Perguntas do paciente (3614)
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Minha filha teve convulsão em novembro, dia primeiro de setembro teve e ontem novamente, desde onte
Minha filha teve convulsão em novembro, dia primeiro de setembro teve e ontem novamente, desde ontem ela tá com enjoo, pode ter sido o remédio que eles deram no soro pra ela?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Como sua filha apresentou três convulsões — duas delas em um intervalo curto — e permanece com enjoo desde ontem, ela precisa ser reavaliada com urgência em um serviço presencial. Sem saber qual medicamento foi administrado no soro, a dose e o horário, não é possível afirmar se o enjoo foi uma reação ao remédio. O sintoma também pode estar relacionado ao período após a convulsão, à desidratação, a alterações metabólicas ou à própria doença que desencadeou as crises.
Solicite ao hospital o nome de todos os medicamentos administrados e leve a receita, o relatório da alta e os exames realizados. Não ofereça novos medicamentos por conta própria nem interrompa remédios anticonvulsivantes que já tenham sido prescritos. Até que seja reavaliada, mantenha sua filha acompanhada e evite banho sem supervisão, piscina, altura e atividades nas quais uma nova crise possa provocar acidentes.
Procure imediatamente uma emergência ou acione o SAMU pelo número 192 se ocorrer nova convulsão, se a crise durar cinco minutos ou mais, se houver crises repetidas sem recuperação completa, dificuldade para respirar, sonolência excessiva, confusão persistente, fraqueza em um lado do corpo, dor de cabeça intensa, febre, rigidez na nuca ou vômitos repetidos. Durante uma crise, deite-a de lado, proteja sua cabeça, afaste objetos próximos e marque o tempo. Não tente conter os movimentos e não coloque nada em sua boca.
Após a avaliação presencial, uma teleconsulta pode complementar o acompanhamento, revisar os documentos e esclarecer dúvidas com comodidade e discrição, inclusive como segunda opinião. A telemedicina reduz deslocamentos e a exposição desnecessária a infecções respiratórias, mas não substitui o pronto atendimento quando existem sinais de urgência. Na Doctoralia, é possível comparar formação, experiência e avaliações de diferentes médicos antes de escolher o profissional. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil para agendar.
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Olá , tenho uma filha de 3 anos ela começou tomar o fenobarbital, só com água não tá bebendo, posso
Olá , tenho uma filha de 3 anos ela começou tomar o fenobarbital, só com água não tá bebendo, posso colocar no leite?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança pequena começa a usar um medicamento de uso contínuo, é natural surgir a dúvida sobre a melhor forma de administrá-lo, principalmente quando ela rejeita a água.
No caso do fenobarbital, a recomendação é evitar misturá-lo ao leite. O cálcio presente no leite pode interferir na absorção do medicamento, reduzindo sua eficácia. Como o objetivo do tratamento é manter níveis adequados do remédio no organismo para prevenir crises convulsivas, é importante seguir a forma de administração orientada pelo médico e pela bula.
Se sua filha não aceita o medicamento apenas com água, converse com o pediatra ou neuropediatra que a acompanha. Em muitos casos, é possível administrar o remédio com uma pequena quantidade de água ou, dependendo da apresentação e da orientação do profissional, com pequena quantidade de outro alimento ou líquido que não contenha leite ou derivados. Também é importante evitar misturar o medicamento em um grande volume de líquido, pois, se a criança não consumir tudo, ela poderá receber uma dose menor do que a prescrita.
Nunca interrompa o fenobarbital por conta própria nem altere a forma de administração sem orientação médica. Esse medicamento deve ser utilizado de maneira regular, nos horários indicados, para garantir o melhor controle das crises.
Em uma teleconsulta é possível avaliar a situação com mais detalhes, esclarecer dúvidas sobre a administração do medicamento e orientar a melhor estratégia para facilitar a aceitação pela criança. A Doctoralia permite escolher médicos com excelente histórico de atendimentos e alto índice de satisfação dos pacientes. Além disso, a Telemedicina tornou possível obter uma segunda opinião médica de forma rápida, segura, conveniente e discreta, inclusive com especialistas muito bem avaliados na plataforma. Em um cenário em que ainda convivemos com doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, infecções por Parvovírus B19, influenza e outras viroses respiratórias, o atendimento online reduz a exposição desnecessária a ambientes de circulação de pessoas, preserva o tempo da família, evita deslocamentos e salas de espera e facilita o acesso ao cuidado médico. Mesmo que você não precise de atendimento neste momento, vale a pena conhecer o perfil do médico, acompanhar suas redes sociais e manter esse contato para quando surgir alguma necessidade.
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Meu filho começou o trileptal a 3 semanas, aumentamos a dose para 4 a uma semana, pois apresenta cri
Meu filho começou o trileptal a 3 semanas, aumentamos a dose para 4 a uma semana, pois apresenta crise convulsiva focal occiptal, eu sinto ele mais estabanado, caindo um pouco mais, mais desengonçado e sempre teve uma coordenaçao excelente, isso vai melhorar ?
Ele consegue brincar, correr, pular, mas parece mais mole sabe, um pouco mais sonolento também, mas não sei se isso passa e quando vai melhorar…RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Ver um filho que sempre teve boa coordenação ficar mais desajeitado, sonolento ou aparentemente "mais molinho" depois de iniciar um medicamento realmente causa insegurança. A boa notícia é que os sintomas que você descreve podem acontecer nas primeiras semanas de tratamento com o Trileptal (oxcarbazepina) e, na maioria das vezes, tendem a diminuir conforme o organismo se adapta à medicação.
É relativamente comum que crianças apresentem sonolência, tontura, sensação de desequilíbrio, marcha mais instável e redução da coordenação motora, principalmente após o aumento da dose. Como esses sintomas surgiram cerca de uma semana depois da mudança da dose e ele continua conseguindo brincar, correr e pular, embora de forma um pouco mais desajeitada, existe a possibilidade de que sejam efeitos transitórios do medicamento. Em muitos pacientes, essa adaptação ocorre ao longo de duas a quatro semanas após o ajuste da dose.
Entretanto, isso não significa que os sintomas devam ser ignorados. É importante observar se eles permanecem estáveis, se começam a melhorar ou se se intensificam. Caso a sonolência fique muito acentuada, as quedas se tornem frequentes, ele passe a ter dificuldade para caminhar, falar, enxergar, apresente vômitos persistentes, comportamento muito diferente do habitual ou novas crises convulsivas, o neurologista deve ser comunicado o quanto antes. Em algumas situações pode ser necessário ajustar a dose, modificar a velocidade do aumento ou, mais raramente, substituir a medicação.
Também vale lembrar que a oxcarbazepina pode, em alguns pacientes, reduzir os níveis de sódio no sangue, o que pode contribuir para cansaço excessivo, fraqueza ou piora da coordenação. Dependendo da intensidade dos sintomas e da avaliação clínica, o médico poderá solicitar exames laboratoriais para verificar se está tudo dentro do esperado.
Enquanto aguarda a evolução, procure manter o tratamento exatamente como foi prescrito e não suspenda ou reduza a dose por conta própria. A interrupção abrupta pode favorecer o reaparecimento ou até o agravamento das crises convulsivas. Anotar em um diário quando os sintomas aparecem, sua intensidade e se estão melhorando ajuda muito na consulta de retorno.
Na maioria das crianças, quando esses efeitos estão relacionados apenas à fase de adaptação ao medicamento, a tendência é que diminuam progressivamente nas semanas seguintes. O objetivo do tratamento é controlar as crises sem comprometer a qualidade de vida, e esse equilíbrio costuma ser alcançado com acompanhamento cuidadoso e, quando necessário, pequenos ajustes na medicação.
Em uma teleconsulta é possível avaliar detalhadamente essa evolução, revisar a dose em relação ao peso da criança, esclarecer dúvidas e definir se os sintomas fazem parte da adaptação esperada ou se indicam a necessidade de alguma mudança no tratamento. A plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com excelente histórico de atendimentos e satisfação dos pacientes. Além disso, a Telemedicina permite obter uma segunda opinião médica de forma rápida, segura, discreta e conveniente, sem necessidade de deslocamentos. Em um cenário em que ainda convivemos com COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online reduz a exposição desnecessária da criança e de toda a família, economiza tempo, evita salas de espera e integra os benefícios da Saúde Digital, da Web 4.0 e da Inteligência Artificial ao cuidado médico. Mesmo que você não precise de atendimento neste momento, vale a pena conhecer o perfil dos profissionais, guardar esse contato e lembrar que qualquer médico pode oferecer uma avaliação inicial em Atenção Primária e orientar os próximos passos do tratamento.
