Avenida São Jeronino - Morada do Sol, Americana 13470-310
Disponibilizo recibo para solicitação de reembolso junto ao plano de saúde.
Ler mais11/09/2025
Olá, sou Nayane, psicóloga centrada na pessoa e apaixonada por promover o autoconhecimento e o crescimento pessoal. Formada em Psicologia, minha prática se concentra em facilitar o processo da terapia para o cliente em um ambiente terapêutico acolhedor e empático, onde cada indivíduo se sente ouvido e compreendido. Atuo tanto em atendimentos particulares online quanto em uma clínica multidisciplinar em Americana. Essas experiências têm enriquecido minha prática e me permitido desenvolver uma abordagem inclusiva e holística, sempre centrada nas necessidades e potencialidades de cada indivíduo.
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42 opiniões
Ótima psicóloga, muito atenciosa, me ajudou muito em minhas questões pessoais.
Ótima ouvinte e muito simpática, estou gostando bastante das consultas
Me sinto acolhida e a vontade de compartilhar meus sentimentos e acontecimentos. Nayane é uma psicóloga incrível.
Atenciosa, nos deixa bem a vontade para trazer os assuntos que mais incomoda. Conseguiu entender bem minha necessidade e fazer direcionamento conforme o que eu precisava.
Só queria mais tempo,o diálogo flui com muita naturalidade..
Excelente profissional! Muito atenciosa, especialmente com crianças...
O cuidado e atenção para ouvir que me faz sair da sessão muito mais leve.
Nayane Garcia
Fico feliz em ajudar!
Uma excelente profissional, onde me acalma com minhas angústia e me faz refletir sobre aquilo que eu mesma já estava pensando.
Nayane Garcia
Obrigada pela confiança!
Ótima, profissional atenciosa e pontual, e sempre responde as mensagens
Nayane Garcia
Agradeço a confiança!
Queria te dizer que tô gostando bastante das nossas sessões. Sinto que você me escuta de verdade, é bem compreensiva, e isso tem me ajudado muito, especialmente com a ansiedade e tudo que rolou no fim do meu relacionamento….
Nayane Garcia
Fico feliz que esteja sendo uma experiência positiva.
80 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Olá. Gostaria de tirar uma dúvida e compartilhar uma situação que tem me consumido muito ultimamente.
Estou lutando contra a pornografia e, por enquanto, está relativamente controlável. Porém, me encontro em um estado de grande preocupação porque não estou me sentindo emocionalmente bem. Sinto-me sem motivação e com as emoções neutras — não me sinto feliz, nem triste. Isso tem afetado principalmente a parte romântica da minha vida.
Tenho ansiedade e, alguns anos atrás, tive uma crise muito forte. Desde então, sinto que nunca mais voltei a ser exatamente como antes. Ultimamente estou muito preocupado porque parece que apenas estou vivendo no automático. Não sinto prazer nas coisas, e isso está afetando todas as áreas da minha vida.
O que mais me preocupa é o meu relacionamento. Sei que a pornografia pode estar relacionada a isso, pois pode diminuir a sensibilidade do cérebro. Sinto como se estivesse vivendo uma batalha interna constante.
Mesmo assim, continuo me fazendo presente no meu relacionamento, com meus pais, na faculdade e nas minhas responsabilidades. Mas, por dentro, sinto como se estivesse vivendo como um robô, sem emoções.
Estou fazendo acompanhamento psicológico, mas ainda tenho dificuldade de falar sobre essa parte da minha vida. Muitas vezes, quando chega o dia da consulta, perco a vontade de ir, mas mesmo assim compareço.
O que me chama atenção é que comecei a perceber esses sentimentos com mais intensidade quando cortei completamente a pornografia. Já faz algum tempo que estou tentando vencer esse vício. Mesmo quando eu consumia com frequência, já sentia que o mundo tinha perdido um pouco da cor. Hoje percebo que esse vício parece ter roubado parte da minha identidade. Qual a melhor orientação nesse caso?
