Perguntas do paciente (278)

  • Tive uma primeira experiência amorosa muito positiva com uma pessoa. Foi algo bastante intenso, que

    Tive uma primeira experiência amorosa muito positiva com uma pessoa. Foi algo bastante intenso, que não vivia há muito tempo. Era a sensação de estar apaixonado. Mas eu não sei se pela ansiedade, por ser introvertido e muito sensível, logo começaram a surgir questionamentos sobre a experiência, do tipo: será que eu gosto dela, como vai ser o futuro? É muito estranho, sensações antagônicas, uma angústia grande. Foi uma situação muito boa e logo depois eu já estava questionando tudo, pensando se iria pra frente.
    Isso é normal?
    Acho que Preciso de terapia, mas não conheco nenhum profissional também.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Experiências amorosas intensas podem ativar emoções muito positivas ao mesmo tempo em que despertam ansiedade, dúvidas e medo, especialmente em pessoas mais sensíveis, introvertidas ou com tendência a monitorar excessivamente seus estados internos; do ponto de vista psicológico, essa oscilação entre encantamento e angústia costuma estar ligada a pensamentos automáticos, antecipações sobre o futuro e tentativas de obter certeza absoluta sobre sentimentos que, por natureza, são construídos ao longo do tempo, e não precisam estar totalmente definidos no início de uma relação; quando a ansiedade entra em cena, ela pode distorcer a percepção da experiência, levando a questionamentos recorrentes (“será que gosto mesmo?”, “e se não der certo?”) que geram sofrimento e acabam afastando a pessoa da vivência presente; nesse contexto, a psicoterapia tem um papel fundamental, pois oferece um espaço seguro para compreender esses processos emocionais e cognitivos, aprender a diferenciar sentimentos de pensamentos ansiosos, desenvolver autocompaixão e construir relações de forma mais consciente e alinhada aos próprios valores, sem a exigência de respostas imediatas; buscar um psicólogo é um passo legítimo e cuidadoso no seu processo de recuperação e crescimento emocional, e não um sinal de fraqueza, mas de responsabilidade consigo mesmo e com sua saúde mental.


  • Olá! Eu tenho um problema que meu terapeuta atual está tentando trabalhar comigo há uns meses mas ne

    Olá! Eu tenho um problema que meu terapeuta atual está tentando trabalhar comigo há uns meses mas nem ele acha uma causa provável para isso.
    suponhamos que você conheceu uma pessoa,estão se conhecendo
    aí você começa a gostar e tudo fica recíproco.
    depois do nada você começa a se sentir mal,logo depois vem esses pensamentos intrusivos para se m4t4r.
    eu não sei explicar bem,eu só tenho esse pensamento ruim,logo eu não me envolvo com ninguém e prefiro ficar só.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Pensamentos intrusivos de morte que surgem em momentos de maior vínculo emocional não significam desejo real de morrer, mas costumam indicar um sofrimento psíquico intenso, frequentemente associado à ansiedade, à dificuldade de regular emoções, ao medo de perda, rejeição ou à ativação de esquemas cognitivos ligados à ameaça e à desvalia pessoal; quando o afeto e a proximidade aumentam, o sistema emocional pode entrar em estado de alarme, produzindo pensamentos automáticos invasivos e angustiantes que levam, compreensivelmente, à evitação de relacionamentos como forma de autoproteção; a psicologia compreende esses fenômenos como processos tratáveis, e o papel do psicólogo é justamente ajudar a identificar os gatilhos emocionais, diferenciar pensamentos intrusivos de intenções reais, fortalecer estratégias de regulação emocional e construir formas mais seguras de se vincular, sempre respeitando o ritmo do paciente; mesmo quando a “causa” não é imediatamente clara, o trabalho psicoterapêutico baseado em evidências oferece caminhos consistentes para reduzir o sofrimento, prevenir riscos e ampliar a sensação de segurança interna, sendo fundamental que você siga em acompanhamento e, diante de qualquer intensificação desses pensamentos, busque ajuda profissional imediata e redes de apoio, pois você não precisa enfrentar isso sozinho.


  • Minha namorada pediu tempo, o que me levou a uma crise de ansiedade muito forte, na qual ela não me

