Dra. Gabriella Durso Patricio

Infectologista · Mais

Santo André 2 endereços

Número de registro: CRM SP 125556 RQE Nº: 100663

1 opinião

Experiência

Sou médica Infectologista com 18 anos de experiência, formada pelo renomado Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. (CRM: 125.556 | RQE: 100.663)

Minha trajetória é dedicada à promoção da saúde, prevenção de infecções e ao cuidado integral. Acredito no poder do conhecimento como ferramenta de transformação, especialmente quando se trata de saúde sexual e prevenção de doenças como o HIV.

Minha abordagem vai além da medicina: busco acolher e fortalecer meus pacientes, oferecendo um espaço de diálogo, segurança e confiança. Sou uma especialista em cuidar de pessoas que vivem com HIV, hepatites B e C, e outras ISTs, também me dedico à prevenção do HIV, ajudando você a tomar decisões informadas sobre sua saúde.
mais Sobre mim

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Consulta Infectologia

    R$ 900

  • Primeira consulta Infectologia

    R$ 900

  • Acompanhamento de PrEP (profilaxia pré-exposição ao HIV)

    R$ 900

  • Acompanhamento e Tratamento da Infecção pelo HIV

    R$ 900

  • Aconselhamento médico para viajantes

    R$ 900

Artigos

Consulta Infectologia

A Importância da Vacinação na Gestação // A vacinação é uma medida essencial de proteção porque além de proteger a mãe, tem também um impacto importante na saúde do bebê. Quando a gestante é vacinada, o corpo dela produz anticorpos — moléculas de defesa — contra as doenças. Esses anticorpos são transferidos para o bebê pela placenta, proporcionando a ele uma primeira camada de proteção. Isso é especialmente importante nos primeiros meses de vida, quando o bebê ainda não pode receber algumas vacinas e seu sistema imunológico está em desenvolvimento.


Consulta Infectologia

Vacinação // Hoje em dia, a vacinação vai muito além de proteger apenas quem toma a vacina. Tem um impacto em toda a comunidade. Quando uma grande parte da população está vacinada, a circulação do vírus ou bactéria causadora da doença diminui drasticamente. Isso acontece porque o vírus encontra menos pessoas vulneráveis para infectar, o que reduz as chances de transmissão. Esse efeito de proteção em grupo é chamado de imunidade coletiva ou imunidade de rebanho. Graças à imunidade coletiva, as vacinas também ajudam a proteger pessoas que, por motivos de saúde, não podem ser vacinadas, como alguns bebês, pessoas com sistemas imunológicos comprometidos e idosos.


Consulta Infectologia

Vacinação na Gestação: Protegendo Mães e Bebês // A vacinação na gestação é um assunto de extrema importância e, ao mesmo tempo, uma fonte comum de dúvidas. Muitas mulheres se perguntam: qual é o papel das vacinas durante a gravidez? Como elas protegem não só as gestantes, mas também os bebês que estão por vir durante a gravidez para garantir a segurança da mãe e do bebê. A hesitação vacinal é um desafio significativo. Fatores como preocupações com a segurança da vacina, falta de conhecimento sobre os benefícios e a percepção de baixo risco de infecção são barreiras comuns.


Hepatite C

Como faço para me prevenir da Hepatite C?// Algumas medidas importantes: 1. Não compartilhar agulhas ou seringas: Maneira mais eficaz de prevenir a Hepatite C entre usuários de drogas injetáveis. 2. Uso de preservativo: o uso em todas as relações sexuais é importante, especialmente em casos de relações com pessoas que vivem com HCV ou com sorologia desconhecida. 3. Cuidados com equipamentos médicos, odontológicos e em locais de estética (salão de beleza/manicure, locais de tatuagem e piercing e barbearias): Observar se os materiais são descartáveis e os demais sejam esterilizados adequadamente.


Hepatite C

Existe alguma vacina pra Hepatite C? // Infelizmente, ainda não existe vacina contra a Hepatite C, apesar de avanços na medicina. A criação de uma vacina eficaz é desafiadora porque o vírus tem alta capacidade de mutação, dificultando uma proteção ampla. Por isso, a prevenção continua sendo fundamental.


Hepatite C

Como é o tratamento da Hepatite C?// Nas últimas décadas, o tratamento evoluiu muito! Antigamente o tratamento tinha o uso de medicação oral e injeções (3 vezes por semana e depois 1 vez por semana) que debilitavam muito o paciente. O tratamento durava em média 1 ano e a taxa de cura ficava em torno de 75%. Nos últimos 10 anos a maioria dos pacientes pode ser curada com medicamentos antivirais, tomados por via oral, geralmente por 8 a 12 semanas, e que têm uma taxa de cura superior a 98%. Além de serem altamente eficazes, esses tratamentos têm poucos efeitos colaterais, o que representa uma mudança dramática em relação aos tratamentos mais antigos que debilitavam os pacientes.

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Consultórios (2)

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Clínica Solaris Jardim

Alameda São Caetano 196, Santo André 09070210

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

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GDP Infectologia

R. Cincinato Braga, 340 - 6° andar, Bela Vista, São Paulo 01333-010

Disponibilidade

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

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  • P

    Tudo otimo!! A doutora foi otima e me explicou tudo muito bem!

     • GDP Infectologia Acompanhamento de PrEP (profilaxia pré-exposição ao HIV)  • 

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Dúvidas respondidas

178 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre HIV e AIDS

Olá, após uma exposição de risco receptor de sexo oral ( sou homem ) realizei uso da pep 28 dias, com 31 dias de exposição fiz os testes rápidos no posto de saúde, todos deram negativo, com 45 dias de exposição fiz Elisa 4 geração para hiv deu negativo, com 65 repeti os testes rápidos no posto de saúde e deu negativo, com 95 dias novamente após a exposição fiz os testes no posto de saúde e deu negativo, todos negativos para hepatite B e C, sífilis e HIV minha infectologista disse que posso descartar infecção dessa exposição como já passou dos 90 dias, porém em alguns lugares fala que a janela máxima é 6 meses, e agora?

Receber sexo oral não é uma exposição de risco.

Dra. Gabriella Durso Patricio

Recebi um oral de uma pessoa que usa aparelho odontológico, não ejaculei na boca da pessoa, qual o real risco de transmissão de HIV ?

O risco para você que estava recebendo sexo oral: nenhum!

Dra. Gabriella Durso Patricio
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Perguntas frequentes