Perguntas do paciente (31)
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Olá. Estou tomando 9 remédios diferentes para depressão há alguns anos. Porém, ainda me é muito difí
Olá. Estou tomando 9 remédios diferentes para depressão há alguns anos. Porém, ainda me é muito difícil fazer a higiene corporal. Já fiz psicanálise por 7 anos e sou psicóloga e psicanalista. Existe alguma coisa que posso fazer?
ObrigadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O que você relata aponta para o peso emocional e psíquico que a depressão pode impor, mesmo com tratamento medicamentoso e análise prévia. A dificuldade em realizar atividades básicas, como a higiene corporal, muitas vezes reflete uma desconexão profunda com o prazer e a energia vital, características frequentemente atingidas pela depressão. Embora você já tenha experiência com a psicanálise, é possível que certos aspectos da sua vivência emocional ainda não tenham sido plenamente elaborados. Revisitar sua relação com o corpo, com os cuidados consigo mesma e com os significados associados a essas dificuldades pode abrir caminhos para ressignificações. Às vezes, combinar diferentes abordagens terapêuticas ou buscar um novo olhar dentro da psicanálise pode fazer a diferença. Além disso, pequenas mudanças no cotidiano, mesmo que pareçam difíceis, podem ser introduzidas de forma compassiva e gradual, como estabelecer rituais simples que conectem o ato de cuidado pessoal a algo simbólico e significativo para você. Se sentir que este é o momento de retomar essa jornada em um espaço de escuta genuína e acolhedora, estou à disposição para ajudá-la a aprofundar esse processo!
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olÁ! Como vai? Estou me relacionando há 3 meses com um estrangeiro que veio ao Brasil por motivo d
olÁ! Como vai?
Estou me relacionando há 3 meses com um estrangeiro que veio ao Brasil por motivo de um namoro no ano passado, porém, não deu certo e ele ficou muito deprimido a ponto de recorrer à terapia. após 6 meses nos conhecemos e estamos nos dando muito bem, há sintonia mental e valores mjuito parecidos.
O que me aflige são referencias recorrentes a lugares ou experiências que teve no antigo relacionamento quando esteve no Brasil.
Já comentei que não gosto de comparações pois me sinto mal e me afasto, porem ele responde que são apenas referências..
O que devo fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nesse caso, é importante manter uma comunicação clara e honesta. É essencial que você reforce seus sentimentos e a necessidade de respeito a seus limites. Explique que, embora compreenda que ele tenha memórias ou experiências do passado, essas comparações afetam você emocionalmente e dificultam a construção de uma relação saudável no presente. Tente buscar um equilíbrio em que ele entenda sua posição sem sentir que você está cobrando dele de forma excessiva. Se o seu parceiro já está ciente do impacto das comparações e continua a fazer referências de forma involuntária, pode ser necessário um espaço de reflexão para ele, possivelmente até considerando a ajuda de um terapeuta. Isso poderia ajudá-lo a se libertar emocionalmente do passado e, assim, fortalecer o relacionamento atual. Como a relação tem sido boa e com sintonia, tente investir mais na construção de novas experiências juntos, que são as que realmente importam. Trabalhar para criar novos vínculos e deixar as comparações de lado pode ser um caminho saudável para ambos.
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Estou com crise de choro, perdi a vontade de fazer coisas que amava fazer, e estou muito dependente
Estou com crise de choro, perdi a vontade de fazer coisas que amava fazer, e estou muito dependente emocionalmente, tomo venlafaxina e clonazepam há 7 dias para fobia social, obtive piora dos sintomas e ainda muita fraqueza, tremor... é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas que você está enfrentando podem ser efeitos colaterais iniciais da venlafaxina e do clonazepam, especialmente nas primeiras semanas de uso. Esses efeitos podem ser temporários, mas, se persistirem, é importante informar seu médico, que pode ajustar a medicação. Além do acompanhamento médico, é crucial que você busque também suporte psicológico, como a psicanálise ou outras abordagens terapêuticas, para lidar com a dependência emocional e os sintomas da fobia social. O processo de tratamento pode exigir tempo, paciência e ajustes, mas a combinação de medicamentos e terapia psicodinâmica tem se mostrado eficaz para muitos pacientes em situações semelhantes. Seja paciente consigo mesma e mantenha comunicação aberta com seu médico para garantir que o tratamento esteja sendo adequado às suas necessidades.
