Perguntas do paciente (144)
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Olá. Sempre que entro em algum carro (uber, carona..) eu passo mal. A respiração fica fraca, a boca
Olá. Sempre que entro em algum carro (uber, carona..) eu passo mal. A respiração fica fraca, a boca fica seca, às vezes até sinto sensação de asfixia e membros formigando. Melhora assim que eu desço do carro. Tem chances de ser algo físico ou fisiológico ou é claramente emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia! Vamos nos atentar ao fato de que esses sintomas aparecem apenas quando você se encontra dentro do carro em que alguém (que não seja você) está no controle, dirigindo, e dura somente enquanto você está sob essa condição de passageiro. A psicoterapia poderia te ajudar a entender por que esse lugar (fora de controle) lhe remete a sensação de tanta vulnerabilidade e insegurança. Busque uma terapia. O psicólogo vai analisar e discutir com você sobre isso, e através de uma "investigação" será possível que vocês dois cheguem a algumas respostas, a um entendimento do porque isso acontece, lhe auxiliando a ter domínio sobre essa sensação e lhe ajudando a extingui-la.
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Com o tratamento de TCC, posso ficar curada do Toc?
Com o tratamento de TCC, posso ficar curada do Toc?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Bom dia. Com certeza, assim como qualquer outra abordagem psicoterapêutica. A TCC é uma ótima alternativa como abordagem e método para tratar esse transtorno.
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Uma pessoa que é mais introvertida também consegue arrumar namorada, casar, ter filhos, assim como a
Uma pessoa que é mais introvertida também consegue arrumar namorada, casar, ter filhos, assim como as pessoas extrovertidas conseguem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Bom dia. Sim, certamente. O que determina o sucesso de uma relação e um casamento não é a introversão (timidez) e introversão, e sim, a atração física, o interesse, as qualidades, a admiração. E entenda por qualidades que a timidez pode ser uma delas. Existem pessoas que se atraem por pessoas tímidas e mais reservadas. Se esse é seu caso, sugiro procurar uma terapia caso sua timidez e introversão estejam impedindo você de se relacionar. Não há problema nenhum em ser reservado, e isso não é impeditivo para pessoas se interessarem por você. Mas se você sente que sua timidez é um impeditivo para você, se está interferindo em sus atitudes e comportamentos em sua vida amorosa, impedindo você de aproveitar bons momentos ao lado de alguém especial e deixando de conhecer melhor esse alguém por quem se sente atraída(o), é interessante buscar auxílio profissional. A psicóloga pode te ajudar a ser mais confiante nas relações com o outro.
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Meu filho é muito possessivo e manipulador e não aceita o meu novo relacionamento (sou separado). Co
Meu filho é muito possessivo e manipulador e não aceita o meu novo relacionamento (sou separado). Como eu posso lidar com essa situação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Bom dia! É bem possível que ele esteja reagindo dessa forma a sua separação da ex, e agora tendo que lidar com essa sua nova relação com outra pessoa. Quantos anos tem seu filho? A idade pode ser uma pista para entender muitas atitudes e maneiras de se comportar das crianças. Entenda que a criança, dependendo da idade, não compreende exatamente o que significa uma separação e se defende dessa estranheza. Buscar ajuda de uma psicóloga infantil seria uma boa opção para ajudar seu filho a lidar com tudo isso. De qualquer forma, é importante ter paciência e compreensão com seu filho, busque conversar com ele e acalmá-lo, explicando o que aconteceu entre você e a mãe dele e deixando ele falar sobre como se sente em relação a sua separação e essa nova relação com uma nova mulher no "lugar" que era de sua mãe. Entenda que separações e novos relacionamentos tem impacto na vida da criança. Acolha seu filho e busque fazer com que ele se sinta ouvido, compreendido. Boa sorte!
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Como é o método de atuação dos profissionais de saúde no tratamento de transtorno de personalidade a
Como é o método de atuação dos profissionais de saúde no tratamento de transtorno de personalidade antissocial
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Bom dia. Há várias abordagens e métodos diferentes para se trabalhar a questão de TPA. Mas fique certo de que seja qual for a abordagem, é eficaz e apresenta resultados de tratamento. Cabe ao paciente escolher - através de consultas com diferentes profissionais - o psicólogo que mais lhe agradar. Sentir-se à vontade e gostar do "jeito" do psicólogo que irá lhe acompanhar é essencial para que o processo terapêutico evolua bem. Além do psicólogo, uma consulta a um psiquiatra também será necessária para avaliações e possíveis tratamentos medicamentoso para complementar. Psicólogo e psiquiatra trabalharão juntos, sendo o psiquiatra o responsável por avaliar e eventualmente administrar as medicações, com a finalidade de trazer equilíbrio psicológico e comportamental ao paciente, enquanto o psicólogo descobre e trabalha as questões e dificuldades de ser um portador de TPA, trabalhando para uma promoção de vida melhor.
