Perguntas do paciente (278)
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Psicoterapia é só para quem tem problema psicológico ?
Psicoterapia é só para quem tem problema psicológico ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito comum, e é importante saber que a psicoterapia não é apenas para quem tem um transtorno psicológico diagnosticado — ela é, na verdade, um espaço de cuidado, reflexão e crescimento pessoal acessível a qualquer pessoa que deseje entender melhor a si mesma, lidar com desafios da vida, melhorar seus relacionamentos ou desenvolver habilidades emocionais. Assim como cuidamos do corpo com alimentação e atividade física, a mente também precisa de atenção, mesmo quando tudo parece "bem". Muitas pessoas procuram a psicologia para fortalecer sua autoestima, aprender a lidar com estresse, tomar decisões importantes ou até mesmo para se conhecer mais profundamente. O psicólogo é um profissional preparado para acolher essas demandas com ética, técnica e respeito, oferecendo um ambiente seguro onde a pessoa pode falar livremente, sem julgamentos. A psicoterapia é, acima de tudo, um investimento na qualidade de vida e na saúde emocional, e pode ser útil em qualquer fase da vida.
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Meu nome é Lucas, tenho 19 anos e sou diagnosticado com TOC e tenho sintomas desde os 14 anos. Mas o
Meu nome é Lucas, tenho 19 anos e sou diagnosticado com TOC e tenho sintomas desde os 14 anos. Mas ontem aconteceu algo que, mesmo tomando medicação não consegui evitar a ruminação, pois envolve algo extremamente repulsivo e nojento.
Estava assistindo ao filme IT de 1990 e em certa parte do filme vi uma personagem menina que faz parte do filme e achei a roupa dela, o estilo e ela em si bonita, mas não no sentido sexual, apenas achei fofa como você acha uma criança. Mas aí começou pensamentos de que eu tinha sentido atração e excitação e quanto mais eu pensava nisso mais eu tinha uma falsa sensação de excitação (não sei como descrever, mas era um calor genital que não me deixava excitado mas sim ansioso e paranóico). Tive que parar de assistir o filme e verificar constantemente se eu tinha alguma excitação e mesmo vendo que não tinha eu fiquei me sentindo culpado pois na minha cabeça aquela sensação era de fato uma excitação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar algo tão difícil com tanta clareza — isso mostra coragem e vontade de entender o que está acontecendo com você. O que você descreveu é uma experiência bastante comum entre pessoas que vivem com TOC, especialmente em quadros com obsessões de conteúdo moral, sexual ou que envolvem culpa e dúvida — chamadas de obsessões egodistônicas, porque são pensamentos que vão contra quem você é e o que valoriza. É importante saber que esses pensamentos não representam um desejo real ou uma intenção, mas são fruto do transtorno, que prende a mente em ciclos de ruminação, hipervigilância corporal e checagens mentais, como aconteceu com você ao tentar confirmar se havia ou não excitação. Essa “sensação física” que você descreve não significa que você concorda com o pensamento ou sentiu prazer, e sim que seu corpo respondeu à ansiedade — e é exatamente isso que o TOC faz: mistura sensações, interpretações e dúvidas, gerando sofrimento intenso. Nesses momentos, a mente tenta “provar” que você é uma má pessoa, o que não é verdade. O trabalho com um psicólogo é fundamental para aprender a reconhecer esses padrões, entender como seu cérebro funciona, reduzir a importância dada aos pensamentos e construir uma relação mais segura com você mesmo. A psicoterapia baseada em evidências pode te ajudar a sair desses ciclos, com acolhimento, técnica e respeito pela sua história.
