Perguntas do paciente (278)

  • Sou gay. Já tive outros relacionamentos onde desenvolvi dependência emocional e não deram certo. Hoj

    Sou gay. Já tive outros relacionamentos onde desenvolvi dependência emocional e não deram certo. Hoje estou em um relacionamento (2 anos de namoro) onde recebo atenção, amor, carinho. E sinto que nos últimos 8 meses venho ficando angustiado, duvidando dos meus sentimentos, como se eu me auto sabotasse. Minha infância não tive presença paterna e tive relação um pouco conturbada com minha mãe. Então hoje sinto que neste relacionamento minha mente tivesse trabalhando contra mim, pois o relacionamento que vivo é saudável, mas quando estou sozinho com meu namorado sinto que a presença dele não é suficiente, quando estamos em família, estou bem, mas somente eu e ele fico angustiado. Não quero ter que acabar sem entender o que tá acontecendo com minha mente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Obrigado por dividir isso com tanta honestidade. Não há nada de errado em se questionar, especialmente quando se está vivendo algo saudável após experiências difíceis. O que você descreve pode estar ligado a padrões emocionais antigos, aprendidos na ausência de figuras de apego seguras. Às vezes, quando vivemos amor genuíno, nossa mente – acostumada ao oposto – entra em estado de alerta, como se dissesse: “isso vai acabar, se proteja.” Essa sabotagem não é falha sua, mas uma forma de defesa emocional que foi construída lá atrás. O vazio que sente na presença do seu parceiro pode estar mais ligado a uma dor internalizada do passado do que ao vínculo atual. A ACT explica esse processo como uma luta entre seus valores (intimidade, amor) e o medo aprendido. Mas há algo muito importante: o fato de você estar atento e buscando entender é o que permite mudança. Juntos, podemos trabalhar essa história para que você possa estar inteiro, sem medo, no amor que construiu.


  • Há 2 meses terminei um relacionamento, vida que segue, mas desde lá percebo que venho sentido um med

    Há 2 meses terminei um relacionamento, vida que segue, mas desde lá percebo que venho sentido um medo constante de não encontrar mais ninguém, medo até mesmo de ficar muito muito tempo sem beijar ou ter relações sexuais, sinceramente as vezes me acho até feia. O que me deixa mais triste, digamos assim, é que eu convido minhas amigas para sair nos finais de semana, mas elas quase nunca aceitam, então minha vida acaba sendo do trabalho pra casa e vice versa. Já pensei até em sair sozinha, mas não sei se teria coragem. O que fazer com esses pensamentos? Devo parar de pensar nisso (no medo) e deixar a vida acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Você está vivendo um momento muito humano e, apesar da dor, o que você traz é sinal de consciência emocional, desejo de conexão e coragem de olhar para si mesma. O fim de um relacionamento representa mais do que o encerramento de um vínculo. Muitas vezes, ele também ativa medos antigos: medo da solidão, da rejeição, de não ser suficiente, de perder a chance de amar de novo. E é natural que, nesse período, surjam pensamentos como ‘não vou encontrar mais ninguém’ ou ‘tem algo errado comigo’. Esses pensamentos não são verdades absolutas: são histórias da mente tentando te proteger, antecipando possíveis dores futuras. O que fazer com estes pensamentos? Não lute contra eles: mude sua relação com eles. Não precisamos expulsar o medo para seguir vivendo. Podemos apenas reconhece-lo e escolher que é importante hoje


  • Eu tenho vergonha em falar isso, pois é algo esquisito. Não sei o que eu tenho, essa tristeza repen

