Perguntas do paciente (34)

  • Olá boa noite, eu tenho dificuldade de aprendizado desde criança nem todo professor eu entendo,o que

    Olá boa noite, eu tenho dificuldade de aprendizado desde criança nem todo professor eu entendo,o que ele explica eu me perco em matemática não sei o que fazer ou usar ao passar troco não sei como fazer ,ou calcular algo o que faço e como posso ser diagnosticada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Dificuldades de aprendizagem, como as que você descreveu, são mais comuns do que imaginamos — e é muito importante reconhecer esses desafios para buscar ajuda adequada.

    O que você relata pode estar relacionado a uma condição chamada Transtorno de Aprendizagem, mais especificamente a discalculia, que é uma dificuldade persistente com números, cálculo e raciocínio matemático. Mas é essencial lembrar que somente uma avaliação profissional pode dar um diagnóstico preciso.

    O que você pode fazer agora:

    Buscar um neuropsicopedagogo ou psicopedagogo: Esses profissionais são especializados em entender como cada pessoa aprende. Eles aplicam testes e atividades para identificar suas dificuldades específicas e traçar um plano de intervenção individualizado.

    Consultar um psicólogo ou neuropsicólogo: Se necessário, esse profissional poderá aplicar uma avaliação neuropsicológica mais completa e, junto com outros profissionais, chegar a um diagnóstico (como discalculia ou outro transtorno de aprendizagem).

    Evite se culpar ou se comparar aos outros: Cada pessoa tem seu próprio ritmo e forma de aprender. Não entender matemática ou ter dificuldade para calcular troco não faz de você menos inteligente. Você apenas precisa de um apoio certo, com estratégias que funcionem para você.

    Busque apoio em materiais mais visuais ou práticos: Muitas pessoas com dificuldade em matemática se beneficiam de explicações com objetos concretos, vídeos didáticos ou jogos educativos.

    Se quiser, posso te ajudar.


  • Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios del

    Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios dela, porém agora a professora nos informou que ela está com muita sonolência e não quer participar das atividades, fica deitada na mesa ou pede para ficar sentada. Vez ou outra participa,porém não foca, fica olhando as atividades dos colegas e esquece a dela. Em casa quando fazemos alguma atividade escolar ela também não demonstra interesse, perde o foco rapidamente. Começamos colocar ela dormir mais cedo, porém com a nossa rotina ela deita entre 21:30 e 22 hrs. Será que devo me preocupar com algum deficit? Ela é muito esperta, ligeira no raciocínio, gosta da escola nova e dos colegas. E também tem uma irmã de 4 meses, penso que isso também influencia ela estar assim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    É natural que mudanças na rotina e no ambiente escolar tenham um impacto no comportamento da criança, especialmente com a chegada de um irmão mais novo. Isso pode gerar insegurança ou necessidade de chamar atenção, mesmo que de forma inconsciente.

    Além disso, crianças nessa idade ainda estão desenvolvendo a autorregulação, e a sonolência ou falta de interesse podem ter várias causas, como:

    Adaptação ao novo CMEI – Pode estar sentindo falta do antigo ambiente ou das professoras.
    Sono insuficiente – O ideal para essa faixa etária é entre 10 e 12 horas por noite. Mesmo indo dormir às 21h30-22h, pode ser que o sono dela ainda não seja restaurador.
    Mudança na dinâmica familiar – O nascimento da irmã pode estar gerando um turbilhão de emoções, e isso reflete no comportamento escolar.
    Tédio ou falta de desafio – Como você disse que ela é esperta e ligeira no raciocínio, pode ser que as atividades não estejam despertando interesse.
    Questões emocionais ou sensoriais – Algumas crianças demonstram desinteresse quando estão sobrecarregadas emocionalmente ou quando o ambiente escolar não está confortável para elas.
    O que você pode observar e fazer?
    Verificar o padrão de sono – Como ela acorda? Parece descansada ou ainda sonolenta? Se houver muita dificuldade para acordar, pode ser que precise de mais tempo de descanso.
    Conversar com a professora – Perguntar se ela tem momentos do dia em que está mais ativa e engajada ou se a sonolência é constante.
    Observar em casa – Quando brinca ou assiste algo que gosta, ela também perde o foco rapidamente? Ou isso só acontece com atividades escolares?
    Criar uma rotina estruturada e previsível – Manter horários regulares para as atividades pode ajudar na organização mental dela.
    Focar no vínculo e na autoestima – Como ela está com uma irmã bebê em casa, pode ser positivo ter momentos exclusivos com você ou o outro responsável, para que se sinta segura e valorizada.
    Se a sonolência e a falta de atenção persistirem por um período mais longo e impactarem o aprendizado ou a socialização, pode ser interessante conversar com um profissional, como um neuropediatra ou psicopedagogo, para avaliar melhor.


  • Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito

    Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito bem mas tem muita dificuldade em compreender informações implícitas e explicitas está tendo muita dificuldade não consegue entender oque leu e tirando notas baixas percebo que ela não está evoluindo nas atividades mas fui conversar com a professora e ela diz que é normal alguém pode me ajudar estou preocupada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Procure uma Psicopedagoga pois somos a profissional indicada para avaliar problemas no processos cognitivos de aprendizagem.


  • Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?

    Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    A terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada) deve ser aplicada por profissionais qualificados e treinados em análise do comportamento. Dependendo do nível de intervenção, diferentes profissionais podem estar envolvidos: um analista do comportamento, um terapeuta, os pais e cuidadores.


  • Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?

    Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    O tratamento do autismo deve ser individualizado, pois cada pessoa no espectro apresenta características e necessidades diferentes. No entanto, algumas abordagens terapêuticas são amplamente reconhecidas como eficazes, especialmente quando aplicadas de forma precoce e multidisciplinar.


  • Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?

    Quais as dificuldades e preocupações cotidianas enfrentadas pela pessoa com TEA no contexto escolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    As pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) enfrentam diversas dificuldades no contexto escolar, que variam conforme o grau de suporte necessário. Essas dificuldades podem afetar a aprendizagem, a socialização e o bem-estar emocional.

    1. Dificuldades no Aprendizado
    Processamento de informações: Muitos alunos autistas precisam de instruções mais visuais e concretas, pois podem ter dificuldades com informações abstratas e linguagem figurada.
    Falta de flexibilidade cognitiva: Dificuldade em lidar com mudanças na rotina ou com tarefas que exigem adaptação rápida.
    Dificuldades na escrita e leitura: Alguns podem ter dislexia, disgrafia ou dificuldades em organizar as ideias para escrever.
    Problemas de atenção: Muitos apresentam TDAH associado, o que dificulta a concentração em tarefas prolongadas.
    2. Dificuldades na Socialização
    Interpretação literal da linguagem: Podem não entender ironias, piadas ou expressões idiomáticas.
    Dificuldade em iniciar e manter interações: O aluno pode ter pouco interesse ou não saber como se aproximar dos colegas.
    Sensação de isolamento: Muitos têm dificuldades em fazer amigos ou são vítimas de bullying.
    Dificuldade em compreender regras sociais implícitas: Como esperar a vez de falar ou respeitar o espaço do outro.
    3. Sensibilidades Sensoriais
    Hipossensibilidade ou hipersensibilidade a estímulos: Barulhos altos, luzes fortes, cheiros e toques podem ser angustiantes.
    Desconforto com materiais escolares: Algumas texturas de lápis, papel, roupas ou carteiras podem incomodar.
    Dificuldade em ambientes muito movimentados: Refeitórios, quadras e corredores podem ser sobrecarregantes.
    4. Dificuldades Emocionais e Comportamentais
    Crises de ansiedade e birras sensoriais: Ocasionadas por frustração, mudanças na rotina ou sobrecarga sensorial.
    Resistência a mudanças: Alterações no cronograma escolar ou na disposição da sala podem causar angústia.
    Dificuldade em expressar emoções: Algumas crianças não conseguem verbalizar quando estão sobrecarregadas e podem demonstrar isso com comportamentos desafiadores.
    Agressividade ou autoagressão: Em alguns casos, como forma de expressar frustração.
    5. Desafios da Equipe Escolar
    Falta de formação adequada para lidar com TEA: Muitos professores não recebem capacitação específica para atender alunos autistas.
    Dificuldade em aplicar adaptações curriculares: Nem sempre a escola está preparada para oferecer um ensino personalizado.
    Falta de apoio especializado: Algumas escolas não contam com psicopedagogos, mediadores ou terapeutas ocupacionais para auxiliar no processo de aprendizagem.