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Meu filho tem 1 ano e 1 mês, as vezes quando ele ver uma luz acesa e que foca nela ele abre a boca c
Meu filho tem 1 ano e 1 mês, as vezes quando ele ver uma luz acesa e que foca nela ele abre a boca como se fosse uma careta e isso está me preocupando.. Ele fala mama, papa, neném, água, vovó, tete, já está dando os primeiros passinhos, chama com a mão e dar tchau, somente esse jeito que ele as vezes faz que está me deixando contrariada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando percebemos um comportamento diferente em um filho pequeno, é natural imaginar que possa haver algum problema. A boa notícia é que, pelo que você descreve, seu filho apresenta vários sinais positivos do desenvolvimento para a idade. Ele já fala algumas palavras, está começando a andar, faz gestos como dar tchau e chamar com a mão e interage com as pessoas. Esses são marcos importantes do desenvolvimento infantil.
Em relação ao fato de abrir a boca ou fazer uma careta quando olha para uma luz acesa, isso nem sempre significa que exista uma doença. Muitos bebês ficam fascinados por estímulos luminosos e podem reagir de maneiras diferentes, fazendo expressões faciais, sorrindo, arregalando os olhos ou abrindo a boca. Em muitos casos, esse comportamento faz parte da exploração normal do ambiente.
Por outro lado, é importante observar alguns detalhes. Se essa expressão acontecer apenas de vez em quando, durar poucos segundos e ele permanecer consciente, responsivo e continuar brincando normalmente logo em seguida, a chance de representar algo grave é menor. No entanto, se os episódios forem frequentes, sempre iguais, acompanhados de olhar fixo, perda de contato com o ambiente, tremores, rigidez, movimentos repetitivos involuntários ou sonolência após o episódio, vale a pena procurar uma avaliação médica. Em algumas situações, crises epilépticas podem ser desencadeadas por estímulos luminosos, embora isso seja raro em crianças dessa idade e, isoladamente, a reação que você descreveu não seja suficiente para sugerir esse diagnóstico.
Também é interessante observar se ele fixa o olhar excessivamente em luzes, ventiladores ou outros objetos giratórios a ponto de perder o interesse pelas pessoas e pelas brincadeiras. Entretanto, pelo restante do desenvolvimento que você relatou, ele demonstra boa comunicação, interação social e evolução motora, o que é bastante tranquilizador.
Uma orientação prática é tentar gravar um vídeo sempre que esse comportamento acontecer. Para o médico, um vídeo costuma fornecer muito mais informações do que apenas a descrição dos pais e pode ajudar a diferenciar um comportamento habitual de um evento que mereça investigação.
Continue estimulando a linguagem, as brincadeiras, a interação com a família e o desenvolvimento motor. Mantenha também as consultas de acompanhamento com o pediatra, que poderá avaliar seu crescimento e desenvolvimento de forma contínua.
Em uma teleconsulta é possível analisar detalhadamente a história, esclarecer suas dúvidas, avaliar os vídeos dos episódios e definir se há necessidade de exames ou apenas de acompanhamento. A Doctoralia facilita a escolha de médicos com excelente avaliação dos pacientes e ampla experiência em atendimento. A Telemedicina também permite obter uma segunda opinião médica de forma rápida, segura, discreta e conveniente, sem sair de casa. Em um período em que ainda convivemos com COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas de influenza aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, o atendimento online reduz a exposição desnecessária da criança e da família, evita deslocamentos e salas de espera, economiza tempo e oferece acesso qualificado aos profissionais mais bem avaliados da plataforma. Mesmo que você não precise de uma consulta neste momento, vale a pena conhecer o perfil do médico, guardar o contato e saber que essa opção estará disponível sempre que surgir uma nova dúvida sobre a saúde do seu filho.
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Meu filho levou uma cotovelada na testa durante um jogo ontem à tarde. Passou a noite relativamente
Meu filho levou uma cotovelada na testa durante um jogo ontem à tarde. Passou a noite relativamente bem, mas notei alguma agitação e alguns espasmos musculares. Está com o corpo dolorido após fazer exercícios também ontem à tarde.
Não tem dor de cabeça, enjôo, nada que cita como preocupante após uma batida na cabeça. Hoje perto do almoço, adormeceu. Mas não tinha dificuldade de acordar quando eu chamava. Notei os espasmos musculares novamente. Sera que esses espasmos são dos exercícios intensos de ontem, ou pode ter algo a ver com a batida na cabeça?
Devo levar para uma avaliação médica? Ele tem 14 anosRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua preocupação. Quando um adolescente sofre uma batida na cabeça, mesmo que pareça estar bem nas primeiras horas, é natural ficar atento a qualquer mudança no comportamento ou no estado de saúde.
Pela sua descrição, alguns pontos são tranquilizadores: ele não apresentou dor de cabeça importante, vômitos, náuseas, dificuldade para acordar, perda de consciência ou confusão mental. O fato de conseguir despertar facilmente quando chamado também é um bom sinal. No entanto, a presença de agitação e, principalmente, de espasmos musculares merece uma avaliação mais cuidadosa.
Os espasmos podem, sim, estar relacionados ao esforço físico intenso realizado no mesmo dia, especialmente quando há fadiga muscular, pequenas contrações involuntárias ou cãibras decorrentes de desidratação, perda de eletrólitos ou sobrecarga muscular. Nesses casos, costumam acometer principalmente os músculos que foram mais exigidos durante a atividade física.
Por outro lado, como houve um traumatismo craniano, não é possível afirmar com segurança que os espasmos sejam apenas consequência dos exercícios. Embora complicações neurológicas sejam menos frequentes quando o trauma foi leve e não há sintomas típicos de concussão, movimentos involuntários após uma batida na cabeça devem ser avaliados por um médico, principalmente se forem repetitivos, intensos, acometerem diferentes partes do corpo ou vierem acompanhados de sonolência excessiva, confusão, dificuldade para falar, alterações na visão, fraqueza, perda de equilíbrio ou qualquer episódio que lembre uma convulsão.
O fato de ele ter dormido próximo ao horário do almoço, por si só, não significa que exista uma lesão cerebral. Se ele estava cansado pelos exercícios e acordava normalmente quando chamado, isso reduz a preocupação. Ainda assim, esse dado deve ser interpretado em conjunto com o restante da avaliação clínica.
Minha orientação é que ele seja examinado ainda hoje em um serviço de saúde ou por um médico, para que seja realizada uma avaliação neurológica completa. Em muitos casos, apenas o exame físico é suficiente para definir a necessidade — ou não — de exames complementares, como uma tomografia. A decisão depende dos achados da consulta e não apenas da presença da batida na cabeça.
Enquanto isso, observe atentamente sua evolução. Caso apareçam dor de cabeça intensa ou progressiva, vômitos repetidos, sonolência difícil de interromper, confusão, desmaio, convulsões, dificuldade para caminhar, alterações da fala ou qualquer piora do quadro, procure imediatamente um serviço de emergência.
Mesmo quando tudo evolui bem, é recomendável evitar esportes, atividades físicas intensas e novas situações de risco até que ele seja avaliado e esteja completamente recuperado.
Em uma teleconsulta também é possível realizar uma avaliação inicial detalhada, esclarecer dúvidas e orientar sobre a necessidade de atendimento presencial ou de exames complementares. A plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com excelente histórico de atendimento e alta satisfação dos pacientes. Além da praticidade, a Telemedicina oferece uma forma rápida, segura e discreta de receber uma segunda opinião médica, reduzindo deslocamentos e o tempo em salas de espera. Em um cenário em que continuam circulando infecções como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, o atendimento online representa uma alternativa segura para proteger você e sua família. Mesmo que seu caso não exija acompanhamento especializado neste momento, vale a pena conhecer o perfil do médico, guardar o contato e lembrar que a Telemedicina permite acesso conveniente a profissionais qualificados sempre que surgir uma nova necessidade de saúde.
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Meu filho ta tomando respiridona pra autismo porém tenho observado ele muito inquieto isso é normal?
Meu filho ta tomando respiridona pra autismo porém tenho observado ele muito inquieto isso é normal? Ja são três semanas tomando esse medicamento
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A inquietação pode ocorrer durante o tratamento com risperidona, mas não deve ser considerada “normal” a ponto de simplesmente esperar passar. Em algumas crianças, o medicamento pode provocar acatisia, uma reação caracterizada por agitação interna, dificuldade de ficar parada, necessidade constante de caminhar ou mexer as pernas, irritabilidade e aparente piora do comportamento. Também é necessário verificar se houve aumento recente da dose, mudança do horário, associação com outro medicamento ou se a inquietação já existia antes do tratamento. A bula e as informações oficiais da risperidona descrevem agitação, ansiedade, tremores e outros sintomas motores entre os possíveis efeitos adversos.
Como já se passaram três semanas, recomendo entrar em contato com o médico que prescreveu a risperidona nos próximos dias, sem esperar a próxima consulta de rotina. Informe a dose exata, o peso e a idade da criança, o horário em que o medicamento é administrado e em que momento a inquietação aparece ou piora. Um pequeno vídeo gravado em casa também pode ajudar o profissional a diferenciar ansiedade, hiperatividade, estereotipias e efeito motor causado pelo medicamento.