    Minha namorada pediu tempo, o que me levou a uma crise de ansiedade muito forte, na qual ela não me deu nenhum suporte ( nem perguntar se estava bem me perguntava, até nas crises na empresa não veio me dar suporte). Resolvemos terminar, mas trabalhamos juntos. Assim que terminamos ela chegou no local de trabalho toda risonha e quando via que eu estava perto começava a conversar com outras funcionárias e rir, para me deixar mal, visto a minha fragilidade emocional no momento, ninguém na empresa sabe do nosso relacionamento. E contou para outra pessoa que não gostou de me ver sorrindo nas fotos com enfeites de Natal no shopping que fui. Ela agora veio com história de ser minha amiga, eu disse que não quero, visto que ela falhou como amiga também: não dando nenhum apoio em meio as crises e ela mais tarde revelou que o tempo que ela pediu sempre foi com a intenção de dizer não no fim, brincado esse tempo todo com os meus sentimentos e mentindo que ainda me amava. Me levando a uma crise de ansiedade, perda de peso e insônia. Agi certo? Seria um relacionamento tóxico o que vivi? Qual a intenção dela em querer minha amizade, seria para tentar amenizar a culpa dela ou uma forma de me prender ainda a ela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    O que você viveu foi, de fato, uma experiência emocional muito dolorosa e merece ser levada a sério; as crises de ansiedade, a quebra de confiança, a confusão na comunicação e a falta de apoio em um momento em que você estava vulnerável são sinais de que essa relação lhe trouxe sofrimento real, e faz sentido que, para se proteger, você tenha decidido colocar limites e recusar uma amizade que hoje não parece segura para você. Do ponto de vista psicológico, relações passam a ser prejudiciais quando há invalidação emocional, mensagens ambíguas e um impacto significativo na saúde emocional e física, como insônia, perda de peso e ansiedade intensa, independentemente das intenções da outra pessoa. Sobre o pedido de amizade, é importante entender que o mais relevante não é o que ela pretende, mas como essa proximidade afeta você agora; priorizar seu bem-estar e sua recuperação é uma escolha saudável. Nesse processo, o acompanhamento psicológico pode ajudá-lo a compreender melhor suas emoções, validar o que você sente, fortalecer sua autoestima, aprender a lidar com a ansiedade e construir, no futuro, vínculos mais claros, respeitosos e acolhedores. Cuidar da sua saúde mental é um ato de responsabilidade consigo mesmo e um passo importante de crescimento pessoal.


  • Sou casada a 8 anos e venho pensando mto e observando meu casamento , chego a pensar que meu marido

    Sou casada a 8 anos e venho pensando mto e observando meu casamento , chego a pensar que meu marido tem um pouco de possessividade .
    Ele é tímido ,tem vergonha de me elogiar , é mto nervoso ao ponto de eu ficar com medo de perguntar algo pra ele ou fazer algo que ele não goste , estes 8 anos ele nunca me levou pra passear ir para uma praia e olha que tem dinheiro , a desculpa dele é que ele tem q quitar as dividas para poder fazer alguma coisa legal , minhas irmãs e minha mãe são uma inimigas ,ontem fui falar pra ele que eu ia na casa da minha irmã ele levantou a voz e quis ser mto agressivo , penso em separar mas ele disse que vai melhorar e procurar ajuda psicológica.
    Eu não sei esse tipo de amor dele se ama ou não , ele está bem e do nada me responde rude e nervoso e difícil escrever uma 8 anos mas resumindo ,não sei se devo largar dele .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    O que você descreve merece atenção e cuidado: sentir medo de falar, lidar com reações agressivas, controle sobre suas relações familiares e viver na incerteza emocional não são sinais de um relacionamento saudável. Amor, segundo a Psicologia, se expressa em respeito, segurança, diálogo e previsibilidade emocional, e não em promessas de mudança sem atitudes consistentes. A busca por ajuda psicológica é fundamental tanto para que ele possa trabalhar questões como nervosismo, possessividade e comunicação, quanto para que você fortaleça sua autoestima, compreenda seus limites e tome decisões com mais clareza e proteção emocional. A Psicologia não decide por você, mas oferece suporte para que você cuide da sua saúde mental e faça escolhas mais seguras, lembrando sempre que ninguém deve permanecer em uma relação onde o medo e o sofrimento emocional se tornam constantes. Conte com minha ajuda neste processo de autoconhecimento: a vida vale a pena ser vivida em plenitude!!


  • Estou com o meu noivo há 8 anos, recentemente descobri diversas traições, ele foi para o psicólogo e

    Estou com o meu noivo há 8 anos, recentemente descobri diversas traições, ele foi para o psicólogo e psiquiatra, descobriu que tem TOC sexual. Gostaria de saber se isso isenta ele da culpa ou não.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sinto muito pelo que você está passando, uma experiência profundamente dolorosa e confusa, e é totalmente compreensível que essa dúvida surja diante de uma descoberta tão impactante; do ponto de vista psicológico e ético, o diagnóstico de um transtorno, como o TOC com conteúdos sexuais obsessivos ou um padrão de comportamento sexual compulsivo, não isenta automaticamente a pessoa da responsabilidade por seus atos, embora contribua para compreender os fatores que podem ter influenciado esse comportamento. Na psicologia, diferenciamos explicação de justificativa: reconhecer a presença de sofrimento psíquico, impulsos desregulados ou pensamentos obsessivos não elimina o impacto real das escolhas feitas, nem o dano emocional causado a você e à relação, pois adoecimento e responsabilidade podem coexistir. Cabe ao psicólogo e ao psiquiatra avaliar cuidadosamente o diagnóstico, trabalhar o manejo dos impulsos, a responsabilização, a prevenção de recaídas e a reconstrução ética do comportamento; ao mesmo tempo, para você, o acompanhamento psicológico é fundamental para acolher a dor, elaborar o luto pela quebra de confiança, fortalecer limites e ajudá-la a decidir, com clareza e autonomia, o que é possível ou não para a sua saúde emocional. Nenhum diagnóstico a obriga a suportar sofrimento, e cuidar de si nesse processo é tão importante quanto qualquer tratamento que ele esteja realizando.