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Comecei o tratamento com escitalopram para ataques de ansiedade, porém a partir do segundo dia de us
Comecei o tratamento com escitalopram para ataques de ansiedade, porém a partir do segundo dia de uso comecei a sentir angústia, tristeza, procrastinação e falta de vontade para fazer as coisas que eu fazia. Hj faz 10 dias que uso o remédio, mas esses sintomas não desapareceram. Pode ser efeito colateral do remédio? Porque antes de usar o mesmo eu não tinha esses sintomas. O escitalopram pode causar depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O escitalopram, como outros medicamentos ansiolíticos e antidepressivos, pode causar efeitos colaterais, especialmente nos primeiros dias ou semanas de uso. Sintomas como angústia, tristeza, procrastinação e falta de motivação podem ser reações iniciais ao remédio, pois o corpo ainda está se ajustando. Esses efeitos podem ser temporários, mas é importante monitorá-los de perto. É improvável que o escitalopram cause depressão mas ele pode, em algumas pessoas, trazer à tona sentimentos ou emoções que estavam reprimidos, o que pode se manifestar como uma intensificação de sintomas, principalmente no início do tratamento. Caso esses sintomas persistam ou se tornem mais intensos, é essencial que você entre em contato com o médico que prescreveu o medicamento para avaliar se é necessário ajustar a dosagem ou considerar outras opções de tratamento. Sempre é importante lembrar que, além do tratamento medicamentoso, a terapia pode ser uma ferramenta valiosa no processo de recuperação e entendimento emocional.
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Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esses pensamentos sobre parar de respirar podem ser angustiantes e estão frequentemente relacionados à ansiedade. Ficar focado na respiração pode aumentar a sensação de pânico e tornar o ciclo difícil de romper. A terapia pode ser uma excelente forma de entender esses pensamentos, aprender técnicas para lidar com a ansiedade e desenvolver uma relação mais tranquila com o corpo e a respiração.
Se isso estiver afetando seu bem-estar, considerar uma consulta terapêutica pode ser um passo importante para o seu equilíbrio emocional.
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Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito nunca consegui sentir esse arrebatamento de mãe,sou bem fria com elas,inclusive elas reclamam que não abraço ou beijo constantemente.Não consigo sentir falta delas quando viajam,e mais velha quando casou,todos ficaram esperando que eu fosse chorar,ou algo assim.Mas não senti nada.Tenho muita culpa por isso e sempre pesquiso pra saber se mais pessoas tem esse problema.Devo fazer psicanálise pra descobrir o motivo desse desapego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo pode refletir um padrão de apego que, muitas vezes, tem raízes em questões emocionais ou experiências passadas que interferem na maneira como você se relaciona com suas filhas. O fato de não sentir o que seria esperado culturalmente em relação ao amor materno, como arrebatamento ou apego profundo, pode ser originado por uma série de fatores inconscientes, como experiências de abandono, dificuldades emocionais passadas ou até questões relacionadas ao seu próprio vínculo com os seus pais durante a infância. Na psicanálise, uma das premissas fundamentais é que os comportamentos e sentimentos que temos na vida adulta estão muitas vezes enraizados em experiências da infância e em relações familiares anteriores. O desapego e a falta de afeto que você menciona podem estar relacionados a mecanismos de defesa, como o afastamento emocional, que podem ter se formado como uma forma de proteção frente a dificuldades emocionais.
A psicanálise pode ser uma excelente ferramenta para você investigar mais profundamente essas questões e entender melhor o porquê de sentir-se assim. Não se trata de ser "errada" ou "louca", mas de compreender como suas experiências e sentimentos moldaram a forma como você vivencia o amor e o apego. O processo terapêutico pode ajudá-la a explorar essas questões de forma mais consciente, permitindo uma maior conexão com seus sentimentos e, talvez, com suas filhas, e ajudando a lidar com a culpa que você sente de uma maneira mais saudável.
