Perguntas do paciente (682)
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Existe a possiblidade de um paciente ter Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e comportament
Existe a possiblidade de um paciente ter Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e comportamento hostil ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresente comportamentos hostis. O TPB é caracterizado por instabilidade nas emoções, nas relações interpessoais e na autoimagem, além de comportamentos impulsivos. Esses indivíduos podem experimentar emoções intensas e emocionais, em alguns casos, podem se manifestar como agressividade ou hostilidade, especialmente em situações de estresse ou quando se sentem evocados.
Essas respostas são parte de um padrão mais amplo de dificuldade em regular como emoções e comportamento. A hostilidade pode surgir como uma resposta a uma percepção de abandono ou traição, que é um medo comum em TPB.
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Qual é a importância das relações interpessoais na saúde mental?
Qual é a importância das relações interpessoais na saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As relações interpessoais são importantes para a saúde mental porque proporcionam suporte emocional, ajudam a lidar com o estresse e promovem o bem-estar geral. A forma como nos relacionamos com amigos, familiares, colegas de trabalho e parceiros afeta diretamente nosso bem-estar emocional.
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É verdade que o estresse pode causar queda de cabelo?
É verdade que o estresse pode causar queda de cabelo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o estresse pode causar queda de cabelo. O estresse pode causar alterações hormonais, que afetam o equilíbrio do corpo, e o cabelo é uma das partes que sofre.
O estresse é associado ao aumento dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que é produzido pelo organismo em situações de ameaça ou perigo. A queda de cabelo causada por estresse pode ser reversível, mas depende de vários fatores, como a intensidade e duração do estresse, a propensão individual e a imunidade.
Para combater a queda de cabelo causada pelo estresse, pode-se:
- Praticar atividades físicas, como corrida, caminhada, dança ou andar de bicicleta, por pelo menos 30 minutos por dia.
- Praticar exercícios de relaxamento, como ioga ou tai chi chuan.
- Praticar hobbies, como fotografia, desenho ou jardinagem.
- Evitar prender o cabelo molhado.
- Remover completamente o shampoo e o condicionador sempre que lavar o cabelo.
E, principalmente, procurar ajuda profissional.
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Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou
Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou uma dificuldade. Ah uns 4 anos, vivia uma vida normal, me entendia muito bem, era sociável, tinha minhas peculiaridades de personalidade, uma pessoa considerada brava, mas nada fora do normal. Fazia amizades tranquilamente, conversava muito bem e tudo mais, a vida era boa! Em 2020 entrei em um trabalho, e desde então tudo mudou, nesse trabalho fiquei 1 ano, mas desde o primeiro dia senti um desconforto fora do normal, mas não sabia o porque, trabalhava como caixa de supermercado, não sei se era estresse, mas desde o primeiro dia foi assim, logo na primeira semana não conseguia dormir direito, acordava várias vezes a noite sonhando que estava trabalhando, e assim foi, fui tentando levar o máximo que pude pois precisava do trabalho, nisso eu tinha 19 anos. Com o tempo as coisas foram mudando, minha cabeça parece que foi entrando em colapso, não conseguia mais conversar, tudo eu ficava muito nervosa, uma simples conversa pra mim sentia que ia morrer, toda hora ia pro banheiro pra ficar sozinha, porque ficava um pouco no caixa e já ficava reparando em tudo, parecia que todos estavam reparando em mim também, em fim. No começo, me sentia assim apenas no trabalho, depois de um tempo passei a me sentir assim o tempo todo, parece que desaprendi a me comunicar, minha cabeça vive em pensamentos, e com o tempo passei a não me lembrar mais como é ter uma mente normal, eu penso o dia inteiro, aí as vezes tento não pensar, e aí parece que fico paralisada sem saber o que fazer, é terrível nem eu sei explicar direito o que acontece comigo. Parece que desaprendi tudo, nessa trajetória perdi meu namorado, me afastei da família e dos amigos, vivo comigo mesma, mas nem sozinha consigo ficar em paz, me sinto cansada 24 horas por dia, parece que durmo e não descanso. Minha vida virou um mártires, e não sei como sair disso, se estou ficando louca, no começo cheguei a procurar um psicólogo, fiz coisa de duas consultas, ela chegou a falar numa possível síndrome do Pânico, ansiedade, mas parei de ir por falta de condição, gostaria de saber ou ouvir de alguém se isso é normal, uma opinião ou algo do tipo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, quero que saiba que o que você está sentindo é real e compreensível, não é algo "normal" no sentido de ser algo esperado ou saudável, mas é algo que muitas pessoas enfrentam em algum momento da vida, e isso pode ser tratado. Pelo que você descreveu, parece que o estresse relacionado ao trabalho, somado à sobrecarga emocional, desencadeou uma série de reações intensas no seu corpo e na sua mente, como ansiedade, dificuldades de comunicação, sensação de isolamento e a percepção de que sua mente está em constante "looping". Isso pode estar relacionado a um quadro de ansiedade generalizada, ou até mesmo a um transtorno de pânico, como mencionado pela psicóloga.