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Eu as vezes sinto como se fosse uma crise onde sinto muita vontade de chorar, não consigo respirar d
Eu as vezes sinto como se fosse uma crise onde sinto muita vontade de chorar, não consigo respirar direito, me sinto vazia, solitária com uma dor no fundo do coração horrível. Sou diagnosticada com depressão e TAG. Tive duas crises até agora. A primeira faz dois anos e acho que o gatilho foi uma cena que vi onde tinha um garoto chorando. Nessa segunda crise não teve gatilho nenhum, eu estava assistindo o show da lady gaga. Primeiro senti dor de cabeça e depois veio a crise. No outro dia ainda estava sentindo vontade de chorar e solidão. Gostaria de saber que tipo de crise é essa. Ela dura alguns minutos mas é horrível.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por essas experiências tão dolorosas — crises como as que você descreve são mais comuns do que parecem e merecem ser acolhidas com seriedade e cuidado. Quando sentimos uma mistura intensa de tristeza, solidão, dificuldade para respirar, vontade de chorar e uma dor emocional profunda, o corpo e a mente estão sinalizando que algo precisa de atenção, mesmo que o gatilho não seja tão claro. Em quadros de depressão e transtorno de ansiedade generalizada (TAG), essas crises podem surgir de forma inesperada, como se fossem ondas emocionais que invadem e desorganizam por um momento. Elas não são sinais de fraqueza ou exagero, mas sim respostas legítimas a um sofrimento acumulado. A boa notícia é que existem formas de compreender melhor essas reações e aprender estratégias para lidar com elas — e a Psicologia pode ser uma grande aliada nesse processo. O acompanhamento com um psicólogo permite identificar padrões, trabalhar suas emoções com segurança e desenvolver ferramentas para enfrentar esses momentos com mais estabilidade e acolhimento. Você não precisa passar por isso sozinha, e procurar ajuda profissional é um passo importante para se sentir mais fortalecida e compreendida. Conte comigo nesta caminhada!!
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Olá! Sou uma Jovem tímida, acredito que isso seja que por causa do bullying que passei que eram lig
Olá!
Sou uma Jovem tímida, acredito que isso seja que por causa do bullying que passei que eram ligados mais com a minha aparência, fui muitas vezes zoada por ser considerada feia e isso afetou a minha autoestima isso desde da infância. Hoje melhorei um pouco a minha aparência, mas ainda me sinto muito tímida e não sou muito de falar e acho que me julgo demais. Antigamente era pior, pois, não tinha coragem de perguntar as coisas e agora até consigo, mas não tenho uma boa comunicação. Parece que fico mais travada com desconhecidos e quando falam que sou tímida eu fico um pouco decepcionada por não ter conseguido mudar ainda e eu tenho 21 anos e tenho receo de não ser aceita no mercado de trabalho por ser mas quieta, já tive uma experiência não muito positiva e me faz
acreditar que foi por ser mais introvertida.
O bullying do passado ainda me deixa insegura e me faz não me sentir aceita e quando tento se um pouco diferente e falar minhas ideias os comentários negativos não me ajudam.
Não quero mudar apenas pelos outros, mas por mim, quero ser mas confiante e falar mais o que penso.
O que posso fazer para melhorar isso e me sentir melhor mesmo sendo tímida ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar sua história com tanta sinceridade — isso já mostra uma força importante em você. O que você sente faz muito sentido: passar por bullying, especialmente relacionado à aparência, pode marcar profundamente a forma como a gente se enxerga e se relaciona com os outros. Mesmo que você já tenha evoluído em muitos aspectos, como conseguir perguntar mais ou se posicionar em algumas situações, é natural que ainda sinta inseguranças e dificuldades em se expressar, principalmente com pessoas desconhecidas. Isso não significa que você está “presa no passado”, mas sim que sua mente aprendeu a se proteger de possíveis rejeições, e agora está buscando formas novas e mais saudáveis de lidar com isso. A timidez não precisa ser um problema — o mais importante é que você se sinta bem com quem é, e possa desenvolver sua confiança aos poucos, no seu ritmo. Ser mais quieta não te impede de ter valor, de se comunicar bem ou de ser aceita no mercado de trabalho. Com apoio certo e prática, é possível aprender a se expressar melhor, lidar com críticas de forma mais leve e se sentir mais segura mesmo sendo uma pessoa mais reservada.
