Jessica Hintz

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Paulo 3 endereços

Número de registro: CRP 06/135365

9 opiniões
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Experiência

Sou psicóloga, especialista em Terapia Cognitiva Sexual, com formação em sexualidade pelo PROSEX (Faculdade de Medicina da USP).

Atendo pessoas que vivenciam dificuldades na sexualidade e nos relacionamentos, considerando os aspectos emocionais, psicológicos e relacionais envolvidos.

Meu trabalho é pautado em escuta acolhedora, respeito à singularidade e intervenções baseadas em evidências.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia de casal

Experiência em:

  • Sexologia
  • Terapia sexual
  • Sexualidade humana

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (3)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    A partir de R$ 330

  • Terapia de identidade sexual e sexualidade

    R$ 330

  • Psicoterapia online

    R$ 330

  • Sexualidade do adolescente

    R$ 330

  • Sexualidade na velhice

    R$ 330

Consultórios (4)

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Instituto Borghi

Avenida Ibirapuera 2907, conjunto 1504, São Paulo 04029-200

Disponibilidade

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Aceito

Número de telefone

(11) 99837...
(11) 98344...
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Disponibilidade

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Aceito

Número de telefone

(11) 98344...
(11) 99837...
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Clinica Santé Coworking

Rua: Dr. Bráulio Gomes, República, São Paulo 01047-020

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Aceito

Número de telefone

(11) 99837...
(11) 98344...
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Unihclinic

Rua Professor Filadelfo Azevedo 644, São Paulo 04508-011

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Aceito

Número de telefone

(11) 99837...
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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

9 opiniões

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  • G

    A Jessica é uma excelente profissional, sempre muito atenta aos detalhes e procura sempre proporcionar um ambiente leve e sem “tabus”. Ela fez muita diferença na minha vida na época que eu e meu marido realizamos o tratamento com ela.
    Sou grata e recomendo!!!

     • outro lugar Outro  • 

  • R

    Excelente profissional, sessão com dinamismo e eficácia. Muito atenciosa e sempre atenta aos pequenos detalhes.

     • Clínica Santé- Teleconsulta Outro  • 

  • M

    Foi muito importante o acompanhamento com a Dra ! Com certeza me ajudou a evoluir e me conhecer melhor.

     • outro lugar Outro  • 

  • R

    Em um momento conturbado da minha vida pessoal, iniciei um acompanhamento com a Dra. Jessica, e foi fundamental para os ajustes necessários. Profissional extremamente atenciosa e acolhedora.

     • outro lugar Outro  • 

  • J

    Já havia passado por outros profissionais antes e achei que terapia não era para mim.
    Mas que bom que dei mais uma chance, com a Dra. Jéssica a experiência foi completamente diferente.
    Desde o início senti o respeito dela ao meu tempo e processo. Dessa forma me senti acolhido e em um local seguro, o que é fundamental para ter um ponto de partida para evolução pessoal.
    Além disso, ela está sempre em busca de conhecimento na área trazendo sempre novas abordagens e técnicas para as sessões.
    Recomendo! =)

     • outro lugar Outro  • 

  • G

    A dra. Jessica é espetacular! Foi sensacional no meu tratamento, tanto que estou com saudades das sessões. Terapia com a pessoa certa, é a chave de uma vida saudável!

     • Clínica Santé- Teleconsulta Consulta Psicologia  • 

  • A

    Jessica e uma profissional fora de serie, ajudou muito em diversos pontos, extremamente pontual, muito inteligente e de uma humildade e simplicidade para explicar os pontos que fazem toda diferença! Super recomendo

     • Clínica Santé- Teleconsulta Consulta psicológica online  • 

  • M

    A Jéssica é uma excelente terapeuta sexual.
    Domina as melhores técnicas da área e sempre foi solícita e atenta com as minhas demandas. Recomendo fortemente para quem busca uma terapeuta atenta e proativa.

     • Clínica Santé- Teleconsulta Consulta sexologia  • 

  • F

    Jéssica é uma psicóloga ímpar, seu olhar e jeito de nos ajudar é mágico e muito paciente, além de atencioso, foi uma das melhores terapeutas (psicos) que já tive, indico de olhos fechados tamanha a gratidão que tivemos em vários meses juntas, ela vale cada centavo.

    A única questão é que a agenda dela é apertada, não consegue remanejar muito mas é questão de se adaptar mesmo.

     • Clinica Santé Coworking  • 

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Dúvidas respondidas

39 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Estou vivendo um relacionamento vai fazer 2 anos e sou muito feliz ao lado do meu marido. Porém ele não está feliz, me diz que sou apática e sem sentimentos pois não consigo expressar meus sentimentos, não sei demonstrar. Ele diz que não se sente amado, desejado e valorizado.
Tenho muitos traumas e não sei me expressar , já tentei algumas vezes me esforçar pra mudar isso mas nunca consigo mudar realmente de verdade.
As vezes realmente sinto que sou fria e sem sentimentos pois em muitas situações eu não consigo demonstrar o que tô sentindo, sou muito carinhosa fisicamente com ele mas falta conseguir me expressar em palavras, gestos e atitudes. Ele está sofrendo pois me valoriza muito e eu não consigo entregar essa reciprocidade. Eu não quero o perder mas me sinto perdida.

O fato de você reconhecer isso e querer mudar já diz muito sobre quem você é e sobre o quanto se importa com essa parceria. A dificuldade de expressar sentimentos em palavras e gestos quase sempre tem raízes em experiências anteriores, onde demonstrar emoções não era seguro, não era bem recebido ou simplesmente nunca foi ensinado. Os traumas que você menciona provavelmente têm papel importante nisso. Não é falta de sentimento, é uma dificuldade real de acesso e expressão emocional que foi se construindo ao longo da vida como forma de proteção. O esforço consciente para mudar ajuda até certo ponto, mas sem trabalhar o que está na base dessa dificuldade, a mudança tende a não se sustentar, exatamente como você percebeu. A psicoterapia é o espaço ideal para acessar esses padrões mais profundos, entender sua origem e desenvolver uma forma mais genuína e duradoura de se expressar. Você não precisa se perder nem perder ele nesse processo.

 Jessica Hintz

Pergunta sobre Baixa autoestima

Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?

Obrigada por compartilhar tudo isso com tanta coragem e detalhes. Só de conseguir organizar e nomear o que viveu já é um passo importante. Respondendo suas perguntas de forma direta: sim, o que você descreve tem características claras de um relacionamento abusivo e controlador. Controlar roupas, músicas, amizades, família, corpo e impor medo como forma de manutenção do vínculo não são exigências de amor, são formas de controle. E sim, o que você sente pelo ex tem características de dependência emocional, que é quando nos apegamos de forma intensa a uma pessoa mesmo reconhecendo que a relação nos faz mal.
A sensação de que nunca vai encontrar alguém assim é muito comum após relacionamentos com esse perfil, justamente porque a intensidade e o controle criam uma ilusão de amor muito forte. Mas o que você viveu não foi amor pleno, foi um amor condicionado e limitador.
Um mês é muito pouco tempo e chorar faz parte do processo. Não existe prazo para superar, mas existe caminho. Buscar psicoterapia agora é fundamental, não só para superar o término, mas para compreender os padrões que te levaram a ceder tanto, a se perder de si mesma e a confundir controle com cuidado. Você merece um amor que te expanda, não que te diminua.

 Jessica Hintz
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Perguntas frequentes