  • Estou vivendo uma fixação emocional intensa após uma relação breve e confusa. Isso mexeu numa ferida

    Estou vivendo uma fixação emocional intensa após uma relação breve e confusa. Isso mexeu numa ferida muito antiga de dignidade e apego, ligada à minha mãe e não consigo sair disso sozinha. Quero trabalhar questões relacionadas ao apego, ferida materna, lutos prolongados e outros problemas profundos. Qual o melhor tipo de terapia para estes enfoques? Estou perdida.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Você está passando por um sofrimento emocional profundo e compreensível, em que uma relação recente acabou tocando feridas antigas ligadas ao apego, à sua dignidade e às primeiras experiências de vínculo, especialmente na relação materna, e o fato de você perceber que não está conseguindo atravessar isso sozinha já demonstra consciência e cuidado consigo mesma. Na psicologia, entendemos que fixações emocionais intensas, lutos que se prolongam e padrões de apego inseguros costumam responder melhor a processos psicoterapêuticos estruturados e baseados em evidências, nos quais o próprio vínculo com o terapeuta tem uma função reparadora. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental podem ajudá-la a identificar e flexibilizar pensamentos ligados ao abandono e à desvalorização, enquanto terapias integrativas focadas no apego, na compaixão e na aceitação permitem acessar emoções mais profundas, elaborar lutos não resolvidos e desenvolver, aos poucos, uma relação mais segura e cuidadosa consigo mesma. Como psicólogo posso oferecer um espaço ético, acolhedor e técnico para ajudá-la a compreender sua história, validar sua dor, fortalecer seus recursos emocionais e construir novas formas de se vincular sem se perder. Buscar ajuda é um ato de responsabilidade, não de fraqueza, e faz parte do caminho de recuperação da sua saúde mental.


  • Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem

    Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem ter uma crise de pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    É importante procurar ajuda profissional mesmo sem ter uma crise de pânico quando surgem sinais como preocupação constante e difícil de controlar, tensão muscular frequente, irritabilidade, dificuldade para dormir, sensação de estar sempre “alerta”, pensamentos catastróficos que se repetem, evitação de situações por medo do desconforto, queda na produtividade, dificuldade de concentração, sensação de estar “no limite”, uso de estratégias prejudiciais para lidar com o estresse e a percepção contínua de que a ansiedade está tomando mais espaço do que você gostaria na sua vida; nesses momentos, o cuidado psicológico se torna essencial não apenas para aliviar sintomas, mas para oferecer acolhimento, compreensão e estratégias baseadas em evidências que ajudam a pessoa a recuperar bem-estar, autonomia e qualidade de vida, com respeito ao seu ritmo e à sua história.


  • Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Para a ansiedade, a decisão de procurar psicóloga e/ou psiquiatra depende sempre da intensidade do sofrimento e do quanto os sintomas têm impactado sua vida. Podemos considerar a psicoterapia como um tratamento central, capaz de ajudar a pessoa a compreender seus pensamentos, emoções e comportamentos, desenvolver estratégias de enfrentamento e recuperar qualidade de vida; contudo, quando os sintomas são muito intensos, persistentes ou incapacitantes, pode ser acolhedor e responsável integrar o cuidado com um psiquiatra, que avalia a necessidade de medicação para estabilizar o quadro e permitir que a psicoterapia avance com mais conforto e segurança; assim, não é obrigatório passar pelos dois profissionais, mas muitas vezes a combinação psicólogo + psiquiatra oferece um cuidado mais completo, ético, humano e compassivo, sempre respeitando o ritmo, a história e as necessidades únicas de cada pessoa.


  • Olá suspeito ter TOC, tenho todos praticamente todos os sintomas mania, pensamentos obssesivos e int