Não aumente, diminua, troque o horário nem suspenda a risperidona por conta própria. Dependendo da avaliação, o médico poderá ajustar a dose, tornar o aumento mais gradual, modificar o horário ou reconsiderar o tratamento. A risperidona não trata as características centrais do autismo; ela é utilizada principalmente para controlar irritabilidade intensa, agressividade, crises graves e comportamentos de risco associados ao transtorno. Por isso, seus benefícios precisam ser comparados regularmente aos possíveis efeitos adversos.
Procure atendimento com maior urgência caso a inquietação seja muito intensa ou venha acompanhada de rigidez muscular, febre, confusão, sonolência excessiva, desmaio, dificuldade para respirar, movimentos involuntários importantes ou alteração súbita do estado geral.
Uma teleconsulta pode ser bastante útil para revisar o tratamento, observar a criança, analisar vídeos, conferir as doses e oferecer uma segunda opinião de forma rápida, segura e discreta. Entretanto, situações graves ou sintomas que exijam exame físico imediato devem ser avaliados presencialmente ou em serviço de urgência. Na Doctoralia, é possível consultar o histórico profissional, as avaliações e a experiência dos médicos antes de escolher o especialista. A telemedicina também reduz deslocamentos e exposição desnecessária em salas de espera, embora não substitua o atendimento presencial quando ele for clinicamente necessário.
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Meu cunhado tem 10 anos e foi diagnosticado com TDHA por uma neuropsicóloga, porém anda tendo muita
Meu cunhado tem 10 anos e foi diagnosticado com TDHA por uma neuropsicóloga, porém anda tendo muita dificuldade na escola e a minha sogra pediu uma auxiliar e disseram que o laudo da neuropsicóloga não é valido. Ela chegou falando que alguém indicou um neuropediatra que faz um teste que tem duração de 6 horas direto com a criança sozinhos numa sala, para passar o diagnóstico correto do que ele tem e laudo.
Nunca vi isso na minha vida e gostaria de saber se os doutores sabem desse método, porque acho loucura e exaustivo para uma criança isso. Existe esse tipo de teste?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Uma avaliação que mantenha uma criança de 10 anos durante seis horas seguidas, sozinha em uma sala com um médico, realmente merece esclarecimentos antes de ser agendada. Existem avaliações neuropsicológicas extensas, que podem totalizar várias horas, mas normalmente são divididas em etapas, com pausas e, muitas vezes, distribuídas em mais de um dia. Isso reduz o cansaço, a irritação e a perda de atenção, fatores que podem prejudicar os resultados.
Não existe um único “teste de seis horas” capaz de revelar, sozinho, o diagnóstico correto. O diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, conhecido pela sigla TDAH, é clínico. Ele deve considerar a história do desenvolvimento, o comportamento em casa e na escola, o início e a duração dos sintomas, os prejuízos provocados e a exclusão de outras causas. Entrevistas com os responsáveis, informações dos professores, escalas padronizadas, exame clínico e avaliação neuropsicológica podem fazer parte desse processo.
Uma avaliação neuropsicológica bem conduzida pode fornecer elementos bastante consistentes para identificar o perfil cognitivo da criança e verificar a presença de dificuldades de atenção, memória, linguagem, aprendizagem e funções executivas. Também pode ajudar a diferenciar TDAH de dislexia, transtornos de linguagem, deficiência intelectual, ansiedade, alterações do sono e outros problemas que interferem no rendimento escolar. Entretanto, nenhum resultado deve ser interpretado isoladamente. A conclusão precisa ser compatível com a história e com o funcionamento da criança em diferentes ambientes.
É importante perguntar ao profissional qual será o objetivo da avaliação, quais testes serão aplicados, se haverá pausas, quanto tempo cada etapa levará, se a presença do responsável será permitida nos momentos apropriados e como os resultados serão apresentados. Durante alguns testes, é comum que a criança permaneça apenas com o examinador para evitar interferências. Isso, por si só, não representa um problema. O que não parece adequado é submetê-la a uma sessão excessivamente longa, sem pausas, sem explicação e sem adaptação às suas condições físicas e emocionais.
Também recomendo verificar a formação, o registro profissional, a experiência e a reputação do neuropediatra indicado. Desconfie de promessas de diagnóstico definitivo obtido por um teste secreto, exclusivo ou infalível. Um bom profissional explica o método, respeita os limites da criança, solicita informações da família e da escola e admite quando são necessárias avaliações complementares.
Quanto ao documento da neuropsicóloga, dizer simplesmente que ele “não é válido” é uma afirmação imprecisa. O relatório neuropsicológico é um documento técnico legítimo dentro da área de atuação da psicologia e pode fundamentar intervenções clínicas e educacionais. Algumas escolas, serviços ou operadoras, contudo, podem solicitar também um relatório médico para registrar o diagnóstico clínico, indicar acompanhamento e justificar determinadas medidas. A família deve pedir que a escola informe por escrito qual documento está sendo exigido, para qual finalidade e com base em qual norma interna ou orientação da rede de ensino.
A necessidade de auxiliar escolar não depende apenas do nome do diagnóstico. Ela deve ser analisada conforme as dificuldades funcionais da criança, seu grau de autonomia, sua capacidade de acompanhar as atividades e os apoios educacionais de que realmente necessita. O relatório escolar atualizado é essencial para essa decisão.
Uma teleconsulta pode ser útil para revisar os documentos, ouvir a família, orientar os próximos passos e oferecer uma segunda opinião de forma rápida, conveniente e discreta. A Doctoralia permite consultar o perfil, a experiência e as avaliações de diferentes profissionais. A telemedicina reduz deslocamentos e o tempo em salas de espera, mas não substitui o atendimento presencial quando o exame físico, a observação direta prolongada ou a aplicação de testes presenciais forem necessários. Caso haja interesse, basta acessar o perfil do médico escolhido e verificar a disponibilidade para atendimento.
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Tenho uma neta que vai fazer cinco anos em agosto,sou avó dela ela mora comigo dês de os cinco meses
Tenho uma neta que vai fazer cinco anos em agosto,sou avó dela ela mora comigo dês de os cinco meses,ela é muito agitada o tempo todo não para esquece muito as coisas tem muita nesse idades em repetir sempre as mesmas coisas todos os dias tipo brincadeiras manias programa de televisão todos os dias ela repete as mesmas brincadeiras e eu tenho que brincar com ela e tenho que dizer as mesmas coisas todos os dias nas brincadeiras se eu digo que não posso brincar com ela naquele momento por estar ocupada ela fica muito brava não consegue formar frases não consegue acompanhar na escola e nem fazer atividade sozinha faz uns barulhos com a boca,perde todas as coisas dela e quando pergunto algo que aconteceu no mesmo dia ela não sabe dizer, dificilmente ela senta em uma cadeira de maneira correta sempre fica de cócoras em cima dos lugares,queria saber se esses comportamentos dela é normal da idade ou não
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Pelo que a senhora descreve, não parece apenas “coisa normal da idade”. Crianças pequenas podem ser agitadas, insistentes, esquecidas e ter birras quando contrariadas. Isso faz parte do desenvolvimento. O que chama atenção, no caso da sua neta, é o conjunto dos sinais: muita agitação, dificuldade de permanecer sentada, repetição rígida das mesmas brincadeiras, irritação intensa quando a rotina muda, dificuldade para formar frases, dificuldade importante na escola, barulhos com a boca, perda frequente de objetos e dificuldade para contar algo que aconteceu no mesmo dia.
Aos quase 5 anos, espera-se que a criança consiga conversar com frases mais completas, contar pequenas histórias, participar de brincadeiras com outras crianças, seguir combinações simples e começar a realizar atividades escolares com algum grau de autonomia. O CDC descreve que os marcos do desenvolvimento nessa idade envolvem linguagem, interação social, aprendizagem, comportamento e coordenação motora; quando há atraso ou perda nessas áreas, a orientação é procurar avaliação profissional.
Isso não significa que sua neta tenha necessariamente um diagnóstico grave. Mas significa que ela precisa ser avaliada. Esses comportamentos podem aparecer em diferentes situações, como atraso de linguagem, Transtorno do Espectro Autista, TDAH, dificuldades cognitivas, alterações auditivas, problemas de sono, ansiedade, dificuldades escolares ou uma combinação de fatores. A repetição insistente de brincadeiras, a dificuldade com mudanças, os barulhos repetitivos e o atraso na linguagem são sinais que merecem atenção especial, pois podem estar presentes em quadros do desenvolvimento, inclusive no autismo. A Academia Americana de Pediatria destaca que alterações na comunicação social e padrões repetitivos de comportamento podem ser sinais de alerta e devem ser investigados.