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Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por M
Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por Midas sociais ou pessoalmente) me deixam nervosa e me fazem querer me isolar. Sinto que não consigo estudar, me divertir, ter uma vida legal, ou amigos. O que será isso?
Às vezes, coisas me remetem ao meu passado e a impressão que tenho sobre ele é que ele foi triste, mas eu sei que tiveram coisas boas mas até as coisas boas parecem tristes. Me sinto sozinha muito frequentemente.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse comportamento de se sentir nervosa ao ver os outros se divertindo ou produzindo pode indicar insegurança e comparação com os outros. A sensação de tristeza ao lembrar do passado, mesmo de momentos bons, pode refletir emoções não processadas. Isso pode estar ligado à ansiedade social ou depressão. A sensação de solidão, mesmo rodeada de pessoas, mostra uma desconexão interna, que pode ser trabalhada na terapia para ajudar a lidar com essas emoções e encontrar novas formas de se relacionar consigo mesma e com os outros. O acompanhamento terapêutico pode ser essencial nesse caso, pois pode ajudar a identificar a origem desses sentimentos, trabalhar as emoções ligadas ao passado e oferecer novas maneiras de se relacionar com as pessoas e consigo mesma. Estou à disposição para ajudar caso queira!
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Terapia dialética pra transtorno bordeline é bom??
Terapia dialética pra transtorno bordeline é bom??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a Terapia Comportamental Dialética (DBT) é uma abordagem eficaz para o Transtorno de Personalidade Borderline. Ela ajuda a regular emoções, melhorar a comunicação e lidar com comportamentos impulsivos. Se você estiver enfrentando esses desafios, uma consulta pode ser útil para explorar essa opção de tratamento.
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Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha
Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha filha começou outra vez, com os mesmos sintomas, pode ter alguma relação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que a insônia que você está vivenciando agora tenha alguma relação com a experiência do parto, especialmente considerando os fatores emocionais e hormonais envolvidos. O estresse, mudanças hormonais, preocupações e até o ciclo de vida (como o fato de ser mãe) podem desencadear episódios de insônia.
Cada crise pode ter causas e gatilhos específicos, então é importante investigar o que está influenciando a qualidade do seu sono. Uma consulta pode ajudar a identificar os fatores emocionais ou psicológicos por trás dessa insônia e a buscar estratégias para melhorar seu descanso.
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É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é plenamente possível desenvolver autoestima na vida adulta, independentemente da idade. A autoestima é construída ao longo do tempo, e, mesmo que experiências passadas tenham impactado sua percepção sobre si mesmo, o inconsciente continua ativo e receptivo à transformação. Na psicanálise, exploramos as raízes mais profundas das suas crenças e sentimentos, investigando como vivências, desejos reprimidos e padrões inconscientes podem estar influenciando sua relação consigo mesmo. Ao compreender esses fatores, é possível ressignificar experiências, fortalecer a autocompreensão e construir uma autoestima mais sólida e autêntica.
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Olá, tudo bem? Eu tenho crise de nervos. Estou quietinha de repente fico muito nervosa,choro,grito,d
Olá, tudo bem? Eu tenho crise de nervos. Estou quietinha de repente fico muito nervosa,choro,grito,dou murros nas coisas, dou murros em mim,puxo meus cabelos,e as vezes junta muita saliva na boca. Isso dura pouco tempo, depois passa e eu me sinto calma até demais. O que pode ser isso ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode ser uma crise emocional intensa, causada por frustrações ou estresse, que se manifesta fisicamente através de reações como chorar, gritar e até mesmo agredir-se. Essa alternância entre nervosismo e calma excessiva pode indicar dificuldades na regulação emocional. O ideal é procurar um acompanhamento terapêutico para entender as causas e aprender formas mais saudáveis de lidar com as emoções. A psicanálise pode ajudar nesse processo, oferecendo ferramentas para o autoconhecimento e controle emocional. Recomendo que procure o apoio de um profissional e caso queira, estou à disposição!
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Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…