Cynthia Andrade

Psicóloga · Mais

Número de registro: CRP 12/20647

10 opiniões

Experiência

Olá! Sou Cynthia Andrade, psicóloga clínica com mais de 12 anos de experiência. Minha formação inclui graduação em Psicologia pelo UniceuB, pós-graduação em Análise Comportamental Clínica pela Unifeg, e uma especialização em Psicopatologia Comportamental pelo IBAC. Também tenho cursos em Prevenção ao Suicídio pela UERJ e em Tratamento de Ansiedade. Como Analista do Comportamento, minha prática é profundamente fundamentada na Análise Comportamental, oferecendo uma abordagem científica e eficaz para a psicoterapia.

Minha Abordagem:

Na psicoterapia, utilizo a Análise Comportamental Clínica para entender e modificar comportamentos. Essa abordagem científica foca na análise detalhada dos comportamentos e nas interações entre o indivíduo e seu ambiente, o que permite um tratamento personalizado e baseado em evidências.

Como Funciona a Análise Comportamental na Clínica:

A Análise Comportamental Clínica começa com a análise funcional do comportamento. Esse processo envolve identificar os antecedentes e consequências que mantêm um comportamento específico, ajudando-me a entender por que ele ocorre e como podemos modificá-lo.

Exemplos Práticos de Análise Funcional:

Transtornos de Ansiedade: Se um paciente evita situações sociais devido à ansiedade, a análise funcional pode revelar que a evitação (antecedente) é reforçada pela redução temporária da ansiedade (consequência). Trabalhamos para expor gradualmente o paciente a essas situações, desenvolvendo habilidades de enfrentamento e alterando o padrão de comportamento de evitação.

Transtornos Depressivos: Para pacientes com falta de motivação, a análise funcional pode mostrar que evitar atividades (antecedente) é reforçado pela sensação de alívio momentâneo (consequência). Auxilio o paciente a se envolver em atividades agradáveis e significativas, ajudando a restaurar a motivação e melhorar o bem-estar.

Transtorno de Personalidade Borderline: Em casos de Transtorno de Personalidade Borderline, a análise funcional pode identificar padrões de comportamento instável, como relacionamentos interpessoais intensos e instáveis. Por exemplo, se um paciente tem dificuldades em manter relacionamentos devido a medos de abandono (antecedente), que levam a comportamentos impulsivos ou intensos (consequência), trabalhamos para identificar e modificar esses padrões, promovendo habilidades de regulação emocional e relações interpessoais mais estáveis.

Meu Compromisso:

Estou comprometida em oferecer um tratamento eficaz e personalizado, baseado em evidências científicas. Valorizo um ambiente terapêutico acolhedor e colaborativo, onde trabalhamos juntos para promover mudanças positivas e duradouras.

Se você busca um apoio especializado para enfrentar desafios emocionais e comportamentais, estou aqui para ajudar. Vamos iniciar essa jornada em direção a uma vida mais equilibrada e satisfatória.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia comportamental

Experiência em:

  • Transtornos de ansiedade
  • Tdah
  • Transtorno de humor

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Serviços e preços

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Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

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  • Outro (Reembolso)

10 opiniões

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  • H

    Sempre atenciosa e pontual nas consultas. Terapia eficaz,

     • Psicóloga Cynthia Andrade Consulta Psicologia  • 

    Cynthia Andrade

    Seu processo está lindo! Parabéns, e obrigada por suas palavras!


  • C

    Ótima psicóloga!! Vamos iniciar o tratamento mas já deu para ter uma ideia de como irá ser.

     • Psicóloga Cynthia Andrade Psicoterapia  • 

    Cynthia Andrade

    Obrigada por sua opinião, querida! Vamos fazer um lindo trabalho!


  • B

    Excelente profissional! Já sou paciente há mais de 5 anos!

     • Psicóloga Cynthia Andrade Teleconsulta  • 

    Cynthia Andrade

    Querida! Obrigada pelas palavras!


  • O

    Atenciosa, gentil, paciente e deixa a gente super a vontade. Interage bastante.

     • outro lugar Outro  • 

    Cynthia Andrade

    Obrigada, querida! Estamos no começo de um lindo processo! Acredite!


  • D

    Procurei terapia idos de 2014 e cheguei até esta excelente profissional através de uma indicação de uma pessoa que estudou com ela. Busquei ajuda da terapia após o término de um relacionamento ao qual eu não queria terminar, mas tive que respeitar a decisão da pessoa e por conta disso, sentir uma tristeza profunda. Foram quase 01 ano de terapia ao qual eu senti os seus efeitos de forma instantânea. E foi a melhor decisão que eu tomei, pois foi um divisor de águas na minha vida, especialmente porquê à época eu estava bastante reticente quando a necessidade e os resultados que eu iria obter ou não.