Também é importante lembrar que agitação e desatenção em criança pequena não devem ser vistas apenas como “falta de educação” ou “manha”. Criança que não consegue parar, perde tudo, não sustenta atenção e não acompanha a escola pode estar sofrendo mais do que desobedecendo. O TDAH, por exemplo, envolve sintomas persistentes de desatenção, hiperatividade e impulsividade, presentes em mais de um ambiente, como casa e escola.
O caminho mais seguro é marcar uma avaliação com pediatra, neuropediatra ou profissional com experiência em desenvolvimento infantil. Leve informações da escola, exemplos concretos do comportamento, vídeos curtos das brincadeiras repetitivas, relatos sobre fala, sono, alimentação, socialização e birras. Pode ser necessário solicitar avaliação fonoaudiológica, psicológica, neuropsicológica, terapia ocupacional, avaliação auditiva e relatório escolar. Quanto mais cedo a criança for avaliada, maior a chance de receber ajuda adequada e desenvolver melhor sua comunicação, autonomia e aprendizagem.
Enquanto aguarda a consulta, tente manter uma rotina previsível, avisar antes das mudanças, usar frases curtas, evitar longas broncas e reforçar quando ela conseguir esperar, pedir ajuda ou brincar de outro modo. Isso não substitui tratamento, mas ajuda a reduzir conflitos. O mais importante é não esperar “passar com a idade” quando há atraso de fala, prejuízo escolar e comportamento repetitivo importante.
Em uma teleconsulta é possível ouvir a história com calma, orientar os próximos passos, revisar vídeos, analisar relatórios da escola, levantar hipóteses e indicar os encaminhamentos necessários. A telemedicina também permite segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, inclusive com médicos bem avaliados na plataforma Doctoralia. O atendimento online reduz deslocamentos, evita tempo em trânsito e salas de espera e pode diminuir a exposição da família a infecções respiratórias e outras doenças contagiosas, embora consultas presenciais e exames físicos continuem necessários em algumas situações.
A plataforma Doctoralia ajuda o paciente a conhecer perfis médicos, experiência, avaliações e satisfação de outros pacientes. Caso tenha interesse, basta clicar no perfil do profissional escolhido. Mesmo que a senhora não precise de atendimento neste momento, vale guardar o contato, visitar o perfil e acompanhar as redes sociais, porque informação correta no início da jornada faz diferença para a criança e para toda a família.
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Qual diferença das crises de epilepsia focal,tipo gelastica,p crises de agitação no tea?como se mani
Qual diferença das crises de epilepsia focal,tipo gelastica,p crises de agitação no tea?como se manifesta ambos tipo de crises?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Para quem convive com uma criança ou adolescente com Transtorno do Espectro Autista, nem sempre é simples diferenciar uma crise epiléptica de uma crise de agitação, irritabilidade ou desorganização comportamental. As duas situações podem assustar, podem parecer “fora do controle” e podem ocorrer de forma repetida. Mas a origem, o padrão e a forma de conduzir são diferentes.
A crise epiléptica focal acontece quando um grupo de neurônios em uma região do cérebro dispara de maneira anormal e excessiva. Ela pode se manifestar de muitas formas: olhar parado, mudança súbita no comportamento, movimentos automáticos da boca ou das mãos, rigidez, tremores em uma parte do corpo, sensação estranha no estômago, medo sem motivo aparente, alteração da consciência ou dificuldade de responder durante alguns segundos ou minutos. Nas crises focais, a pessoa pode permanecer acordada e perceber o que está acontecendo, ou pode ficar confusa, desconectada e sem responder adequadamente.
A crise gelástica é um tipo especial de crise focal em que aparece riso involuntário, geralmente sem graça, sem contexto e sem alegria verdadeira. A criança pode rir de modo repetitivo, mecânico, estranho ou fora de hora. Em alguns casos, parece apenas um sorriso ou uma risada curta. O ponto importante é que esse riso não nasce de uma brincadeira, de uma piada ou de uma interação social. Ele surge de repente, costuma durar pouco e termina também de forma abrupta. Crises gelásticas são raras e podem estar associadas a alterações em regiões profundas do cérebro, como o hipotálamo, embora também possam ocorrer por outras causas.
Já as crises de agitação no TEA costumam ter outra lógica. Em geral, aparecem diante de frustração, mudança de rotina, excesso de barulho, espera prolongada, dor, fome, sono, dificuldade de comunicação, retirada de telas, ambiente muito estimulante ou sensação de ameaça. A criança pode chorar, gritar, correr, se jogar no chão, bater objetos, tentar escapar, repetir frases, ficar agressiva ou se autoagredir. Nesses episódios, o comportamento costuma ter relação com o ambiente, com uma necessidade não atendida ou com uma dificuldade de regulação emocional e sensorial. Mesmo quando parece súbito, muitas vezes havia sinais antes: irritação, inquietação, recusa, aumento de estereotipias, tapar os ouvidos, procurar colo, fugir do local ou repetir pedidos.
Uma diferença prática é observar o padrão. A crise epiléptica costuma ser mais estereotipada, isto é, acontece quase sempre do mesmo jeito, com começo, meio e fim parecidos. Pode vir sem gatilho emocional claro. Pode haver olhar fixo, perda de contato, movimentos automáticos, mudança na cor da pele, salivação, queda, sonolência ou confusão depois. A criança, durante a crise, muitas vezes não consegue ser consolada, distraída ou redirecionada. Depois, pode ficar cansada, confusa, irritada ou dormir.
Na crise de agitação do TEA, o episódio costuma variar mais conforme o contexto. Pode piorar quando a exigência aumenta e melhorar quando o estímulo é retirado, quando a criança é acolhida, quando recebe ajuda para se comunicar ou quando o ambiente fica mais previsível. A criança pode até não responder bem no auge da crise, mas frequentemente há relação com uma situação concreta. Depois do episódio, pode voltar ao padrão habitual sem sonolência importante, embora possa ficar cansada pelo desgaste emocional.
No caso específico do riso, a diferença merece atenção. Crianças com TEA podem rir de ansiedade, de excitação, de ecolalias, de lembranças internas, de brincadeiras próprias ou de estímulos sensoriais. Isso não é, por si só, epilepsia. Porém, quando o riso é sempre igual, surge sem motivo, dura poucos segundos, vem acompanhado de olhar parado, desconexão, movimentos automáticos, mudança na respiração, queda ou sonolência depois, a hipótese de crise gelástica precisa ser investigada.
O melhor caminho é registrar os episódios em vídeo, anotar horário, duração, o que aconteceu antes, como a criança se comportou durante e como ficou depois. Essas informações ajudam muito o neuropediatra ou neurologista. Muitas vezes, será necessário solicitar eletroencefalograma, preferencialmente com sono ou vídeo, e, em situações selecionadas, ressonância magnética do encéfalo. O diagnóstico não deve ser feito apenas pela descrição solta do comportamento, porque tanto crises epilépticas podem parecer “comportamento”, quanto crises comportamentais podem parecer “convulsão”.
Procure atendimento com mais urgência se houver perda de consciência, queda, lábios arroxeados, dificuldade para respirar, crise prolongada, repetição de episódios no mesmo dia, regressão do desenvolvimento, sonolência intensa após o evento ou mudança importante em relação ao padrão anterior da criança. Também merece investigação todo episódio novo, repetitivo e sem explicação clara.
Em uma teleconsulta, é possível revisar a história com calma, assistir aos vídeos dos episódios, orientar a família sobre sinais de alerta, levantar hipóteses diagnósticas e definir se há necessidade de exames ou avaliação presencial. A telemedicina também permite segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, inclusive com médicos experientes e bem avaliados. Em tempos de COVID-19, mpox, parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, o atendimento online pode reduzir deslocamentos, exposição em salas de espera e perda de tempo no trânsito, preservando a segurança da família sempre que o caso permitir. Plataformas como a Doctoralia ajudam o paciente a conhecer perfis médicos, avaliações e experiências de atendimento. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil do profissional escolhido, guardar o contato e agendar uma avaliação para receber orientação individualizada.
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O medico receitou 4 gotas de melatonina para meu filho fazer exame de EEG, ele tem 10 meses e pesa 1
O medico receitou 4 gotas de melatonina para meu filho fazer exame de EEG, ele tem 10 meses e pesa 12kg.
essa dose é segura?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando falamos de um bebê de 10 meses, toda medicação precisa ser olhada com cuidado, mesmo quando parece simples.
A melatonina é uma substância que participa da regulação do sono. Em exames como o EEG, às vezes é usada para facilitar que a criança durma durante o registro, porque o sono pode melhorar a qualidade do exame e aumentar a chance de captar alterações importantes. Em geral, para uso único, orientado por médico e feito para um exame, costuma ser mais segura do que muitos sedativos tradicionais. Mesmo assim, não deve ser tratada como “gotinhas inofensivas”.
