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Ler mais05/01/2026
Rio de Janeiro 3 endereços
Número de registro: CRP BA 20370
1 opiniãoOlá, seja muito bem vindo (a, e), me chamo Pablo Barreto, sou psicólogo formado pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), especialista em Saúde da Família pela Escola de Saúde Pública da Bahia (ESPBA), professor universitário das áreas de saúde, administração e direito, perito judicial no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e mestrando em Saúde da População Negra e Indígena (PPGSPNI-UFRB, 2026.1).
Tenho vasta experiência em saúde pública, transitando por diferentes dispositivos como: Atenção Primária à Saúde (APS), CAPS e coordenação e articulação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
Tenho 7 anos de atuação na clínica, onde desenvolvo um trabalho de escuta qualificada, acolhimento, aconselhamento, trabalho focal e acompanhamento psicoterápico (terapia).
Minha clínica é orientada pelos preceitos da esquizoanálise, análise institucional francesa e filosofia da diferença. Junto a isso, desenvolvo um olhar crítico e clínico sobre as estruturas sociais e institucionais que moldam as diferentes relações afetando diretamente nos processos de saúde-doença.
Atuo também dentro da perspectiva de clínica racializada, que compreende os impactos de estruturas sociais como o racismo, sexismo e patriarcado sobre a saúde. Sobretudo, a saúde mental e desenvolvimento pessoal de vida e carreira.
Desse modo, acredito estar preparado para te ajudar a lidar com diversos desafios de vida e saúde, como por exemplo: ansiedade, depressão, luto, perdas, crises de pânico, traumas, reestruturação profissional, transição de carreira, sensações de inadequação, sentimentos de insuficiência e desânimo, estresse, burnout, violência doméstica, episódios de racismo, sexismo, misoginia, fobias sociais, timidez, problemas de relacionamento, vocação profissional, insegurança, ciúmes, dentre outros.
A vida é movimento, se chegou até aqui, talvez seja a hora de dar o passo mais importe: o primeiro. O primeiro passo é o que permite a jornada começar e a vida seguir seu rumo.
"O mundo se move quando eu me movo." Erasmo de Roterdã.
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1 opinião
Perfil novo
As primeiras opiniões já começaram a ser enviadas pelos pacientes
Estou em terapia com o Pablo há mais de 2 anos. E foi através da sua abordagem na Equizoanálise que minha vida foi tomando forma, e eu fui crescendo intelectualmente.
Dr. Pablo Barreto
Gratidão Felipe pelo seu compromisso, confiança no meu trabalho e fé inabalável em si mesmo!
2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo
Muitas pessoas internalizam que relações afetivas precisam ser difíceis, desgastantes ou tortuosas para serem “verdadeiras”. Quando aparece uma dinâmica tranquila, receptiva e afetuosa, isso pode gerar estranhamento, ansiedade e até suspeita (“será que é real?”).
Isso não significa que você é “incapaz de amar”. Pelo contrário: seu relato demonstra um desejo profundo de vínculos significativos e uma capacidade de autoobservação crítica – algo potente. A ansiedade que surge pode ser um sinal do corpo de que algo novo está acontecendo, algo que foge ao “caminho conhecido” das relações desafiadoras. Enquanto sociedade somos atravessados por estruturas que vão moldando nosso senso de verdade ou ao menos do que seria "natural". Se estamos acostumados a ver ou vivenciar relações onde o conflito e o jogo de poder é algo constante, é possível que comecemos a achar que esse é o único caminho possível. É importante um espaço acolhedor, seguro e livre de julgamentos, para que se possa experimentar ser e viver novos caminhos e novas possibilidades. Muitas vezes essa ansiedade se dá pela falta de repertório e medo de ser julgada(o). Medo de ser insuficiente, ou ser a culpada(o) por qualquer desfecho ruim, porém é importante entender que estar em um ambiente leve e tranquilo nos convoca justamente a ser nós mesmos, livre de julgamentos, inclusive dos autojulgamentos. Nesse sentido a psicoterapia pode ser libertador, para nos mostrar que não somos obrigados a viver sob a régua que nos foi imposta, o podemos criar e produzir outros caminhos existenciais sempre que tivermos vontade, porque o certo e o errado (no modo de existir) só existe quando faz sentido em ser, ou não é liberdade.
Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm problemas de planejamento cognitivo ?
Sim, muitos pacientes com diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem apresentar dificuldades no planejamento cognitivo, especialmente em contextos de alta carga emocional ou situações que ativam medos de abandono e rejeição. Podemos dizer que, neuropsicologicamente, observa-se comprometimento em funções executivas, incluindo planejamento, tomada de decisões, flexibilidade cognitiva e inibição de impulsos. Porém, parto da perspectiva de que existem outras dimensões tão importantes quanto a biológica. Poderíamos ler, por exemplo, como um modo de existência produzido por uma sociedade capitalista, patriarcal e colonial, gera subjetividades fragmentadas, marcadas por inseguranças afetivas profundas. O “problema de planejamento” então, não seria apenas uma disfunção cognitiva, mas uma dificuldade de projetar-se num futuro que parece constantemente ameaçador – o que faz todo sentido, por exemplo, se a experiência de vida da pessoa é de desamparo, violência ou exclusão.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.