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Meu filho de 4 anos começou na escola esse ano, de cara se identificou com um coleguinha do mesmo se
Meu filho de 4 anos começou na escola esse ano, de cara se identificou com um coleguinha do mesmo sexo e disse que vão namorar… eu disse que crianças não namoram, mas ele insiste na mesma fala… eu gostaria de saber lidar com isso sem falar a coisa errada pra ele, devo procurar um psicólogo para isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Bom dia. Antes de mais nada, preciso lembrar a você que o conceito de namoro não é claro para uma criança de quatro anos. A criança nessa faixa etária não compreende o que é uma relação de namoro de maneira literal, e comumente entende que namorar alguém é estar sempre junto de alguém que gosta muito. Não sei se é esse o caso, mas pode ser que seu filho esteja manifestando a vontade de estar sempre junto desse amigo. De qualquer forma, vá atrás e tente entender antes de mais nada o que seu filho quer dizer com essa afirmação, o que ele entende por namorar. Essa pode ser um saída, e vai te ajudar a entender o que seu filho está querendo expressar de fato. Caso você ainda assim se sinta desamparada e sem ação, converse com um psicólogo. Vá a uma consulta e discuta com ele sua dificuldade de lidar com a situação. Ele vai te orientar e lhe auxiliar, se for o caso.
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Tenho a crença de que não sou bonito e atraente. Como faço pra me livrar disso?
Tenho a crença de que não sou bonito e atraente. Como faço pra me livrar disso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. Seria legal buscar a psicoterapia para trabalhar sua autoestima, sentir-se seguro de si mesmo e de suas qualidades através de autoanálise. O psicólogo irá te guiar para que juntos possam entender o que lhe fez chegar até aqui sentindo-se desta forma, sem nada positivo em relação a si mesmo. Entender de onde vem essa percepção negativa (passado), trabalhar as razões do que lhe faz se sentir dessa forma (presente) lhe ajudará a se conhecer a fundo, saber de suas qualidades e potencialidades (futuro).
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Ola meu nome é Isabelle,meu filho de 2 anos começou a ir para creçhe nois 3 primeiros dias ele gosto
Ola, meu filho de 2 anos começou a ir para creche, nos 3 primeiros dias ele gostou, mais agora não que ir, chora e gruda em mim pra não ficar, e quando fica ele chora e logo depois vai dormir, isso é normal? devo tirar ele? me ajudem não sei o que fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá Bom dia. Antes de mais nada, busque saber com as cuidadoras da creche se houve algum episódio que justifique essa recusa repentina de voltar a creche, e principalmente, se manifestar com choro e esse "agarro" em você, que é fonte de segurança para ele. A criança se comunica de maneira clara através de seus atos, então vá buscar informações e trocar ideias com as cuidadoras do que pode estar acontecendo, oute acontecido, caso seja um fato isolado. Explique a elas suas dúvida e preocupação, e sinta o que vem delas como resposta.
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Estou em um relacionamento há quase 2 anos, nos vemos todos os finais de semana. Sou muito feliz e g
Estou em um relacionamento há quase 2 anos, nos vemos todos os finais de semana. Sou muito feliz e grato pelo amor que recebo, mas vez ou outra dúvido da minha vontade de querer estar em um relacionamento. As vezes sinto saudades da vida de solteiro. Contudo esses pensamentos só ocorrem quando eu estou sozinho. Quando estou com ele, meu mundo é completamente diferente: como disse, me sinto a pessoa mais feliz e sortuda do mundo por ter do meu lado alguém como ele. Nada me incomoda no nosso relacionamento, mas tenho medo de que esses pensamentos e desejos irracionais possam acabar destruindo tudo o que construímos até aqui. Como evitá-los e assim preservar meu namoro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Bom dia! É interessante quando você narra que essa vontade de ficar solteiro vem somente longe de seu namorado, ou seja, quando se encontra sozinho. Isso é significativo, pois demonstra na uma tentativa inconsciente de resgate de um "eu" que não mais existe, mas que viveu coisas muito boas, e possui portanto memórias muito positivas que nos fazem querer mais. Como uma identidade que deixou de existir, uma espécie de luto. Esse luto combinado com uma tendência natural de querer sempre satisfazer nossos prazeres e se esquivar das renúncias para obtê-los traz esse questionamento do "o que eu posso estar perdendo?". Fazer escolhas presume deixar para trás uma outra opção, um outro caminho, uma outra vida. E se questionar sobre o que se teria se tivesse feito outra escolha é normal, mas sempre trará consequências.
