Luiz Siqueira
Psicólogo
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Luiz Siqueira é Psicólogo, sua prática é voltada à ajudar pessoas em momentos difíceis: executivos, empresários e profissionais experientes que enfrentam burnout, rupturas de carreiras, decisões complexas, transições difíceis ou outras dificuldades adicionais na vida profissional e pessoal.
Luiz Siqueira é o melhor especialista em Hipnose Ericksoniana Avançada do País.
Seu foco é ajudar pessoas a recuperar clareza, estabilidade interna e capacidade de decisão, sem reduções simplistas e sem soluções genéricas.
Publicou um livro explicando o porquê do sofrimento humano, QUANDO FALAR NÃO BASTA - Os Limites das Terapias.
Milton Erickson — O Clínico que Pensava Onde os Outros Aplicavam Técnicas
Milton Hyland Erickson entrou na história da hipnose como um clínico.
Erickson começou no lugar mais exigente da psicoterapia: diante de pessoas reais, com sintomas reais, resistências reais, sofrimentos reais, famílias reais, bloqueios reais e urgências que não esperavam a conclusão de um debate acadêmico.
Erickson era, antes de tudo, um clínico prático.
E por isso sua autoridade não vinha apenas do que dizia. Vinha do que acontecia quando ele trabalhava.
Ele apresentava resultados. Produzia mudanças. Fazia demonstrações. Recebia pacientes difíceis. Ensinava em workshops. Trabalhava em hospitais. Deixava alunos, médicos e terapeutas assistirem às suas intervenções. E, muitas vezes, o que se via era desconcertante: uma fala aparentemente simples deslocava uma resistência antiga; uma história lateral reorganizava uma resposta; uma pergunta indireta modificava o estado interno do paciente; uma metáfora infantil atravessava defesas adultas; um gesto mínimo mudava a direção de um tratamento.
Muitos assistiam.
Poucos compreendiam.
Essa é a diferença entre uma técnica e uma inteligência clínica.
Em 1923, na Universidade de Wisconsin, Erickson encontrou Clark L. Hull, um dos nomes importantes da psicologia experimental norte-americana. Hull representava o esforço de transformar a psicologia em ciência mensurável, controlada, experimental. Era o mundo da regra geral, da hipótese, do laboratório, da sugestibilidade estudada como fenômeno psicológico.
Hull buscava leis gerais. Erickson via que, na clínica, o detalhe individual frequentemente valia mais do que a média estatística. Hull procurava regularidades. Erickson descobria caminhos. Hull perguntava o que a hipnose era. Erickson perguntava o que ela podia fazer, ali, com aquela pessoa, naquele momento, com aquela história, aquela resistência, aquele corpo, aquele sintoma, aquela possibilidade.
A ruptura começa aí.
O ponto central era este: ele conseguia produzir mudança onde muitos não conseguiam.
Essa é a autoridade clínica mais difícil de refutar.
E uma coisa é muito mais difícil de negar: Erickson era eficaz.
E essa eficácia vinha de uma forma de pensar.
Ele não trabalhava como quem aplicava uma receita. Trabalhava como quem lia um sistema vivo. Observava a respiração, a postura, a escolha das palavras, o ritmo da resposta, a história familiar, a resistência, o sintoma, a contradição, a oportunidade. O que para outros era obstáculo, para ele virava material. O que para outros era resistência, para ele virava caminho. O que para outros era erro, para ele podia ser porta de entrada. O que para outros era silêncio, para ele podia ser trabalho em andamento.
Essa é a grandeza de Erickson: ele não combatia o paciente. Ele utilizava o paciente.
Utilizava sua linguagem.
Utilizava sua história.
Utilizava sua resistência.
Utilizava seu sintoma.
Utilizava sua teimosia.
Utilizava sua distração.
Utilizava sua inteligência inconsciente.
Utilizava até aquilo que parecia atrapalhar.
Nesse sentido, Erickson foi um dos grandes clínicos da utilização.
A tradição europeia da hipnose vinha de uma longa história: Mesmer, Puységur, Braid, Charcot, Bernheim, Janet, Freud. Durante décadas, a hipnose foi magnetismo, sugestão, espetáculo, fenômeno histérico, técnica médica, ferramenta psicológica e objeto de disputa. Erickson deslocou esse eixo. A hipnose deixou de ser apenas indução, comando ou sugestão direta. Passou a ser arquitetura de contexto.