    A Cynthia é uma excelente profissional, bastante acertiva, bastante precisa e sabe o que faz. Nela eu confio plenamente!

     • Psicóloga Cynthia Andrade Consulta psicológica do adulto  • 

    Cynthia Andrade

    Só uma coisa a dizer com essas palavras: GRATIDÃO! Ver os resultados dos meus pacientes é o que me faz ser apaixonada por ess profissão.


  • B

    Ótima profissional, super dedicada, atenciosa. Simplesmente a melhor de todas!!

     • Psicóloga Cynthia Andrade Psicoterapia adulto  • 

    Cynthia Andrade

    Querida! Muito obrigada. Você é maravilhosa!


  • A

    Destaco a empatia, a escuta ativa e o impacto positivo que a profissional teve em minha vida. Sua sensibilidade é essencial para meu processo de autoconhecimento e superação. O impacto positivo do seu trabalho é algo que levo comigo. Obrigada e parabéns por ser essa profissional sensacional!

     • Psicóloga Cynthia Andrade Teleconsulta  • 

    Cynthia Andrade

    Andréia, querida! Muito obrigada por suas palavras. Ver o quanto o seu processo de autoconhecimento fez você crescer e se tornar essa pessoa (mais) maravilhosa, me traz muito orgulho e ainda mais amor pela minha profissão!


  • D

    A Cynthia é uma excelente Psicóloga, faço terapia com ela há 2 anos, e hoje em dia além de ter evoluido muito, estou apaixonado pela psicologia! Sem dúvidas uma psicologa que mudou muitas vidas!

     • Psicóloga Cynthia Andrade Outro  • 

    Cynthia Andrade

    Obrigada, Danton! Além do orgulho de participar do seu lindo processo, tenho certeza que serás um Colega diferenciado! <3


  • A

    Excelente profissional. Conteúdo diferenciado. Muito capaz e atenciosa .

     • outro lugar Outro  • 

    Cynthia Andrade

    Obrigada, Alexandre! Que você continue firme nos seus propósitos!


  • M

    Muito atenciosa nas consultas sabe conversar e ajudar a pessoa a se abrir

     • Psicóloga Cynthia Andrade Teleconsulta  • 

    Cynthia Andrade

    Obrigada, Martina! Sua evolução me deixa muito orgulhosa!


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Dúvidas respondidas

11 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Saude Mental

Existe a possiblidade de um paciente ter Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e comportamento hostil ao mesmo tempo?

Sim, é possível que uma pessoa com transtorno de personalidade borderline também apresente comportamentos hostis. Vou te falar um pouco, de acordo com a visõa da Análise do Comportamento Clínica; ou seja, da forma como eu atendo.
Para um analista do comportamento, essa combinação de características pode ser entendida como uma interação complexa entre ambiente, comportamento e consequências, que contribui para manter esse padrão de hostilidade.

No transtorno de personalidade borderline (TPB),a pessoa geralmente enfrenta emoções intensas e instabilidade nos relacionamentos. Essa instabilidade pode gerar comportamentos reativos e, em alguns casos, hostis, especialmente em situações que ativem medo de rejeição, abandono ou desvalorização. O comportamento hostil muitas vezes emerge como uma forma de lidar com o sofrimento emocional, funcionando como uma "defesa" para evitar o que a pessoa interpreta como ameaça emocional.
Do ponto de vista analítico-comportamental, o comportamento hostil é mantido por uma dinâmica entre estímulos (ambiente), respostas comportamentais e suas consequências. Vou te dar uma exemplo de análise (hipotética), da interação desses:

Ambiente: Pessoas com TPB frequentemente vivem em ambientes de relacionamentos intensos e instáveis, onde podem haver críticas, rejeições ou conflitos frequentes. Esses ambientes ativam a percepção de ameaça e insegurança, criando contextos que evocam comportamento hostil como tentativa de autoproteção ou controle da situação.

Comportamento: O comportamento hostil pode se manifestar através de agressões verbais, atitudes de crítica, sarcasmo ou gestos intimidatórios. Para o analista do comportamento, esse comportamento é visto como uma resposta aprendida e mantida por consequências específicas.

Consequências: As reações do ambiente ao comportamento hostil – como atenção, cessação momentânea de conflitos ou até mesmo retaliação – reforçam a resposta. Em outras palavras, se o comportamento hostil resulta em algum "alívio" para o desconforto emocional ou se evita uma situação indesejada, ele tende a ser reforçado e repetido, criando um ciclo onde o comportamento é mantido.