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No meu primeiro casamento eu fui traído pela minha esposa e agora estou no meu segundo casamento, de
No meu primeiro casamento eu fui traído pela minha esposa e agora estou no meu segundo casamento, de lá pra cá ando sentindo desejo de ver minha esposa ter relação sexual com outro homem, será que a traição que tive no casamento anterior desencadeou algo em mim?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito importante e valioso que você esteja buscando entender o que sente com sinceridade e abertura — esse já é um passo significativo em direção ao autoconhecimento. O desejo que você relata pode estar relacionado, sim, a experiências passadas como a traição no primeiro casamento, já que vivências marcantes podem influenciar tanto nossos medos quanto nossas fantasias. Em alguns casos, o cérebro pode transformar situações de dor ou perda de controle em desejos que, de forma simbólica, nos colocam no comando daquilo que antes feriu — como se reviver de outro jeito o que foi sofrido trouxesse uma sensação de domínio ou proteção. Mas também é possível que esse desejo esteja ligado a aspectos mais amplos da sexualidade, que não necessariamente significam que há algo errado com você. A mente humana é complexa e, dentro da Psicologia, buscamos entender esses conteúdos sem julgamento, respeitando a singularidade de cada pessoa. Como psicólogo posso ajudar a explorar com mais profundidade de onde vem esse desejo, o que ele representa emocionalmente para você e como ele se relaciona com sua história, seu vínculo atual e sua identidade. Ter esse espaço seguro e técnico pode ser transformador para compreender melhor seus sentimentos e viver com mais equilíbrio.
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Me masturbei durante o banho banho e me senti sujo e mal porque meu irmão estava em outro cômodo e m
Me masturbei durante o banho banho e me senti sujo e mal porque meu irmão estava em outro cômodo e mesmo que eu estivesse no banho, de porta fechada eu me sinto mal por ele estar "próximo" de certa forma e não consigo parar de sentir essa culpa, como se eu fosse alguém nojento. O que fazer? Sou diagnosticado com TOC
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por essa angústia, e quero que saiba que seu sofrimento é legítimo e merece ser acolhido com respeito e compreensão. Em pessoas com diagnóstico de TOC, é comum que pensamentos intrusivos ou sentimentos de culpa surjam mesmo quando não há nenhum comportamento inadequado de fato — e a sensação de estar sendo “nojento” ou “errado” costuma vir acompanhada de um padrão rígido de moralidade e perfeccionismo, especialmente quando o TOC envolve temas sensíveis como sexualidade. A masturbação, por si só, é uma expressão natural da sexualidade humana e, quando feita em privacidade, não configura nenhum tipo de falha moral. O que você está sentindo não significa que você fez algo errado, mas sim que seu cérebro está interpretando essa situação com um filtro de medo, culpa e hiper-responsabilidade, muito característicos do transtorno obsessivo-compulsivo. A psicoterapia é um espaço fundamental para aprender a identificar esses padrões, desafiar as interpretações distorcidas e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com pensamentos automáticos. Com o apoio de um psicólogo, é possível reduzir o peso da culpa e resgatar uma relação mais leve com seu próprio corpo e suas emoções.
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Olá , eu ultimamente sempre que estou vendo algo na tv tipo uma reportagem triste com uma pessoa ou
Olá , eu ultimamente sempre que estou vendo algo na tv tipo uma reportagem triste com uma pessoa ou emocionante eu fico com muita vontade de chorar mas seguro o choro e fica entalado na garganta mudo de canal ou se for vídeo em rede social eu tiro , isso e toda vez que vejo se passa alguém na rua com algum tipo de deficiência ou em situação triste eu tbm fico com vontade de chorar é normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é mais comum do que parece e revela uma sensibilidade profunda diante do sofrimento humano — algo que pode estar relacionado a empatia elevada, experiências anteriores ou até a uma sobrecarga emocional acumulada. Quando você reprime o choro, é como se sua mente e corpo estivessem tentando expressar algo importante, mas não encontrassem espaço seguro para isso. Na Psicologia, entendemos que emoções como tristeza e compaixão não são sinais de fraqueza, mas sim expressões legítimas da nossa humanidade. Como psicólogo posso te ajudar a compreender com mais clareza o que está por trás dessas reações, acolhendo sem julgamentos e oferecendo estratégias para lidar de forma mais leve e saudável com essas emoções. Buscar apoio psicológico é um passo cuidadoso e valente na direção do autoconhecimento e do bem-estar emocional. Você não precisa lidar com tudo isso sozinho.
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Estou casada a 3 anos e a um não venho descobrindo mentiras dele. Ele teve um relacionamento que nun
Estou casada a 3 anos e a um não venho descobrindo mentiras dele. Ele teve um relacionamento que nunca mencionou, ele mentiu sobre ter sido policial e nunca foi, ele mentiu sobre prometer não mentir mais e pego ele conversando com a moça do serviço e apagando as mensagens deixando apenas o que se trata do serviço, as brincadeiras e piadas ele apaga. Não consigo mais confiar, já pedi pra parar de mentir, já conversei, já briguei e nada resolve.