    Olá suspeito ter TOC, tenho todos praticamente todos os sintomas mania, pensamentos obssesivos e intrusivos, medo de que se não fizer determinada coisa de um jeito especifico algo ruim irá acontecer, ansiedade constante queria saber se devo primeiro buscar um psiquiatra ou um psicologo, e como melhora esses sintomas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    É muito importante e corajoso você reconhecer esses sintomas e buscar orientação; pensamentos intrusivos, rituais, medo de que algo ruim aconteça caso não faça determinadas ações e essa ansiedade constante realmente podem indicar um funcionamento compatível com o TOC, e tanto as literaturas da TCC quanto os guias clínicos que utilizamos mostram que o tratamento mais eficaz costuma envolver psicoterapia estruturada, especialmente com técnicas de exposição e prevenção de resposta, associada ou não ao acompanhamento psiquiátrico para avaliação medicamentosa; por isso, a porta de entrada pode ser tanto o psicólogo quanto o psiquiatra, mas o psicólogo tem um papel essencial na compreensão dos padrões, no manejo dos sintomas, no desenvolvimento de habilidades e no acompanhamento contínuo da sua recuperação, ajudando você a entender o que está acontecendo, reduzir a culpa e o medo, e construir estratégias práticas para recuperar sua liberdade diante dos pensamentos e rituais: o mais importante é não enfrentar isso sozinho(a), porque existe tratamento, existe melhora, e a psicologia está justamente aqui para caminhar com você nesse processo.


  • Tenho muito medo de me posicionar, principalmente no ambiente de trabalho, fico tão nervosa quando p

    Tenho muito medo de me posicionar, principalmente no ambiente de trabalho, fico tão nervosa quando preciso falar alguma coisa para as minhas chefes, ou quando não posso fazer alguma coisa, eu começo a tremer e sinto que meus batimentos aceleram, e geralmente não consigo falar o que penso, também costumo me arrepender das coisas que falo ou da maneira como falo, me sinto insegura, e sempre penso em não ser boa o suficiente, de ser demitida, ou de ter que lidar com alguém me tratando de forma diferente por esse motivo, prefiro que os outros decidam por mim, e acabo aceitando mas depois me sinto mal, tenho TOC e tomo medicação a mais de 10 anos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    É totalmente compreensível que você se sinta desgastada e insegura diante dessas situações: quando o corpo treme, o coração acelera e a mente dispara cenários de crítica, rejeição ou demissão, isso não significa fraqueza, mas sim que você vem enfrentando, há muito tempo, um nível de ansiedade que ultrapassa o limite do tolerável, especialmente para quem já convive com TOC; e é justamente por isso que o acompanhamento psicológico pode fazer uma diferença profunda e libertadora: na psicoterapia, trabalhamos de forma técnica, acolhedora e segura para identificar esses padrões de antecipação catastrófica, reforçar habilidades de enfrentamento, fortalecer sua autoconfiança e ajudá-la a se posicionar com mais tranquilidade, passo a passo, no seu ritmo, sem julgamentos; você não precisa enfrentar tudo isso sozinha, e o processo terapêutico existe justamente para oferecer compreensão, ferramentas e um espaço ético e protegido onde você possa recuperar o senso de capacidade, de escolha e de merecimento que a ansiedade vem tentando tirar de você. Conte com meu apoio nesta jornada de descobrimentos e mudanças!


  • Tenho 27 anos, em outubro de 2024 fui diagnosticada com autismo, TDAH, transtorno de ansiedade e tra

    Tenho 27 anos, em outubro de 2024 fui diagnosticada com autismo, TDAH, transtorno de ansiedade e transtorno depressivo.

    Atualmente tomo os seguintes remédios: 2 comprimidos de sertralina 50mg (1 de manhã e 1 a noite); 2 comprimidos de quetiapina de 25mg a noite; 1 comprimido do concerta de 36mg de manhã.

    Quando passei a tomar esses remédios eu senti uma melhora incrível, tem pouco mais de 1 ano que tomo. Meu foco melhorou, fiquei mais animada, não procrastinava mais e não tinha mais devaneios.

    Porém, hoje, as coisas não estão mil maravilhas. Estou seria, sem muitas emoções, voltei a procrastinar um pouco, tendo crises depressivas e de choro com um pouco regulares, mas oq mais me irrita e me deixa cansada são os devaneios.

    Eu passo o dia todo vivendo duas vidas: a minha real e a minha imaginária. E isso cansa demais! Quando o trabalho fica um pouco tedioso eu largo tudo, deito, coloco música e fujo pro meu mundo criado. Não muito tempo depois, eu volto a realidade e volto ao trabalho, e isso acontece o dia todo. Sem contar quando eu estou falando e interpretando os personagens ao vivo, sozinha, ou seja, eu tiro da cabeça e passo a viver no dia a dia.

    Eu sempre tive isso, mas quando eu era mais nova, 18, 20, 21 anos, isso não me incomodava... Mas agora, eu fico com raiva, porque não consigo viver. Eu não quero viver presa na minha cabeça, eu não quero saber ter controle só na minha cabeça. Eu sair com minha família e viver o momento, ficar feliz, e não ficar "tirando foto" da realidade para depois eu deitar e ficar imaginando oq poderia ter feito, oq seria perfeito. Não quero isso! Eu quero viver o agora na vida real e não só em imaginação.

    Eu já pesquisei sobre esse assunto e já vi várias pessoas falando várias coisas: falta de dopamina, um dom que eu não deveria me preocupar, hormônios desregulados, sintomas de depressão, sintomas do TDAH, faz dieta tal que ajuda, toma tal coisa que ajuda... E aí vai!

