Perguntas do paciente (34)
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minha filha de 8 anos beijou um bebe na boca, este tipo de comportamento é normal? Reflete alguma co
minha filha de 8 anos beijou um bebe na boca, este tipo de comportamento é normal? Reflete alguma coisa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Criança não tem maldade. Isso é normal sim. Temos adultos que tem essa pratica também. O importante é observar se este comportamento se repete com outras pessoas de outras idades.
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Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos i
Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos inadequados na rua,sai correndo,não quer obedecer....
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para te ajudar nesta questão é muito importante conhecer seu filho. Dicas que funcionam para uma pessoa podem não ser eficazes para outras. Como eu sei que lidar com esses comportamentos pode ser desafiador, vou te dar algumas estratégias que podem ajudar a estimular seu filho de forma positiva e melhorar a segurança e a obediência. Aqui vão algumas dicas:
1. Ensinar Segurança de Forma Visual e Prática
Histórias Sociais – Use imagens ou desenhos para explicar situações como “andar na rua com segurança” e “ficar perto do responsável”. Pode ser em formato de quadrinhos ou um livrinho simples.
Cartões Visuais – Leve cartões com figuras simples mostrando regras (exemplo: “parar”, “dar a mão”, “esperar no sinal”).
Modelagem e Ensaios – Antes de sair, treine com ele dentro de casa o que fazer quando estiver na rua.
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Tenho um filho de 7 anos que desde de pequeno gista de coisas de meninas e diz ser menina. Quer co
Tenho um filho de 7 anos que desde de pequeno gista de coisas de meninas e diz ser menina.
Quer colocar meus sapatos , minhas roupas, fazer maquiagem.
Não sei o que fazer.
A última dele agora disse que quer ter um nome de menina pq não é menino.
Podem me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa situação seja desafiadora para você. É natural sentir dúvidas e preocupações, mas o mais importante agora é manter um vínculo saudável com seu filho, garantindo que ele se sinta amado e seguro dentro da família.
Você não precisa ter todas as respostas agora, mas pode buscar compreender o que ele está sentindo e encontrar um caminho para lidar com isso da melhor forma possível. Conversar com um profissional pode ajudar a esclarecer dúvidas e trazer orientações sobre como agir sem causar sofrimento para ele ou para você.
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O meu filho foi diagnosticado com síndrome de asperger aos 8 anos. Neste momento tem 14 anos e está
O meu filho foi diagnosticado com síndrome de asperger aos 8 anos. Neste momento tem 14 anos e está a ser difícil lidar com a situação da escola, em que ele não tem responsabilidades em fazer as tarefas, não se esforça, embora demonstre capacidade para as matérias. Mas o que mais nos preocupa é que ele para obter certos bens materiais, rouba, mente até ser desmascarado e quando assume não aparenta qualquer tipo de culpa. Temos medo que se torne um adulto marginal. Haviam muitos mais situações a detalhar, mas o que queria realmente saber é se é normal um asperger ter este tipo de comportamento? Uma vez que são descritos como muito corretos e determinados nas suas opiniões.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para uma pessoa autista, terapia é fundamental para o desenvolvimento saudável e autônomo. Alguns comportamentos, quando tratados em terapia, somem depois de um tempo. Geralmente, pessoas com Síndrome de Asperger são descritas como tendo um senso de justiça rígido e sendo muito literais. Mas, cada ser é único e um transtorno nunca vem sozinho, sempre tem uma outra coisa associada.
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Como se diferencia um asperger comum de um asperger superdotado, levando em consideração que ambos p
Como se diferencia um asperger comum de um asperger superdotado, levando em consideração que ambos podem apresentar interesses restritos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
tanto o autista com nível 1 (antigamente chamado de Asperger) quanto o autista superdotado podem apresentar interesses restritos e aprofundados. No entanto, existem algumas diferenças sutis — mas importantes — que nos ajudam a distinguir esses dois perfis:
Profundidade x intensidade do interesse:
Ambos podem se fixar em um tema (por exemplo, planetas, dinossauros ou mapas). Mas no caso da superdotação, a criança costuma apresentar um raciocínio avançado sobre o assunto, fazendo relações complexas, levantando hipóteses e tendo uma compreensão mais ampla e crítica. Já no autismo sem superdotação, o foco tende a ser mais repetitivo, com detalhamento técnico e memorização, mas nem sempre com essa elaboração cognitiva mais alta.
Velocidade de aprendizagem:
A criança superdotada costuma aprender muito rápido, às vezes sozinha, com pouca ou nenhuma mediação. Ela pode extrapolar os conteúdos escolares com facilidade. Já o autista típico pode precisar de mais repetições e previsibilidade para consolidar o conhecimento, mesmo sendo muito bom em áreas específicas.
Criatividade e flexibilidade:
Na superdotação, mesmo com interesses intensos, é comum a criança demonstrar criatividade, criar teorias ou explorar o assunto por diversos ângulos. No autismo, é mais comum a rigidez — a criança quer repetir, colecionar ou classificar da mesma forma sempre.