Devo insistir e talvez ele procurar ajuda ou devo ir embora?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por uma situação tão dolorosa e desgastante. Diante de repetidas mentiras e da quebra de confiança no relacionamento, é natural que você se sinta confusa, frustrada e até emocionalmente exausta — afinal, a confiança é a base essencial para qualquer vínculo saudável. A Psicologia pode te ajudar a entender melhor como essas vivências têm afetado sua autoestima, seus limites e seu bem-estar emocional. Como psicólogo procuro acolher sua dor sem julgamentos e te apoiar no processo de fortalecimento pessoal, oferecendo um espaço seguro para que você reflita sobre suas escolhas com mais clareza e autonomia. Independentemente da decisão que venha a tomar — se seguir ou se afastar — o mais importante é que ela venha de um lugar de respeito por si mesma, e não de culpa ou obrigação. E sim, a mudança do outro também depende dele querer e buscar ajuda, mas cuidar de você precisa ser a prioridade agora. Você não está sozinha para lidar com isso. Conte comigo nesta caminhada!
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Meu pai faleceu a 2 anos e eu cuidei dele no período que ele estava doente. Eu levei ele pra tomar u
Meu pai faleceu a 2 anos e eu cuidei dele no período que ele estava doente. Eu levei ele pra tomar uma medicação no hospital e o médico enternou ele, tentei tira- logo de lá pra levá-lo para um hospital melhor, mas por não ter um diagnóstico fechado os médicos não deixaram. Depois de algum tempo transferiram ele, mas o estado dele já era crítico e veio a falecer. Ao receber a notícia fiquei sem reação e não chorei, ajeitei tudo na funerária, escolhi o caixão e parecia que eu tava dopada, mas não tomei nenhuma medicação. Hoje quase 2 anos estou sentindo ansiedade e vende chorar, passo o.dia deitada e sem ânimo pra nada, sinto como se eu estivesse no dia do velório dopada e vontade de chorar. Não consigo ir trabalhar angustiada e meu corpo trêmula, não gosto de conversar com ninguém, pois tenho medo de chorar e as pessoas me perguntarem e não saber responder. Preciso de ajuda, pois não sei mais o que fazer.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela dor profunda que você está enfrentando — cuidar de alguém que amamos em seus momentos mais frágeis é um gesto imenso de amor, mas também pode deixar marcas emocionais intensas, especialmente quando sentimos que fizemos tudo o que podíamos, mas ainda assim a perda aconteceu. O que você descreve pode estar relacionado a um luto que ficou congelado no tempo, como se o seu corpo tivesse entrado em modo de sobrevivência para lidar com a dor, adiando o sofrimento para um momento posterior — que agora parece estar vindo à tona. É importante saber que isso não é fraqueza, nem algo incomum: a Psicologia entende o luto como um processo, e cada pessoa o vivencia de forma única. Como psicólogo poderei te oferecer um espaço seguro, acolhedor e livre de julgamentos para que você possa acessar, nomear e ressignificar essas emoções com cuidado e compaixão. A sua angústia tem uma história e um sentido, e com apoio profissional você pode retomar, aos poucos, seu ânimo, sua capacidade de se relacionar e o sentido da sua vida, sem apagar a memória do seu pai, mas encontrando uma forma mais leve e possível de seguir. Buscar ajuda é um passo corajoso — e você já deu esse primeiro passo ao reconhecer que precisa. Você não está sozinha, conte comigo nesta jornada pois a vida vale a pena ser vivida em plenitude!
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A ansiedade e a depressão podem causar tonturas e vontade de chorar constantemente?
A ansiedade e a depressão podem causar tonturas e vontade de chorar constantemente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, tanto a ansiedade quanto a depressão podem causar sintomas físicos como tonturas e, ao mesmo tempo, provocar uma vontade constante de chorar — isso acontece porque essas condições afetam o funcionamento do corpo e da mente de forma integrada. A psicologia pode te ajudar a identificar as raízes desses sintomas, diferenciar os gatilhos emocionais, e desenvolver estratégias de regulação que aliviem esse sofrimento. Com acompanhamento psicológico, é possível compreender o que o corpo está tentando comunicar e reencontrar equilíbrio emocional e bem-estar.