Ele transformou a hipnose em linguagem clínica operacional.
Era uma construção complexa de atenção, expectativa, vínculo, ambiguidade, metáfora, permissividade, sequência e resposta. Erickson falava para uma pessoa, mas sua fala trabalhava em vários níveis. Falava ao consciente, mas deixava trabalho para o inconsciente. Falava de uma história, mas tocava outra. Falava de um detalhe, mas reorganizava o conjunto. Falava com simplicidade, mas sua simplicidade era estrutural.
Por isso ele confundia os observadores.
Eles ouviam uma anedota e achavam que era apenas uma anedota.
Ouviam uma metáfora e achavam que era apenas uma metáfora.
Viam uma pausa e achavam que era apenas uma pausa.
Viam uma intervenção paradoxal e achavam que era apenas esperteza.
Viam um paciente mudar e achavam que poderiam repetir a frase.
Mas a frase, sem o pensamento que a organiza, perde a força.
Erickson não era um catálogo de técnicas. Era uma forma de inteligência clínica.
Erickson, na clínica:
Criava uma cena onde o sofrimento podia começar a se reorganizar.
Por isso dizer que Erickson era “matemático” pode ser uma imagem poderosa, desde que bem compreendida.
Sua clínica era matemática porque obedecia a relações. Havia sequência, proporção, timing, economia, variação, repetição, diferença, limiar, resposta, retroalimentação. Uma sugestão cedo demais podia falhar. Uma pausa tarde demais podia perder o efeito. Uma metáfora mal escolhida podia virar ruído. Uma palavra no ponto certo podia mudar a direção inteira do trabalho.
Mas era também arte.
Porque a matemática de Erickson não era mecânica. Era matemática viva, aplicada a sistemas humanos singulares.
Ele não trabalhava com pacientes médios. Trabalhava com aquele paciente.
Não trabalhava com sintomas abstratos. Trabalhava com aquela forma de sintoma.
Não trabalhava com resistência geral. Trabalhava com aquela resistência, naquela pessoa, naquele momento.
Não trabalhava com inconsciente como conceito decorativo. Trabalhava com recursos inconscientes como potência clínica.
Essa é a razão pela qual tantos discípulos puderam aprender partes de Erickson sem alcançar Erickson.
Mas Erickson era mais do que a soma dessas partes.
Ele era uma maneira de pensar o humano em movimento.
Sua biografia clínica confirma isso. Trabalhou em instituições, hospitais, ambientes psiquiátricos e médicos. Produziu artigos. Desenvolveu pesquisa. Ensinou. Demonstrou. Formou discípulos. Participou da fundação da American Society of Clinical Hypnosis em 1957. Foi ligado ao American Journal of Clinical Hypnosis. Seu nome se tornou uma referência internacional da hipnose clínica moderna.
Mas sua autoridade maior veio de outra fonte: do encontro clínico.
É ali que Erickson permanece.
Não porque nunca tenha sido discutido. Toda grande obra é discutida.
Não porque todos concordem com suas explicações. Nenhuma obra viva produz unanimidade.
Não porque seus discípulos tenham sempre entendido sua lógica. Muitos reduziram sua clínica a fórmulas menores.
Erickson permanece porque, diante do paciente, sua abordagem mostrou uma força que atravessou décadas.
Erickson pôde ser debatido como teoria, interpretado de muitas maneiras e até simplificado por escolas posteriores; mas como clínico prático, como homem que produzia resultados diante de casos reais, ele nunca foi realmente contestado em sua estatura.
Isto não faz de Erickson um dogma.
Faz dele algo maior: um clínico cuja obra sobreviveu às escolas, às críticas, às simplificações e às modas justamente porque continuou produzindo aquilo que a clínica mais exige — mudança real.
A história de Milton Erickson, portanto, não é apenas a história da hipnose moderna.
É a história de um homem que percebeu que a linguagem pode ser mais precisa do que uma explicação, mais delicada do que uma ordem, mais profunda do que uma interpretação e mais eficaz do que uma disputa com a resistência.
Ele mostrou que uma fala pode organizar uma experiência.
Que uma metáfora pode abrir um caminho.
Que uma pausa pode fazer o inconsciente trabalhar.
Que uma pergunta pode deslocar uma vida.
Que o sintoma pode ser usado como alavanca.
Que a resistência pode ser transformada em colaboração.