    Eu tenho vergonha em falar isso, pois é algo esquisito.
    Não sei o que eu tenho, essa tristeza repentina, mas é algo que eu não quero melhorar. Não é algo que eu quero que vá embora. Eu quero continuar essa tristeza.
    Falando assim, parece muito esquisito, então fico envergonhado. Não é prazer e nem nada disso, só que me sinto confortável estando triste do que feliz, embora eu também goste dos meus momentos felizes.
    Explicando melhor (ou tentando), sempre há momentos onde estou feliz, mas sempre fico desanimado e acabo ficando triste novamente; e me dou conta da saudade desse vazio, dessa melancolia..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Fique tranquilo: não há nada errado com seus sentimentos. O que você está descrevendo tem muito mais sentido do que parece à primeira vista, e você não está sozinho nisso. Algumas pessoas se acostumam a esse estado emocional a ponto de sentirem que ele é parte da sua identidade — como se o vazio, a melancolia e a tristeza fossem ‘conhecidos’, e a felicidade algo mais ‘estranho’ ou ‘efêmero’. Isso pode acontecer, por exemplo, quando a tristeza é vivida como uma zona de conforto ou como um espaço interno que, por mais dolorido que seja, oferece certa previsibilidade emocional. Não significa que você está escolhendo estar triste, e sim que parte da sua história emocional talvez tenha ensinado que a tristeza oferece um certo tipo de ‘acolhimento’. E tudo bem. Ao invés de combater isso, o caminho terapêutico é compreender com gentileza esse padrão, nomear o que se repete, e explorar juntos o que mais pode estar por trás dessa relação com o vazio e a melancolia. A partir dai desenvolver novos comportamentos.


  • O que fazer quando a culpa vem de mãos dadas com o luto? Minha vó faleceu ontem a tarde depois de lu

    O que fazer quando a culpa vem de mãos dadas com o luto? Minha vó faleceu ontem a tarde depois de lutar quase 3 meses contra um câncer. Não consigo superar, sei que ela agora descansa mas sinto que não passei tempo com ela porque estava muito mais ocupada mofando em meu quarto para tirar 15 minutos do meu dia para ir visitar ela quando ela ainda estava bem, eu tinha tantas coisas para falar para ela, eu prometi que, quando ela melhorasse, iria ir morar junto de mim e os meus pais, que eu a levaria na igreja como ela tanto queria, que faria um café do bom pra ela... Não vou poder mais ver ela, falar com ela, abraçar ela, falar o quanto eu a amava e cumprir as minhas promessas... Sinto como se meu coração estivesse se despedaçando e não tem nada que diminua a minha dor. O pior de tudo é que eu tive que ouvir do meu irmão e da minha mãe que agora eu estava chorando mas, quando ela estava viva, eu não me importava e isso só ajudou a me corroer por dentro.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sentir culpa no luto é humano. Ela surge quando o amor que ficou busca um lugar para morar. Sua dor mostra que havia vínculo, carinho, intenções bonitas. E, mesmo que não tenha feito tudo que desejava, isso não diminui o que sentia. Às vezes, nos cobramos como se tivéssemos que prever o futuro, mas você fez o que pôde com os recursos emocionais que tinha. Seu quarto não foi indiferença - talvez tenha sido proteção, medo, paralisação. O luto dói mais quando é acompanhado de vozes internas (e externas) que julgam. Mas a verdade é que amar também é sofrer. E agora, o seu amor continua, mesmo na ausência. Transformar promessas em homenagens pode ajudar: escreva para ela, celebre o que viveram. E lembre-se: chorar agora não invalida o amor - é exatamente o que o prova. Seja gentil consigo. Você ainda pode honrar tudo que sente. O que despedaça o coração também mostra o quanto ele foi inteiro. E ele ainda é.


  • Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personal

    Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personalidade Narcisista ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    O narcisismo pode aparecer de formas diferentes, mas, no Transtorno de Personalidade Narcisista, os sinais mais comuns envolvem uma necessidade constante de admiração, dificuldade em lidar com críticas, comportamentos arrogantes e falta de empatia com os sentimentos dos outros — o que pode gerar muito sofrimento tanto para a pessoa quanto para quem convive com ela. Existem tipos mais “explícitos” (com grandiosidade visível, necessidade de se destacar) e outros mais “ocultos” (com sensibilidade extrema à rejeição, insegurança disfarçada e manipulação sutil). O Psicólogo pode ajudar a entender esses padrões, trabalhar a autoestima real, melhorar os relacionamentos e promover mudanças profundas com base em abordagens como a TCC, a Terapia de Esquemas e intervenções focadas em empatia e autorregulação emocional.


  • Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?

    Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    O Transtorno de Personalidade Paranoide envolve padrões profundos de desconfiança e interpretação negativa das intenções dos outros, e por isso tende a ser mais duradouro — mas isso não significa que não haja esperança. Embora a palavra “cura” não se aplique no sentido tradicional, é totalmente possível reduzir os sintomas, melhorar a qualidade das relações e desenvolver mais segurança emocional com o tratamento adequado. O Psicólogo pode ajudar muito nesse processo, oferecendo um espaço seguro para a pessoa compreender seus padrões, flexibilizar pensamentos e construir, aos poucos, uma vida com menos medo e mais confiança nas relações. Estou a sua disposição para começarmos esta nova etapa em sua vida!


  • Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos s

    Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Os transtornos de personalidade têm tratamento, sim — e o acompanhamento com um psicólogo pode fazer uma grande diferença. Embora o termo "cura" nem sempre se aplique da forma tradicional, muitas pessoas conseguem melhorar muito com psicoterapia, aprendendo a lidar melhor com suas emoções, relações e comportamentos. As abordagens mais eficazes incluem a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a Terapia Comportamental Dialética (DBT) e outras terapias baseadas em evidências, que ajudam a reduzir o sofrimento e a promover uma vida mais equilibrada. Com apoio e compromisso, é possível viver melhor e com mais qualidade, mesmo que alguns traços ainda estejam presentes.


  • Existe diferença entre transtorno mental e transtorno de personalidade?

    Existe diferença entre transtorno mental e transtorno de personalidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sim, existe uma diferença importante: os transtornos mentais, como depressão e ansiedade, geralmente envolvem mudanças mais súbitas no humor, pensamento ou comportamento e costumam responder bem a tratamentos em períodos mais curtos; já os transtornos de personalidade envolvem padrões mais duradouros e rígidos de pensar, sentir e se relacionar com o mundo, que começam no início da vida adulta e afetam várias áreas da vida. Mas isso não significa que sejam “piores” ou sem solução — o Psicólogo pode ajudar muito nos dois casos, com intervenções específicas, empáticas e baseadas em evidências, promovendo alívio do sofrimento, maior autoconhecimento e melhor qualidade de vida. Conte com meu suporte para intervenções técnicas e apropriadas.


  • O transtorno de personalidade paranoica tem tratamento?

    O transtorno de personalidade paranoica tem tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sim, o transtorno de personalidade paranoide tem tratamento, e o acompanhamento psicológico é fundamental nesse processo. Pessoas com esse transtorno costumam interpretar as ações dos outros como ameaçadoras ou mal-intencionadas, o que pode gerar isolamento, desconfiança constante e sofrimento emocional. Com a ajuda de um Psicólogo, especialmente por meio de abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental, é possível trabalhar essas crenças distorcidas, desenvolver habilidades sociais, reduzir a ansiedade e melhorar a qualidade dos relacionamentos. O progresso pode levar tempo, mas com empatia, vínculo terapêutico e estratégias certas, mudanças significativas são plenamente possíveis. Conte comigo nesta caminhada rumo a uma vida que vale a pena ser vivida!!


  • Existe autista baixas habilidades? Porque eu acho que sou um...

    Existe autista baixas habilidades? Porque eu acho que sou um...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sim, existem autistas com "baixas habilidades", mas que podem ser trabalhadas de forma adequada. Inclusive, a crença que "todo autista tem altas habilidades" não é comprovada: há diferenças em cada paciente dentro do espectro, e na Psicologia abordamos todos com técnica, dedicação e respeito. Cada autista é único. Estou apto para efetivar este acolhimento, em especial de pacientes adultos, com formação e conhecimentos específicos: conte comigo nesta caminhada!!


  • Pessoa com ansiedade e depressão profunda que não sai de casa pode ser internada involuntariamente?

