Perguntas do paciente (682)
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Minha filha tem 4 anos , ela não fazia xixi na calcinha ,ela sempre ia ao banheiro. Agora ela voltou
Minha filha tem 4 anos , ela não fazia xixi na calcinha ,ela sempre ia ao banheiro. Agora ela voltou a fazer xixi na calcinha e na cama. E normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja preocupada com a mudança no comportamento da sua filha, especialmente considerando que ela já tinha o hábito de ir ao banheiro. Regredir em aspectos como o controle do xixi pode ser uma resposta a mudanças no ambiente, novas experiências ou até mesmo emoções que ela ainda não sabe expressar.
Esse comportamento é relativamente comum em crianças e, na maioria das vezes, é uma fase passageira. No entanto, é importante observar se houve algum evento recente que possa ter causado estresse, insegurança ou mudanças na rotina dela. Situações como o início na escola, mudanças familiares ou até mesmo alterações no ambiente podem influenciar.
A psicoterapia infantil pode ser um recurso valioso nesse contexto. Um psicólogo especializado pode ajudar a entender o que pode estar motivando esse comportamento, oferecendo suporte tanto para sua filha quanto para você, auxiliando na criação de estratégias para lidar com a situação com acolhimento e empatia.
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É normal se auto sabotar quando você percebe que está sendo feliz? Eu sinto que não sou digna de nad
É normal se auto sabotar quando você percebe que está sendo feliz? Eu sinto que não sou digna de nada de bom, e quando percebo que estou sendo minimamente feliz, eu vou lá e me saboto.. porque estranhamente sinto conforto na tristeza.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum que sentimentos de auto sabotagem surjam quando nos sentimos felizes, especialmente se há uma percepção interna de que não somos dignos dessa felicidade. Esses padrões muitas vezes estão ligados a crenças enraizadas ou experiências passadas que moldaram a forma como enxergamos nosso valor. Sentir "conforto na tristeza" pode ser uma maneira de se proteger contra decepções ou evitar enfrentar mudanças que a felicidade pode trazer.
A psicoterapia é um espaço que permite explorar essas crenças e padrões emocionais de forma segura e acolhedora. Trabalhar com um psicólogo pode ajudá-la a entender as origens desses sentimentos e a construir uma relação mais saudável consigo mesma, baseada no acolhimento e na aceitação. Com o tempo, é possível ressignificar essas experiências e aprender a se permitir viver e desfrutar momentos de felicidade, sem o peso da culpa ou do medo.
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Ser desconfiado de tudo e ansiedade tem alguma ligação?
Ser desconfiado de tudo e ansiedade tem alguma ligação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a desconfiança excessiva e a ansiedade frequentemente estão interligadas. A ansiedade pode amplificar a percepção de ameaça em situações cotidianas, levando a uma sensação constante de alerta. Quando uma pessoa é desconfiada, ela tende a interpretar eventos ou intenções alheias de maneira mais negativa ou ameaçadora, o que pode aumentar os níveis de ansiedade e alimentar um ciclo de preocupação.
Essa relação pode ser particularmente evidente em situações sociais ou nos relacionamentos, onde o medo de ser enganado ou prejudicado aumenta a sensação de insegurança. Em alguns casos, a desconfiança pode se originar de experiências passadas traumáticas ou padrões de pensamento que perpetuam a ideia de que o mundo é perigoso e imprevisível.
A psicoterapia pode ser extremamente útil para explorar as origens dessa desconfiança e da ansiedade, ajudando a identificar gatilhos e a desenvolver maneiras saudáveis de lidar com essas emoções. Um profissional pode ajudá-lo a criar um espaço seguro para compreender melhor suas reações e trabalhar em estratégias para desenvolver mais confiança e reduzir o impacto da ansiedade em sua vida cotidiana. O processo terapêutico promove maior autoconhecimento e equilíbrio emocional, ajudando a melhorar a qualidade de suas interações e sua paz interior.