A boa notícia é que há ajuda disponível. A psicoterapia pode ser um espaço essencial para você começar a entender esses sentimentos e aprender a lidar com eles de forma saudável. Embora você tenha interrompido o processo terapêutico devido a dificuldades financeiras, é importante considerar retomar o acompanhamento, pois ele pode ser fundamental para o seu bem-estar. Não precisa ser sozinha nesse processo, e procurar ajuda pode ser o primeiro passo para retomar o controle da sua vida e da sua saúde mental. Você merece se sentir melhor e viver em paz com você mesma.
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Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?
Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de personalidade borderline (TPB) se manifesta de várias formas, mas algumas características são comuns:
- Instabilidade emocional
A pessoa com TPB tem mudanças frequentes de humor, que podem durar horas ou dias, e alternar entre ansiedade, depressão e raiva.
- Impulsividade
A pessoa com TPB pode ter comportamentos impulsivos, como gastos financeiros descontrolados, abuso de substâncias e comportamentos sexuais de risco.
- Dificuldade em lidar com rejeição e abandono
A pessoa com TPB tem um medo intenso de abandono e pode fazer esforços frenéticos para evitar isso.
- Crises de identidade
A pessoa com TPB pode ter crises de identidade, como autoimagem, autoestima, sexualidade, gostos e valores instáveis.
- Sensação de vazio
A pessoa com TPB pode ter uma sensação persistente de vazio interior.
- Relações instáveis
A pessoa com TPB pode ter relacionamentos intensos e instáveis, com rompantes ou oscilações de humor bruscas e intensas.
O TPB é caracterizado por um padrão generalizado de instabilidade e hipersensibilidade nos relacionamentos interpessoais. O diagnóstico é feito por critérios clínicos e o tratamento é feito com psicoterapia e, às vezes, medicamentos.
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Ao ver shows de música, batalhas de dança meio que me imagino. Mas só no momento que estou vendo. Se
Ao ver shows de música, batalhas de dança meio que me imagino. Mas só no momento que estou vendo. Será pela autoestima baixa ou falta de socialização? A muitos anos não tenho uma vida social ativa. Também tenho muitos sintomas de TOC.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível que esses sentimentos estejam relacionados a uma combinação de fatores, como baixa autoestima e a falta de socialização. A imaginação de si mesma em momentos de performance, como em shows de música ou batalhas de dança, pode refletir um desejo de expressão pessoal e de se conectar com os outros de forma mais espontânea e autêntica. Isso é natural, especialmente se você não tem vivido situações sociais ativas.
Além disso, o TOC pode influenciar esses pensamentos, uma vez que ele muitas vezes está ligado a um desejo de controle ou perfeição, o que pode afetar a forma como você se vê em relação aos outros ou em situações sociais.
A psicoterapia pode ser muito útil para explorar esses sentimentos de forma profunda. Ela pode ajudar a entender melhor como a baixa autoestima, a falta de socialização e o TOC estão influenciando sua vida, além de fornecer ferramentas para lidar com esses desafios de uma maneira mais saudável e autocompassiva.
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Como a terapia pode ajudar no tratamento do transtorno borderline?
Como a terapia pode ajudar no tratamento do transtorno borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia pode ser uma abordagem eficaz para tratar o transtorno de personalidade borderline (TPB), pois ajuda o paciente a:
- Compreender as suas emoções e sentimentos
- Desenvolver um senso de identidade emocional
- Identificar padrões de pensamento e crenças que podem causar comportamentos impulsivos
- Substituir padrões de pensamento e crenças por outros mais saudáveis
- Aprender a tolerar sentimentos intensos
- Desenvolver um senso de autorregulação emocional
No entanto, é importante que o terapeuta esteja consciente dos desafios envolvidos na terapia com pacientes com TPB e ofereça um ambiente de apoio e cuidado.