    Pessoa com ansiedade e depressão profunda que não sai de casa pode ser internada involuntariamente? Isso causaria uma piora da depressão ou poderia deixar a pessoa traumatizada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    A internação de forma compulsória, obrigatória, não é a melhor forma para tratamento destes transtornos. Uma verdade dita por Hipocrates, pai da Medicina, é que: "antes de curar alguém primeiro pergunte à pessoa se ela está disposta a abrir mão das coisas que o fizeram adoecer". Ou seja, se o próprio paciente não estiver convencido e disposto a curar-se, não há nada que podemos fazer para obriga-la. Procure conscientizar a pessoa sobre os problemas que esta situação está causando em sua própria vida e auxilia-la de forma empática e colaborativa. Procure ajuda de um psicólogo ou médico se for necessário: estamos preparados para lidar com esta situação com dignidade, respeito e ética.


  • Estou trabalhando em uma empresa boa, que respeita o colaborador, home office, porém não tenho mais

    Estou trabalhando em uma empresa boa, que respeita o colaborador, home office, porém não tenho mais ânimo para trabalhar, estou no tédio e me sinto muito desanimada e confusa, triste e não sei o que fazer, faço a mesma coisa todos os dias. Tenho 22 anos e não paro de pensar se a vida é só tentar sobreviver, acordar, trabalhar e ter alguns momentos de felicidade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Seria importante que você passasse por uma avaliação clínica completa: sentimentos de desânimo e infelicidade podem ser tanto de origem orgânica, como anemias, disfunções de tireoide, depressão, etc. quanto psicológicas. A intervenção de um psicólogo, independente da causa, será fundamental para a melhoria e alcance de objetivos, sejam pessoais ou profissionais. Considere a possibilidade de cuidar-se integralmente, a vida vale muito a pena ser vivida em plenitude e, apesar do problemas, pode ser alcançada. Estou pronto para caminhar ao seu lado, conte comigo!!


  • tenho 17 anos e namoro a 2 meses, meu namorado é uma pessoa maravilhosa e eu gosto muito dele mas nã

    tenho 17 anos e namoro a 2 meses, meu namorado é uma pessoa maravilhosa e eu gosto muito dele mas não sinto vontade de ter relação sexual

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Parabéns! Você está respeitando a si mesma e aos seus limites. Você saberá quando estiver preparada e tomará a decisão certa. Neste tempo procure conhecer-se melhor: passar por psicoterapia é uma boa atitude. Estude sobre vida sexual, leia livros, esteja bem informada sobre este assunto. Com autoconhecimento e sabedoria suas decisões tomarão os melhores caminhos possíveis, inclusive sobre o melhor momento para ter uma relação sexual segura (com camisinha) e prazerosa.


  • Eu nunca trabalhei,tenho 22 anos ,2 filhas com menos de 3 anos ,casada a 7 anos . Porém sem felicida

    Eu nunca trabalhei,tenho 22 anos ,2 filhas com menos de 3 anos ,casada a 7 anos . Porém sem felicidade,pois meu esposo vive na pornografia, preciso ir embora ,porém não sei como fazer isso ,já não o amo mais ,sofrir muito e preciso ir embora ,oque eu faço ,tenho medo ,tenho traumas ,tenho medo de não conseguir trabalhar ,de não saber fazer as coisas certas no trabalho,eu fiquei presa com ele por tanto tempo ,pois ouvir sempre ele me dizer que eu não sei fazer nada ,mais eu sei ,porém pra ele nada é bom ,mais no fundo tenho medo de não conseguir..... Me ajudem por favor

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Inicialmente sinta-se acolhida e abraçada em sua dor. Sabemos o quanto é difícil chegar nestas conclusões e avaliar que há muito a fazer. Você já tentou explicar ao seu marido o quanto lhe incomoda a pornografia e a desvalorização do seu trabalho? Infelizmente tudo isso tem acabado com sua autoestima e talvez ele também tenha vontade de separar-se. Considere iniciar uma psicoterapia de forma que você possa organizar melhor seus sentimentos, objetivos e convivências antes de tomar decisões que possam impactar de forma negativa, principalmente, suas filhas. Possuo experiência em situações como essa e posso lhe ajudar de forma segura, com profissionalismo, respeito e ética. Em caso de dificuldades existem profissionais que cobram o chamado valor social e faculdades de psicologia com atendimento gratuito. A vida vale a pena ser vivida em plenitude e felicidade, e você já está dando o primeiro passo ao reconhecer a necessidade de mudanças. Conte comigo nesta caminhada!!