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Tenho uma facilidade em esquecer coisas, reclamam bastante pra mim e as vezes marco de fazer algo ma
Tenho uma facilidade em esquecer coisas, reclamam bastante pra mim e as vezes marco de fazer algo mas depois perco o interesse e as pessoas se irritam comigo. O que é isso, e o que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade em lembrar compromissos e o desinteresse em seguir com atividades planejadas pode ser frustrante tanto para você quanto para as pessoas ao seu redor. Esses comportamentos podem estar relacionados a diversos fatores, como distração, sobrecarga mental, desmotivação ou mesmo questões emocionais subjacentes, como ansiedade ou baixa autoestima. É importante investigar se essas dificuldades são pontuais ou persistem há muito tempo, e se impactam outras áreas da sua vida, como trabalho, estudos ou relacionamentos.
A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para entender melhor essas situações. Um terapeuta pode ajudar você a explorar os motivos por trás do desinteresse e da dificuldade em manter compromissos, identificando padrões de comportamento ou crenças que possam estar influenciando esses aspectos. Além disso, a terapia pode auxiliar no desenvolvimento de estratégias para organizar sua rotina, melhorar sua comunicação e fortalecer seu comprometimento com atividades importantes.
Buscar apoio profissional é um passo importante para compreender melhor a si mesmo e construir relações mais saudáveis e equilibradas com os outros. Esse processo pode trazer mais clareza, foco e bem-estar à sua vida.
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Boa tarde, Tenho transtorno obsessivo compulsivo, sei que muitas coisas que acontecem na minha vida
Boa tarde,
Tenho transtorno obsessivo compulsivo, sei que muitas coisas que acontecem na minha vida emocional, vem do transtorno.
Mas ultimamente, tenho notado que alguns meses eu fico bem animada, eufórica, até mesmo ansiosa, e obcecada com as pessoas que amo, com um medo enorme de perder, de ser abandonada e etc. (Falo sobre família, mãe, pai, irmãos, Cônjuge e etc.)
E alguns dias ou meses, fico totalmente apática a tudo e todos, querendo me isolar, não querendo participar de nada, pra baixo e parece que fico desconectada de todos que amo, sem me interessar por nada.
Essa condição tem me feito sofrer muito, seria isso relacionado ao TOC ou teria outro transtorno ? Obrigada desde já.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! O que você descreve pode estar relacionado ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), mas também pode apontar para outras condições. O TOC frequentemente envolve padrões de pensamentos e comportamentos que geram sofrimento, como a obsessão com perda e abandono que você menciona. No entanto, as oscilações intensas de humor e energia, alternando entre euforia e apatia, podem indicar algo mais amplo, como um transtorno de humor.
Essas flutuações emocionais e comportamentais merecem atenção e podem estar associadas a fatores como estresse, traumas, ou até mesmo condições como transtornos de humor (por exemplo, bipolaridade). Um diagnóstico preciso é fundamental para compreender melhor o que você está vivenciando.
A psicoterapia é uma ferramenta essencial nesse processo. Um terapeuta pode ajudá-la a explorar suas emoções, padrões de pensamento e como eles influenciam suas relações e seu bem-estar. Além disso, a terapia pode auxiliá-la a lidar com o medo de abandono, desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis e compreender as causas das oscilações emocionais.
Compartilhar suas experiências com um profissional é um passo importante para encontrar clareza e promover equilíbrio emocional em sua vida.
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Geralmente meu namorado não sabe o que dizer nos momentos que estamos conversando por mensagens. Por
Geralmente meu namorado não sabe o que dizer nos momentos que estamos conversando por mensagens. Por ele não conseguir se comunicar eu fico estressada e triste, pois parece que estou sozinha nos momentos que preciso dele. Por isso, guardo muita coisa pra mim e ultimamente tenho ficado triste em qualquer coisa que nos leve ao mesmo assunto dele não se comunicar. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que a falta de comunicação em seu relacionamento cause tristeza e frustração, especialmente quando você sente que não está sendo apoiada nos momentos em que mais precisa. A comunicação é um pilar fundamental em qualquer relacionamento saudável, pois permite que ambas as partes compartilhem sentimentos, expectativas e necessidades.
Entretanto, cada pessoa tem sua própria forma de se comunicar e, às vezes, dificuldade em expressar pensamentos ou sentimentos pode ser uma característica da personalidade ou reflexo de experiências passadas. Guardar tudo para si pode intensificar sua tristeza e, com o tempo, criar barreiras emocionais entre vocês.