  • Olá, sou professora auxiliar de um autista no grau alto de 15 anos, ele é alfabetizado, problema é q

    Olá, sou professora auxiliar de um autista no grau alto de 15 anos, ele é alfabetizado, problema é que ele se recusa a fazer qualquer tipo de tarefa. Ele adora pintar então dou tarefas com imagens para ele pintar na tentativa dele se entusiasmar, mas mesmo assim ele age com agressividade. Como eu posso ajudá-lo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Primeiro, e mais importante, é identificar a causa da recusa e agressividade, pois a partir daí você conseguirá traçar um plano mais acertivo. Mas, vão algumas dicas:
    *Tornar as Atividades Mais Atraentes
    Incorporar a pintura de forma gradual. Exemplo: pintar primeiro e depois completar uma pequena atividade escrita relacionada ao desenho.
    Usar reforçadores positivos. Pode ser um sistema de recompensas com imagens ou algo que ele goste (tempo extra para pintar, ouvir uma música favorita, etc.).
    Dividir as tarefas em partes menores. Se ele recusa uma atividade longa, tente fracioná-la em pequenas etapas com pausas.
    *Criar um Ambiente Seguro e Estruturado
    Rotina visual: Ter um cronograma com imagens mostrando as atividades pode ajudá-lo a se preparar para o que vem a seguir.
    Uso de timers: Alguns autistas se beneficiam de contagem regressiva visual para iniciar uma tarefa.
    *Trabalhar a Motivação e a Autonomia
    Envolver ele no planejamento das tarefas. Perguntar: “Que tipo de desenho você quer pintar hoje?”
    Reforçar cada pequeno progresso com elogios específicos: “Você fez um ótimo trabalho escolhendo as cores!”


  • Participando de alguns debates comecei a perceber que não era uma pessoa burra, pois sempre me senti

    Participando de alguns debates comecei a perceber que não era uma pessoa burra, pois sempre me senti desse jeito
    Tudo sempre foi muito difícil: não consigo ler livros, ter concentração na maioria das coisas e muita dificuldade de interpretar textos.
    Na matemática sou um fracasso total. Não consegui realizar a profissão desejada por essa dificuldade em muitas matérias. Mesmo na idade adulta tem como melhorar essa realidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Sempre é tempo de melhorar. Procure uma psicopedagoga que é a profissional mais capacitada para lidar com suas questões.


  • Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano

    Boa noite! Tenho um filho diagnosticado com TDHA e a escola é ciente, tanto que estamos desde o ano passado tentando que elabore o PEI e faça as adaptações necessárias, mas sem sucesso. A escola alegou mau comportamento do meu filho e enviou uma advertência. Devo assinar esse documento? Tem algum órgão que possa me apoiar e me orientar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Boa noite! Entendo sua preocupação, e você tem razão em buscar orientações sobre seus direitos e os do seu filho.

    1. Você deve assinar a advertência?
    A assinatura nesse tipo de documento geralmente serve apenas como um reconhecimento de recebimento, não significa que você concorda com o conteúdo. No entanto, se discordar da advertência, pode escrever uma observação ao lado da sua assinatura, como:
    "Recebido, mas não concordo com os termos e irei buscar esclarecimentos."

    Se decidir não assinar, pode pedir uma cópia do documento e enviar uma resposta formal à escola, questionando a advertência e cobrando as adaptações necessárias.

    2. Direitos do seu filho e responsabilidade da escola
    Seu filho tem direito legal a um Plano Educacional Individualizado (PEI) e às adaptações pedagógicas necessárias, conforme garantido por leis como:

    Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei 13.146/2015
    Diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular)
    Parecer CNE/CEB nº 11/2000 (determina que crianças com TDAH devem receber suporte adequado na escola)
    A escola não pode apenas punir sem antes esgotar todas as estratégias pedagógicas de apoio. Advertências frequentes sem um plano adequado podem ser vistas como negligência na adaptação escolar.

    3. Onde buscar apoio?
    Caso a escola continue se recusando a elaborar o PEI e a oferecer suporte adequado, você pode procurar órgãos de defesa dos direitos da criança e do adolescente, como:

    Secretaria de Educação do seu município ou estado – Para relatar o descumprimento das adaptações.
    Ministério Público (MP) – Pode intervir caso haja negligência na inclusão escolar.
    Conselho Tutelar – Pode atuar quando a escola não respeita os direitos da criança.
    Defensoria Pública – Caso precise entrar com uma ação judicial para garantir os direitos do seu filho.
    Associações como a ABDA (Associação Brasileira do Déficit de Atenção) – Podem oferecer suporte e orientações.