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É normal sentir como se tivesse em luto ao por um fim em um relacionamento, mesmo que seja sua própr
É normal sentir como se tivesse em luto ao por um fim em um relacionamento, mesmo que seja sua própria escolha... Por não achar que seja a pessoa certa para você?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é absolutamente normal sentir como um luto ao encerrar um relacionamento, mesmo quando a decisão parte de você e faz sentido racionalmente. O fim de um vínculo envolve perda de planos, rotinas e afetos, e a dor não invalida sua escolha. Como psicólogo clínico posso ajudar você a atravessar esse processo com mais clareza e compaixão, reconhecendo o valor do que foi vivido, elaborando a perda e fortalecendo sua conexão com os próprios valores e necessidades emocionais para seguir em frente com mais leveza. A vida vale ser vivida em plenitude, conte comigo para te ajudar nesta caminhada!
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Meus sentimentos parecem que não funcionam mais em certas situações. Ao longo do tempo eu percebi qu
Meus sentimentos parecem que não funcionam mais em certas situações. Ao longo do tempo eu percebi que meus sentimentos em relação à minha família foram sumindo e eu me preocupo demais com isso. Eu não me lembro qual foi a última vez que eu realmente ri com minha mãe sem ter que fingir, e o que mais me preocupa é que isso não me afeta apenas na família, mas também pessoal. Eu realmente não me lembro qual foi a última vez que senti um sentimento triste. Em relação a minha família eu não consigo ter um sentimento de “amor” eu na verdade não sinto mais nada por eles e eu quero entender isso. Eu quero voltar a sentir.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo pode ser sinal de um entorpecimento emocional, uma forma de defesa do corpo e da mente diante de dores acumuladas ou esgotamento afetivo. Isso não significa que seus sentimentos desapareceram para sempre, mas sim que algo os bloqueou — e reconhecer isso já é um passo importante. Como psicólogo posso te ajudar a entender as causas dessa desconexão e, com o tempo, reconstruir seus laços afetivos de forma verdadeira e segura. Em psicoterapia é possível aprender a acessar suas emoções de forma gradual, sem pressa e sem culpa, com ferramentas que favorecem o autoconhecimento, a reconexão com seus valores e o cultivo de vínculos mais vivos e significativos. Você não está sozinho, e existe um caminho para voltar a sentir. Conte comigo neste processo!!
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Tenho medo o tempo todo. Seja olhar pra uma pessoa ou se fizer algo errado no trânsito, alguém irá a
Tenho medo o tempo todo. Seja olhar pra uma pessoa ou se fizer algo errado no trânsito, alguém irá anotar a minha placa e descobrir onde moro. Tenho pensamentos de que qualquer pessoa pode e vai me fazer mal por ações ou acusações contra mim. Vivo com medo e não sei o que fazer.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Viver com medo constante, como você descreve, pode ser extremamente desgastante e angustiante — e esses pensamentos de ameaça iminente, mesmo sem evidências claras, podem estar ligados a padrões ansiosos ou crenças disfuncionais. A psicologia pode te ajudar a identificar esses pensamentos automáticos, entender como eles se formaram, e desenvolver formas mais realistas e seguras de interpretar o mundo ao seu redor. Com o apoio do psicólogo é possível reduzir essa sensação de perigo constante e retomar a liberdade de viver com mais tranquilidade e confiança. Você merece se sentir seguro e viver plenamente: conte comigo nesta nova jornada!!
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Uma dúvida referente á abordagem TCC (relevem, obviamente sou leigo) tenho 22 anos, devo levar para
Uma dúvida referente á abordagem TCC (relevem, obviamente sou leigo) tenho 22 anos, devo levar para a terapia algo que ouvi na minha infância (negativo) marcante, porém ao lembrar não sinto dor, nem nenhum tipo de ressentimento, mas que nunca esqueci e reflito as vezes e penso que isso possa ter algum impacto em circunstâncias na vida adulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua dúvida é muito válida e mostra um olhar atento sobre si mesmo — na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), experiências marcantes da infância, mesmo sem causar dor aparente hoje, podem influenciar padrões de pensamento, autoestima e escolhas atuais. Como psicólogo posso te ajudar a explorar com segurança o possível impacto dessa lembrança, avaliando se ela moldou crenças centrais que seguem ativos na vida adulta, mesmo de forma sutil. Levar esse tema à terapia pode abrir caminhos importantes de autoconhecimento e transformação.