A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para ajudá-la a compreender e expressar melhor suas emoções, assim como a criar estratégias para abordar a questão de forma construtiva. Ela também pode ajudar a reduzir a frustração ao trabalhar sua percepção e expectativas sobre a comunicação no relacionamento. Caso seu namorado esteja aberto, a terapia de casal pode ser uma excelente oportunidade para fortalecer a relação, ensinando ambos a compreender as necessidades um do outro e a desenvolver formas mais eficazes de interação.
Com o tempo e esforço mútuo, é possível encontrar um equilíbrio que atenda às necessidades emocionais de ambos.
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Por questões psicológicas como emocional abalado e ansiedade desenvolvi problemas no estômago, intes
Por questões psicológicas como emocional abalado e ansiedade desenvolvi problemas no estômago, intestino, a terapia ajuda a amenizar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a terapia pode ser uma ferramenta valiosa para lidar com os impactos emocionais que estão contribuindo para os seus problemas de estômago e intestino. A relação entre a mente e o corpo é profunda, e é comum que questões emocionais, como ansiedade e estresse, se manifestem fisicamente, especialmente no sistema gastrointestinal. Condições como gastrite, síndrome do intestino irritável e outros desconfortos são frequentemente exacerbadas por fatores psicológicos.
Na psicoterapia, você pode explorar e compreender as raízes das emoções que desencadeiam esses sintomas, aprendendo a identificar os gatilhos e a lidar com eles de maneira mais saudável. Ao trabalhar questões emocionais como ansiedade, preocupações ou traumas, é possível reduzir a tensão mental e física, o que pode refletir em uma melhora significativa nos sintomas físicos.
Além disso, o terapeuta pode ajudar você a desenvolver estratégias para cuidar melhor de si mesma e criar hábitos que favoreçam o equilíbrio emocional e físico. É importante também manter o acompanhamento médico para tratar os aspectos físicos da condição, enquanto a terapia atua nas causas emocionais.
Cuidar de sua saúde mental é um passo importante para aliviar os sintomas físicos e promover bem-estar de forma integral.
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Perdi minha mae a 2 meses nos era muito grudada. Choro todo dia. Minha vontade é de ir junto tenho 2
Perdi minha mae a 2 meses nos era muito grudada. Choro todo dia. Minha vontade é de ir junto tenho 2 filhos. N consigo viver sem minha mãe.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, sinto muito pela sua perda. A dor do luto é profunda, especialmente quando a ligação com a pessoa amada era tão intensa quanto a sua com sua mãe. O luto é um processo natural, mas pode ser extremamente difícil, principalmente quando ele é acompanhado de pensamentos tão intensos como os que você está vivendo. É importante lembrar que essa dor, por mais devastadora que pareça, pode ser amenizada com o tempo e com suporte adequado.
A psicoterapia pode ser um espaço valioso para acolher essa dor e ajudá-la a compreender e lidar com os sentimentos que surgem. Perder alguém tão próximo pode gerar não só tristeza, mas também sentimentos de vazio, culpa ou até desesperança. Um terapeuta pode oferecer suporte, ajudando-a a encontrar formas saudáveis de lidar com o luto e reconstruir seu dia a dia, incluindo o fortalecimento do vínculo com seus filhos, que também são parte essencial de sua vida.
Permita-se buscar ajuda. Você não está sozinha nesse momento difícil, e existe um caminho de acolhimento e cuidado que pode trazer alívio.
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Minha esposa não tem desejo sexual, já conversamos sobre o assunto e ela disse que não sente vontade
Minha esposa não tem desejo sexual, já conversamos sobre o assunto e ela disse que não sente vontade. Mas normalmente a nossa média está em duas vezes por semana.
Existem técnicas que posso aplicar para aumentar o desejo sexual da minha esposa?
Em algumas vezes eu vejo que ela nua na minha frente e fica olhando para ver se estou olhando ela. Porém se tenho a iniciativa ela corta e diz que não quer fazer.
Já conversamos algumas vezes sobre este tema e sinto que vai ser assim sempre. Então penso que possa ter algo que eu tenha que fazer, agir diferente… alguma dica sobre?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A situação que você descreve pode ser desafiadora, mas é importante lembrar que questões relacionadas ao desejo sexual envolvem fatores emocionais, psicológicos e físicos. A comunicação aberta que você já estabeleceu é um bom começo, mas é essencial aprofundar o diálogo de maneira respeitosa e sem cobranças, buscando compreender como ela se sente em relação à intimidade e quais podem ser os fatores que influenciam sua falta de desejo.
