Emito recibo para solicitação de reembolso junto ao plano de saúde.
Ler mais17/11/2025
Rio de Janeiro 3 endereços
Número de registro: CRP 05/77387
22 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Sou Iasmin, psicóloga formada pela UERJ, com experiência clínica desde 2021. Durante minha formação, atuei no Serviço de Psicologia Aplicada (SPA), onde comecei meus atendimentos clínicos. Também participei de projetos de pesquisa, incluindo a elaboração de um capítulo de livro publicado pela Fiocruz sobre a história da psicologia. Além disso, trabalhei na área de psicologia jurídica, atendendo pessoas institucionalizadas, em situação de vulnerabilidade social. No campo clínico, trato de diversas questões que impactam o bem-estar emocional e psicológico, como ansiedade, estresse, solidão e insegurança. Também acompanho pessoas que estão passando por processos de luto, separação, desafios relacionados à maternidade ou outras mudanças significativas na vida. Além disso, apoio aqueles que enfrentam dificuldades em suas relações interpessoais, problemas de autoestima e questões relacionadas a transtornos como distúrbios alimentares, traumas psicológicos, transtornos obsessivo-compulsivos, depressão e transtornos de ansiedade, entre outros. Atuo com a abordagem fenomenológico-existencial e, atualmente, estou em formação contínua nessa abordagem pelo IFEN (Instituto de Psicologia Fenomenológico-Existencial do Rio de Janeiro). Auxilio no processo de compreensão e transformação, respeitando a individualidade e as experiências do indivíduo, reconhecendo o contexto social e cultural em que o paciente se encontra.
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22 opiniões
Faço terapia com a Iasmin há mais de um ano e sigo tendo certeza de que foi uma escolha incrível. Ela é uma psicóloga muito atenta aos detalhes, e essa sensibilidade faz toda a diferença. Não abro mão do nosso horário semanal!
Dra. Iasmin Quintino
Obrigada, Bárbara! Fico muito feliz com esse retorno! :)
Psicóloga que acolhe com gentileza e seriedade. Iasmin é uma profissional sensível, ética e atenta. Tem sido uma experiência muito positiva!
Dra. Iasmin Quintino
Muito obrigada, Genilda! :)
Uma profissional muito atenciosa! Pergunta, demonstra interesse, sabe ouvir. Super indico!
Dra. Iasmin Quintino
Obrigada, Lilás! :)
Bem atenciosa e te deixa a vontade na consulta para poder se expressar.
Dra. Iasmin Quintino
Obrigada, Marcelo! :)
Ótima profissional tem me ajudado muito, cada sessão é um progresso .
Dra. Iasmin Quintino
Obrigada, Daniele! ;)
A Iasmin é uma profissional incrível, com uma escuta muito atenta aos detalhes. Sempre me impressiona a forma como ela se lembra de coisas que comentei semanas atrás e consegue fazer conexões que me fazem enxergar situações sob uma nova perspectiva. A terapia com ela tem sido um espaço transformador, e sou muito grata por esse acompanhamento tão cuidadoso!
Dra. Iasmin Quintino
Muito obrigada, Alana! Fico muito feliz com suas palavras e pela confiança no processo.
A Iasmin sabe criar um espaço seguro onde posso me expressar, mas também me convida a olhar com honestidade para aspectos difíceis. É justamente essa combinação de acolhimento e questionamento que tem feito a diferença pra mim.
Dra. Iasmin Quintino
Obrigada, Lara! Fico contente com o retorno.
A modo como Iasmin conduz as sessões é sensível e profissional. Me identifiquei bastante com a abordagem dela. Estou muito feliz com esse início e otimista com o processo.
Dra. Iasmin Quintino
Muito obrigada, Francisca! Fico feliz com o retorno!
Desde a primeira sessão, me senti à vontade com a Iasmin. Ela tem uma presença muito acolhedora, escuta de verdade. Aos poucos fui me sentindo mais conectada comigo mesma, entendendo coisas que antes passavam batido. O processo não é fácil, mas tenho me sentido segura pra atravessar. Sou muito grata por esse cuidado tão genuíno.
Dra. Iasmin Quintino
Fico muito feliz com esse retorno, Jessica! É uma alegria poder acompanhar sua jornada. Obrigada pela confiança!