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É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro
É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro dia a tristeza volta.
Passo a maior parte do tempo neutra e não consigo achar um modo de me sentir mais alegre no dia a dia, já vi muitas brigas dentro da minha própria casa e isso me persegue até hoje.
(Isso vem me atormentando, porque imagino meu futuro sendo algo ruim)RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir tristeza com frequência, especialmente quando ela volta mesmo após momentos bons, é um sinal importante de que algo dentro de você está pedindo cuidado — e isso não significa fraqueza, mas sim um sofrimento que merece ser acolhido com respeito e atenção. Vivências difíceis, como brigas constantes em casa, podem deixar marcas profundas que influenciam nosso humor, nossa visão do mundo e até a forma como imaginamos o futuro. Como Psicólogo posso te ajudar muito nesse processo: ao te ouvir sem julgamentos, compreender o que você viveu e te apoiar no resgate da esperança, da autoestima e de estratégias para lidar com esses sentimentos. Você não precisa carregar isso sozinha, e existe sim um caminho possível para que a sua vida volte a ter mais leveza e sentido.
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Eu fico pensando em coisas ruins que não quero pensar e mesmo que eu tente substituir esses pensamen
Eu fico pensando em coisas ruins que não quero pensar e mesmo que eu tente substituir esses pensamentos eles voltam. Não sei o que fazer, me sinto uma pessoa horrível. Parece que eu vou enlouquecer a qualquer momento.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensamentos indesejados e repetitivos, como os que você descreve, são mais comuns do que se imagina e não fazem de você uma pessoa horrível — na verdade, seu sofrimento mostra o quanto você se importa com o que pensa e sente. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) aprendemos que tentar “expulsar” esses pensamentos pode reforçá-los, enquanto estratégias como aceitação, reestruturação cognitiva e desfusão ajudam a reduzir seu impacto. O psicólogo pode te auxiliar a compreender a origem desses pensamentos, lidar com eles de forma mais leve e recuperar o senso de controle e paz interna. Você não está sozinho, e há caminhos seguros para cuidar disso.
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Tenho sentido que todo mundo faz algo: Viaja, tem hobbies, tem amigos, vai a festas, tem uma vida sa
Tenho sentido que todo mundo faz algo: Viaja, tem hobbies, tem amigos, vai a festas, tem uma vida saudável…e eu vivo a mesma vida de casa para o trabalho. Fico em dúvida se quero fazer algo ou não. Se faço me arrependo de ter feito, se não faço, me arrependo de não ter feito.
Quando meu namorado trabalha final de semana, eu fico em casa inventando o que fazer. Acho que se chamar alguém para sair, a pessoa não vai querer ou não vai gostar do que eu quero fazer. Não tenho muitos amigos, apesar de ser muito comunicativa, não consigo me aprofundar em relações com os outros. Com o meu namorado eu consigo, sempre fazemos coisas leais e que eu gosto. Tenho sofrido, pois a minha cabeça fica pensando que deveria estar fazendo algo como as outras pessoas e que deve ter algum problema comigo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua percepção é muito importante e demonstra um nível de autoconhecimento que já é, por si só, um recurso valioso. Entenda ser comum que a comparação com os outros gere sentimentos de insuficiência ou dúvida, especialmente em contextos sociais atuais, onde existe uma grande pressão para "ser produtiva" ou "viver intensamente". A dúvida sobre querer ou não fazer algo, seguida de arrependimento, pode estar relacionada a pensamentos de "tudo ou nada" e a um padrão de autorrecriminação típico em pessoas mais sensíveis e conscientes. Seu desconforto em convidar pessoas também é compreensível, refletindo um medo natural de rejeição, que muitos experimentam, mesmo sendo comunicativos. A relação segura com seu namorado mostra que você tem grande capacidade de vínculo quando se sente aceita. Não há nada de errado em preferir ritmos de vida diferentes do que parece ser a "norma" social. Um processo de autocompaixão e de validação dos próprios desejos pode ajudá-la a construir uma vida mais satisfatória e autêntica, sem a necessidade constante de se comparar. Estou preparado para auxilia-la neste processo de busca pela autocompaixão e validação, procurando alcançar uma vida valorosa e produtiva!