    4. Como agir agora?
    1⃣ Solicite por escrito (por e-mail ou protocolo na secretaria da escola) um pedido formal para a elaboração do PEI e das adaptações necessárias.
    2⃣ Se a escola não responder ou recusar, leve o caso à Secretaria de Educação ou ao Ministério Público.
    3⃣ Mantenha registros de tudo: e-mails, advertências, reuniões e qualquer documento que comprove a falta de suporte.


  • Qual o melhor tratamento hoje pra Síndrome de Touret ?

    Qual o melhor tratamento hoje pra Síndrome de Touret ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    O tratamento da Síndrome de Tourette (ST) é individualizado e depende da gravidade dos tiques e do impacto na qualidade de vida do paciente. Atualmente, o manejo envolve terapia comportamental, medicação e, em casos mais graves, estimulação cerebral profunda (DBS).


  • Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este

    Minha filha completou 4 anos no fim de maio e está no Pré I na escola; ela entrou para a escola.este ano. Ensinaram as vogais, agora estão na consoante P, nos números estão no 15. Ela tem tido dificuldade em reconhecer e escrever as letras e os números. Se peço para ela contar sozinha, ela vai bem até o 11, já era assim antes mesmo de começar a escola. As vogais ela também já sabia antes, mas a "Leiturinha" e escrita na escola estão difíceis. Principalmente as consoantes. Estamos no início de setembro e pelo visto esses números vão até o 30 até o fim do ano! Se eu falo uma consoante seguida de uma vogal, ela me fala uma palavrinha que começa pelo som, mas a leitura e escrita que a escola está cobrando está difícil para ela... Ela só tem recebido CD (com dificuldade) e "precisa treinar mais" nas avaliações e atividades de sala de aula... Não sei, mas sinto que a forma como a escola está cobrando está meio exagerada... A pedagoga, em julho, falou comigo inclusive sobre ela refazer o Pré I ano que vem, ou seja, repetir o ano... Outra coisa, eles só trabalham com letra cursiva, que psicomotoramente é bem mais difícil para a criança desenvolver... Será que minha filha está mesmo atrasada no desenvolvimento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    É completamente compreensível que você esteja preocupada — afinal, é a primeira experiência escolar da sua filha, e o que você descreveu mostra que ela já tem várias conquistas importantes.

    O que você está relatando — ela reconhecer as vogais, contar até 11 sozinha, perceber sons iniciais de palavras — são indicativos de que ela tem sim uma base sendo construída. É importante lembrarmos que crianças de 4 anos ainda estão em pleno desenvolvimento de linguagem, cognição e motricidade, e cada uma segue seu próprio ritmo.

    Sobre a cobrança escolar: infelizmente, muitas escolas acabam antecipando conteúdos e exigências que não correspondem à faixa etária real das crianças. Trabalhar leitura e escrita com foco em desempenho (e não em exploração e construção lúdica do conhecimento) pode, sim, gerar ansiedade, frustração e até bloqueios.

    Outro ponto importante que você mencionou é o uso exclusivo da letra cursiva. De fato, a letra cursiva exige um nível de coordenação motora fina mais elaborado, que nem todas as crianças de 4 anos estão prontas para dominar. Começar pela letra bastão (ou "de forma") é mais acessível e ajuda a desenvolver segurança para depois, com o tempo, migrar para a cursiva.

    Sobre a possibilidade de repetição do Pré I: é cedo para bater esse martelo. A sua filha acabou de completar 4 anos, iniciou a escolarização agora e precisa ser acompanhada com calma, acolhimento e propostas que respeitem o seu tempo. Em muitos casos, o que parece ser “atraso” é, na verdade, uma diferença natural no ritmo de amadurecimento. Além disso, o progresso não acontece de forma linear — uma criança pode parecer "travada" por um tempo e, de repente, dar um salto significativo.

    Minha sugestão é observar mais o desenvolvimento global dela — como ela se comunica, se brinca com intenção, como reage às frustrações, como está sua coordenação, seu vocabulário, sua imaginação. Se essas áreas estão dentro do esperado, a parte acadêmica pode e deve ser trabalhada com mais leveza, respeitando o tempo dela.


  • NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?

    NO CASO DA DIGENESIA DO CORPO CALOSO, COMO SÃO TRABALHADOS COM O PSICOPEDAGOGO?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Existe um caminho a ser percorrido. Primeiro o paciente passa pela avaliação e depois são várias etapas como por exemplo: Estímulo das funções executivas, desenvolvimento da coordenação motora, apoio à linguagem e comunicação, intervenção.... Deve ser traçado um plano de acordo com o paciente.


  • A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    A criança autista pôde se formar fazerem concursos normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Sim. O diagnóstico não limita muito menos incapacita alguém. Pleo contrário, ao receber o diagnóstico, a família do paciente deve procurar profissionais capacitados para ajudarem ao paciente a contornar suas dificuldades e alçar voos altos.


  • Uma criança de um ano e quatro meses pode ser influenciada a não gostar de alguém?

    Uma criança de um ano e quatro meses pode ser influenciada a não gostar de alguém?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Sim, uma criança de 1 ano e 4 meses pode ser influenciada, mas de forma indireta e inconsciente. Nessa idade, o desenvolvimento emocional e social ainda está em formação, e os bebês tendem a basear suas reações nas emoções e comportamentos dos adultos ao seu redor.


  • Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca

    Olá tudo bem ? Minha bebe tem 1 ano e 4 meses anda de ponta de pé fica de ponta cabeça grita balanca as mãos só quer desenhos repetidos quando coloco outro ela n da atenção chamo o nome dela é ela n olha pode ser sinais de autismo ? N conheço muito sobre esse assunto...obg

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Olá! Entendo sua preocupação, e é ótimo que você esteja atenta ao desenvolvimento da sua bebê. Alguns dos comportamentos que você mencionou, como andar na ponta dos pés, balançar as mãos, preferir repetições e não responder ao nome, podem estar presentes em crianças dentro do desenvolvimento típico, mas também podem ser indicativos de traços do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
    O que você pode fazer agora?
    Observar esses comportamentos ao longo do tempo e anotar padrões.
    Conversar com o pediatra na próxima consulta e relatar suas percepções.
    Se necessário, buscar um neuropediatra ou psicopedagoga para uma avaliação mais detalhada.

    Cada criança se desenvolve no seu próprio ritmo, então nem sempre esses sinais indicam autismo. Mas, caso haja algo a ser trabalhado, um diagnóstico precoce pode fazer muita diferença no desenvolvimento da sua bebê!


  • Dificuldades de aprendizagem podem ter início na vida adulta?

    Dificuldades de aprendizagem podem ter início na vida adulta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Podem sim e as causas podem variar. É importante procurar uma especialista em aprendizagem (psicopedagoga) para fazer uma avaliação.


  • Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão

    Olá, minha filha de 6 anos, disse que escutou uma voz falando para ela pegar a faca e matar o irmão mais novo. Ela veio chorando me contar, e disse que não queria fazer isso. Estou em estado de choque.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Ouvir vozes pode ser assustador, mas que o mais importante é que a criança procurou ajuda e demonstrou não querer agir conforme a voz.
    A criança já mencionou ouvir vozes antes? Ela tem algum histórico de comportamentos agressivos ou impulsivos? Ocorreu algum evento recente que possa ter gerado grande estresse ou medo nela? Há histórico de transtornos psiquiátricos na família? Procure a ajuda de um psiquiatra


  • Olá! Estão, estou ficando muito preocupada, minha filha de 4 ano tem contado coisas que são mentira

    Olá!
    Estão, estou ficando muito preocupada, minha filha de 4 ano tem contado coisas que são mentiras, e ela insiste e até chora quando falo que não é verdade, até porque eu estava junto e sei. Ela tá começando a me trazer problemas com o pai dela. É normal essa idade mentir? Contar uma história que parece ser realmente verdadeira?
    Desde já, agradeço a atenção!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Sim, é normal crianças de 4 anos contarem histórias que não são verdadeiras, e isso geralmente faz parte do desenvolvimento cognitivo e emocional. Nessa idade, a imaginação é muito ativa, e a linha entre realidade e fantasia ainda não está totalmente definida.Se a criança mente com frequência e com intenção de prejudicar alguém (por exemplo, acusar injustamente o pai ou outra pessoa), pode ser um sinal de que algo está acontecendo emocionalmente.