A psicoterapia é a base do tratamento para o TPB.
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Geralmente sou uma pessoa muito instável, estou bem e por pequenas coisas eu entro em crise de choro
Geralmente sou uma pessoa muito instável, estou bem e por pequenas coisas eu entro em crise de choro me isolo e depois me sinto mal pela atitude, às vezes fico muito estressada ou bem desanimada, me sinto sem forças e tenho vontade de sumir. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo pode ser um sinal de instabilidade emocional, algo que muitas pessoas experimentam em diferentes momentos da vida. Sentir-se bem em alguns momentos e, em seguida, passar por crises de choro, estresse ou desânimo, pode estar relacionado a questões emocionais mais profundas ou até mesmo a dificuldades em lidar com situações desafiadoras. Esse ciclo pode gerar confusão, tornando difícil entender as causas dessas reações.
A psicoterapia pode ser extremamente útil para explorar essas emoções, identificando padrões de comportamento e ajudando a compreender as raízes desse mal-estar. Além disso, ela oferece um espaço seguro para trabalhar a regulação emocional, ajudando a lidar com os altos e baixos de forma mais equilibrada. Através do acompanhamento profissional, você poderá se sentir mais empoderada, compreendendo melhor suas emoções e desenvolvendo formas mais saudáveis de enfrentá-las, sem se sentir mal por isso.
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Tenho 18 anos e me sinto perdida, alguns de meus amigos já estão na faculdade fazem cursinhos, me si
Tenho 18 anos e me sinto perdida, alguns de meus amigos já estão na faculdade fazem cursinhos, me sinto mal porque não sinto a mesma motivação que eles. Eu tranquei uma faculdade quando comecei a fazer e senti que perdi o rumo desde então. Sou uma pessoa ambiciosa e gosto de pagar pelas minhas próprias coisas, apenas saí porque não queria que meus pais gastassem dinheiro. Mas, eles ficam me falando que o tempo está passando e que isso irá piorar as coisas. Estou fazendo algo de errado? Eu só queria uma opinião profissional para saber se isso é normal
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você se sinta pressionada e perdida diante das comparações com seus amigos e das expectativas familiares. Essas sensações são comuns em momentos de transição e incerteza. É importante lembrar que cada pessoa tem seu próprio ritmo e que o sucesso não segue um cronograma fixo.
Seu desejo de independência financeira e de aliviar a carga financeira dos seus pais demonstra maturidade e responsabilidade. Contudo, essas decisões também podem ser desafiadoras, especialmente quando levam à sensação de estagnação. Não há nada de "errado" no que você está sentindo; ao contrário, isso reflete a complexidade das suas escolhas e dos seus valores.
A psicoterapia pode ser um espaço valioso para explorar suas dúvidas, identificar suas prioridades e compreender o que realmente a motiva. Ao trabalhar esses sentimentos com um profissional, você pode construir clareza sobre suas metas e desenvolver estratégias para alcançá-las, respeitando seu próprio ritmo e necessidades. Este é um processo de autodescoberta, e dar-se tempo para isso é essencial.
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Eu tenho 19 anos, nunca beijei e nem tive nenhuma experiência sexual.sinto um bloqueio na hora da ab
Eu tenho 19 anos, nunca beijei e nem tive nenhuma experiência sexual.sinto um bloqueio na hora da abordagem e simplesmente isso não acontece e fico me questionando se tem algo em mim que não deixa ter essa experiência ou de fato não é o momento certo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural sentir ansiedade ou dúvida em relação a experiências que ainda não vivemos, especialmente quando parece que há uma pressão social para que elas aconteçam. O fato de você não ter tido essas vivências aos 19 anos não é algo que indique um problema ou algo "errado" em você. Cada pessoa tem seu próprio tempo e ritmo para descobrir e explorar essas experiências, e forçar-se a vivê-las antes de estar pronta pode gerar mais desconforto do que satisfação.
