Consultório

Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), Higienópolis, São Paulo
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Primeira consulta psiquiatria • R$ 760

Psicoterapia • R$ 760

Tratamento em psiquiatria em hospital geral • R$ 760 +34 mais

Atendimento psiquiátrico de crianças e adolescentes • R$ 760

Psicoterapia de grupo • R$ 760

Terapia cognitivo-comportamental • R$ 760

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Experiência

Sobre mim

Sou formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 1986. Em 1989, terminei minha formação na especialidade de Psiquia...

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Experiência em:

  • Psicoterapia
  • Psiquiatria Ambulatorial
  • Psiquiatria Biológica
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Tratar condições médicas

  • Estresse
  • Depressão
  • Dependência Química
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Formação

  • Psiquiatra, Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, 1989
  • Doutor em Medicina, Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, 2012
  • Mestre em Medicina, Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, 1996
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Idiomas

Português, Inglês, Alemão, Húngaro

Opiniões dos pacientes

5

Classificação geral
1 opinião

  • Pontualidade
  • Atenção
  • Clínicas e hospitais
P
Local: Consultório particular Tratamento da ansiedade

Pontos positivos
tem um conhecimento academico gigantesco, muito inteligente e possui uma visao de mundo diferenciada. É o tipo de pessoa que traz verdades para o paciente. Além de nao incentivar o uso de medicamentos psiquiatricos.

Dr. Ivan Mario Braun

Agradeço seus comentários. Certamente, não incentivo o uso de medicamentos, porque nem sempre estão indicados. Mas, sendo médico, quando necessário, sempre os utilizo. Não sou contra medicamentos, apenas a favor de seu uso criterioro.
Abraços!


Serviços e preços

Primeira consulta psiquiatria

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Psicoterapia

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Primeira consulta em psiquiatria infantil


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

Preço não relatado

Consultório particular


Atendimento psiquiátrico de crianças e adolescentes

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Psicoterapia de grupo

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Terapia cognitivo-comportamental

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Terapia de casal

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Internação domiciliar


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

Preço não relatado

Consultório particular


Terapia familiar

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Tratamento em transtornos de personalidade


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Terapia sexual


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Interconsulta psiquiátrica


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

Preço não relatado

Consultório particular


Psiquiatria de adulto e idoso


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Tratamento para bulimia nervosa


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

Preço não relatado

Consultório particular


Tratamento da esquizofrenia e outros transtornos psicóticos


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Tratamento da depressão


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Preço não relatado

Consultório particular


Segunda opinião em psiquiatria


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Tratamento para parar de fumar


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Tratamento de transtornos alimentares


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Tratamento em transtorno obsessivo compulsivo (toc)


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Psicoterapia adulto

R$ 760


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R$ 760

Consultório particular


Tratamento de transtorno afetivo bipolar


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Consultório particular


Consulta domiciliar psiquiatria

R$ 1.500


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 1.500

Consultório particular


Terapia comportamental

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Tratamento de transtorno de personalidade borderline


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Parecer psiquiátrico


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Consultório particular


Parecer psiquiátrico para cirurgia bariátrica


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Consultório particular


Tratamento da automutilação


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Consultório particular


Terapia cognitiva

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Tratamento adicção

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Tratamento da ansiedade


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Tratamento da insônia


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

Preço não relatado

Consultório particular


Retorno de consultas psiquiatria


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

Preço não relatado

Consultório particular


Tratamento em psiquiatria em hospital geral

R$ 760


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

R$ 760

Consultório particular


Tratamento para anorexia nervosa


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Tratamento de alcoolismo


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

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Consultório particular


Consulta psiquiatria


Rua Mato Grosso 306 (14° andar, conjunto 1415), São Paulo

Preço não relatado

Consultório particular

Opiniões dos pacientes

5

Classificação geral
1 opinião

  • Pontualidade
  • Atenção
  • Clínicas e hospitais
P
Local: Consultório particular Tratamento da ansiedade

Pontos positivos
tem um conhecimento academico gigantesco, muito inteligente e possui uma visao de mundo diferenciada. É o tipo de pessoa que traz verdades para o paciente. Além de nao incentivar o uso de medicamentos psiquiatricos.

Dr. Ivan Mario Braun

Agradeço seus comentários. Certamente, não incentivo o uso de medicamentos, porque nem sempre estão indicados. Mas, sendo médico, quando necessário, sempre os utilizo. Não sou contra medicamentos, apenas a favor de seu uso criterioro.
Abraços!


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Dúvidas respondidas

299 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia


  • Pergunta sobre Autismo

    Gostaria de saber o que devo fazer no caso que um adulto autista leve que apresenta sindrome do panico e depressão e não quer tomar os medicamentos que o psiquiatra passou. Devo dar na comida? (ele relata que se tomar o medicamento fica se sentido estranho, como sono e não consegue estudar)

    A ética médica não permite que um médico oriente a administração involuntária da medicação a não ser em casos de risco imediato à vida ou quando seu transtorno mental claramente compromete sua autonomia.

    Algumas sugestões:

    1. Converse com o paciente e procure descobrir porque não quer tomar as medicações. Talvez você mesmo consiga superar o problema.

    2. Converse com o psiquiatra e peça orientações a ele.Talvez uma conversa dele com o paciente ou com vocês dois ajude a resolver a situação.

    3. Converse com um enfermeiro especializado em Psiquiatria e peça orientações.

    4. Converse com um terapeuta comportamental - há dicas que podem estimular a pessoa a aceitar melhor os remédios.

    Se o psiquiatra não tiver disponibilidade para discutir as dificuldades que vocês estão tendo para administrar a medicação, talvez possa indicar um colega que tenha. Trata-se de situações frustrantes e difíceis e nem todos têm tempo e paciência para investir na sua resolução.