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Boa tarde! Tenho 52 anos e tenho observado meu comportamento.Quando estou em casa, só deito se tiver
Boa tarde! Tenho 52 anos e tenho observado meu comportamento.Quando estou em casa, só deito se tiver um pano me cobrindo(uma parte do corpo), me sinto mais segura e confortável.Tenho dificuldade com textura, so consigo vestir roupa de algodão,malha de algodao tbm, tecido sintetico me incomoda.Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entenda que a busca por sensação de segurança com tecidos específicos e o desconforto com certas texturas podem estar ligados a uma hipersensibilidade sensorial, algo que, em graus variados, pode ocorrer em pessoas sem configurar um transtorno. Essas preferências são normais dentro da diversidade humana; no entanto, se a sensibilidade impactar seu bem-estar ou atividades diárias, uma avaliação profissional cuidadosa por um psicólogo avaliando também outros aspectos pessoais poderia ajudar a entender melhor suas necessidades e estratégias de conforto.
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É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e
É normal ficar hiperfocado numa área de interesse, por cerca de 6 meses, a ponto de ficar eufórico e ansioso?
Consigo trabalhar, mas meu sono fica desregulado, o coração fica acelerado, fico sem energia p mais nada, além do foco. Na maioria das vezes o foco é numa pessoa, num artista, numa preocupação ou num hobbie. Tenho 40 anos e notei q tive diversos períodos meio obsessivos. Mas só tenho laudo de TAG.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hiperfocalização em interesses ou pessoas, especialmente acompanhada de euforia, ansiedade e prejuízos no sono e energia, pode ocorrer em alguns quadros como o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), mas também sugere investigarmos características de transtornos do espectro do humor ou do controle de impulsos. Seu relato merece ser acolhido e compreendido com cuidado. Uma avaliação clínica aprofundada pode trazer mais clareza e estratégias para preservar sua saúde mental sem perder sua capacidade de foco e interesse.
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Olá. Namoro um homem tem 6 meses ele tem 53 anos e separado a um ano. Foi casado 10 anos e teve vári
Olá. Namoro um homem tem 6 meses ele tem 53 anos e separado a um ano. Foi casado 10 anos e teve várias voltas e términos com essa. Tem dois filhos de 8 e 5 anos. Ele sai sempre comigo, escreve todos os dias. Me apresentou para filhos e amigos. Mas faz algumas coisas que acho estranhas. Não pergunta se cheguei bem quando volto p casa. Eu não quero cobrar isso pois isso nao se cobra. Começo a ficar confusa se ele gosta ou está comigo para fazer ciúmes para ex pois ela está namorando. Qdo ele contou que já voltou com ela várias vezes, fiquei insegura. Ele disse que esta certo sobre o término. Devo terminar pois já fiquei com um rapaz assim e terminei.
Sou solteira e sem filhos. Ja falei dessa duvida c ele e ele disse que não tem essa dúvida. Mas me sinto insegura . Acho que ficar falando disso fica pesado e não passa segurança. Nao quero cobrar coisas naturais. Um dia ele disse que queria afogar as magoas... eu já fico insegura.Devo terminar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Seu relato mostra o quanto você está sintonizada com seus sentimentos e buscando viver um relacionamento saudável, o que é muito positivo. Note que sentimentos de insegurança podem surgir quando há sinais ambíguos ou quando experiências anteriores de decepção ainda ecoam em nossa forma de interpretar o presente. É natural querer gestos espontâneos de cuidado, como perguntar se você chegou bem; isso não é "cobrança", é expressão de uma necessidade legítima de consideração e vínculo. Quando suas dúvidas geram sofrimento e dificultam seu senso de segurança, é um sinal importante para olhar com mais carinho para suas emoções. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para ajudá-la a diferenciar o que vem de suas próprias necessidades emocionais do que, de fato, é compatível ou não com o que o relacionamento atual pode oferecer. Você não precisa decidir sozinha ou com peso no coração — cuidar da sua saúde emocional é um passo essencial para tomar decisões com mais paz e confiança.
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Perguntas frequentes
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Estou tomando escitalopram 10 mg há 2 semanas e percebi que comecei a demorar muito mais para conseg
Pode melhorar com o tempo, sim, mas não existe um prazo certo, e em algumas…