  • Sinto a necessidade de começar a terapia, mas me sinto desconfortável e constrangida porque nunca fi

    Sinto a necessidade de começar a terapia, mas me sinto desconfortável e constrangida porque nunca fiz e estou em uma fase talvez de crises existenciais que não saberia responder nem o básico sobre mim mesma, não sei nem do que gosto mais ou como me sinto sobre algo, parece que estou em um limbo e com zero clareza. Como posso contornar esse desconforto e procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Você está no momento certo de procurar terapia. Saiba que estamos preparados a escutar suas dúvidas e dificuldades, e mesmo no silêncio há tantas mensagens que vão dizer tudo sobre você. Não se sinta desconfortável: temos técnicas e conhecimentos para ajuda-la de forma natural, acolhedora e compreensiva. Sinta-se à vontade em agendar um horário e iniciarmos uma nova fase de descobertas: sou psicólogo e vou te ajudar nesta caminhada.


  • Olá, gostaria de saber o seguinte: fiz terapia por 9 meses com um psicólogo que antes mesmo de inici

    Olá, gostaria de saber o seguinte: fiz terapia por 9 meses com um psicólogo que antes mesmo de iniciar a terapia com ele já era apaixonada por ele e ele já falou pra mim que gostava também, mais a gente não era amigo e nem nada eu só via ele na academia e nem falava com ele, mais entre a gente tinha um clima e a gente trocava olhares várias vezes e soube q ele é psicólogo e consegui o contato dele com um rapaz que treina no mesmo local e uns dias depois eu chamei ele e ele foi bem legal comigo mais nem falamos sobre interesse um no outro e nem nada, ele é muito tímido. E perguntei se ele podia ser meu terapeuta e ele aceitou e aí q não falei nada sobre nosso interesse. Mais sinto q ele gosta de mim tbm, já encerramos o atendimento, e 4 meses depois eu procurei outro psicólogo pra me atender, justamente porque quero ainda conversar com ele q agora é meu ex psicólogo e ver se podemos ter algo e se é recíproco ainda é claro. Estou com o novo psicólogo tem uns 5 meses já e não esqueço do outro. Posso chamar ele pra uma conversa, quem sabe iniciar uma amizade e quem sabe algo a mais? Porque já tem 10 meses praticamente q encerramos a terapia e estou com outro profissional

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sinta-se à vontade para assumir e manter seu relacionamento amoroso com o antigo psicólogo. Pode-se dizer que o começo não foi adequado conforme a ética profissional, uma vez que não deveria haver envolvimento entre profissional e pessoal. Porém, a partir do momento que ele deixou de ser o seu psicólogo, não há nada que impeça o relacionamento.


  • Eu me considera bissexual até um tempo, depois comecei ficar muito confusa em relação a minha sexual

    Eu me considera bissexual até um tempo, depois comecei ficar muito confusa em relação a minha sexualidade até hoje não sei se sou hétera , lésbica ou bissexual, nunca tive relação sexual com mulher porém tenho curiosidade e no mesmo tempo medo! Desde criança eu cresci ouvindo que o correto seria mulher com homem e homem com mulher talvez seja por isso que eu tenho tanto esse medo ? Esse medo de não ser aceita se eu realmente for lésbica ou bi? Oque aconteceu na infância afeta a nossa vida depois de crescidos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    A história de vida e os fatos de sua infância afetam sua vida adulta. Porém, o ser humano também é influenciado pela sociedade, familiares, amigos, meios de comunicação, entre outros. Ou seja, sua infância não é o único definidor da vida atual. Em psicoterapia podemos dar um significado adequado à sua sexualidade para que possa aceita-la de forma natural e segura, sem medos ou inseguranças quanto à aceitação social. Posso te ajudar nesta caminhada auxiliando a desenvolver a aceitação e o comprometimento de forma tornar sua vida realmente valorosa, com mais autoestima e conhecimento. Estou à sua disposição para agendar uma consulta! Conte comigo!


