloga e mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de Brasília e especialista em saúde. Atendo majoritariamente mulheres adultas e adolescentes com base na abordagem do Psicodrama.

Eu atendo de forma online, então você pode entrar em contato comigo a partir de qualquer lugar do mundo.

Para agendar sua sessão de psicoterapia você pode entrar em contato comigo pelo Instagram.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicodrama

Experiência em:

  • Psicologia clínica e da saúde

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Avaliação psicológica para cirurgia bariátrica

    R$ 800

  • Consulta de psicologia online

    R$ 180

Consultório

Clara Outeiral
Atendimento online

SEPS 709/909 709/909, Asa Sul, Brasília 70360-510

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Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

3 opiniões

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  • P

    Patrícia Melo

    A Clara foi achado na minha vida!
    Uma psicóloga humana, empática, com uma escuta ativa e muito atenciosa.
    Faço minhas sessões online e gosto muito

     • outro lugar Outro  • 

    Dra. Clara Outeiral

    Fico feliz e agradeço sua avaliação!


  • L

    Laryssa

    Faço psicoterapia com a psicóloga Clara há mais de um ano e o trabalhado dela sempre foi de extrema excelência e dedicação

     • Atendimento online Consulta de psicologia online  • 

    Dra. Clara Outeiral

    Agradeço pela confiança em meu trabalho!


  • F

    Flavia

    Muito atenciosa e empática, conduz o processo terapêutico com muita humanidade e competência. Confio plenamente e indico a todos que buscam autoconhecimento e uma jornada terapêutica eficaz. Sempre pontual.

     • Atendimento online Consulta de psicologia online  • 

    Dra. Clara Outeiral

    Fico muito feliz com seu feedback!


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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré

Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Clara Outeiral

É muito positivo que vocês estejam buscando terapia de casal não necessariamente porque o relacionamento está “em crise”, mas como um espaço para conversar sobre dúvidas e dilemas que surgem ao longo da relação. A terapia também pode ser um recurso de cuidado e fortalecimento do vínculo.
Em relação ao relacionamento aberto, considero importante que o casal possa se sentir acolhido e respeitado em sua configuração relacional. Mais do que procurar necessariamente alguém especializado exclusivamente nesse tema, vale observar se o profissional consegue trabalhar sem partir do pressuposto de que a abertura da relação é, por si só, um problema a ser corrigido. O foco da terapia deve ser compreender as questões que fazem sentido para vocês, como comunicação, acordos, ciúmes, limites, expectativas e necessidades individuais e do casal.
Antes de iniciar o acompanhamento, vocês podem perguntar diretamente ao profissional se ele possui experiência ou familiaridade com essa configuração de relacionamento. Sentir-se à vontade para trazer quem vocês são e como construíram sua relação é um aspecto importante para que o processo terapêutico seja produtivo e seguro.


Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico

Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.

Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Clara Outeiral

O que você descreve, por si só, não permite concluir que exista uma traição ou determinar a presença de algum transtorno psicológico. Pensamentos, emoções e comportamentos precisam ser compreendidos dentro de um contexto mais amplo.
É relativamente comum que o reencontro com alguém que fez parte da nossa história afetiva desperte preocupações sobre como somos percebidos. Além disso, existe uma dimensão de gênero que merece ser considerada: mulheres são frequentemente socializadas para atribuir grande importância à aparência, à aprovação e à avaliação que os outros fazem de seus corpos e comportamentos. A preocupação em “estar bonita”, “parecer bem” ou demonstrar que a vida está dando certo pode, portanto, estar relacionada não apenas à autoestima individual, mas também a expectativas sociais que aprendemos ao longo da vida.
O fato de você se preocupar com a maneira como um antigo paquera irá enxergá-la não significa, necessariamente, que exista desejo de retomar aquela relação. Também é importante observar a culpa que aparece depois. Nem todo pensamento representa um desejo, e nem todo comportamento motivado pela necessidade de aprovação representa uma escolha de infidelidade. Quando começamos a interpretar pensamentos comuns como evidências de que estamos fazendo algo errado, podemos entrar em um ciclo de ansiedade, culpa e monitoramento constante do próprio comportamento.
A psicoterapia pode ajudar a compreender o que está por trás dessa necessidade de aprovação, como as expectativas de gênero e experiências anteriores influenciaram sua relação com a aparência e a validação, e se existe um padrão de ansiedade e culpa excessivas. O objetivo não é controlar ou eliminar pensamentos, mas desenvolver uma relação mais segura e menos punitiva consigo mesma.


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Perguntas frequentes