Habilidades sociais e emocionais:
A criança superdotada pode ter dificuldades sociais por se sentir “deslocada” ou não compreendida, mas geralmente compreende normas sociais e pode até tentar se adaptar (ainda que se sinta entediada ou impaciente). Já o autista costuma ter uma dificuldade real de compreender e interpretar regras sociais, expressões faciais, ironias ou sentimentos alheios.
Perfil cognitivo em avaliação formal:
Em avaliações neuropsicológicas ou psicopedagógicas, a criança superdotada apresenta um QI elevado (geralmente acima de 130), e pode haver desequilíbrio entre áreas (ex.: muito alto em raciocínio lógico e mais baixo em memória de trabalho ou linguagem verbal, o que é comum em autistas superdotados). Já no autista sem superdotação, os testes podem mostrar desempenho na média ou até abaixo, mas com picos em áreas específicas.
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Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades
Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades como por exemplo: na escrita ( troca letras ), dispersa, dificuldade para ler o que escreve, não decora matérias,Estuda e depois não lembra etc.
Ela ainda tem dislexia??
Qual profissional devo procurar??
Pois ela quer trabalhar mas não consegue sair do ensino médio normal.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dilslexia é uma condição permanente, ou seja, não tem cura. Mas, uma profissional de psicopedagogia é a indicada para fazer uma reavaliação e depois uma intervenção para ajudar a sua filha a lidar com as dificuldades dela.
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Boa tarde! Meu filho é autista e recebemos o diagnóstico quando ele estava com 1 ano e 10 meses de
Boa tarde!
Meu filho é autista e recebemos o diagnóstico quando ele estava com 1 ano e 10 meses de idade. Não possui estereotipias graves e é calmo - não toma medicação. Aos 2 anos de idade iniciou as terapias orientadas pela neuropediatra. Começou a falar com 2 anos e 11 meses; hoje, com 4 anos e 3 meses, canta tudo que escuta e repete os episódios dos desenhos e comerciais porém, não se comunica. O que ainda estaria faltando para desenvolver a sua comunicação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreveu, seu filho apresenta ecolalia (repetição de falas de desenhos e comerciais), algo comum no autismo e que pode ser um estágio do desenvolvimento da linguagem. O desafio agora é transformar essa repetição em comunicação funcional. Procure uma fonoaudióloga para te ajudar.
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Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger,
Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger, ele faz acompanhamento com fono(atraso de fala), T.O, Psicóloga, e agora há dois dias começou psicopedagoga, ha 4 semanas começou fazer birras fora de casa e quando sai das terapias quer levar os brinquedos com ele, como não deixo ele chora e reclama, se joga no chão olhando pra mim, já não sei mais o que fazer, vocês poderiam me ajudar. Obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essas birras podem estar relacionadas a dificuldade em lidar com frustrações, rigidez cognitiva e dificuldades sensoriais ou emocionais. Como ele está passando por várias terapias, isso também pode gerar um desgaste emocional, tornando-o mais sensível a mudanças e regras.
Aqui estão algumas estratégias para ajudar:
1. Antecipação e Clareza das Regras
Crie uma Rotina Visual – Faça um cartão ou desenho mostrando que ele pode brincar nas terapias, mas os brinquedos ficam lá.
Diga Antes o Que Vai Acontecer – Antes da sessão terminar, avise: “Está quase na hora de ir embora. Os brinquedos vão ficar aqui, mas você pode brincar de novo na próxima vez.”
2. Alternativas e Trocas
"Prêmio de Troca" – Leve um brinquedo pequeno de casa e, ao sair da terapia, ofereça esse brinquedo para distraí-lo.
Caixa de Brinquedos Especial para Depois da Terapia – Separe um brinquedo ou atividade que ele goste e diga que ele pode brincar com aquilo quando chegar em casa.
3. Estratégias para Lidar com as Birras
Mantenha a Calma e Espere – Se ele se jogar no chão, tente não ceder nem dar muita atenção ao comportamento. Mantenha um tom calmo e neutro.
Ajude com Comunicação – Como ele tem atraso na fala, ele pode não saber expressar frustração. Se possível, ensine frases curtas ou imagens para ele comunicar o que sente (exemplo: “quero brincar mais”).
Saída Gradual – Diga algo como: "Você quer dar tchau para o brinquedo?" ou "Vamos dar um último abraço nele?" e saia logo depois.
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Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue
Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue acompanhar a turma, não teve evolução nos últimos 6 meses. Nessa idade poderia dar algum fitoterapico para ajudar no deftit de atenção?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de considerar qualquer fitoterápico, o ideal é conversar com um neuropediatra ou um profissional especializado. Algumas crianças nessa idade ainda estão em processo de amadurecimento neurológico, e a distração pode ter várias causas, como dificuldades sensoriais, imaturidade ou até fatores emocionais.