A terapia de casal pode ser extremamente útil para abordar questões como essa, ajudando ambos a explorar as dinâmicas emocionais e relacionais que podem estar influenciando o desejo sexual. Ela cria um espaço seguro para que vocês expressem sentimentos, expectativas e preocupações, além de aprenderem novas formas de conexão.
Também pode ser útil que ela procure um acompanhamento individual, caso sinta que há fatores internos ou experiências pessoais impactando seu desejo. A psicoterapia pode ajudar a identificar possíveis causas como estresse, cansaço, inseguranças ou até questões hormonais, que poderiam ser investigadas por um médico. Com paciência e compreensão, é possível fortalecer a relação e melhorar a intimidade.
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Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum,
Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum, gostamos das mesmas coisas, somos atenciosos e carinhosos um com o outro.
Porém esses 2 meses foram marcados por muitas brigas. Acredito que eu tenha me esforçado tanto pra conquistar ela, que agora que estamos juntos, não consegui manter o nível de intensidade em atitudes e gestos para surpreender. Gosto muito dela, só não consigo entender pq não consigo demonstrar tanto todos os dias.
No dia a dia nossa convivência é muito boa, mas sinto que falho nos pequenos gestos. Por não deixar um bilhete, uma flor inesperada, coisas assim que ela gosta, e então vem as cobranças! Pq eu não preparei algo enquanto ela saiu de casa, pq eu saí e não trouxe qualquer coisa que mostrasse que lembrei dela. Etc…
Parece que tudo que faço durante o dia, os carinhos, beijos, cuidado com ela, isso nada tem relevância. É isso parece que me afasta por ser cobrado e não conseguir fazer espontaneamente. Quando faço fica parecendo que só fiz pq fui cobrado.
Isso me deixa em dúvida sobre a relação, começar um relacionamento com um clima tão pesado, é bem difícil.
Como entender pq não consigo dar o que ela me pede?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum que, em relacionamentos novos, expectativas e necessidades emocionais se manifestem de forma intensa. Sua dificuldade em corresponder aos gestos pedidos por ela pode refletir questões internas, como a pressão para manter um padrão elevado ou uma sensação de cobrança que tira a espontaneidade. A psicoterapia pode ajudá-lo a explorar essas dinâmicas, compreender os padrões que influenciam seu comportamento e identificar o que pode estar gerando esse bloqueio.
Além disso, a terapia oferece um espaço para refletir sobre a comunicação no relacionamento. Muitas vezes, brigas e cobranças refletem necessidades emocionais não ditas. Entender melhor suas próprias expectativas e como elas se alinham ou divergem das dela pode fortalecer o vínculo e criar um ambiente mais leve e harmonioso.
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Eu estou passando por um momento muito ruim e não consigo chorar mesmo que queira muito, queria sabe
Eu estou passando por um momento muito ruim e não consigo chorar mesmo que queira muito, queria saber como destrancar isso pq só está piorando cada vez mais.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade em chorar, especialmente durante momentos difíceis, pode ser um reflexo de como você está lidando com suas emoções nesse momento. Às vezes, podemos nos sentir bloqueados emocionalmente, como uma forma inconsciente de nos proteger de dores intensas. No entanto, reprimir sentimentos pode, com o tempo, aumentar a sensação de desconforto, tornando o processo de lidar com os desafios ainda mais complicado.
A psicoterapia pode ser um espaço essencial para ajudar a desbloquear essas emoções. Um psicólogo pode oferecer um ambiente acolhedor e seguro onde você possa explorar o que está sentindo sem medo de julgamento. Muitas vezes, o simples ato de falar sobre o que está acontecendo pode aliviar a pressão interna e abrir espaço para que as emoções fluam de forma mais natural.
Além disso, na terapia você pode identificar fatores que podem estar contribuindo para essa sensação de bloqueio e trabalhar estratégias para se conectar novamente com suas emoções. Isso pode proporcionar um alívio significativo e fortalecer sua capacidade de lidar com momentos difíceis.