O ponto principal é que “4 gotas” não informa a dose real. O que define segurança é a quantidade de melatonina em miligramas. Cada marca pode ter uma concentração diferente. Em algumas apresentações, 4 gotas podem representar uma dose baixa; em outras, podem representar uma dose maior do que o necessário para um bebê. Por isso, antes de dar, confira no frasco quantos miligramas existem por gota ou por mL e confirme com o médico ou com o serviço onde será feito o EEG.
Para EEG em crianças, muitos protocolos usam doses baixas de melatonina, frequentemente na faixa de 1 a 3 mg cerca de 30 a 60 minutos antes do exame. Mas isso não substitui a avaliação individual, especialmente em menores de 1 ano. Seu filho tem 10 meses e pesa 12 kg; o peso ajuda, mas a idade também importa. Bebês pequenos podem ficar mais sonolentos e precisam de supervisão adequada.
Se a prescrição foi feita por médico que sabe a idade, o peso, o motivo do EEG e a apresentação do produto, a chance de problema com uma dose única costuma ser baixa. Os efeitos indesejados mais comuns são sonolência prolongada, irritação, tontura, náusea ou mudança no padrão do sono naquele dia. Procure atendimento se houver sonolência excessiva difícil de reverter, respiração estranha, palidez intensa, vômitos repetidos, moleza importante ou qualquer reação que pareça fora do habitual.
Não misture melatonina com outros remédios para dormir, antialérgicos sedativos, calmantes ou xaropes sem orientação médica. Também não aumente a dose por conta própria se ele não dormir. Para o EEG, siga exatamente o preparo orientado pelo serviço: horário da medicação, privação parcial de sono, alimentação, horário de chegada e necessidade de manter a criança segura no trajeto.
Minha resposta prática é: pode ser uma conduta segura quando a concentração do produto foi considerada e a prescrição foi feita corretamente; mas eu não daria apenas com a informação “4 gotas”, sem saber quantos miligramas isso representa. Uma ligação para o médico ou para a clínica do EEG resolve essa dúvida em poucos minutos e evita erro de dose.
Em uma teleconsulta é possível revisar o frasco, calcular a dose real em miligramas, avaliar o histórico do bebê e orientar o preparo do EEG com mais segurança. A Doctoralia ajuda na escolha de médicos com bom perfil de atendimento e satisfação dos pacientes. A telemedicina também facilita uma segunda opinião de forma rápida, discreta e conveniente, reduz deslocamentos, salas de espera e exposição desnecessária a infecções respiratórias e outras doenças transmissíveis. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil do médico na plataforma, guardar o contato e usar esse recurso quando precisar de orientação segura.
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Meu filho esta com epilepsia e esta fazendo o uso do depakene de 12 em 12 horas e percebi que está u
Meu filho esta com epilepsia e esta fazendo o uso do depakene de 12 em 12 horas e percebi que está urinando muito, sera que pode ser do remédio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança com epilepsia passa a urinar mais do que o habitual, é natural que os pais pensem imediatamente no medicamento. No entanto, o Depakene® (ácido valproico/valproato) não costuma causar aumento importante da quantidade de urina como efeito colateral frequente.
Um detalhe importante é que, em alguns casos, aquilo que parece ser apenas aumento da frequência urinária pode, na verdade, estar relacionado às próprias crises epilépticas. Existem tipos de crises que podem provocar perda involuntária de urina ou alterações transitórias do controle da bexiga. Além disso, se as crises não estiverem completamente controladas, pode haver manifestações sutis que passam despercebidas e acabam sendo interpretadas como outro problema.
Outro ponto que merece atenção é a dose do medicamento. Crianças crescem rapidamente e, com o aumento do peso, pode ocorrer a necessidade de ajuste da dose para manter níveis adequados de proteção contra as crises. Por isso, quando surgem novos sintomas ou mudanças de comportamento durante o tratamento, é fundamental reavaliar se a medicação está na dose correta e se o controle da epilepsia permanece satisfatório.
Também é importante considerar outras causas não relacionadas à epilepsia ou ao remédio, como aumento da ingestão de líquidos, infecções urinárias, alterações da glicemia, problemas hormonais ou hábitos comportamentais. A avaliação médica é necessária para diferenciar essas possibilidades.
Observe se esse aumento da urina vem acompanhado de outros sinais, como sede excessiva, perda de peso, despertares noturnos para urinar, episódios de "desligamento", movimentos involuntários, confusão após eventos suspeitos ou qualquer mudança recente no padrão das crises. Essas informações ajudam muito na investigação.
Uma teleconsulta pode ser uma excelente forma de esclarecer essa situação, revisar a história clínica, analisar o padrão das crises, verificar a necessidade de ajuste das doses e definir se há necessidade de exames complementares. A plataforma Doctoralia permite encontrar médicos com excelente avaliação dos pacientes e ampla experiência em epilepsia infantil.
Atualmente, a Telemedicina possibilita consultas e segundas opiniões médicas de forma rápida, segura, discreta e conveniente, permitindo acesso a profissionais altamente qualificados sem a necessidade de deslocamentos. Além de economizar tempo e evitar salas de espera, o atendimento online reduz a exposição a doenças infectocontagiosas, incluindo COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Mesmo que você esteja apenas iniciando a investigação ou deseje uma segunda opinião sobre o tratamento, uma teleconsulta pode ajudar a orientar os próximos passos com segurança. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil do médico na plataforma para conhecer sua experiência, avaliações e formas de atendimento.
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Neuropatia abdominal , qual origem ? Minha filha sofre com dor no estômago todo dia, mas depois da alimentação
Neuropatia abdominal , qual origem ? Minha filha sofre com dor no estômago todo dia, mas depois da alimentação na hora da digestão piora demais. Como saber se é neuropatia visceral abdominal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Ver uma filha sentir dor abdominal todos os dias, especialmente após as refeições, é algo que merece atenção e investigação cuidadosa.
A chamada neuropatia visceral abdominal é uma condição em que os nervos responsáveis por transmitir as sensações dos órgãos internos, como estômago e intestinos, passam a funcionar de forma inadequada. Isso pode fazer com que estímulos normais da digestão sejam percebidos pelo organismo como dor intensa ou desconforto exagerado. No entanto, é importante destacar que essa não é uma das causas mais comuns de dor abdominal crônica em crianças e adolescentes.
Quando existe uma neuropatia visceral, a dor costuma ser profunda, mal localizada e difícil de descrever. Algumas pessoas relatam sensação de pressão, queimação, cólicas persistentes ou pontadas difusas. Frequentemente surgem outros sintomas associados, como náuseas, sensação de estômago cheio logo após começar a comer, distensão abdominal, refluxo, constipação ou alterações importantes do funcionamento intestinal.
Entretanto, dores que pioram após as refeições podem ter diversas outras explicações. Gastrite, refluxo gastroesofágico, intolerâncias alimentares, doenças inflamatórias do trato digestivo, alterações da vesícula biliar, constipação intestinal, distúrbios funcionais da digestão e até fatores emocionais podem produzir sintomas semelhantes. Por isso, não é possível concluir que se trate de neuropatia visceral apenas pela descrição dos sintomas.
O diagnóstico costuma ser um desafio. O médico avalia detalhadamente a história clínica, realiza exame físico e, dependendo do caso, solicita exames laboratoriais, ultrassonografia abdominal, endoscopia digestiva ou exames específicos que avaliam a motilidade gastrointestinal. Em algumas situações, a participação conjunta de um gastroenterologista e de um neurologista pode ser necessária para esclarecer o quadro.
Uma informação importante é observar se sua filha apresenta sinais de alerta, como perda de peso, vômitos frequentes, sangue nas fezes, dificuldade para se alimentar, febre recorrente, anemia ou despertar noturno devido à dor. A presença desses sintomas exige avaliação médica mais rápida.
O tratamento depende da causa identificada. Quando há confirmação de um componente neuropático, geralmente a abordagem é baseada em ajustes alimentares, tratamento da doença de base quando existente e uso de medicamentos que modulam a transmissão da dor pelos nervos. Cirurgias raramente fazem parte do tratamento.
Uma teleconsulta pode ajudar a analisar toda a história clínica, identificar sinais que direcionem o diagnóstico e esclarecer quais exames realmente são necessários. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões médicas de forma rápida, segura, discreta e conveniente, inclusive com especialistas experientes e bem avaliados na plataforma Doctoralia. Além disso, você economiza tempo, evita deslocamentos e salas de espera e recebe orientação qualificada sem sair de casa.
Em um cenário em que continuam circulando diversas doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e outras infecções respiratórias, o atendimento online representa uma alternativa segura para muitas situações clínicas. Caso deseje uma avaliação mais detalhada do caso da sua filha, uma teleconsulta pode ser um excelente primeiro passo para organizar a investigação e responder às suas dúvidas de forma individualizada. Mesmo que não precise de atendimento neste momento, vale a pena conhecer os perfis dos especialistas disponíveis e manter esse recurso à disposição quando necessário.