Que o paciente possui recursos que ainda não sabe possuir.
Que a clínica, quando atinge seu ponto mais alto, não é apenas teoria aplicada.
É pensamento vivo em ação.
E Milton Erickson foi um dos maiores nomes desse pensamento.
Abordagem terapêutica
Principais doenças tratadas
- Ansiedade
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- Transtorno da ansiedade generalizada (TAG)
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Ansiedade
Sentir ansiedade é natural diante de desafios. Mas quando o medo é constante e desproporcional, ele começa a limitar a vida. A ansiedade é sustentada por interpretações catastróficas e fugas de situações temidas. Com a terapia, você aprende a: Identificar pensamentos que alimentam o medo, reestruturar seus pensamentos. Se expor gradualmente ao que teme, fortalecendo sua confiança. A ansiedade não define quem você é — ela pode ser compreendida e superada. Procure apoio. Você merece viver com mais leveza.
Transtorno da ansiedade generalizada (TAG)
Viver em constante estado de alerta, preocupado, esperando que algo ruim aconteça, é uma das marcas do Transtorno de Ansiedade Generalizada. Pensamentos como “e se der tudo errado?” alimentam a ansiedade e mantêm o corpo em alerta. É possível: Identificar padrões de pensamento ansioso, Treinar a mente para construir respostas mais realistas e seguras. Com tratamento adequado, a ansiedade deixa de controlar sua vida — e você retoma o seu caminho com mais liberdade e tranquilidade. Procure ajuda. Você merece viver com mais calma.
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A depressão não é fraqueza, preguiça ou falta de vontade. É uma condição séria, que afeta pensamentos, emoções, energia e relações. A depressão é mantida por padrões de pensamento negativos (“nada vai melhorar”) e redução de atividades que trazem prazer e sentido. No tratamento, você aprende a: Reconhecer pensamentos depressivos, Retomar atividades, mesmo aos poucos, para reconstruir vitalidade. Reestruturar seus pensamentos. Com apoio e técnicas certas, é possível reencontrar a esperança — e a si mesmo. Você não precisa enfrentar isso sozinho
Transtorno da personalidade borderline
Viver com Borderline é sentir tudo de forma intensa: amor, raiva, medo de abandono e vazio. As emoções mudam rapidamente, e as relações podem se tornar montanhas-russas emocionais. Pensamentos extremos (“se me amam, sou tudo; se me decepcionam, sou nada”) alimentam essa instabilidade emocional. No tratamento, você aprende a: Reconhecer padrões de pensamento extremos, Regular as emoções intensas, Construir respostas mais equilibradas e relações mais seguras. O TPB não define quem você é. Com suporte certo, é possível viver com mais estabilidade, conexão e autoestima. Procure apoio. Você merece se sentir inteiro(a).
Transtorno obsessivo compulsivo - TOC
O TOC é mais do que gostar de tudo organizado: é viver prisioneiro de pensamentos repetitivos e comportamentos compulsivos que parecem impossíveis de controlar. Compulsões (como checar, limpar ou contar) surgem para tentar neutralizar a ansiedade causada por pensamentos obsessivos. No tratamento, trabalhamos para: Reconhecer os pensamentos obsessivos como eventos mentais, não ameaças reais, Reduzir a necessidade de realizar compulsões, Reconstruir a confiança na própria mente. Com apoio, o TOC pode ser tratado — e a vida, retomada com mais leveza e autonomia. Procure ajuda especializada. Você não está sozinho.
Transtorno do espectro autista (TEA)
O Autismo não é uma doença. É uma forma diferente de perceber, sentir e interagir com o mundo. Cada pessoa autista é única em seus talentos, desafios e formas de se expressar. Ajudamos a : Desenvolver habilidades sociais e emocionais, Trabalhar pensamentos que geram ansiedade ou frustração, Criar estratégias práticas para lidar com mudanças e imprevistos. O objetivo nunca é "mudar quem a pessoa é", mas ampliar sua autonomia, segurança e bem-estar no próprio ritmo. Acolhimento, respeito e apoio são fundamentais para florescer. Conhecimento transforma relações. Apoio muda vidas.
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Opiniões
42 opiniões
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Estou achando um excelente profissional. Faço consulta há alguns meses, ele é sempre muito acolhedor e oferece insights que estão me ajudando bastante, e é sempre muito pontual.
