Denise Oliveira

Psicóloga · Mais sobre as especializações

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Número de registro: CRP SP 221717

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Experiência

Seja bem-vindo(a)!
Este é um espaço seguro, acolhedor e ético, pensado para que você possa falar sobre seus pensamentos, emoções e comportamentos com liberdade. Aqui, trabalhamos juntos para compreender padrões que geram sofrimento e desenvolver caminhos mais saudáveis para lidar com os desafios da vida.

Como psicóloga com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), meu trabalho é te auxiliar a identificar a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, promovendo maior autoconhecimento, autonomia emocional e mudanças práticas no dia a dia.

Como funcionam as sessões?

As sessões são estruturadas e colaborativas. Você será convidado(a) a falar sobre suas experiências atuais, dificuldades e objetivos. A partir disso, iremos compreender padrões de pensamento, crenças e comportamentos que influenciam seu bem-estar, construindo juntos estratégias para lidar melhor com situações difíceis.

O papel da psicóloga

Meu papel é te ouvir com atenção, acolhimento e respeito, ajudando você a compreender seus processos internos e a desenvolver novas formas de pensar e agir. A TCC não se baseia em julgamentos ou respostas prontas, mas em um trabalho conjunto, focado em soluções e no fortalecimento dos seus recursos emocionais.

Importância da regularidade e do vínculo terapêutico

Para que o processo terapêutico seja eficaz, é importante a regularidade das sessões (geralmente 1 vez por semana). A construção de um vínculo de confiança é fundamental para que você se sinta seguro(a) para se expressar e avançar no tratamento.

Tempo e compromisso

A psicoterapia é um processo gradual e respeita o seu ritmo. A duração do acompanhamento varia conforme suas necessidades e objetivos, sendo constantemente avaliada em conjunto, sempre com foco na sua evolução e autonomia.

Confidencialidade

Tudo o que é compartilhado nas sessões é tratado com sigilo absoluto, conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo. Este é um espaço protegido para que você possa falar sobre o que sente, pensa e vive.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitiva

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Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

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  • Tratamento da depressão

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    R$ 150

  • Tratamento de síndrome do impostor

    R$ 150

  • Tratamento de depressão

    R$ 150

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Planos de saúde não aceitos

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19 opiniões

Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
  • Eficácia do tratamento
  • Explicações detalhadas
Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • A

    Denise é uma profissional maravilhosa. Vem me ajudando desde a primeira sessão.

     • Teleconsulta Psicoterapia adulto  • 

    Denise Oliveira

    Fico muito feliz com o seu feedback! Saber que você tem se sentido acolhido e percebido mudanças desde as primeiras sessões é muito importante para mim. A terapia é um espaço de construção conjunta, onde trabalhamos estratégias práticas para lidar com os desafios do dia a dia. Obrigada pela confiança no processo.


  • A

    Nada a declarar , só considero eficiente e prático

     • outro lugar Outro  • 

    Denise Oliveira

    Obrigada pelo seu feedback! Meu objetivo é justamente oferecer um processo claro, prático e que faça sentido para você. Vamos continuar evoluindo juntos.


  • J

    Atenciosa, cuidadosa com o processo. Tem uma explicação detalhada. É bem pontual com as sessões.

     • Rocha Saúde e Bem-estar  • 

    Denise Oliveira

    Muito obrigada pela sua avaliação e pela confiança no meu trabalho. Fico feliz em saber que o cuidado, a pontualidade e a forma de conduzir as explicações durante as sessões têm contribuído para o seu processo terapêutico. Meu objetivo é sempre oferecer um espaço seguro, acolhedor e profissional para que cada pessoa possa compreender melhor suas experiências e desenvolver novas formas de lidar com suas dificuldades.


  • A

    Muito atenciosa e consegue fazer com que eu consiga ter um entendimento e análise de diversas situações na qual estamos tratando, fazendo com que a gente saiba lidar com elas de outras maneiras tbm.

     • outro lugar Outro  • 

    Denise Oliveira

    Agradeço muito pelo seu feedback e pela confiança no processo terapêutico. A psicoterapia é um espaço de escuta, reflexão e construção de novas formas de lidar com pensamentos, emoções e situações da vida. Fico feliz em saber que as sessões têm ajudado nesse caminho de autoconhecimento e desenvolvimento.


  • V

    Excelente profissional! Uma psicóloga muito acolhedora, atenta e extremamente ética. Desde o início do atendimento me senti confortável para falar sobre questões difíceis, pois ela conduz a sessão com muita escuta, sensibilidade e respeito. Suas colocações são sempre muito pertinentes e ajudam a ampliar nossa visão sobre os problemas. Recomendo para quem busca um atendimento sério, humano e transformador.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

    Denise Oliveira

    Muito obrigada pelo seu depoimento e pela confiança no processo terapêutico. Fico feliz em saber que o espaço tem sido acolhedor e útil para suas reflexões. A psicoterapia é um caminho de autoconhecimento e desenvolvimento, e é uma honra poder acompanhar cada pessoa nesse processo com ética, escuta e cuidado.