    Mas, por favor!!!! Alguém pode me dizer oq devo procurar, quem devo buscar ajuda, oq devo fazer, pq eu não aguento mais!!! Por favor!!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sinto muito pela exaustão que você está vivendo: o que você descreve não é fraqueza, mas um sofrimento real que merece cuidado especializado e compassivo. Quando há múltiplos diagnósticos (como TEA, TDAH, ansiedade e depressão) associados a aumento de devaneios intrusivos, queda de motivação e alterações emocionais, se torna essencial reavaliar o tratamento com um(a) psiquiatra. Tanto a medicação quanto o contexto de vida podem precisar de ajustes ao longo do tempo, e isso não significa regressão; significa apenas que o seu cérebro está pedindo uma atualização no plano de cuidado. Ao mesmo tempo, a psicoterapia oferece caminhos eficazes para reduzir a fuga imaginativa, fortalece o “estar no agora” e reconstrói o senso de presença. Abordagens como a Terapia Cognitivo Comportamental trabalham tanto com técnicas de ancoragem no presente quanto com a identificação das situações que antecedem os períodos de imersão na fantasia. Você não está “presa na cabeça” porque é incapaz; você está sobrecarregada, e isso é tratável com psicoterapia contínua e, possivelmente, com ajustes psiquiátricos. Fico a disposição como psicólogo clínico especializado em TCC e retorne ao psiquiatra que prescreve sua medicação para uma avaliação atual. Você merece viver a vida real com leveza, conexão e presença, e isso é absolutamente possível com o suporte adequado.


  • Me sinto culpada por uma vez ter o pensamento intrusivo sobre achar pessoas bonitas e trair meu namo

    Me sinto culpada por uma vez ter o pensamento intrusivo sobre achar pessoas bonitas e trair meu namorado (sempre tenho pensamentos horriveis sobre meu namoro), meu amigo deu a ideia de testar, eu estava sem rumo e aceitei, ele flertou comigo de brincadeira e mandou fotos íntimas e eu infelizmente também, me sinto horrível por isso bloqueei esse amigo tambem. Eu amo muito meu namorado ele è incrível, me sinto uma pessima namorada, não senti prazer, nem vontade de fazer isso que pensei, nem atração, mas isso me machuca. Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    É compreensível que você esteja se sentindo confusa, culpada e machucada diante dessa experiência — e é importante validar a dor que está sentindo, pois ela revela seu comprometimento com a relação e seus próprios valores. Pensamentos intrusivos, especialmente aqueles que envolvem relacionamentos, são comuns e não definem quem você é nem o que realmente deseja; eles podem estar ligados à ansiedade, medo de perda ou até dificuldades em lidar com impulsos e limites emocionais. O fato de você não ter sentido prazer ou desejo genuíno nessa troca mostra que o comportamento não estava em sintonia com seus sentimentos ou intenções profundas. A Psicologia representa um espaço seguro para compreender por que isso aconteceu, acolher sua vulnerabilidade sem julgamentos, aprender a lidar com pensamentos automáticos disfuncionais e, sobretudo, trabalhar o autocuidado e a reparação emocional. Sou psicólogo e posso ajudar você a reconhecer sua humanidade, compreender suas escolhas dentro do contexto em que ocorreram e construir um caminho mais leve e coerente com seus valores — com compaixão, responsabilidade e acolhimento. Você não está sozinha nisso.


  • Estou me sentindo culpada sobre um amigo meu ter fingido se declarar sobre um período que ele gostav

    Estou me sentindo culpada sobre um amigo meu ter fingido se declarar sobre um período que ele gostava de mim, foi bonito, no tempo não me causou nada, sempre achei mais bonito as declarações do meu namorado, mas agora fico lembrando dessa declaração dele, estou num período que meu namorado não se declara tanto assim (ja conversei com ele sobre).Me dói lembrar disso, eu ja o bloqueei pq até foto intima dele ele mandou, eu tmb mandei, mas tudo por medo de sentir algo por outras pessoas, foi como um teste, não senti atração ou prazer nisso, mas lembrar de tudo isso me deixa mal e infiel no relacionamento, mesmo não querendo essa pessoa, me ajudem, queria me sentir melhor. Eu amo muito meu namorado e ele é incrível, mas me sinto uma péssima namorada. Qual a melhor forma de lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    É profundamente humano sentir-se confusa ou culpada diante de situações que envolvem nossos valores, emoções e vínculos afetivos, especialmente quando há o desejo sincero de preservar uma relação amorosa significativa. O que você descreve envolve uma tentativa de testar seus sentimentos em um momento de vulnerabilidade, o que pode estar ligado à insegurança, medo da perda ou carência emocional. O fato de você não ter sentido prazer ou desejo real, e de ter bloqueado essa pessoa, mostra seu comprometimento com o relacionamento e com seus próprios limites. A culpa, embora dolorosa, pode ser ressignificada com o apoio da psicoterapia, ajudando você a desenvolver autocompaixão, a compreender suas reações sem autocrítica excessiva e a fortalecer sua conexão emocional com seu parceiro. Você não precisa enfrentar isso sozinha: com suporte terapêutico, é possível transformar esse sofrimento em aprendizado, crescer emocionalmente e resgatar a leveza de amar com autenticidade. Conte comigo nesta jornada de conhecimento e ressignificação!