O bloqueio que você sente pode estar relacionado a inseguranças ou expectativas que você coloca sobre si mesma ou sobre a situação. A psicoterapia pode ajudá-la a explorar esses sentimentos, entender suas necessidades e desenvolver maior confiança em si mesma e em suas relações.
Permita-se viver no seu ritmo e lembrar que o momento "certo" é aquele em que você se sente confortável e conectada com a experiência. Isso é mais importante do que qualquer padrão externo.
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Olá bom dia, minha filha tem 6 anos e desde ano passado vem apresentado um descontrole emocional mui
Olá bom dia, minha filha tem 6 anos e desde ano passado vem apresentado um descontrole emocional muito desconfortável tanto em casa como na escola, que é é quere a atenção só pra ela exageradamente, tudo o que ver quer, exemplo: na escola a tia não pode elogiar um colega que ela quer também, se outra criança quer ir ao banheiro mesmo sem vontade ela quer também, enfim muitas situações e ela quer também seja ela coisa boa ou ruim ela quer e chora esperneia se não for atendida é um estresse constante em sala, em casa é do mesmo jeito eu não posso ficar com o pai dela que quer só pra ela, se o pai me dar carinho ela chora esperneia que quer também gente isso é normal? ta sendo um estresse constante esse comportamento dela e exagerado, devo procurar algum profissional? qual? vejo que apesar dela fazer isso é um sofrimento pra ela e pra quem convive com ela
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O comportamento que você está descrevendo pode ser indicativo de dificuldades emocionais que sua filha está enfrentando. Embora seja normal para crianças dessa idade buscarem atenção, o comportamento excessivo e a dificuldade em lidar com frustrações podem sugerir que ela está lidando com alguma ansiedade ou insegurança emocional. Esse tipo de comportamento, especialmente quando envolve explosões emocionais, pode ser uma forma de a criança expressar sentimentos que ainda não sabe como processar.
A psicoterapia infantil pode ser muito útil nesse caso. Através da terapia, ela pode aprender maneiras mais adequadas de expressar suas necessidades e emoções, além de desenvolver habilidades para lidar com a frustração e a sensação de não ser o centro das atenções. O psicólogo especializado em infância pode trabalhar com você e sua filha para identificar as causas desse comportamento e apoiar o desenvolvimento emocional dela, aliviando o estresse tanto para ela quanto para a família.
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Olá. Por favor, tenho mais de 50 problema lá comigo, carrego tanta coisa por 30 anos calada.. Mas nã
Olá. Por favor, tenho mais de 50 problema lá comigo, carrego tanta coisa por 30 anos calada.. Mas não consigo buscar ajuda, eu tô morrendo e definhando
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja carregando tanto sofrimento por tanto tempo. É compreensível que, após tantos anos lidando com esses sentimentos sozinha, seja difícil buscar ajuda. No entanto, a psicoterapia pode ser um espaço fundamental para começar a entender o que está acontecendo, explorar essas dores e começar a dar voz ao que está guardado. Através da psicoterapia, você pode encontrar apoio para lidar com o peso emocional e começar a perceber novas formas de lidar com suas dificuldades, sem se sentir sobrecarregada ou sozinha. Embora possa ser desafiador dar esse passo, ele pode ser o início de um caminho de cura e autocompreensão. Você merece ser ouvida.
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O Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?
O Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode, de fato, afetar o desempenho escolar ou profissional. As obsessões e compulsões características do TOC podem consumir tempo e energia, dificultando a concentração, a organização e a execução de tarefas de forma eficiente. Por exemplo, a necessidade de realizar certos rituais repetitivos ou a preocupação excessiva com detalhes específicos pode interferir nas atividades cotidianas, causando atrasos ou sensação de que nada está "perfeito o suficiente". A psicoterapia pode ser muito útil nesse contexto, ajudando a pessoa a entender melhor os gatilhos do TOC, trabalhar suas preocupações e encontrar formas mais equilibradas de lidar com as exigências da vida acadêmica ou profissional.