  • C

    Denise é acolhedora e atenciosa, com um poder de escuta fora do comum. Fala doce e objetiva, com perguntas que afiam a nossa consciência, trazendo resultados!

     • ATENDIMENTO ONLINE Consulta Psicologia  • 

    Denise Oliveira

    Muito obrigada pelas suas palavras e pela confiança no meu trabalho. Saber que você se sente acolhido e ouvido é muito importante para mim. A psicoterapia é um espaço seguro para olhar para si mesmo com mais consciência e cuidado.


  • R

    Profissional muito competente e atenciosa. A abordagem da TCC tem me ajudado bastante a organizar meus pensamentos e lidar melhor com situações do dia a dia. Gosto muito das reflexões e exercícios que ela propõe, pois realmente fazem diferença fora da sessão. Estou muito satisfeita com o acompanhamento.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

    Denise Oliveira

    Muito obrigada pelo seu feedback e pela confiança no processo terapêutico. Fico feliz em saber que a abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental tem contribuído para organizar seus pensamentos e lidar melhor com os desafios do dia a dia.

    O trabalho terapêutico é construído em conjunto, e seu comprometimento com as reflexões e exercícios faz toda a diferença no processo.

    Seguimos juntos nessa caminhada de autoconhecimento e desenvolvimento.


  • A

    Adorei a consulta, foi muito atenciosa. Me compreendeu e está me ajudando!

     • Teleconsulta Outro  • 

    Denise Oliveira

    Muito obrigada pelo seu carinho e pela confiança. Fico feliz em saber que você se sentiu compreendida e acolhida na consulta. A psicoterapia é um espaço seguro para olhar para si mesma com mais cuidado e consciência, e é uma alegria poder caminhar ao seu lado nesse processo. Seguimos juntas nesse caminho.


  • S

    Profissional acolhedora, demonstra muito conhecimento, e conseguiu me ajudar com meus problemas. Gostei muito e recomendo!

     • Teleconsulta Psicoterapia adulto  • 

    Denise Oliveira

    Agradeço pela confiança no meu trabalho e pela recomendação. Seguimos juntas nesse processo de crescimento e fortalecimento emocional.


  • H

    A Denise foi minha escolha após a psiquiatra recomendar tratamento na abordagem TCC e ela é sempre muito prática e objetiva nas reflexões que precisam ser feitas, ela passa atividades para que eu exercite os pontos de melhoria. Estou gostando muito da atenção e da dinâmica da profissional. Recomendo!

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

    Denise Oliveira

    Agradeço muito pelo seu feedback e pela confiança no processo terapêutico. A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma abordagem prática e colaborativa, que busca transformar reflexões em ações concretas no dia a dia. Fico feliz em saber que a dinâmica das sessões e as atividades propostas têm sido úteis para você. Seguimos construindo esse caminho com responsabilidade e dedicação. Obrigada pela recomendação!


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Dúvidas respondidas

36 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Quais são os principais domínios de sobreposição e convergência cognitivo-comportamental na comorbidade entre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), sob uma perspectiva da psicologia clínica contemporânea, considerando processos de regulação emocional, padrões de pensamento, controle comportamental e flexibilidade cognitiva, e quais são as implicações dessa interação para a avaliação e formulação clínica baseada em modelos atuais de psicopatologia?

A comorbidade entre o Transtorno de Personalidade Borderline e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo tem sido cada vez mais discutida na psicologia clínica contemporânea porque ambos os transtornos compartilham processos transdiagnósticos importantes, especialmente relacionados à desregulação emocional, rigidez cognitiva, intolerância à incerteza e dificuldades de controle comportamental. Embora apresentem manifestações clínicas distintas, existe uma zona significativa de convergência cognitivo-comportamental que influencia diretamente a avaliação, a formulação clínica e o planejamento terapêutico.

Um dos principais domínios de sobreposição refere-se à "regulação emocional". No TPB, observa-se intensa instabilidade afetiva, hipersensibilidade interpessoal e dificuldade em modular emoções aversivas. Já no TOC, embora tradicionalmente associado à ansiedade e às compulsões, pesquisas contemporâneas mostram que os rituais compulsivos frequentemente funcionam como estratégias de neutralização emocional. Em ambos os casos, comportamentos disfuncionais podem operar como tentativas de reduzir sofrimento interno.

Na perspectiva comportamental contextual, pode-se compreender tanto os rituais obsessivo-compulsivos quanto comportamentos impulsivos borderline como formas de esquiva experiencial — isto é, tentativas de evitar emoções, pensamentos, sensações ou estados internos considerados intoleráveis.