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O doutor Luiz é muito atencioso e profissional. Me sinto bem à vontade para dialogarmos e me sinto melhor após as sessões. Sem dúvida é um psicólogo muito experiente e competente. Ele tem me ajudado muito em minha evolução. Tenho muito a agradecer pela forma gentil e simpática com que ele me atende, e não teria conseguido tanto sucesso em meu caminho pessoal e profissional sem ele. Agradeço muito e indico muito para todo mundo!!!
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É digna de menção a dedicação que foi colocada em buscar uma conexão comigo, minha história, meus problemas. Não ofereceu nenhum julgamento durante o tratamento. Se preocupou legitimamente, a todo tempo, em abrir portas e estabelecer o diálogo em duas vias de maneira culta, honesta e cimentada no respeito. Me ajudou muito a me recuperar de meus problemas e me sentir uma pessoa melhor. Recomendo muito aqueles que estão inseridos em ambiente empresarial corporativo, assim como eu.
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Fico muito feliz em ter ajudado!
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Giovana Castro
Me sinto muito bem acolhida. Confesso que, a princípio, escolhi o Dr. Luiz por sua formação, achando que ele entenderia melhor o que me aflige. Hoje estou muito feliz por ter encontrado um profissional tão bom.
O Dr. Luiz é pontual, transmite muita calma e conduz a conversa de forma excelente, me deixando totalmente à vontade. A forma como ele é educado, atencioso e sem julgamentos faz com que eu queira continuar conversando e refletindo sobre os aspectos discutidos.
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Luiz Siqueira
Muito obrigado e felicidades!
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Claudia Brandão
Estou passando por muitas coisas ao mesmo tempo , estou com problemas com minha família, tenho medos e traumas do passado que voltaram, tenho uma filha pequena que depende dos meus cuidados, não estou trabalhando ,estou grávida novamente , tenho muitos motivos para querer desistir , mas você me mostra que desistir não é uma escolha muito menos a solução dos meus problemas. Enfim obrigada sei que estou no caminho certo . Graças a sua dedicação me sinto bem melhor .
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Gilberto Souza
Luiz é um profissional excelente. Demonstra muita empatia e coerência diante do meus desafios e angústias. Conduz a sessão com bastante clareza, bem como agrega muito repertório em suas abordagens. Tem sido muito importante nesse meu processo de autoconhecimento. Recomendo fortemente.
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Geraldo Viana
Muito profissional, simpático, muito competente, com autoridade do que fala, gerando um crescimento e desenvoltura na evolução do tratamento. Super recomendo. O tratamento foi excelente
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Brenda Gomes
Excelente profissional! É um local que me sinto praticamente em casa. Uma pessoa acolhedora e que me ajudou muito durante esse ano de acompanhamento. Me fez entender muita coisa que antes parecia confusa. Eu indico, recomendo e não deixo nunca mais de ir
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Rubem Silva
Ótimo profissional! Estou com ela há mais de um ano.. Sempre me faz ter reflexões importantes e me auxilia no autoconhecimento. Recomendo a todos que querem evoluir em assuntos pessoais, de relacionamento ou profissionais.
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Luiz é bem objetivo e atencioso,, busca ouvir nossas queixas e nos auxiliar no raciocínio para solução do que nos incomoda.
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Luiz Siqueira
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Dúvidas respondidas
50 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Ultimamente tenho me sentido muito cansada mentalmente, mesmo sem estar fazendo muitas coisas. É como se eu carregasse um peso constante durante todo o dia. Tenho episódios em que interrompo o uso do antidepressivo, e não sei exatamente por que isso acontece. Sempre surgem pensamentos de que vou ficar assim para sempre e que nunca vou melhorar.
Tenho ansiedade generalizada e percebo que penso de forma muito negativa na maior parte do tempo. Diariamente me sinto triste, angustiada e ansiosa por qualquer coisa, sem motivação e sem esperança. Esses sentimentos se intensificam principalmente em relação ao tratamento medicamentoso. Apesar de o remédio me ajudar bastante quando estou usando corretamente, acabo abandonando o tratamento em alguns momentos, sem entender exatamente o motivo.
Acredito que esses episódios possam estar relacionados a sintomas depressivos associados à ansiedade, pois tenho pensamentos frequentes de que nada vai dar certo, que nada muda e que vou permanecer assim para sempre. Nessas fases, sinto uma grande falta de motivação e esperança, além de vontade constante de dormir e dificuldade de reagir às coisas do dia a dia, o porque que isso acontece?