    Se isso está gerando conflitos entre os pais, é importante observar:
    A criança está tentando chamar a atenção dos pais?
    Ela se sente dividida entre vocês?
    Está expressando alguma insegurança ou medo através dessas histórias?

    Muitas vezes, crianças pequenas testam como os adultos reagem às suas palavras e emoções, então a maneira como você responde é essencial.
    Em vez de dizer "Isso é mentira!", tente algo como:
    "Eu sei que você sente isso, mas essa não é a história verdadeira. Vamos pensar juntos no que realmente aconteceu?"


  • Olá. Meu menino é muito distraído e desenteressado pelos estudos, ele tem 14 anos. Será que ele so

    Olá.
    Meu menino é muito distraído e desenteressado pelos estudos, ele tem 14 anos.
    Será que ele sofre de algum transtorno?
    Devo levá-lo a um especialista?
    É possível rever este quadro?
    Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Olá! A distração e o desinteresse pelos estudos podem ter várias causas, desde fatores emocionais e ambientais até transtornos como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) ou dificuldades de aprendizagem. Mas também pode ser fruto do uso excessivo de tela. Experimente reduzir o tempo dele no celular.

    Algumas questões para refletir:
    1⃣ Sempre foi assim ou é algo recente? Mudanças bruscas no comportamento podem estar ligadas a questões emocionais, como ansiedade ou desmotivação.
    2⃣ Ele consegue manter o foco em atividades que gosta? Se ele se concentra bem em jogos, esportes ou outras áreas de interesse, pode ser uma questão de engajamento com os estudos.
    3⃣ Tem dificuldades em organizar tarefas ou lembrar compromissos? Problemas na gestão do tempo e na organização podem indicar algo além da simples falta de interesse.
    4⃣ A escola já relatou algo? Professores costumam perceber dificuldades que se repetem em diferentes contextos.
    5⃣ Ele tem sono regulado e uma rotina estruturada? Sono inadequado, excesso de telas e falta de rotina podem afetar muito a atenção.

    Devo levá-lo a um especialista?
    Se o comportamento dele estiver impactando o aprendizado e a rotina, uma avaliação com um psicopedagogo, neuropsicopedagogo ou neuropediatra pode ajudar a entender melhor a situação e indicar estratégias adequadas.

    É possível reverter esse quadro?
    Sim! Se for apenas desmotivação, estratégias como reforço positivo, técnicas de estudo e um plano de estudos mais dinâmico podem ajudar. Se houver um transtorno, intervenções adequadas fazem toda a diferença na evolução.


  • Bom dia,tenho uma filha de 11 anos está no 6 ano do fundamental,ela estuda pras provas e atenciosa n

    Bom dia,tenho uma filha de 11 anos está no 6 ano do fundamental,ela estuda pras provas e atenciosa nas aulas e na hora de fazer os testes e as provas não consegue responder,fica muito nervosa a mão começa suar,o que pode ser,aí resultado não consegue tirar notas boas o que faço.estou muito preocupada .obrigada!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Aline Freitas

    Bom dia! O que você descreve pode ser um caso de ansiedade de desempenho, que é quando a criança sente tanta pressão para se sair bem que acaba bloqueando na hora da prova. Isso é mais comum do que parece e pode ser trabalhado!

    O que pode estar acontecendo?
    Medo de errar ou frustração com resultados anteriores
    Autocobrança excessiva
    Baixa confiança nas próprias capacidades
    Dificuldade em lidar com a pressão das provas

    O que você pode fazer para ajudá-la?
    Reforçar a autoestima e a confiança: Diga que o importante é aprender e que errar faz parte do processo. Valorize o esforço dela, não só a nota.

    Simular provas em casa: Faça testes cronometrados com ela em um ambiente tranquilo para que vá se acostumando com a pressão.

    Ensinar técnicas de respiração e relaxamento: Antes da prova, ela pode fechar os olhos, respirar fundo algumas vezes e repetir frases como "Eu consigo fazer isso com calma."

    Conversar com a escola: Professores podem oferecer suporte, como tempo extra para realizar as provas ou um ambiente mais tranquilo.

    Observar se há outros sinais de ansiedade: Se esse nervosismo acontece também em outras situações (apresentações, competições, interações sociais), pode ser interessante buscar ajuda de um psicopedagogo ou psicólogo infantil para trabalhar estratégias específicas.


Perguntas frequentes

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