O tratamento com um analista do comportamento se concentra em identificar os antecedentes (situações que desencadeiam o comportamento hostil) e as consequências que o mantêm. A abordagem também visa ensinar respostas alternativas que sejam mais adaptativas. A
Exemplo:

Análise Funcional do Comportamento: A primeira etapa é entender o papel do comportamento hostil, observando quais eventos ambientais o antecedem e quais são as consequências específicas que reforçam sua repetição.

Treinamento de Habilidades Sociais e de Regulação Emocional: Muitas vezes, a pessoa com TPB precisa aprender habilidades que substituam o comportamento hostil, como formas mais saudáveis de expressar suas emoções, comunicar desconforto e gerenciar frustrações.

Modificação de Consequências: Mudanças nas consequências do comportamento hostil, como reduzir a atenção negativa ou a interação reativa, podem ajudar a reduzir a frequência desse comportamento. A intervenção também envolve reforçar comportamentos adaptativos com consequências positivas.

Exposição Controlada e Desensibilização: Em alguns casos, é útil que o paciente se exponha gradualmente a situações de conflito, praticando respostas alternativas e obtendo feedback sobre seu sucesso, o que ajuda a enfraquecer a resposta hostil como resposta automática.

Psicoeducação e Orientação Familiar: Se o ambiente familiar participa das sessões, o terapeuta pode ajudar os familiares a entenderem como suas respostas influenciam o comportamento do paciente e como podem contribuir para fortalecer as respostas alternativas.

Espero ter ajudado! Abraço

 Cynthia Andrade

Pergunta sobre Saude Mental

Como reconhecer o comportamento passivo-agressivo?.

Reconhecer o comportamento passivo-agressivo é bem desafiador, pois ele envolve uma expressão indireta de raiva ou ressentimento. Na clínica Comportamental, entendemos o comportamento passivo-agressivo como uma maneira sutil de comunicar descontentamento, sem uma abordagem direta.

Para explicar de forma simples, o comportamento passivo-agressivo aparece quando alguém está frustrado ou chateado, mas ao invés de expressar isso diretamente, age de forma ambígua ou disfarçada. Vou dar alguns exemplos para esclarecer.

Exemplo 1: Atrasos Intencionais
Imagine que uma pessoa se sente incomodada porque acha que outra não valoriza seu tempo. Em vez de falar diretamente sobre isso, ela começa a se atrasar para os encontros. Isso é um comportamento passivo-agressivo: ao se atrasar, está "mostrando" seu descontentamento sem, de fato, dizer algo. Quem adota esse comportamento pode ter dificuldades em expressar seu desagrado de maneira assertiva e, inconscientemente, opta por agir de modo a irritar a outra pessoa para que perceba o incômodo.

Exemplo 2: "Esquecimentos" Frequentes
Outro exemplo comum é quando alguém promete fazer algo, mas acaba "esquecendo" de propósito. Suponha que uma pessoa pede a um amigo para ajudá-la a organizar algo importante. Se o amigo está insatisfeito com a tarefa mas não quer negar diretamente, ele pode responder com um "Ah, esqueci totalmente de fazer isso". Esse tipo de resposta expressa o descontentamento, mas de uma maneira que permite ao amigo se "desviar" do compromisso sem enfrentar a questão abertamente.

Exemplo 3: Comentários Sarcásticos ou Ironias
Um exemplo típico de passivo-agressividade é o uso de ironia ou sarcasmo para mascarar uma crítica. Imagine que uma pessoa está chateada com um colega que não cumpriu uma tarefa. Em vez de dizer diretamente o que pensa, ela faz um comentário como: "Ah, que ótimo, claro que eu não esperava nada diferente!" Esses comentários carregam uma crítica, mas de forma indireta, fazendo com que o receptor perceba a insatisfação, mas sem abertura para um diálogo claro.

Na minha clínica, entendo que o comportamento passivo-agressivo é mantido pelas suas consequências. Quando alguém age passivo-agressivamente, evita o desconforto imediato de uma conversa direta, mas ainda comunica seu desagrado. Esse padrão se mantém porque evita um conflito direto (uma consequência indesejada), mas, ao mesmo tempo, "libera" a frustração.

Como Reagir e Lidar com o Passivo-Agressivo
Reconhecer o comportamento passivo-agressivo permite que você responda de maneira mais direta e tranquila. Ao perceber esses sinais, vale a pena reagir com calma e convidar a pessoa a expressar seus sentimentos de maneira mais direta. Você pode dizer algo como: "Eu percebo que talvez tenha algo te incomodando. Gostaria que a gente falasse abertamente sobre isso?" Isso ajuda a criar um ambiente onde o diálogo direto é incentivado e, muitas vezes, reduz a necessidade de respostas passivo-agressivas.

Espero ter te ajudado. Abraços

 Cynthia Andrade
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Perguntas frequentes