Entendo como isso é cansativo e angustiante. Pelo que você descreve, é compatível com sintomas depressivos associados à ansiedade, o que ajuda a explicar esse ciclo — inclusive a interrupção do antidepressivo.
A ansiedade crônica mantém mente e corpo em alerta constante. Mesmo “sem fazer nada”, o cérebro rumina, antecipa problemas e se cobra, gerando cansaço profundo e sensação de peso. Quando a depressão entra, surgem pensamentos como “vou ficar assim para sempre” — distorções típicas, não previsões reais.
Interromper o antidepressivo acontece mais do que parece e costuma estar ligado a falta de motivação, sensação de “não adianta” ou exaustão emocional. É sintoma do quadro, não falha sua. O problema é que parar sem orientação tende a aumentar a instabilidade e reforçar o ciclo.
O tratamento vira um “termômetro”: quando piora, a desesperança faz o remédio parecer inútil, criando ambivalência com o cuidado.
O que ajuda:
Falar abertamente com o psiquiatra sobre as interrupções.
Psicoterapia para trabalhar ruminação e desesperança.
Manter a medicação conforme prescrito até orientação médica (use lembretes/apoio).
Lembrar que “nada muda” é sintoma, não verdade.
Isso tem explicação e tratamento. Com acompanhamento, é possível recuperar energia e esperança e viver com menos sofrimento. Você não está sozinha.
Ultimamente tenho enfrentado muitas crises de ansiedade, eu me sinto uma pessoa péssima e eu simplesmente me odeio tanto fisicamente quanto emocionalmente às vezes eu é horrível viver dentro de mim, eu me sinto constantemente angustiada, com uma sensação de agonia em relação à vida e às situações do dia a dia. Muitas vezes, as crises surgem do nada, e em outras percebo que vêm acompanhadas de algum gatilho específico.
O mais difícil durante as crises é que fico muito mal emocionalmente: extremamente triste, estressada e com uma forte confusão mental. Em alguns momentos me sinto perdida, como se estivesse distante da consciência das coisas ao meu redor, tomada pela dor, pela angústia e pelos pensamentos acelerados. Minha cabeça não para um minuto sequer.
Tudo acaba me deixando muito ansiosa, em um nível muito alto, até mesmo situações simples, que não deveriam causar esse tipo de reação. Qualquer coisa parece suficiente para me gerar uma ansiedade intensa. Em algumas crises, a sensação é ainda pior, porque parece que todo o bem-estar que eu estava sentindo simplesmente desaparece de repente, o que isso pode ser ?
O que você descreve não é fraqueza nem “frescura”. É um estado de ansiedade intensa que está sobrecarregando seu corpo e sua mente.
Quando a ansiedade chega a esse nível, ela pode gerar confusão mental, pensamentos acelerados, tristeza profunda, sensação de estar “fora de si” e medo até de situações simples. Muitas vezes, o bem-estar some de repente porque o sistema de alarme do corpo fica disparando, mesmo sem perigo real.
Você não está ficando louca.
Você não é uma pessoa horrível.
Isso é sofrimento psíquico tratável.
Ansiedade não define quem você é — é algo que está acontecendo com você. Buscar ajuda psicológica e, se necessário, psiquiátrica, não é exagero. É cuidado.
Do ponto de vista psicológico, esse quadro envolve hipervigilância, em que o cérebro interpreta sensações internas como ameaças. Isso intensifica emoções negativas, gera pensamentos catastróficos e pode causar sensação de irrealidade. Sentir isso não significa que algo ruim vai acontecer, nem que você seja o problema.
Em níveis mais profundos, forma-se um ciclo em que a ansiedade alimenta a autocrítica, o medo do próprio estado interno e novas crises. A mente passa a temer a si mesma. O sofrimento aumenta quando a pessoa tenta controlar ou eliminar emoções a qualquer custo.
O ponto central não é a ansiedade em si, mas a relação com ela. Quando a ansiedade vira identidade ou prova de fracasso pessoal, o sistema entra em colapso.
A boa notícia é clara: isso tem tratamento, tem saída e não define quem você é.
O primeiro passo não é parar de sentir — é parar de se odiar por sentir.
Você não está sozinha, e isso não precisa ser o seu normal.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.
Perguntas frequentes
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