  • Eu não aguento mais ter esses pensamentos intrusivos. Fico pensando que meu namorado é "feio", mesmo

    Eu não aguento mais ter esses pensamentos intrusivos. Fico pensando que meu namorado é "feio", mesmo eu sabendo que não acho isso, ou que outra pessoa seria melhor que ele. Sem querer, imagino coisas sexuais com outras pessoas, penso que trairia ele com alguém que me tratasse bem, ou que me apaixonaria por alguém que vejo na rua. Eu reparo nas pessoas mesmo sem querer, e tudo isso me incomoda demais, principalmente os pensamentos de traição e essa ideia de trocar ele por outra pessoa. Sinto um peso enorme no coração, e parece que preciso contar pra ele, mas quando falo ele fica muito triste. O que mais me assusta é que às vezes sinto frio na barriga ou até uma sensação que parece de prazer com esses pensamentos, como se eu estivesse gostando, e isso me faz sentir ainda pior.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    O que você está sentindo é profundamente angustiante, e sua dor merece ser acolhida com respeito, sem julgamentos — você não está sozinha, e seus pensamentos não definem quem você é ou o valor do amor que sente. Pensamentos intrusivos, como os que descreve, podem surgir de forma automática, involuntária e até contraditória aos seus verdadeiros desejos, sendo frequentemente associados a quadros de ansiedade, obsessões relacionais ou intolerância à incerteza. Sentir desconforto ou até sensações corporais associadas aos pensamentos não significa que você os deseja ou aprova, mas uma resposta do corpo, não uma escolha da mente. A Psicologia pode ajudar você a entender esses processos, diminuir o peso da culpa, separar o que é pensamento do que é intenção, e resgatar sua paz interna. Com apoio profissional de um psicólogo, é possível lidar com essas imagens e sensações com mais leveza, desenvolver estratégias para desengajar desses conteúdos mentais e fortalecer sua conexão com o que realmente importa para você: o amor, o respeito e a construção de um relacionamento saudável. Procurar ajuda já é um sinal de coragem e comprometimento com sua saúde emocional e com quem você ama. Conte comigo, como psicólogo, nesta jornada!


  • Boa noite! Ultimamente tenho me sentido muito estressada e sobrecarregada. Quando eu fazia terapia,

    Boa noite!
    Ultimamente tenho me sentido muito estressada e sobrecarregada. Quando eu fazia terapia, sentia um grande alívio após as sessões, pois podia compartilhar o que estava sentindo e, com ajuda, entender melhor o que se passava comigo.

    Hoje, sinto que estou no limite. Tudo parece demais, e qualquer coisa tem tirado a minha paz com facilidade. Gosto do silêncio e do meu espaço, mas me sinto invadida com frequência — e isso só aumenta o estresse e a irritação.

    Tenho ansiedade e, no passado, enfrentei a depressão. Com o tempo e com o apoio da terapia, consegui melhorar bastante. Mas ultimamente estou percebendo sinais que me preocupam. Tenho sentido novamente aquela aceleração intensa que costumava vir com a ansiedade, até mesmo em situações simples, como fazer uma manutenção no aparelho.

    Além disso, tenho tido dificuldade de concentração, esquecimentos constantes, perco facilmente a linha de raciocínio e estou muito impaciente. Me sinto frustrada, cansada e com medo de perder o controle emocional a qualquer momento e voltar ao quadro depressivo.

    Acredito que seja o momento de retomar a terapia. Sinto que preciso de ajuda novamente para cuidar da minha saúde mental.
    Devo procurar novamente um psicólogo? Eu queria entender o que está acontecendo comigo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Parabéns pela demonstração de sensibilidade em perceber sinais de que algo dentro de você está pedindo cuidado — e essa percepção, por si só, já é também um sinal de força e autoconsciência. Sentir-se sobrecarregada, com irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória e aceleração pode indicar um estado de estresse crônico ou uma reativação dos sintomas de ansiedade, e são sinais que merecem acolhimento e atenção, não julgamento. Estes sinais podem ser compreendidos como respostas do seu corpo e mente a exigências internas e externas que extrapolaram seus limites atuais de enfrentamento. A boa notícia é que a Psicologia pode, sim, ajudá-la novamente, como já ajudou antes — com escuta qualificada, estratégias de autorregulação emocional, técnicas de organização do pensamento e intervenções voltadas à reconstrução do equilíbrio entre autocuidado, silêncio, descanso e vida prática. Retomar a terapia nesse momento não é um retrocesso, mas um gesto profundo de amor-próprio e responsabilidade com sua saúde mental. Você merece esse cuidado, e não precisa enfrentar tudo sozinha.