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Meu filho tem 8 anos, foi diagnosticado com altas habilidades, porém a neuropsicologa solicitou test
Meu filho tem 8 anos, foi diagnosticado com altas habilidades, porém a neuropsicologa solicitou teste de processamento auditivo central e deu algumas alterações. É possível ter as dois diagnóstico ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Receber informações diferentes em avaliações distintas costuma gerar dúvidas nos pais, mas a resposta é sim: uma criança pode apresentar altas habilidades/superdotação e, ao mesmo tempo, alterações no Processamento Auditivo Central (PAC).
As altas habilidades se referem a um desempenho acima da média em determinadas áreas, como raciocínio lógico, linguagem, criatividade, memória ou capacidade de aprendizagem. Já o Transtorno do Processamento Auditivo Central está relacionado à forma como o cérebro interpreta e organiza os sons que chegam pelos ouvidos. São condições diferentes e não são mutuamente excludentes.
Na prática, uma criança superdotada pode ter excelente capacidade intelectual, vocabulário avançado e facilidade para aprender conteúdos complexos, mas ainda apresentar dificuldades para compreender informações em ambientes barulhentos, seguir instruções longas, diferenciar sons semelhantes ou manter a atenção durante tarefas que dependem muito da audição. Essas dificuldades podem ser identificadas durante a avaliação do processamento auditivo.
Inclusive, não é raro que crianças com altas habilidades desenvolvam estratégias compensatórias tão eficientes que algumas dificuldades passem despercebidas por muitos anos. Em determinados casos, apenas uma avaliação neuropsicológica detalhada ou exames específicos do processamento auditivo conseguem revelar essas diferenças.
O mais importante é interpretar os resultados dentro do contexto clínico da criança. Nem toda alteração encontrada nos testes significa necessariamente um transtorno com impacto funcional relevante. Por isso, a integração entre os achados da neuropsicóloga, do fonoaudiólogo especializado em processamento auditivo e do médico responsável é fundamental para determinar se existe necessidade de intervenção.
Caso as alterações tenham repercussão no desempenho escolar, na comunicação ou na rotina diária, a fonoterapia direcionada ao treinamento auditivo costuma trazer benefícios importantes. Ao mesmo tempo, as potencialidades relacionadas às altas habilidades devem continuar sendo estimuladas para que a criança desenvolva plenamente seus talentos.
Em uma teleconsulta é possível analisar os resultados da avaliação neuropsicológica e dos testes de processamento auditivo, esclarecer suas dúvidas e orientar os próximos passos de forma individualizada. A plataforma Doctoralia facilita a busca por médicos com excelente histórico de atendimentos e alta satisfação dos pacientes. Além disso, em um cenário de circulação contínua de doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza e outras viroses respiratórias, a Telemedicina oferece uma forma segura, rápida, discreta e conveniente de obter uma segunda opinião médica sem deslocamentos ou exposição desnecessária. Atualmente, a Telemedicina permite consultas de segunda opinião com profissionais experientes de diferentes regiões do país. Se desejar uma avaliação mais detalhada do caso do seu filho, basta acessar o perfil do médico de sua preferência na plataforma. Mesmo que não precise de atendimento neste momento, vale a pena manter esse contato e acompanhar conteúdos educativos confiáveis sobre saúde e desenvolvimento infantil.
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Meu filho tem Pc ,segundaria a kernicterus e desde 2022 toma medicação para epilepsia.As convulsões
Meu filho tem Pc ,segundaria a kernicterus e desde 2022 toma medicação para epilepsia.As convulsões são sempre de manhã, existe alguma explicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando as crises epilépticas acontecem repetidamente no mesmo horário do dia, como no período da manhã, isso geralmente não ocorre por acaso. Existe uma relação muito estreita entre a atividade elétrica cerebral, os ciclos do sono e os hormônios produzidos pelo organismo ao despertar.
Uma das explicações possíveis é o aumento natural do cortisol nas primeiras horas da manhã. O cortisol é um hormônio importante para o funcionamento do corpo e atinge seu pico logo após o despertar. Em algumas pessoas com epilepsia, especialmente aquelas que apresentam lesões cerebrais prévias, como no caso da paralisia cerebral secundária ao kernicterus, essas mudanças hormonais e metabólicas podem influenciar a excitabilidade dos neurônios e favorecer o surgimento das crises.
Outro fator importante é a transição entre o sono e a vigília. O cérebro passa por mudanças significativas de atividade elétrica nesse momento. Algumas síndromes epilépticas e determinados tipos de epilepsia são particularmente sensíveis a essas alterações, fazendo com que as convulsões ocorram preferencialmente ao acordar ou pouco tempo depois.
Também é necessário avaliar a relação entre o horário das medicações e o horário das crises. Em alguns pacientes, a concentração do anticonvulsivante no sangue pode estar mais baixa justamente nas primeiras horas da manhã, dependendo da dose utilizada, do intervalo entre as tomadas e das características do medicamento. Nesses casos, o neurologista pode considerar ajustes na distribuição das doses ao longo do dia, reforçando a cobertura medicamentosa no período matinal quando isso for clinicamente indicado.
Por esse motivo, é muito útil que a família mantenha um diário das crises, anotando horário, duração, características dos episódios, qualidade do sono da noite anterior, presença de febre ou outras intercorrências. Essas informações ajudam o médico a identificar padrões e a definir a melhor estratégia terapêutica.
Como seu filho apresenta paralisia cerebral associada ao kernicterus e epilepsia em tratamento desde 2022, vale a pena discutir esse padrão matinal com o neuropediatra ou neurologista responsável. Em alguns casos, pode ser necessária a revisão das doses, dos horários de administração ou até mesmo a realização de exames complementares, como eletroencefalograma, para compreender melhor o comportamento das crises.
Uma teleconsulta pode ser uma excelente oportunidade para revisar detalhadamente o histórico, analisar os horários das medicações, esclarecer dúvidas e orientar os próximos passos. A plataforma Doctoralia permite encontrar médicos com excelente avaliação dos pacientes e ampla experiência em epilepsia. Além da comodidade, a Telemedicina oferece acesso rápido e seguro à segunda opinião médica, sem deslocamentos e sem exposição desnecessária a doenças infectocontagiosas circulantes. Atualmente, é possível receber orientação especializada de forma prática, discreta e eficiente, diretamente de casa. Mesmo que não necessite de atendimento neste momento, vale a pena conhecer os perfis dos especialistas disponíveis na plataforma e manter esse recurso à disposição para quando surgir alguma necessidade.
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O cheiro da maconha pode desencadear crise convulsiva numa criança autista de 7 anos?
O cheiro da maconha pode desencadear crise convulsiva numa criança autista de 7 anos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando uma criança tem autismo e histórico de convulsões, é natural que os pais fiquem atentos a qualquer fator que possa desencadear uma nova crise.
De forma geral, apenas o cheiro da maconha não costuma ser considerado um gatilho direto para crises convulsivas. O odor, por si só, não contém quantidade suficiente das substâncias ativas da cannabis para provocar uma crise epiléptica em uma criança que esteja apenas próxima do ambiente. Entretanto, isso não significa que a exposição seja adequada ou isenta de riscos.
Na prática clínica, já acompanhei crianças autistas que apresentaram crises convulsivas após ingerirem produtos contendo cannabis. Isso pode acontecer quando a criança mastiga folhas ou flores da planta, consome brownies e outros alimentos preparados com cannabis ou até mesmo encontra e ingere derivados concentrados, como o haxixe. Infelizmente, essas situações não são raras em lares onde a droga é utilizada na presença das crianças ou armazenada de forma inadequada.
Além do risco de convulsões, a ingestão acidental de cannabis pode causar sonolência intensa, alteração do comportamento, dificuldade para andar, confusão mental, vômitos e necessidade de atendimento de urgência. Crianças pequenas e crianças com transtornos do neurodesenvolvimento tendem a ser especialmente vulneráveis aos efeitos dessas substâncias.
Outro ponto importante é que a fumaça da maconha, assim como a fumaça do cigarro, pode irritar as vias respiratórias. Embora isso não seja considerado uma causa comum de convulsões, pode gerar desconforto respiratório e exposição desnecessária a substâncias potencialmente prejudiciais ao desenvolvimento infantil.
Por essa razão, a recomendação é que cannabis, derivados e produtos comestíveis contendo a substância sejam mantidos fora do alcance das crianças, preferencialmente em locais trancados e seguros. Também é prudente evitar o consumo dessas substâncias em ambientes frequentados por crianças.
Se a criança apresentou uma convulsão após contato com maconha ou derivados, é fundamental avaliar cuidadosamente o contexto. Houve apenas exposição ao cheiro? Houve contato direto com a planta? Existe possibilidade de ingestão acidental? Essas informações ajudam muito na investigação médica.