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Quando escuto alguém falando de forma detalhada sobre determinado acidente que sofreu, sinto um desc
Quando escuto alguém falando de forma detalhada sobre determinado acidente que sofreu, sinto um desconforto e minha pressão começa a cair. Eu posso ver sangue e creio que até acidentes sem problemas, mas não escutar a história detalhadamente. Associei isso ao fato de que sinto as coisas com muita intensidade, tenho uma sensibilidade emocional grande, além de eu ser mais introspectivo (voltado para os pensamentos, imaginações). Está correto ou teria outra explicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua explicação pode estar correta, mas o que você descreve também pode estar relacionado à sua maneira de processar estímulos emocionais e sensoriais. Pessoas sensíveis emocionalmente e introspectivas costumam ter uma empatia ampliada, que as faz "viver" intensamente as histórias ou emoções alheias. Isso pode desencadear reações físicas, como queda de pressão, diante de situações carregadas de detalhes vívidos ou sensações angustiantes.
A psicoterapia pode ser um recurso essencial para compreender melhor esse padrão. Um terapeuta pode ajudá-lo a explorar a origem dessa sensibilidade e como ela se relaciona com sua história de vida. Além disso, a terapia proporciona ferramentas para lidar com situações que despertam desconforto, ajudando você a integrar melhor essas experiências à sua rotina emocional e social.
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Eu e minha esposa tivemos nosso filho há 10 meses, de uns 2 meses pra cá perdemos totalmente a conex
Eu e minha esposa tivemos nosso filho há 10 meses, de uns 2 meses pra cá perdemos totalmente a conexão um com o outro. Conversas, olhares e outras coisas nem se fala.
Somos dois estranhos morando na mesma casa, eu vivendo para o trabalho e ela para nosso filho.
Já falamos algumas vezes sobre separação mas nunca conseguimos chegar a um senso comum.
Não há mais demonstrações de carinho, afeto, atenção e gratidão entre nós.
Pensar em separação se torna complexo pois temos um filho juntos. Em nossa relação estamos tristes como casal, eu realmente não estou feliz com essa situação e acredito que ela também não.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A chegada de um filho transforma profundamente a dinâmica de um casal. As demandas emocionais, físicas e práticas do cuidado com o bebê podem fazer com que a relação conjugal fique em segundo plano, gerando sentimentos de desconexão. Esse afastamento é comum, mas não precisa ser permanente. A psicoterapia pode ser um espaço valioso para compreender as mudanças que vocês estão vivendo e como elas impactaram a conexão entre vocês.
Em sessões conjuntas ou individuais, é possível explorar os sentimentos de tristeza, frustração e até de solidão que possam estar presentes, promovendo uma comunicação mais clara e empática. Muitas vezes, esses momentos de crise também trazem oportunidades de reavaliação: o que ambos esperam da relação? Quais necessidades não estão sendo atendidas? O terapeuta atua como um facilitador, ajudando a identificar padrões de interação que talvez estejam alimentando o distanciamento e oferecendo ferramentas para ressignificar a relação.
Com o tempo, é possível reconstruir o afeto e criar uma parceria que valorize tanto a parentalidade quanto o vínculo como casal. Mesmo diante das incertezas, buscar apoio é um ato de cuidado consigo, com a relação e com a família que vocês formaram.
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Olá pessoal! É normal não conseguir dormir se estiver ouvindo goteira de chuva ou chuveiro, barulho
Olá pessoal!
É normal não conseguir dormir se estiver ouvindo goteira de chuva ou chuveiro, barulho repetitivo, eu tenho que levantar e ir lá arrumar pra conseguir dormir.
Teve uma vez que choveu e levantei 2 horas da manhã pra ir lá fora tirar uma lata debaixo de uma goteira.
Nos últimos meses só consigo dormir com ventilador ligado, somente esse barulho me deixa confortável pra dormir.
Seria interessante levar isso pra terapia?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ser muito útil levar essa questão para a terapia. A dificuldade em lidar com certos barulhos repetitivos ou irritantes pode estar relacionada a uma sensibilidade auditiva aumentada ou uma maneira de sua mente reagir ao desconforto que esses sons causam. Esse tipo de comportamento pode ser uma forma de tentar controlar o ambiente para minimizar a ansiedade ou o estresse que esses sons provocam, mas pode acabar interferindo na qualidade do sono e no bem-estar geral.
