Willian Chaves

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP RJ 67138

Experiência

Sou psicólogo clínico, com formação complementar em Hipnose Clínica e Programação Neurolinguística (PNL). Minha atuação é voltada ao autoconhecimento, à compreensão de padrões emocionais e comportamentais e ao desenvolvimento de recursos para lidar com as dificuldades do dia a dia.

Minha abordagem é individualizada, respeitando a história, as necessidades e o ritmo de cada pessoa. Integro conhecimentos da Psicologia a técnicas de hipnose e PNL, conforme as particularidades de cada caso, buscando construir um processo terapêutico acolhedor, ético e direcionado às necessidades de cada paciente.

Atendo jovens e adultos em psicoterapia on-line, oferecendo um espaço de escuta, reflexão e desenvolvimento pessoal, no qual cada pessoa possa compreender melhor a si mesma e construir caminhos mais saudáveis para sua vida.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Programação neurolinguística (pnl)
Hipnoterapia

Experiência em:

  • Hipnose
  • Hipnoterapia

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

quem tem depressão ainda pode ter dias bons? eu me identifico com a maioria dos sintomas

quem tem depressão ainda pode ter dias bons? eu me identifico com a maioria dos sintomas, mas não me sinto pronta para buscar um profissional porque tem dias que acordo funcional, mesmo procrastinando atividades eu ainda consigo seguir o dia normal e rir com as coisas. Muitas vezes sinto que só estou fingindo sintomas e querendo ser especial, mesmo que eu não fale sobre isso com ninguém.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Willian Chaves

Sim, quem tem depressão pode ter dias bons, conseguir rir, sentir prazer em algumas situações e seguir com as atividades do dia a dia. Os sintomas nem sempre se manifestam com a mesma intensidade, e conseguir funcionar em determinados momentos não significa que o sofrimento não exista.

Quero chamar sua atenção para algo que você trouxe: "sentir que está fingindo os sintomas ou querendo ser especial". Muitas pessoas acabam questionando a legitimidade do próprio sofrimento, principalmente quando acreditam que deveriam estar se sentindo pior para merecer ajuda. Mas você não precisa chegar ao seu limite para que aquilo que sente seja levado a sério.

Ao mesmo tempo, identificar-se com alguns sintomas não significa, necessariamente, que você tenha depressão. É preciso compreender o que está acontecendo, há quanto tempo você se sente assim e como isso afeta sua vida. Essa avaliação pode ajudar você a entender melhor suas emoções, sem julgamentos ou a necessidade de se encaixar em um diagnóstico.

Você não precisa ter certeza do que está sentindo para procurar um profissional. A psicoterapia também é um espaço para explorar essas dúvidas, compreender seu sofrimento e descobrir formas de lidar com ele.

Você não precisa provar que está sofrendo o suficiente para merecer cuidado. Se esses sentimentos têm sido recorrentes, considere buscar ajuda profissional, mesmo que existam dias em que tudo pareça estar bem.


O que é "Terapia de Exposição" (acho que era esse o nome)?

O que é "Terapia de Exposição" (acho que era esse o nome)?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Willian Chaves

A Terapia de Exposição é uma técnica psicológica utilizada principalmente no tratamento de medos e quadros de ansiedade. Ela consiste em ajudar a pessoa a entrar em contato, de maneira planejada e segura, com situações, objetos, pensamentos ou sensações que despertam medo e que, muitas vezes, ela procura evitar.

Por exemplo, uma pessoa com medo intenso de falar em público pode começar trabalhando essa situação em etapas, respeitando suas necessidades e o planejamento terapêutico, até conseguir lidar melhor com esse tipo de experiência.

O objetivo não é eliminar o medo à força, nem fazer com que a pessoa enfrente tudo de uma vez. O processo busca ajudá-la a desenvolver recursos para lidar com a ansiedade, rever expectativas de perigo e perceber que consegue enfrentar determinadas situações, mesmo quando o desconforto aparece.

Essa técnica é utilizada em diferentes contextos, como fobias, ansiedade social, transtorno do pânico e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), com estratégias específicas para cada caso.

É importante lembrar que a exposição precisa ser planejada de acordo com as necessidades de cada pessoa. Por isso, a avaliação e o acompanhamento de um profissional qualificado são fundamentais para definir se essa abordagem é adequada e como conduzi-la.


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