    Dr. Ivan Mario Braun

  • Pergunta sobre Olcadil

    Trocar alprazolam por zolpidem para melhorar minha perda de memória recente é boa opção?

    O alprazolam faz parte do grupo dos benzodiazepínicos (BZD) e o zolpidem faz parte do grupo das "drogas Z". Apesar de serem moléculas diferentes, seu mecanismo de ação é o mesm - a potencialização do efeito de uma substância química inibidora, no cérebro, chamada de ácido gama-aminobutírico (GABA). Um dos efeitos colaterais mais problemáticos destas drogas é o comprometimento da memória. Este comprometimento ocorre na forme de problemas de memória anterógrada - ou seja, a pessoa se esquece de coisas que fez, ouviu ou viu logo após ingerir a droga, mas também de dificuldades na memória recente, EM LONGO PRAZO. Os estudos sugerem que pessoas que usam estas medicações por períodos longos podem desenvolver problemas de memória que podem em parte permanecer mesmo após pararem de usar as medicações. O consenso atual é que, de modo geral, estas medicações devem ser usadas por prazos de apenas duas semanas para insônia e seis para ansiedade. Outras opções devem ser usadas em longo prazo.

    Dr. Ivan Mario Braun

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

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Sobre mim

Sou formado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em 1986. Em 1989, terminei minha formação na especialidade de Psiquia...

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  • Psiquiatria Ambulatorial
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Tratar condições médicas

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  • Depressão
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  • Psiquiatra, Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, 1989
  • Doutor em Medicina, Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, 2012
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Depressão

O sintoma central da depressão é um profundo desânimo ou tristeza, ocorrendo a maior parte do tempo, a maior parte dos dias, durante pelo menos algumas semanas seguidas. Além deste, podem associar-se insônia ou excesso de sono, falta ou excesso de apetite, perda da capacidade de sentir prazer, pensamentos negativos (desde pessimismo excessivo até vontade de morrer ou mesmo ideias de matar-se), pensamento alentecido, dificuldades de concentração, perda do desejo sexual. Depressões ocorrem em cerca de 30% das pessoas, ao longo da vida e depressões graves, em cerca de 10%.


Abuso De Maconha

Ao contrário do que muitos pensam, a maconha não é uma planta inofensiva. Apesar de causar dependência com menor frequência que a cocaína ou mesmo o tabaco, cerca de 10% das pessoas que usam se tornam dependentes. Pesquisas mostram claramente que a maconha pode desencadear surtos psicóticos, comprometer a memória e o aprendizado e provocar problemas respiratórios. Não há ainda medicações comprovadamente eficazes no tratamento da dependência de maconha, mas é útil a abordagem com técnicas cognitivo-comportamentais.


Terapia Cognitivo-Comportamental

Na terapia cognitivo-comportamental, procuramos identificar quais são as circunstâncias, pensamentos e emoções que estão envolvidos numa série de transtornos, como transtornos de uso de drogas, transtornos ansiosos como o social e a agorafobia, transtorno obsessivo compulsivo, transtornos alimentares, insônia. Há técnicas que podem ser úteis também no transtorno de déficit de atenção-hiperatividade. Mapeando os desencadeantes e os estímulos do ambiente que mantêm o problema, é possível intervir e ajudar as pessoas, seja ao lado do tratamento medicamentoso ou, em alguns casos, no lugar dele. A terapia cognitivo-comportamental é cientificamente demonstrada para vários problemas psiquiátricos.


Abuso De Substâncias

Os transtornos de uso de substâncias se caracterizam pelo uso continuado de uma substância (álcool, tabaco, maconha, cocaína, tranquilizantes, alucinógenos, anfetaminas), apesar de problemas recorrentes devidos ao seu uso. A gravidade do transtorno é variável e é errado acreditar que só tem problema de "vício" quem nunca consegue parar de usar ou quem tem graves prejuízos devido ao uso. A maioria das pessoas consegue parar de usar por períodos mais ou menos longos e a maioria delas continua a desempenhar suas atividades razoavelmente bem - a piora é gradual e as primeiras queixas frequentemente vem de amigos e familiares, incomodados por comportamentos que associam ao uso de drogas.


Tratamento Adicção

Apenas alguns tipos de transtornos de uso de substâncias têm tratamentos medicamentosos comprovados: tabagismo, alcoolismo transtorno de uso de heroína. Infelizmente, por enquanto, não há medicações aprovadas para abuso de maconha e cocaína. O tratamento dos transtornos de uso de substâncias, mesmo quando há medicações, devem sempre envolver alguma modalidade de psicoterapia como, por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental, que pode apresentar bons resultados. Apesar de que algumas pessoas conseguem se manter abstinentes desde o início do tratamento, é frequente haver recaídas. Mas, ao longo do tempo, se houver persistência, há uma tendência a haver menos recaídas e de menor gravidade


Psicoterapia

A psicoterapia é um conjunto de técnicas com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas, através de ajudá-las a compreender melhor seus problemas e a origem deles. Há técnicas psicoterápicas para uma série de condições e elas são especialmente úteis em transtornos de ansiedade. Por vezes, as pessoas procuram psicoterapia mesmo sem ter um diagnóstico psiquiátrico, para melhorar seus relacionamentos, seja porque têm algum problema, seja para se tornarem mais eficientes na relação com outros seres humanos. Cabe ao psiquiatra distinguir quando se trata de um transtorno psiquiátrico que requer tratamento medicamentoso e quando a indicação é psicoterapia ou há necessidade de ambos.

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