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Sou mulher e sempre gostei de homens. De um tempo pra cá comecei a me sentir atraída por outra mulhe
Sou mulher e sempre gostei de homens. De um tempo pra cá comecei a me sentir atraída por outra mulher, nunca tinha sentido isso. Estou confusa, porque sinto atraída por ela , e estou apaixonada por um homem. O que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural sentir confusão ao vivenciar algo novo em relação à própria sexualidade ou sentimentos. Nossas emoções e desejos podem ser complexos, e isso não significa que algo está errado com você. A sexualidade humana é fluida e única para cada pessoa, e essas experiências podem ser parte do seu autoconhecimento. É importante lembrar que não é necessário se rotular ou buscar respostas definitivas imediatamente.
A psicoterapia pode ser um espaço seguro para explorar esses sentimentos, compreender suas emoções e refletir sobre o que isso significa para você, sem julgamentos. Uma abordagem que valorize sua singularidade pode ajudar a lidar com a confusão de forma mais clara e acolhedora.
Reflita sobre o que você sente por essas pessoas, como essas emoções se manifestam e o impacto que isso tem na sua vida. Dar-se tempo para compreender esses sentimentos é essencial. A busca por autoconhecimento é um processo que pode trazer mais clareza sobre o que realmente deseja, ajudando você a tomar decisões mais alinhadas com seus valores e necessidades emocionais.
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Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava e
Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava eu acabava retribuindo, não na intenção de me aproximar, mas só por gostar daquilo, talvez por ego ou validação. Há algumas semanas li que troca de olhares era de fato flerte e isso era traição, e agora me sinto angustiado. Desde então estou atormentado com a possibilidade de ter traído minha namorada, pois nunca nem me passou pela minha cabeça o desejo de trair, achava que aquilo não era nada demais. Não eram olhares encarando ou com sorrisinho nem nada, eram só olhares rápidos e eventuais, mas repetitivos em alguns casos, mesmo que não houvesse intenção de dar em cima acabava alimentado aqueles olhares idiotas.
Não paro de pensar nisso, durmo e acordo pensando nisso. É meu primeiro relacionamento, temos 20 anos, já estamos a 2 anos juntos e amo muito ela. Não quero acreditar que eu a traí, não suportaria perder-la por pura imaturidade minha e por uma atitude tão idiota. Sei que foi errado e desrespeitoso, mas venho tentando me convencer que não chegou a ser traição, mas esse questionamento não sai da minha cabeça, e quando acho que superei algum gatilho desperta a culpa novamente. O que pode ser? Meu toc? Já estou tão perturbado com isso que nem sei se eu devo ou não contar, pois se de fato não houve traição seria criar insegurança desnecessária nela. Me ajudem!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo parece estar relacionado a um processo de ruminação e uma análise excessiva dos seus próprios comportamentos, algo muito comum em pessoas que lidam com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). No TOC, pensamentos obsessivos — como os que você está tendo sobre a troca de olhares — podem gerar angústia e culpa, mesmo quando não há motivo para isso. A mente acaba criando um ciclo de dúvidas e arrependimentos, e a pessoa tenta, sem sucesso, encontrar respostas que aliviem essa tensão interna.
A psicoterapia pode ser muito útil nesse caso, pois ajuda a entender a raiz desses pensamentos obsessivos e a lidar com a culpa excessiva. Ela também oferece um espaço seguro para trabalhar o autoconhecimento, promover a aceitação de si mesmo e melhorar a comunicação no relacionamento. Contar ou não sobre os pensamentos obsessivos depende do contexto, mas a terapia pode ajudar a avaliar melhor como lidar com a situação de forma mais saudável.
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É normal se sentir desconfortável no meio de muitas pessoas?
É normal se sentir desconfortável no meio de muitas pessoas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é normal sentir desconforto em situações com muitas pessoas, especialmente se você não se sente completamente à vontade ou se tende a ser mais introvertido. Esse desconforto pode ser uma reação natural do corpo ao estar em ambientes com muita estimulação social, o que pode gerar ansiedade ou até sensação de sobrecarga. No entanto, quando esse desconforto é constante e afeta sua qualidade de vida, pode ser útil buscar apoio. A psicoterapia pode ajudar a entender melhor essas reações, explorando suas causas e oferecendo maneiras de lidar com elas de forma mais saudável, permitindo maior controle e conforto em ambientes sociais.
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Gostaria de saber como se comporta uma pessoa que tem fobia social?
