A psicologia sempre foi, para mim, uma forma de escutar o que não é dito — de acolher aquilo que se inscreve entre as palavras, mas também nos silêncios.
Sou psicóloga formada pela PUC-PR e pós-graduada em Saúde Mental e Desenvolvimento Humano. Além das formações acadêmicas, realizo formação no Instituto Gerar, com foco em Psicanálise, Parentalidade e Perinatalidade — campos que aprofundam a compreensão das origens da vida psíquica, dos laços familiares e das transformações implicadas na experiência de ser pai, mãe ou filho.
Entendo a formação como um processo contínuo. Por isso, busco estar constantemente em diálogo com a psicanálise e com os debates contemporâneos, participando de grupos de estudo, eventos e espaços de interlocução teórica e clínica que sustentam e refinam minha prática.
Minha trajetória profissional passou por diferentes instituições, mas foi na clínica que encontrei um espaço privilegiado de encontro. Cada pessoa que chega traz uma história singular, e é a partir dessa singularidade que o trabalho se constrói. Interessa-me aquilo que emerge em cada fala — o que se anuncia, mas ainda não tem nome; o que insiste, se repete, ou se cala.
Meu trabalho é orientado pela teoria psicanalítica, o que significa que minha escuta se dirige ao inconsciente — às camadas mais sutis da experiência humana, onde se articulam afetos, conflitos e repetições que se manifestam no cotidiano.