A psicoterapia pode ajudar a explorar mais profundamente esses sentimentos e comportamentos. O terapeuta pode ajudá-lo a entender se existe alguma causa emocional ou psicológica para essa sensibilidade e trabalhar estratégias para lidar com isso de forma mais equilibrada. Além disso, pode ajudar a analisar como esses padrões de comportamento estão impactando outras áreas da sua vida, promovendo o autoconhecimento e contribuindo para uma maior sensação de controle e bem-estar.
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Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou n
Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou na minha opiniao uma nao vontade de enfrentar a vida adulta. Mora com meus pais ainda, mas nao por falta de oportunidades mas sim por questoes de ela achar isso normal e nem se quer congita em sair. Gasta boa parte do dinheiro com coisas futeis e esta sempre dependendo dos meus pais financeiramente. Nao consegue focar e desenvolver uma carreira nos trabalhos que passou e por isso acaba sendo mandada embora ou pede as contas sem nem mesmo ter outro trabalho.
Quando tentamos conversar ou tentar ajudar, seja com uma conversa de irmao ou alguma critica, ela sempre usa uma auto-defesa que estamos somente a criticar e nunca ajudamos. Muito pelo contrario, sempre ajudamos quando podemos tanto ela quanto o filho. Somos em 3 irmaos e ela sempre se queixou da minha mae nunca dar atencao sufuciente para ela. O que nao seria verdade. Acredito que isso afete bastante esse comportamento que ela tem. Por mais que ela tente demonstrar uma casca dura, ela é uma pessoa bastante emocional. Meu pais ja quase desistiram porque acaba ficando muito desgastante para eles. Ja teve 2 episodios de auto-mutilamento. O primeiro foi na Adolescencia (entre 15/16 anos) o feedback que minha mae teve foi que minha irma nao tinha atencao dela. Ja com 42 anos, apos uma discussao com meus pais e minha outra irma, ela acabou se auto-multilano e com isso marquei 4 sessoes de terapia para ela. Ela nao se importava muito com as sessoes, ate nao indo na ultima. Esta ficando cada vez mais dificil ter uma conversa com ela. Nao podemos falar quase nada que ela acha que estamos apontando o dedo mesmo ela nao ajudanto quase nada em casa. Nao sabemos o que fazer. Apesar de sempre falar que ela é uma pessoa independente, ela nao consegue dar um passo sem a ajuda de alguem.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível a frustração que você e seus pais estão sentindo diante do comportamento de sua irmã. A dificuldade de lidar com responsabilidades, buscar estabilidade profissional e financeira, e a resistência a ajuda podem estar relacionadas a questões emocionais mais profundas, como inseguranças e traumas não resolvidos. Ela pode ter dificuldade em enfrentar esses sentimentos e, por isso, adota uma postura defensiva, afastando quem tenta ajudá-la. O fato de ela ter passado por episódios de automutilação indica que há uma angústia interna significativa que precisa ser abordada.
A psicoterapia pode ser uma ferramenta útil para ela explorar essas questões de forma segura e respeitosa. No entanto, é importante que o processo de apoio não seja forçado, já que ela pode sentir ainda mais resistência a essa abordagem. Como família, é importante continuar mostrando apoio, mas também respeitar os limites dela. A terapia pode ser mais eficaz se ela se sentir disposta a enfrentar seus próprios desafios.
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Porque trato as pessoas como objetos? Me sinto apático, geralmente faço amizades com mulheres apenas
Porque trato as pessoas como objetos? Me sinto apático, geralmente faço amizades com mulheres apenas por intenções, não pq gosto da companhia delas, o tesão me move, mas nunca faço nada com elas, pois tenho medo de ser rejeitado e que as coisas não aconteçam como o esperado. Os amigos que tenho são homens e são os de infância, mas não sinto vontade de vê-los. Não faço novas amizades com homens, pois não me trazem relevância alguma. A maioria desprezo, vejo como inferiores. Isso se encaixa a algum tipo de transtorno?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A percepção de tratar as pessoas como objetos e o sentimento de apatia nas relações podem estar associados a um distanciamento emocional, que pode ter diversas causas e até indicar algum grau de dificuldade em estabelecer vínculos afetivos genuínos. Na psicanálise, isso pode ser interpretado como uma defesa inconsciente, onde, talvez, seja mais seguro manter uma posição emocionalmente distanciada, especialmente em relações que envolvem desejo ou intimidade, como as amizades com mulheres. Pode haver também um medo de rejeição, que leva ao afastamento como forma de autoproteção.