  • Oii, eu sou autista, e faz uns dias que tava conhecendo uma garota no insta, a gente foi conversando

    Oii, eu sou autista, e faz uns dias que tava conhecendo uma garota no insta, a gente foi conversando sobre alguns assuntos, mas eu não vi muita química na nossa conversa, e então decidi remover ela do insta, mas depois disso, eu não lembro o nome dela e nem o nick da rede social, mas depois disso eu senti uma culpa enorme, e eu to paranoico achando que ela pode ter morrido ou que só pelo fato de remover alguém de uma rede social a pessoa pode falecer e tals, são coisas da minha cabeça, mas eu acabo acreditando nas mentiras que meu cérebro produz, como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    O que você descreve pode estar relacionado a padrões de pensamento ansioso ou até obsessivo, comuns em pessoas neuro divergentes, especialmente autistas, quando há uma quebra de rotina ou uma dúvida sem resposta clara. Nessas horas, o cérebro pode criar histórias que parecem verdadeiras, alimentando a culpa e a angústia. Saiba que isso não te torna fraco nem estranho: é algo compreensível e que pode ser acolhido com cuidado. A Psicologia pode ser uma grande aliada nesse processo, pois ajuda a identificar essas distorções do pensamento, desenvolver formas mais realistas e compassivas de interpretar as situações e aliviar o sofrimento emocional. Como psicólogo posso caminhar ao seu lado para entender melhor suas reações, regular essas emoções intensas e encontrar estratégias para se sentir mais seguro em suas relações — inclusive consigo mesmo. Você não está sozinho. Procurar ajuda é um passo de coragem e autocuidado. Conte comigo!!


  • Estou me sentindo culpada sobre um amigo meu ter fingido se declarar sobre um período que ele gostav

    Estou me sentindo culpada sobre um amigo meu ter fingido se declarar sobre um período que ele gostava de mim, foi bonito, no tempo não me causou nada, sempre achei mais bonito as declarações do meu namorado, mas agora fico lembrando dessa declaração dele, estou num período que meu namorado não se declara tanto assim (ja conversei com ele sobre).Me dói lembrar disso, eu ja o bloqueei pq até foto intima dele ele mandou, mas lembrar de tudo isso me deixa mal e infiel no relacionamento, mesmo não querendo essa pessoa, me ajudem, queria me sentir melhor. Eu amo muito meu namorado e ele é incrível, mas me sinto uma péssima namorada. Qual a melhor forma de lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sentir-se desconfortável ou até mesmo culpada diante de lembranças inesperadas, especialmente quando envolvem situações que ultrapassaram seus limites, é uma resposta emocional legítima, não uma falha sua. É importante lembrar que pensamentos não são ações nem fatos, e ter lembranças involuntárias não te torna infiel nem uma “péssima namorada” — pelo contrário, sua consciência e seu amor pelo relacionamento mostram o quanto você se importa. A Psicologia pode te ajudar a compreender essas emoções sem se culpar por elas, a diferenciar o que é reflexo de um momento emocional mais vulnerável e o que de fato importa para sua vida afetiva. Como psicólogo posso te apoiar nesse processo, trazendo mais clareza, autocompaixão e estratégias para lidar com o que ficou mal resolvido — inclusive fortalecendo o vínculo com seu parceiro. Você merece se sentir bem e em paz com quem é e com quem escolhe amar.


  • Ciúmes retroativos por minha esposa. Sou casado a 15 anos, com uma mulher que conheço desde os s

    Ciúmes retroativos por minha esposa.

    Sou casado a 15 anos, com uma mulher que conheço desde os seus 17 anos, sendo mais uns 4 ou 5 anos de namoro. Nunca almejei casar com uma virgem, até porque em tempos modernos isso seria quase impossível. O que vou relatar a seguir NÃO É JULGAMENTO, mas um pedido de socorro para não acabar com meu casamento.

    Tivemos ao longo dos anos de convivio (namoro+casamento) diversas conversas sobre o passado sexual de ambos, mas infelizmente muitas verdades não foram didas nas primeiras, e recentemente ela me falou que quando havia terminado seu primeiro namoro com 14 anos (idade na qual já fazia sexo), conheceu um homem bem mais velho, cerca de 15 anos mais que ela, e CASADO, com o qual manteve um relacionamento por cerca de 1 ano. O pior é o relato dela do que faziam nos encontros, sendo tudo liberado, sexo desprotegido, sexo anal, oral, enfim, coisas que quando começo a pensar me enojam muito e me dão um embrulho no estômago difícil de suportar.