Iasmin é uma psicóloga maravilhosa, tem me ajudado muito no meu processo além disso me deixou tranquila pois era minha primeira vez na terapia.
Dra. Iasmin Quintino
Muito obrigada, Marina!
113 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento
O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não concorda ou não tem certeza se quer viver de fato?
Sou católica, tenho 23 anos, gosto muito de viver a minha fé e frequentar a igreja. Só q há alguns meses venho sentindo a sensação de culpa principalmente em viver alguns princípios da igreja.
Desde os 19 anos, frequento a igreja mais ativamente, fiz catequese, e tudo em relação a primeira comunhão e crisma.
Mas com o passar dos anos, foram surgindo questionamentos sobre relacionamentos mais precisamente em relação a: Castidade/Se manter casta até o casamento.
É um assunto q sempre foi uma questão pra mim. Na Igreja isso sempre é aprendido como correto e uma certa "obrigação".
A questão é que isso vem me deixando mal, pq quando penso em não seguir a castidade minha mente entra em conflito. Eu não sou uma pessoa tão religiosa, mas sempre valorizei minha relação com Cristo e a Igreja, e isso tem pesado minha consciência.
Já tem um tempo que eu tenho tentado colocar um certo limite mas isso acaba voltando em pensamentos negativos/culpa.
A questão é como viver minha fé mesmo não concordando com certas doutrinas/dogmas?
A fé, quando vivida de forma mais própria, não precisa ser apenas cumprimento de normas, mas pode se tornar um espaço de relação, de questionamento, de construção de sentido. Isso inclui, inclusive, poder duvidar, poder não saber, poder se perguntar.
Sustentar esse “não saber” pode ser desconfortável, porque muitas vezes fomos ensinados que é preciso ter certeza ou coerência o tempo todo. Mas, na experiência humana, nem sempre isso acontece e, às vezes, é justamente nesse espaço de incerteza que algo mais próprio pode começar a se delinear. Um caminho possivel é se perguntar o que, dentro da sua fé, faz sentido pra vocÊ hoje? o que segue porque acredita, e o que segue por medo, culpa ou expectativa? Como você gostaria de viver sua relação com Deus, para além do que ditaram que deveria ser?
Esse caminho não é sobre se afastar ou se aproximar da Igreja de um jeito “certo”, mas sobre se aproximar de si mesma na forma como você vive essa relação. Se esse conflito tem gerado sofrimento, pode ser muito importante ter um espaço de escuta (como a psicoterapia) onde você possa explorar isso com mais profundidade.
Dependência terapêutica pode se disfarçar de “confiança”?
A confiança, no processo terapêutico, é condição de possibilidade, é o que permite que o paciente se exponha, se escute e se implique na própria experiência. Mas ela pode começar a se deslocar quando o outro (terapeuta) passa a ocupar um lugar de referência privilegiada de sentido, como se soubesse mais sobre a vida do paciente do que ele próprio.
Mesmo que o trabalho do psicólogo não seja o de dizer o que o outro deve fazer, a dependência pode aparecer de formas mais sutis, por exemplo quando o paciente sente que só consegue se compreender dentro da sessão ou quando há uma dificuldade crescente de se posicionar sem essa mediação.
Ao mesmo tempo, o trabalho da terapia se orienta justamente para a autonomia, no sentido de favorecer que o sujeito se aproprie da sua experiência e se coloque diante de si. Nesse caminho, o terapeuta não é um guia que conduz, mas alguém que sustenta um espaço onde algo pode aparecer.
Por isso, quando a relação começa a se organizar de forma mais hierárquica ou quando o terapeuta é colocado (ou se coloca) nesse lugar de saber, isso não é algo a ser evitado “fora” da terapia, mas algo que precisa entrar como tema da própria terapia.
A chamada “dependência”, nesse sentido, não é apenas um problema a ser eliminado, mas um fenômeno relacional que pode revelar modos de se vincular, expectativas sobre o outro, dificuldades em sustentar a própria liberdade ou mesmo o peso que é se responsabilizar por si.
E é justamente ao poder olhar para isso junto, nomear, questionar e compreender como isso se dá na relação, que o processo terapêutico pode retomar sua direção, não a de substituir o sujeito, mas a de devolvê-lo a si mesmo. Então, o importante é como o terapeuta se mantém atento à forma como é colocado na relação e ao que faz com isso.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.