Néo Alves Martins, 3176 - Sala112, Zona 03, Maringá 87013-060
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Ler mais07/11/2023
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86 opiniõesMe chamo Lidiane Motta, sou psicóloga e psicanalista. Atuo há quase uma década na clínica, escutando dores e, sobretudo, sendo testemunha do poder transformador que o ser humano carrega dentro de si.
Além da escuta clínica, sigo o tripé fundamental da psicanálise: estudo constante da teoria, supervisão qualificada e análise pessoal. Acredito que só é possível sustentar a escuta do outro quando também estamos em contato com as nossas próprias questões.
Desde muito cedo, fui atravessada por uma inquietação: entender a dor humana — especialmente aquela que nasce nas crises existenciais, que se manifestam nos problemas de relacionamento, na depressão, na ansiedade, no silêncio, nas inibições e nos excessos.
A psicanálise não foi uma escolha aleatória. Ela me encontrou no momento exato em que eu precisava me encontrar. E, desde então, tem sido o ofício que abracei com alma, amor e compromisso.
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Este especialista não oferece agendamento online neste endereço
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86 opiniões
Ela foi uma querida, me senti muito acolhida e seguro no espaço. Uma profissional incrível
Acredito que ela possa me auxiliar nos pontos necessários ( emocional )
A Lidiane é uma excelente profissional. Competentíssima. Super recomendo!
Está sendo uma experiência ótima, estamos no começo ainda mais tem sido realmente incrível
Excelente, eu já havia passado por algumas psicanalistas e a Lidiane foi quem me trouxe melhores resultados, evoluindo a cada sessão
A Lidiane olha com olhos que nem a gente acha que seria possível, faz as perguntas certas que fazem pensar de vardade lá no fundo o que a gente sente! Muito atenciosa, um jeito muito cuidadoso e também transparente na medida certa de trazer os pontos necessários. Excelente profissional!
Com ela, eu sinto que cada sessão é um espaço seguro para realmente me enxergar. Ela não só escuta, mas consegue me ajudar a entender minhas dores sem julgamento.
A psicóloga Lidiane Motta tem uma sensibilidade absurda. Ela não só entende de psicanálise, mas tem uma forma de trazer isso pra vida real que faz todo sentido. Com ela, eu percebo coisas que nunca tinha parado pra pensar sobre mim mesma.
O que eu mais admiro na Lidi é que ela não passa uma sensação de julgamento. Ela acolhe, mas ao mesmo tempo consegue cutucar nos pontos certos, sabe? Isso faz com que a gente realmente se mova e não fique preso na dor.
Além de ser uma pessoa incrível, é uma profissional dedicada, atenciosa e extremamente competente. Sua escuta acolhedora e sua forma de conduzir o processo terapêutico fazem toda a diferença na vida de quem tem o privilégio de ser atendido por ela!!
profissional muito atenciosa, escuta ativa e insights maravilhosos!
5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como tratar o pensamento dicotômico? .
Na psicanálise, o pensamento dicotômico — aquele “tudo ou nada”, “bom ou ruim”, típico de muitos pacientes com TPB ou outras dificuldades estruturais do self — não é tratado apenas com técnicas cognitivas, mas com intervenções que exploram o mundo interno, a história de vinculação e os mecanismos de defesa.
Em resumo: tratar o pensamento dicotômico na psicanálise é uma jornada de integração interna, onde o paciente aprende a tolerar ambivalência, simbolizar emoções e desenvolver um self mais coeso, ao invés de simplesmente ensinar “técnicas racionais” de modificação de pensamento.
O que é instabilidade emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Na perspectiva da psicanálise, a instabilidade emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não é vista apenas como “variação de humor” ou impulsividade superficial, mas como um reflexo profundo das dinâmicas internas do self e das relações objetais.
Podemos entender assim:
Fragilidade do self: O indivíduo com TPB possui um sentido de identidade instável. Isso significa que seu “eu” é pouco consolidado e depende muito do ambiente e das relações interpessoais para se sentir seguro e íntegro. Pequenos eventos ou percepções de rejeição podem desestabilizar esse senso de si.
Relações objetais ambivalentes: Segundo a teoria psicanalítica, especialmente a linha dos teóricos da psicodinâmica do self, pessoas com TPB internalizam objetos (ou figuras significativas) de forma particional, alternando entre idealização e desvalorização. Essa dinâmica gera fortes flutuações emocionais, porque o outro é percebido ora como “bom” e ora como “perigoso”, e essas percepções externas reverberam dentro do self.
Dificuldade em tolerar frustração e angústia: A instabilidade emocional também se manifesta na baixa capacidade de conter sentimentos de abandono, raiva ou vazio. Em termos psicanalíticos, há uma falta de mecanismos maduros de contenção, fazendo com que emoções intensas explodam ou oscilam rapidamente.
Mecanismos de defesa primitivos: Mecanismos como clivagem, idealização/desvalorização, negação ou projecção são comuns, e contribuem diretamente para a instabilidade emocional. O mundo interno é percebido em “tudo ou nada”, e isso se traduz em mudanças bruscas de humor e comportamento.
Em resumo, a instabilidade emocional no TPB, vista pela psicanálise, é a expressão da fragilidade estrutural do self e das relações internas com os objetos, mais do que apenas uma oscilação de sentimentos: é o reflexo de um mundo interno vulnerável e facilmente desorganizado pelas experiências interpessoais.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.