Em uma teleconsulta é possível analisar o caso com mais profundidade, revisar o histórico de convulsões, medicamentos em uso, exames realizados e orientar os próximos passos. A plataforma Doctoralia facilita a busca por médicos com excelente avaliação de pacientes e ampla experiência em suas áreas de atuação.
Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões médicas de forma rápida, segura, discreta e conveniente, sem necessidade de deslocamentos ou permanência em salas de espera. Além de economizar tempo, ela reduz a exposição a doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias. Caso deseje uma avaliação mais detalhada, basta acessar o perfil do médico de sua preferência na plataforma. Mesmo que não necessite de atendimento neste momento, vale a pena manter esse contato e acompanhar conteúdos confiáveis sobre saúde e desenvolvimento infantil.
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Pessoas com transtornos psicóticos podem tomar muito café?
Pessoas com transtornos psicóticos
podem tomar muito café?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Essa é uma pergunta muito importante, porque o café é uma das substâncias psicoativas mais consumidas no mundo e, embora seja seguro para a maioria das pessoas quando usado com moderação, pode representar um problema para quem tem transtornos psicóticos.
A cafeína atua estimulando o sistema nervoso central. Em algumas pessoas, especialmente quando consumida em grandes quantidades, pode aumentar a ansiedade, a irritabilidade, a insônia, a inquietação e até favorecer alterações da percepção da realidade. Em indivíduos com transtornos psicóticos, como a esquizofrenia e outros quadros relacionados, esses efeitos podem contribuir para a piora dos sintomas ou dificultar o controle da doença.
Isso não significa que toda pessoa com transtorno psicótico esteja proibida de tomar café. Muitas conseguem consumir pequenas quantidades sem apresentar problemas. O que merece atenção é o excesso. Doses elevadas de cafeína, encontradas em vários cafés ao longo do dia, energéticos, pré-treinos e alguns suplementos, podem aumentar o risco de agitação, desorganização do pensamento e piora da qualidade do sono. E o sono inadequado, por si só, já é um fator conhecido por favorecer recaídas psiquiátricas.
Outro aspecto importante é que alguns medicamentos usados no tratamento dos transtornos psicóticos podem ter seus efeitos influenciados pelos hábitos alimentares e pelo consumo de estimulantes. Por isso, cada caso deve ser avaliado individualmente. O que é tolerado por uma pessoa pode não ser adequado para outra.
De forma prática, a recomendação costuma ser evitar excessos e observar se o café provoca sintomas como nervosismo, insônia, aumento da ansiedade, aceleração dos pensamentos ou piora de manifestações psicóticas. Caso isso aconteça, a redução ou suspensão da cafeína deve ser discutida com o médico assistente.
Não abuse dos psicoestimulantes. Além do café, bebidas energéticas, suplementos estimulantes e grandes quantidades de refrigerantes à base de cola também merecem cautela. Muitas vezes, pequenas mudanças nesses hábitos ajudam significativamente na estabilidade clínica.
Em uma teleconsulta é possível avaliar seu caso com mais detalhes, revisar medicações, hábitos de sono, alimentação e esclarecer dúvidas específicas. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões médicas de forma rápida, segura, discreta e conveniente, sem deslocamentos ou exposição desnecessária a ambientes com circulação de pessoas doentes. A própria plataforma Doctoralia facilita a identificação de médicos com elevada satisfação dos pacientes. Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena conhecer os perfis profissionais, guardar contatos de confiança e buscar orientação sempre que surgirem dúvidas sobre sua saúde. A avaliação individualizada continua sendo a melhor forma de definir se o consumo de café é adequado para o seu caso.
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Faz 1 semana que meu filho de 2 anos está tomando resperidona é está muito mais estressado e agressi
Faz 1 semana que meu filho de 2 anos está tomando resperidona é está muito mais estressado e agressivo. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando uma criança começa a usar a risperidona, os pais costumam esperar uma melhora rápida do comportamento. Por isso, é angustiante perceber que, após uma semana de tratamento, ela parece mais irritada, estressada ou agressiva.
Embora eu não considere isso "normal", também não é uma situação atípica. Algumas crianças podem apresentar mudanças comportamentais nos primeiros dias ou semanas de uso da medicação. Em certos casos, a dose pode não estar adequada para aquele momento, pode haver sensibilidade individual ao medicamento ou até mesmo coincidência com uma fase de maior irritabilidade relacionada ao próprio quadro que motivou o tratamento.
Também é importante lembrar que a risperidona não costuma agir de forma completa em apenas uma semana. Muitos dos seus efeitos comportamentais mais consistentes podem levar algumas semanas para serem observados. Por isso, geralmente avaliamos não apenas o que aconteceu nos primeiros dias, mas a evolução do conjunto de sintomas ao longo do tempo.
Vale a pena observar se, além da agressividade, surgiram outros sinais, como sonolência excessiva, agitação incomum, alterações importantes do sono, aumento do choro, ansiedade, movimentos involuntários ou mudanças significativas no apetite. Essas informações ajudam muito o médico a entender se a reação está relacionada à medicação ou a outros fatores.
A recomendação mais prudente é entrar em contato com o médico que prescreveu a risperidona para relatar essa mudança. Não interrompa o medicamento por conta própria sem orientação profissional. Dependendo da situação, pode ser necessário apenas aguardar mais alguns dias, ajustar a dose ou reavaliar a estratégia terapêutica.
Em uma teleconsulta é possível analisar detalhadamente a história clínica, revisar a indicação da medicação, avaliar possíveis efeitos adversos e esclarecer todas as suas dúvidas. A plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com excelentes avaliações de pacientes e histórico de alta satisfação. Atualmente, a Telemedicina também permite consultas de segunda opinião de forma rápida, segura, discreta e conveniente, possibilitando acesso a especialistas de diferentes regiões sem sair de casa.
Além da praticidade, o atendimento online reduz a exposição desnecessária a doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza e outras infecções respiratórias que circulam regularmente. Você economiza tempo de deslocamento, evita salas de espera e recebe orientação médica qualificada no conforto do seu lar. Se desejar uma avaliação mais individualizada do caso do seu filho, uma teleconsulta pode ajudar a definir os próximos passos com maior segurança e tranquilidade.
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Meu filho tem um problema no canal auditivo, já procurei neuropediatra e otorrino. O canal auditivo
Meu filho tem um problema no canal auditivo, já procurei neuropediatra e otorrino. O canal auditivo dele abre e fecha quando emite sons, é visível, tenho foto e vídeo. Mais é difícil examinar ele pois é uma criança de 9 anos com TEA n3 e D.I. ele parece sentir desconforto tanto otológico (não sei se dor ou zumbido) como dor de cabeça tbm. Na vdd ele tem diagnóstico de dor de cabeça crônica a 3 anos. Nos últimos 9 meses teve furúnculo de repetição 5vezes nesse mesmo ouvido, nunca teve otite ou outra infecção do ouvido ( sempre acompanhado por otorrino). Tanto otorrino como neuropediatra pediu ressonância do crânio que deu normal. A neuro pediu para procurar psiquiatra. Ninguém deu direção do que pode ser isso que acontece no ouvido do meu filho. As fotos e vídeos mostram como infla como se fosse balão dentro do ouvido do meu filho quando ele emite som, e quando para de emitir desinfla em milésimos de segundos. Não sei quem procurar, ou o que questionar. Otorrino e neuro não souberam tbm
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua angústia. Quando uma criança apresenta um sinal físico visível, recorrente e incomum, e mesmo após avaliações com especialistas a família continua sem uma explicação clara, é natural sentir insegurança e não saber qual caminho seguir.
Pela sua descrição, o que chama atenção não é apenas a dor de cabeça crônica ou os episódios repetidos de furúnculo, mas principalmente esse fenômeno em que uma estrutura dentro do ouvido parece inflar durante a emissão de sons e desinflar imediatamente quando a vocalização termina. Trata-se de um relato extremamente raro e pouco encontrado na prática clínica diária. De fato, é uma daquelas curiosidades médicas tão peculiares que despertam interesse até entre especialistas experientes.
Sem examinar a criança e sem analisar os vídeos, seria imprudente apontar um diagnóstico. No entanto, algumas hipóteses anatômicas podem ser consideradas. Existem alterações raras envolvendo o conduto auditivo externo, a membrana timpânica, bolsas de ar próximas ao ouvido, defeitos congênitos da parede do canal auditivo ou comunicações anormais com estruturas pneumáticas do osso temporal. Em alguns casos descritos na literatura, determinadas regiões do ouvido podem se expandir temporariamente quando a pressão do ar aumenta durante a fala, o canto, o choro ou outros sons produzidos pela própria pessoa.