O que você descreve é algo que muitas pessoas vivem quando estão enfrentando um vício e passando por um processo de mudança. Quando a pornografia é retirada, o cérebro pode levar um tempo para se reajustar, e durante esse período é comum sentir uma espécie de “vazio emocional”, falta de prazer ou sensação de estar no automático. Isso não significa que você perdeu quem você é, mas que seu sistema emocional ainda está se reorganizando.
O mais importante é que você já está fazendo algo muito valioso: está buscando ajuda e continuando presente na sua vida, mesmo com dificuldade. Na psicoterapia, pode ser muito importante conseguir falar também sobre essa parte que ainda parece difícil de compartilhar, porque muitas vezes é justamente ali que existe um grande potencial de compreensão e reconstrução de sentido.
Tente olhar para esse momento com um pouco de gentileza consigo mesmo. Processos de recuperação e de reconexão emocional costumam ser graduais. Aos poucos, com apoio, autoconhecimento e novas formas de se relacionar com o prazer, com o corpo e com as emoções, a tendência é que a sensibilidade emocional vá retornando. O fato de você estar refletindo sobre isso já mostra que existe em você um movimento saudável de cuidado consigo mesmo.
Eu tenho uma filha que acabou de fazer 18 anos, aos 16 ela conheceu um menino dois anos mais velho que ela , que sempre estava a me desrespeitar e desafiar no sentido de manipular minha filha contra mim, indo em minha casa na minha ausência enquanto trabalhava,
Falei com a família dele, e proibi ele de entrar em minha casa de novo, informei a família dele,
O que estava acontecendo e não queria minha filha com ele , minha filha continuou se encontrando escondido com ele , ele continuiu indo na minha casa até que um dia bom mais cedo e peguei ele dentro de casa. Expulsei ele de la e informei a família dele pessoalmente o que estava acontecendo,andei minha filha pro pai , por um tempo pra se afasta dele duas horas de viagem , passaram dois anos ela voltou morar comigo, e ele de alguma forma soube. Na pressão de não perder minha filha aceitei o namoro , em novembro do ano passado 2025.
Essa semana ele desrespeitou meu esposo chamando ele de babaca e a mim também , fui tomar satisfações e ele saiu andando .
Continua manipulando minha filha contra mim.
O que eu poderia fazer pra que ela pudesse enxergar que esse menino não é futuro pra ela , que um homem que desrespeita família pode respeitar ela agora mas que no futuro pode fazer pior com ela . Meu esposo proibiu ele em casa.
E eu não quero ele mas com ela . Só não falei isso a minha filha com medo de perde lá pra sempre.
Ela está cega por ele. E não escuta .
O qué posso fazer ?
Ele tem espectro autista.e uma família totalmente desistruturada .
E eu criei minha filha em uma bolha, na igreja, com todos valores familiares, respeito. E valores morais .o que posso fazer?
Entendo o quanto isso deve estar sendo doloroso e angustiante para você. Quando um filho chega à vida adulta, mesmo que ainda seja muito jovem, a tendência é que ele queira afirmar a própria autonomia, e quanto mais pressão ou proibição sente, mais pode se aproximar justamente daquilo que os pais temem.
Como mãe, você pode continuar colocando limites claros dentro da sua casa, como já fez, porque respeito é algo essencial. Ao mesmo tempo, pode tentar mudar um pouco a forma de conversar com sua filha, saindo do confronto direto com o namorado e focando mais em ajudá-la a refletir sobre como ela se sente nas situações, sobre o que é um relacionamento saudável e sobre o tipo de respeito que ela merece receber. Perguntas abertas costumam ajudar mais do que afirmações duras.
Também é importante preservar o vínculo com ela. Quando a filha sente que pode falar sem ser julgada ou pressionada, há mais chance de ela mesma começar a perceber incoerências ou comportamentos que não fazem bem. Muitas vezes esse “enxergar” não vem pela proibição dos pais, mas pela experiência e pela reflexão ao longo do tempo.
Você pode manter seus valores, seus limites e sua posição, mas ao mesmo tempo mostrar que seu amor e seu apoio por ela continuam, independentemente das escolhas que ela esteja fazendo agora. Esse vínculo costuma ser o caminho mais forte para que ela volte a ouvir você.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.