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Adotamos nossa filha a 1 ano e 3 meses ela ficou abrigada 1 ano e meio e hoje tem 10 anos. Qual impa
Adotamos nossa filha a 1 ano e 3 meses ela ficou abrigada 1 ano e meio e hoje tem 10 anos. Qual impacto da adoção no processo de aprendizagem pois ela não consegue interpretar textos de português e problemas de matemática
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A adoção, especialmente após um período em abrigo, pode impactar a aprendizagem de várias formas, tanto do ponto de vista emocional quanto cognitivo. No caso da sua filha, algumas possíveis razões para a dificuldade na interpretação de textos e problemas matemáticos podem incluir:
1. Impacto Emocional e Vínculo Afetivo
Insegurança e Ansiedade – Crianças adotadas podem ter dificuldades emocionais que afetam a concentração e o raciocínio, especialmente se passaram por situações de negligência ou mudanças bruscas.
Necessidade de Pertencimento – A adaptação ao novo lar pode gerar sentimentos que ocupam sua mente, dificultando o foco no aprendizado.
2. Déficit de Estimulação no Passado
Pouco Contato com a Leitura – Se no abrigo não houve estímulo suficiente, ela pode ter perdido fases importantes do desenvolvimento da leitura e da interpretação.
Dificuldade na Base da Aprendizagem – Ela pode ter falhas no aprendizado inicial, o que dificulta a interpretação e a solução de problemas.
É importante procurar uma psicopedagoga que seja neuropsicóloga também para ajudar a entender esse processo de sua filha.
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Ola, sou professora auxiliar de um aluno com Tdah e autismo leve. Esta no 6 ano, tem 11 anos, ele na
Ola, sou professora auxiliar de um aluno com Tdah e autismo leve. Esta no 6 ano, tem 11 anos, ele nao gosta de copiar a lição da lousa. Faz birra e chora, no inicio fiz acordo com ele que o ajudaria na copia. Porem o aluno quer que eu copie toda a lição. Falo que não é certo. Porém acabei copiando para ele pois ele chora muito. O que devo fazer? Deixo chorar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse comportamento pode estar relacionado à dificuldade motora, à atenção ou até à rigidez cognitiva. O ideal é ajudá-lo a desenvolver autonomia sem ceder completamente à birra. Algumas estratégias que podem ajudar:
1. Reduzir a Exigência da Cópia
Uso de Fichas ou Impressões – Em vez de copiar tudo da lousa, ele pode receber um resumo impresso para apenas complementar com palavras-chave.
Uso de Tecnologia – Se permitido, ele pode tirar uma foto da lousa e copiar aos poucos.
2. Dividir a Cópia em Pequenas Etapas
Tempo Controlado – Combine que ele copia duas linhas, faz uma pausa e depois continua.
Recompensa por Tentativa – Se ele copiar um trecho sozinho, pode ganhar um incentivo (exemplo: elogio, adesivo, tempo para algo que goste).
3. Estratégias para Reduzir as Birras
Mantenha a Regra com Firmeza e Calma – Se ele chorar, valide o sentimento: "Sei que é difícil, mas eu acredito que você consegue."
Dê Alternativas – Exemplo: "Você quer copiar sentado ou em pé?" (dar escolhas ajuda na aceitação).
Não Ceder à Birra – Se copiar no lugar dele virou um padrão, ele aprendeu que chorar funciona. Tente não reforçar esse comportamento.
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o filho da minha amiga e muito violento em sala de aula ,ela vive recebendo reclamações sobre ele qu
o filho da minha amiga e muito violento em sala de aula ,ela vive recebendo reclamações sobre ele quase todos os dias ,ela diz que em casa ele e amoroso ,e que ela vive falando com ele ,e ate de castigo ela deixa ,e nada resolve . Por que em casa e tão carinhoso e na escola tão violento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ele é carinhoso em casa porque está num ambiente seguro. Na escola, pode se sentir inseguro, frustrado ou sobrecarregado, e reage com agressividade por não saber lidar com o que sente. Castigos não resolvem — é preciso investigar o que está por trás do comportamento e buscar ajuda profissional.
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Minha filha vai fazer 3 anos ela destroi todas as bonecas , nao sei o motivo , ela risca todas nao p
Minha filha vai fazer 3 anos ela destroi todas as bonecas , nao sei o motivo , ela risca todas nao poder ver mas o rosto quero saber se e normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é comum nessa idade. Riscar bonecas pode ser uma forma de explorar ou expressar emoções. Mas se for frequente e só nos rostos, vale observar com atenção. Se vier com outros sinais (agressividade, atraso, isolamento), é bom buscar uma avaliação.
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O que seria disgrafia?
O que seria disgrafia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Disgrafia é uma dificuldade na escrita, especialmente na parte motora. A criança com disgrafia tem letra muito irregular, ilegível, escreve devagar e com esforço. Não é preguiça — é uma dificuldade real de coordenar os movimentos da escrita.Disgrafia é uma dificuldade na escrita, especialmente na parte motora. A criança com disgrafia tem letra muito irregular, ilegível, escreve devagar e com esforço. Não é preguiça — é uma dificuldade real de coordenar os movimentos da escrita.
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Perguntas frequentes
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