    Eu não casei virgem, mas minhas experiências sexuais até conhece-lá eram bem limitadas, à umas 3 ou 4 transas no máximo, ao contrário dela, em que supera mais de 100 com facilidade, e volto a dizer NÃO ESTOU CONDENANDO NEM JULGANDO ELA, só estou pedindo ajuda para enteder como proceder daqui para frente, uma vez que minhas concepções filosóficas e de vida não me permitem aceitar alguém que participou de traição, no caso dela sendo AMANTE, de um homem casado, e pior, pessoa essa que eu conheço e de vez enquando ainda o encontro por ai, o que torna a situação mais insuportável ainda.

    Recentemente na família de minha esposa teve um caso de traição, do esposo de sua irmã, com uma desconhecida, que culminou em separação, e agora minha esposa fala grosseiramente desta pessoa, sobre do mal que ela fez à sua irmã, dai fico pensando na tremenda contradição que ela está fazendo, uma vez que no passado também fez isso, e isso também só faz aumentar ainda mais o nojo de toda situação.

    Mas, não quero acabar com meu casamento, apesar de tudo ainda somos felizes juntos e temos duas filhas adolescentes. Por favor me orientem o que fazer? que profissional consultar? Muito obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sentimentos como ciúmes retroativos e repulsa frente ao passado do(a) parceiro(a) não são incomuns e, quando se tornam tão intensos a ponto de ameaçar a relação, indicam um sofrimento emocional que merece cuidado psicológico. Não se trata de julgamento, mas de sofrimento. A psicoterapia individual pode oferecer um espaço seguro e técnico para explorar esses sentimentos, identificar crenças centrais disfuncionais, trabalhar aspectos como idealizações, autoimagem, comparações, valores morais internalizados e lidar com experiências que geram repulsa ou dissonância. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) têm ferramentas baseadas em evidências para ajudar a ressignificar pensamentos automáticos e promover flexibilidade cognitiva, enquanto abordagens como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) ajudam a focar no que realmente importa para você, como marido, pai e ser humano em busca de coerência e paz. Também pode ser indicado, em alguns casos, o acompanhamento em casal, mas a prioridade neste momento parece ser o cuidado com sua dor e seus pensamentos. Pedir ajuda é um sinal de força, não de fraqueza — e procurar um psicólogo é o primeiro passo para compreender esse sofrimento com profundidade, sem precisar suportá-lo sozinho.


  • O que fazer quando se tem 20 anos (sexo feminino) ser virgem e não conseguir iniciar atividade sexua

    O que fazer quando se tem 20 anos (sexo feminino) ser virgem e não conseguir iniciar atividade sexual mesmo tendo um namorado que se gosta muito por sentir que vai perder a "pureza" e a "inocência" de menina ? Isso pode se dar ao fato de ter sido criada (principalmente pelo pai) e ter se comportado a vida toda como se fosse uma "princesa encantada" ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Essa dúvida, tão íntima e delicada, merece ser acolhida com muito respeito, pois toca profundamente em como você foi ensinada a se ver e a sentir no mundo. A dificuldade de iniciar a vida sexual, mesmo estando em um relacionamento afetuoso, pode estar relacionada a valores internalizados desde a infância — como a ideia de “pureza” e “inocência” associadas à feminilidade idealizada — muitas vezes reforçados por figuras parentais, como o pai, em um modelo de “princesa encantada” que, embora protetor, também pode gerar conflitos emocionais e culpas quando confrontado com os desejos da vida adulta. A Psicologia pode ser uma aliada fundamental nesse processo de autoconhecimento, ajudando a distinguir o que realmente vem de você e o que foi aprendido, trabalhando com segurança suas crenças, emoções, medos e valores. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) oferecem instrumentos eficazes para identificar pensamentos automáticos disfuncionais, desenvolver autocompaixão e construir uma sexualidade que seja coerente com seus desejos e sua liberdade pessoal, e não com padrões impostos. Procurar um psicólogo de confiança pode ser o passo mais importante para viver sua sexualidade de forma consciente, respeitosa e leve, no seu tempo, do seu jeito, e com o seu valor. Conte comigo nesta caminhada!


  • Boa tarde fui diagnosticado com transtorno de ansiedade generalizada,da pra diminuir a ansiedade?

    Boa tarde fui diagnosticado com transtorno de ansiedade generalizada,da pra diminuir a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arnaldo Gonçalves

    Sim, é possível, com o acompanhamento adequado, reduzir significativamente os sintomas do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e recuperar qualidade de vida. A ansiedade, nesse transtorno, costuma surgir de preocupações persistentes e difíceis de controlar, mas isso não significa que você está “fadado” a viver assim para sempre. Sou psicólogo e posso te ajudar a entender os padrões que alimentam esse ciclo ansioso, desenvolver formas mais funcionais de lidar com os pensamentos e emoções, além de construir, no seu ritmo, uma vida mais leve e com mais segurança interna. Buscar esse cuidado é um passo importante — e possível — rumo a uma mente mais calma e presente. Conte comigo nesta caminhada!!


Perguntas frequentes

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