Outro domínio importante é o dos "padrões cognitivos rígidos e dicotômicos". No TPB, é comum o pensamento polarizado (“tudo ou nada”), associado à instabilidade da identidade e das relações interpessoais. No TOC, há rigidez moral, perfeccionismo e superestimação da ameaça. Apesar das diferenças temáticas, ambos podem compartilhar:

-intolerância à ambiguidade;
-necessidade de certeza;
-hiperfoco em erro, culpa ou rejeição;
-dificuldade de flexibilização cognitiva;
-tendência à ruminação.

Esses elementos aproximam os transtornos dentro de modelos transdiagnósticos atuais da psicopatologia, que enfatizam processos compartilhados em vez de categorias completamente isoladas.

A questão do "controle comportamental"também apresenta convergências relevantes. No TOC, o controle excessivo aparece através de compulsões, verificações e rituais. No TPB, observa-se frequentemente dificuldade de inibição comportamental, impulsividade e respostas emocionais intensas. Paradoxalmente, ambos os quadros podem coexistir em um mesmo paciente: momentos de hipercontrole coexistem com episódios de perda de controle emocional.

Essa oscilação sugere falhas nos sistemas de autorregulação e no monitoramento emocional-comportamental. Em termos neuropsicológicos, estudos apontam alterações envolvendo:

-controle inibitório;
- flexibilidade cognitiva;
- tomada de decisão;
-processamento emocional;
-monitoramento de erro.

A "flexibilidade cognitiva" é outro ponto central. Pacientes com TPB e TOC frequentemente apresentam dificuldade em atualizar interpretações diante de novas experiências emocionais ou contextuais. Isso favorece ciclos de manutenção psicopatológica, nos quais crenças rígidas e respostas repetitivas impedem adaptação funcional.

Sob modelos contemporâneos especialmente modelos dimensionais e transdiagnósticos essa interação pode ser compreendida a partir de sistemas compartilhados de vulnerabilidade psicológica, incluindo:

-elevada sensibilidade emocional;
- neuroticismo;
- intolerância ao sofrimento;
-déficits metacognitivos;
-fusão pensamento-emoção;
- esquiva experiencial;
-rigidez comportamental.

Essas formulações dialogam com abordagens como:

-Terapia Cognitivo-Comportamental;
-Terapia de Aceitação e Compromisso;
-Terapia Comportamental Dialética;
- modelos baseados em esquemas;
-perspectivas transdiagnósticas da psicopatologia.

Do ponto de vista clínico, as implicações para avaliação e formulação são profundas. A presença simultânea de TPB e TOC exige uma avaliação cuidadosa para diferenciar:

-compulsões motivadas por redução de ansiedade;
-comportamentos impulsivos relacionados à desregulação emocional;
- ruminação obsessiva versus medo de abandono;
- perfeccionismo obsessivo versus instabilidade identitária;
- autocontrole rígido versus controle emocional frágil.

Além disso, a formulação clínica contemporânea tende a priorizar processos funcionais em vez de apenas critérios diagnósticos categóricos. Assim, o foco passa a ser compreender:

-qual função determinado comportamento exerce;
- quais emoções o paciente tenta regular;
-quais padrões cognitivos mantêm o sofrimento;
- quais contextos disparam respostas compulsivas ou impulsivas.

Essa perspectiva favorece intervenções mais integrativas e individualizadas. Em muitos casos, torna-se necessário trabalhar simultaneamente:

- tolerância ao desconforto emocional;
-flexibilidade psicológica;
-regulação emocional;
-exposição a experiências internas;
-redução de esquivas;
-desenvolvimento de autoconsciência e identidade mais integrada.

Portanto, a comorbidade TPB–TOC evidencia como os transtornos psicológicos frequentemente compartilham mecanismos subjacentes complexos. A psicologia clínica contemporânea tem se afastado de modelos puramente categóricos para compreender esses quadros através de processos transdiagnósticos, funcionais e dimensionais, permitindo formulações clínicas mais precisas, contextualizadas e terapêuticamente eficazes.

 Denise Oliveira

Qual o papel da desregulação emocional na autoagressão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a desregulação emocional costuma ter um papel central nos comportamentos de autoagressão. Muitas vezes, a pessoa vivencia emoções de forma extremamente intensa, rápida e difícil de controlar, como tristeza profunda, vazio, raiva, rejeição ou medo de abandono.

A autoagressão pode surgir, então, como uma tentativa de aliviar esse sofrimento emocional, reduzir a tensão interna ou até transformar uma dor emocional em dor física, que parece mais “controlável”. Em alguns casos, também pode representar uma forma de expressar sentimentos difíceis de verbalizar.

É importante compreender que, geralmente, a autoagressão não está relacionada a “chamar atenção”, mas sim a um sofrimento psíquico significativo e a dificuldades nos processos de regulação emocional. Na psicoterapia, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental e na Terapia Comportamental Dialética, busca-se desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com emoções intensas, fortalecer habilidades emocionais e ampliar recursos de enfrentamento.

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