  • Psicologo pode solicitar internação psiquiátrica de paciente com ideação suicida?

    Psicologo pode solicitar internação psiquiátrica de paciente com ideação suicida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Normalmente a decisão pela internação psiquiátrica, mesmo em caso de ideação suicida, é feita em equipe que conte com profissionais como psicólogos, psiquiatras, neurologistas, enfermeiros, assistentes sociais, entre outros. Ou seja, o psicólogo pode solicitar a internação, mas tendo um time dando total suporte ao paciente.


  • Em algumas épocas tenho músicas tocando repetidamente na cabeça o tempo todo, durante semanas sem pa

    Em algumas épocas tenho músicas tocando repetidamente na cabeça o tempo todo, durante semanas sem parar.
    isso é grave? Acho que já me acostumei, mas as vezes é enlouquecedor.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Ter músicas tocando repetidamente na cabeça por dias ou semanas, o que chamamos de intrusões musicais, pode ser comum em momentos de estresse, ansiedade ou excesso de estímulos — mas quando isso se torna constante, incômodo ou começa a afetar seu bem-estar, vale sim buscar ajuda. Isso não significa que você esteja “enlouquecendo”, mas que seu cérebro pode estar tentando lidar com algo emocional de forma repetitiva. Como Psicólogo posso te ajudar a investigar as possíveis causas, entender o que sustenta esse padrão e ensinar estratégias para lidar com esses pensamentos de forma mais leve e saudável. Com acolhimento e orientação certa, é possível retomar o controle e aliviar esse desconforto. Conte comigo!


  • Boa tarde! Eu tenho dificuldades de comunicação e expressão, no meu serviço se alguém discorda de mi

    Boa tarde! Eu tenho dificuldades de comunicação e expressão, no meu serviço se alguém discorda de mim eu não sei expor meu ponto de vista e fico quieta. Quando tenho interações sociais, converso apenas com pessoas com quem tenho intimidade na roda , me sinto muito inferior a todos. Não consigo manter muito contato visual, só falo se perguntarem ( me acho desinteressante) e tenho auto estima muitooooo baixa. Tentei iniciar a faculdade (que era meu sonho: psicologia ) e agora acho que já não condiz com minha realidade (quero trancar já). Principalmente pela minha comunicação, acho que talvez na minha cabeça se eu fizesse o curso conseguira me entender e hoje vejo que é completamente o oposto.( hoje vejo que eu tenho potencial como paciente e não psicóloga rs) Me comparo muito com tudo e todos, me sinto atrasada por ter 22 anos e já não saber mais o que quero da minha vida enquanto todos que estudaram comigo estão se formando já. Se fico nervosa durante interações sociais e algo me deixa nervosa minha mão começa tremer muito a ponto de não dar para disfarçar ( em situações rotineiras) e as pessoas sempre dizem que pareço tensa e que não falo nada. Não sei qual curso escolher( tenho medo de decepcionar meus pais) não sei como pedir ajuda neste momento, ou a quem recorrer. Tem algum calmante que possa tomar por conta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Infelizmente não há calmante para enfrentar esta situação. Podemos identificar diversos sintais que nos levam a uma baixa autoestima (como vc mesma reconhece) ou mesmo ansiedade generalizada. Seria importante procurar por um psicólogo para avaliar seu comportamento, como vc vive as situações e juntos desenvolverem estratégias de enfrentamento e alcançarem uma vida plena e valorosa. Entenda que a terapia é muito mais profunda e detalhada que a faculdade de Psicologia, mas não há nada em você que a desabone continuar neste curso. Vejo que você sente um alto grau de sofrimento: como psicólogo estou de prontidão para ajuda-la nesta nova caminhada. O primeiro passo já foi dado: reconhecer este quadro como disfuncional. Vamos para os próximos?


Perguntas frequentes

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