Já na psicologia analítica de Jung, essas atitudes poderiam ser vistas como partes da "sombra", ou seja, aspectos de si mesmo que permanecem reprimidos ou pouco aceitos, como inseguranças, ressentimentos ou desejos não integrados. A psicoterapia oferece um espaço para explorar essas questões em profundidade, ajudando a reconhecer e lidar com sentimentos ocultos, a superar medos e inseguranças, e a desenvolver relações mais significativas. Esse processo pode promover o autoconhecimento, uma chave para transformar o modo como se percebe e se relaciona com os outros.
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Estou a três dias sem tomar saxenda, posso continuar com a mesma dosagem ?
Estou a três dias sem tomar saxenda, posso continuar com a mesma dosagem ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você esteja preocupado com a interrupção do medicamento, mas é importante abordar essa questão com cautela. A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para lidar com as questões relacionadas à alimentação e ao controle do peso, oferecendo suporte emocional enquanto você navega por esses desafios. A relação com o corpo, a alimentação e os hábitos pode ser complexa, e o apoio psicológico pode ajudar a entender melhor esses aspectos, além de promover mudanças de comportamento mais sustentáveis e saudáveis. Recomendo que converse com seu médico sobre a continuidade do uso de Saxenda, enquanto também considera o impacto emocional e psicológico dessa jornada.
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Como reconhecer o comportamento passivo-agressivo?.
Como reconhecer o comportamento passivo-agressivo?.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento passivo-agressivo é uma forma de expressar hostilidade de maneira indireta, muitas vezes através de resistência ou comportamentos sutis, ao invés de uma comunicação direta e assertiva. Alguns sinais:
Retirada emocional : Uma pessoa pode parecer distante, indiferente ou frustrada, mas não expressa abertamente essas emoções.
Procrastinação : Tende a adiar tarefas ou compromissos como uma forma de protesto, em vez de dizer diretamente que não quer fazer algo.
Sarcasmo ou ironia : Respostas sarcásticas que expressam descontentamento sem uma crítica direta.
Comportamento de sabotagem : Agir de maneira a dificultar o sucesso ou a felicidade dos outros, muitas vezes de maneira sutil ou disfarçada.
Não cumprir promessas : Fazer promessas, mas não cumprir promessas como uma forma de descontentamento ou resistência.
Dificuldade em expressar sentimentos : Uma pessoa pode ter dificuldades em comunicar suas verdadeiras emoções ou necessidades, preferindo agir de maneira que gere confusão.
Culpa ou vitimização : Pode se apresentar como uma vítima em situações, evitando assumir responsabilidade por seu comportamento.
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Minha filha tem 9 anos e disse q gosta de fica sozinha as vezes isso é normal? E tb já teve uma cris
Minha filha tem 9 anos e disse q gosta de fica sozinha as vezes isso é normal? E tb já teve uma crise qundo a colega n quis falar com ela ela se arranhou isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É normal que crianças, incluindo sua filha de 9 anos, gostem de passar tempo sozinhas de vez em quando. Isso pode ser uma forma de explorar sua própria identidade, refletida ou simplesmente ter um tempo
No entanto, o comportamento que você tem, como se machucar durante uma crise quando um colega não quis falar com ela, pode ser um sinal de dificuldades emocionais que precisam ser avaliadas. É importante que ela tenha maneiras saudáveis de expressar suas emoções e lidar com a frustração.
Nesse caso, um psicólogo infantil pode ajuda-la a ajudar a entender e gerenciar essas emoções de forma construtiva.
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Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de v
Gostaria de perguntar quais as mudanças no estilo de vida que ajudarão a melhorar sua qualidade de vida de uma pessoa com comportamento hostil?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para melhorar a qualidade de vida, é possível adotar hábitos saudáveis e práticas que estimulam o organismo. Algumas dessas práticas são:
- Alimentação saudável
- Dormir bem
- Praticar atividades físicas e de lazer
- Manter-se hidratado
- Organizar o tempo
- Realizar acompanhamento médico regular
Além dos atos citados acima, sugiro um acompanhamento psicológico para entender as fontes desse comportamento hostil
Autor
Perguntas frequentes
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Existe a possibilidade de contrair raiva ou seria uma exposição de risco após comer alimento que um
A situação descrita não é considerada uma exposição habitual de risco para…