Gostaria de saber como se comporta uma pessoa que tem fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A fobia social se manifesta de diversas maneiras, mas geralmente envolve um medo intenso de ser julgado ou observado por outras pessoas, especialmente em situações sociais. Quem tem essa condição pode evitar interações sociais, se sentir extremamente ansioso ou até paralisado em situações como falar em público, fazer perguntas ou até mesmo em conversas informais. O medo de ser criticado ou envergonhado pode ser avassalador. A psicoterapia pode ser extremamente útil para lidar com esses sentimentos, ajudando a pessoa a compreender e a desafiar esses medos, além de desenvolver uma forma mais saudável e confortável de se relacionar com os outros e com as próprias emoções.
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Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas de fobia social?
Com qual idade uma pessoa pode começar a apresentar sintomas de fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A fobia social pode começar a se manifestar em várias idades, mas é comum que os primeiros sinais apareçam durante a adolescência, uma fase em que as interações sociais se tornam mais complexas e intensas. No entanto, também pode surgir na infância ou até na vida adulta, dependendo das experiências individuais e das condições emocionais da pessoa. O medo de ser julgado, de cometer erros em público ou de não atender às expectativas dos outros pode se intensificar com o tempo, afetando a autoestima e as relações sociais. A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender e enfrentar esses medos, ajudando a pessoa a lidar com a fobia social de forma mais saudável e autoconfiante.
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Quais as diferenças entre burnout, estresse e depressão?
Quais as diferenças entre burnout, estresse e depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Burnout, estresse e depressão são condições distintas, mas podem se inter-relacionar, o que muitas vezes gera confusão.
O **burnout** é um estado de exaustão emocional, física e mental causado por estresse crônico relacionado ao trabalho ou a atividades que demandam grande esforço emocional. Os sintomas incluem cansaço extremo, sensação de ineficácia, cinismo e desmotivação. Ele está diretamente ligado à sobrecarga profissional e pode impactar outras áreas da vida.
O **estresse** é uma reação natural do corpo a situações desafiadoras ou ameaçadoras. Ele pode ser momentâneo ou persistir em casos de exposição prolongada. Sintomas como irritabilidade, tensão muscular, dificuldades para dormir e ansiedade são comuns. Embora o estresse moderado seja normal, quando crônico pode levar a problemas de saúde, como o próprio burnout.
A **depressão** é um transtorno de humor caracterizado por tristeza persistente, perda de interesse em atividades, alterações no apetite, cansaço e sensação de inutilidade. Ao contrário do estresse ou do burnout, a depressão não está necessariamente vinculada a um fator externo e pode ocorrer em qualquer contexto.
A psicoterapia é fundamental para identificar a diferença entre essas condições e desenvolver estratégias de enfrentamento. Um psicólogo pode ajudar a abordar as causas subjacentes e promover o equilíbrio emocional.
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Engravidei da primeira filha tomando medicação para emagrecer, e desde a introdução da papinha já pe
Engravidei da primeira filha tomando medicação para emagrecer, e desde a introdução da papinha já percebi uma recusa da parte dela. Agora ela vai fazer 8 anos e não come nada de comida. Consigo fazer um tratamento com hipnose com ela, para ver se ela desbloqueia esse trauma com a comida??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A relação que sua filha desenvolveu com a comida pode estar ligada a vários fatores emocionais, ambientais ou até mesmo inconscientes, e é compreensível que você queira ajudá-la a superar isso. Embora a hipnose seja uma técnica utilizada em alguns casos específicos, a psicanálise pode ser uma abordagem altamente eficaz nesse contexto. Por meio da psicanálise infantil, é possível explorar os aspectos inconscientes que podem estar influenciando essa recusa alimentar.
A terapia psicanalítica oferece um espaço seguro para que sua filha expresse sentimentos, medos ou resistências que talvez estejam ligados à alimentação. O analista, por sua vez, trabalha para compreender as dinâmicas internas que possam estar interferindo, ajudando-a a construir uma relação mais saudável com a comida.
Além disso, a psicanálise pode auxiliar você, como mãe, a lidar com possíveis ansiedades ou sentimentos de culpa relacionados a essa situação. Isso contribui para criar um ambiente emocional mais acolhedor, facilitando as mudanças necessárias no comportamento alimentar da sua filha.
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Perguntas frequentes
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Existe a possibilidade de contrair raiva ou seria uma exposição de risco após comer alimento que um
A situação descrita não é considerada uma exposição habitual de risco para…