Outra possibilidade é que o fenômeno esteja relacionado a alterações da tuba auditiva, da articulação temporomandibular ou de estruturas adjacentes ao canal auditivo. O fato de o movimento ocorrer de forma sincronizada com a emissão sonora sugere que pode existir uma relação mecânica ou de pressão entre a produção da voz e a estrutura que está se movimentando. Isso não significa necessariamente uma doença grave, mas certamente merece uma investigação direcionada.
O histórico de furúnculos de repetição no mesmo ouvido também merece atenção. Embora possa ser apenas uma condição separada, episódios recorrentes no mesmo local levantam a possibilidade de alterações anatômicas que favoreçam inflamações locais. Já a ressonância magnética normal é uma informação tranquilizadora, mas não exclui diversas alterações específicas do ouvido externo e do osso temporal, que muitas vezes são melhor avaliadas por outros exames.
Se eu estivesse orientando uma família em situação semelhante, pediria que reunisse todos os vídeos, fotografias e laudos já realizados. Muitas vezes, um vídeo mostrando claramente o fenômeno vale mais do que uma descrição verbal. Eu também consideraria a avaliação em um serviço terciário de otologia ou otorrinolaringologia pediátrica com experiência em malformações craniofaciais e doenças raras do ouvido. Em determinadas situações, exames como tomografia computadorizada de alta resolução dos ossos temporais podem fornecer informações que a ressonância não consegue mostrar adequadamente.
Também é importante não concluir automaticamente que tudo seja comportamental ou decorrente do autismo. Crianças com TEA nível 3 e deficiência intelectual podem ter dificuldade para expressar dor, desconforto, pressão ou zumbido, o que torna a investigação mais desafiadora. Isso não significa que os sintomas não sejam reais. Pelo contrário, exige ainda mais atenção dos profissionais envolvidos.
A recomendação para procurar um psiquiatra pode ter sido direcionada ao manejo global do comportamento, da comunicação ou da dor crônica, mas ela não substitui a necessidade de continuar investigando um sinal físico tão específico e documentado por imagens.
Uma teleconsulta pode ser extremamente útil nesse contexto. Com acesso aos vídeos, fotografias, laudos da ressonância, avaliações anteriores do otorrino e do neuropediatra, é possível organizar as informações, discutir hipóteses diagnósticas, definir quais especialistas têm maior probabilidade de ajudar e evitar exames desnecessários. Atualmente, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões de forma rápida, segura, discreta e conveniente, inclusive com médicos altamente experientes e bem avaliados. A própria plataforma Doctoralia facilita a identificação de profissionais com histórico consistente de satisfação dos pacientes.
Além disso, em tempos de circulação de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, influenza aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online oferece uma camada adicional de segurança para toda a família, evitando deslocamentos e permanência em salas de espera. Você economiza tempo e pode receber orientação especializada sem sair de casa.
Mesmo que futuramente seja necessária uma avaliação presencial específica, uma teleconsulta de segunda opinião pode ajudar a dar direção ao caso, interpretar os vídeos e esclarecer quais perguntas devem ser levadas ao próximo especialista. Guarde todo o material que você já registrou. Em casos raros como esse, os vídeos podem ser a peça mais importante para se chegar a uma resposta.
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Meu BB teve encefalomaci e convulsão mais hoje não tem mais a neuro pode parar o remédio?
Meu BB teve encefalomaci e convulsão mais hoje não tem mais a neuro pode parar o remédio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança teve encefalomalacia e apresentou convulsões no passado, é natural que os pais sintam insegurança diante da possibilidade de suspender o medicamento antiepiléptico. Afinal, ninguém quer correr o risco de ver as crises voltarem.
A boa notícia é que, em muitos casos, a suspensão do antiepiléptico pode ser considerada de forma segura. Essa decisão não é tomada apenas porque a criança está sem convulsões. O neuropediatra avalia diversos fatores, como o tempo sem crises, os resultados dos exames, especialmente o eletroencefalograma (EEG), a causa das convulsões, o desenvolvimento neurológico da criança e o risco de recorrência.
Mesmo em crianças que tiveram lesões cerebrais estruturais, como a encefalomalacia, pode haver situações em que o cérebro permanece estável por anos, sem novas crises, permitindo uma retirada gradual da medicação. Em geral, quando a suspensão é indicada, ela costuma ser feita lentamente, ao longo de semanas ou meses, justamente para reduzir riscos e permitir uma observação cuidadosa da evolução.
Por outro lado, cada caso é único. Algumas crianças conseguem permanecer sem medicamentos e nunca mais apresentam convulsões. Outras podem necessitar de tratamento por mais tempo. Por isso, a opinião do neuropediatra que acompanha a criança e conhece todo o histórico clínico é fundamental nessa decisão.
Se a especialista avaliou os exames, o tempo sem crises e as características do seu bebê e concluiu que é possível iniciar a retirada da medicação, essa recomendação provavelmente foi baseada em critérios técnicos bem estabelecidos. O mais importante é seguir exatamente a orientação recebida e nunca interromper o medicamento por conta própria.
Uma teleconsulta também pode ser útil para esclarecer dúvidas, revisar exames e obter uma segunda opinião especializada de forma rápida, segura e discreta. Atualmente, a Telemedicina permite esse tipo de acompanhamento com excelente qualidade, inclusive com neuropediatras experientes. A plataforma Doctoralia facilita a escolha de médicos com elevado índice de satisfação dos pacientes.
Além da comodidade, o atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e diminui a exposição a doenças infecciosas, como COVID-19, MPOX, infecções respiratórias e outras enfermidades transmissíveis. Você ganha tempo, mantém sua rotina e recebe orientação médica qualificada no conforto de casa. Caso ainda tenha dúvidas sobre o diagnóstico, os exames ou a retirada do antiepiléptico, uma teleconsulta pode ajudar a analisar o caso com mais profundidade e oferecer a segurança necessária para essa etapa do tratamento.
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Pode haver eficácia diferente no medicamento de diferente laboratório? Aristab e aquarela
Pode haver eficácia diferente no medicamento de diferente laboratório? Aristab e aquarela
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Essa é uma dúvida muito comum e, embora a resposta teórica seja uma, a experiência prática dos pacientes e médicos nem sempre é tão simples.
O Aristab (Aché) e o Aquarela (Biossintética) contêm o mesmo princípio ativo, o aripiprazol. Em tese, ambos devem produzir efeitos semelhantes, porque foram aprovados pelas autoridades sanitárias para comercialização. No entanto, eles são medicamentos similares, não genéricos, e cada fabricante utiliza excipientes, processos industriais, matérias-primas e controles de qualidade próprios.
Na maioria das pessoas, a troca entre marcas não causa qualquer problema perceptível. Porém, alguns pacientes relatam mudanças após a substituição, especialmente em medicamentos que atuam no sistema nervoso central, como o aripiprazol. Podem ocorrer diferenças na tolerabilidade, na velocidade de absorção e até na percepção subjetiva da eficácia. Isso é particularmente observado em pacientes com autismo, transtornos psiquiátricos, epilepsia e outros quadros neurológicos mais sensíveis a pequenas variações farmacológicas.
Do ponto de vista científico, não seria esperado que um medicamento fosse muito melhor do que o outro. Entretanto, na prática clínica, existem pacientes que estabilizam com uma determinada marca e apresentam piora comportamental, mais irritabilidade, mais sonolência ou menos controle dos sintomas após a troca. Nesses casos, vale a pena considerar a possibilidade de retorno ao produto que vinha apresentando melhores resultados.
Por isso, quando um paciente está bem controlado, muitos especialistas preferem evitar trocas frequentes entre fabricantes. Se uma mudança for necessária, o ideal é observar cuidadosamente o comportamento, o sono, a atenção, a irritabilidade, a ansiedade e outros sintomas durante algumas semanas.
Em resumo: sim, teoricamente Aristab e Aquarela deveriam ter eficácia semelhante por conterem o mesmo princípio ativo. Contudo, na vida real, alguns pacientes podem perceber diferenças após a troca de fabricante. Quando isso acontece, a avaliação deve ser individualizada e baseada na resposta clínica do paciente.
Em uma teleconsulta é possível analisar seu caso com mais detalhes, revisar o histórico de uso da medicação, avaliar possíveis mudanças após a troca de laboratório e esclarecer dúvidas específicas. A plataforma Doctoralia facilita a busca por médicos com excelente histórico de atendimento e alta satisfação dos pacientes. Além disso, a Telemedicina permite obter uma segunda opinião médica de forma rápida, segura, discreta e conveniente, sem deslocamentos e sem exposição desnecessária a ambientes de circulação de pessoas. Em um período em que continuam existindo diversas doenças infectocontagiosas circulantes, o atendimento online representa uma alternativa prática para cuidar da saúde da família. Caso deseje uma avaliação mais aprofundada, basta acessar o perfil do médico de sua preferência na plataforma e agendar uma teleconsulta.
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…