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Hoje eu e meu namorado tivemos uma conversa profunda, como sempre e rolou o assunto "término". Foi m
Hoje eu e meu namorado tivemos uma conversa profunda, como sempre e rolou o assunto "término". Foi mais uma conversa sobre nosso relacionamento, sobre o que admiramos e não gostamos muito um no outro e sobre como, caso um dia terminemos, seguiremos nossas vidas e o que levaremos conosco. Foi uma ótima conversa, mas me deixou incomodada um pouco depois. Será que ele quer terminar e ainda não tomou coragem, ou talvez ainda não esteja certo sobre isso? Posso normalizar esse tipo de conversa ou devo me preocupar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Boa tarde. Me estranha você levantar esse tipo de dúvida depois de relatar uma conversa madura e saudável e muito esclarecedora. Cuidado com as eventuais fantasias de ciúmes que se cria em sua cabeça e que não passam de imaginação, que não cruzam com a realidade. Se está se sentindo insegura com essa fala de seu namorado, sugiro buscar uma terapia, na qual poderá cuidar de si, podendo junto do psicólogo entender melhor esse medo de ser deixada quando seu relacionamento anda bem e não apresenta sinais de mudança.
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Sinto muita carencia (falta de uma namorada,carinho,etc) o que quase sempre me faz recair em pornogr
Sinto muita carencia (falta de uma namorada,carinho,etc) o que quase sempre me faz recair em pornografia, há algo que eu possa fazer para acabar com essa carencia afetiva sem precisar recorrer a pornografia (o que é malefico pra minha saude) e sem precisar me relacionar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. Vamos por partes: Você relata aqui sentir carência por não ter alguém para lhe proporcionar carinho, prazer, segurança e companhia, mas pede aconselhamento para não precisar se relacionar com ninguém. Como é isso exatamente? Qual seria a interação ideal com outras pessoas para suprir essa falta de afeto? Você sente algum medo de se relacionar? Outra questão que se coloca é em relação ao consumo de conteúdo pornográfico. Como exatamente você entende que a pornografia é maléfica para sua saúde? Em que pontos ela pode te prejudicar? Faço essas perguntas, pois me parece que você clama por ser amado, aceito por alguém especial, que lhe dê valor, mas tem muito medo de se frustrar, ou de ser rejeitado. Eu entendo que o consumo de conteúdo pornográfico é um dos muitos meios da prática comum de masturbação, o que proporciona prazer sexual imediato. Mas vejo que essa prática não é vista por você como algo natural, e mais: você demonstra querer sentir prazer com outro alguém, e não somente sozinho. Por isso, seria legal buscar a psicoterapia para poder trabalhar toda essa questão de forma global. A terapia é o lugar onde você poderá esclarecer e entender o porque se sente dessa maneira, e assim poder sentir-se seguro para entender exatamente o que lhe aflige e o que você busca para ser feliz e se sentir completo.
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Há dois anos atrás não estava muito bem psicologicamente e um dia na hora de dormir senti algumas pa
Há dois anos atrás não estava muito bem psicologicamente e um dia na hora de dormir senti algumas palpitações, senti meu coração batendo,não de forma acelerada, mas sentia um batimento, fui ao cardiologista fiz exame de sangue e deu normal, e o eco dei uma alteradinha normal p uma ansiedade, desde então quando passo por emoções mais fortes ou situações estressantes para mim durante o dia,na hora de dormir sinto as mesmas coisas.. Mas nos momentos em que sinto, fico apavorada e n consigo ter certeza se é uma crise.. então queria saber se realmente são crises de ansiedade.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. Sim, são sinais iniciais de pequenas crises de ansiedade. Muito legal você ter observado e ter percebido a importância de entender a razão destes episódios de palpitação. Busque uma psicoterapia, converse com um psicólogo. Será muito produtivo compreender o porque isso está acontecendo, entender os gatilhos que despertam tal sensação de ansiedade, e poder falar livremente sobre o que te aflige. A psicoterapia é muito efetiva no combate a ansiedade extrema e fora de contexto. Sentir ansiedade é normal, mas quando ela foge do comum e começa a se apresentar de maneira incontrolada é hora de buscar ajuda. Boa sorte!
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Comecei a tomar fluoxetina já faz seis dias, estou com minha fala com algumas palavras difíceis de f
Comecei a tomar fluoxetina já faz seis dias, estou com minha fala com algumas palavras difíceis de falar, dor de cabeça que não passa, vontade de vomitar direto e antes de tomar estava bem isso e normal.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, bom dia. Tudo indica que sua medicação não está na dosagem correta, e deve ser reavaliada pelo psiquiatra que lhe receitou. Toda medicação de ordem neurológica, quando apresenta qualquer tipo de efeito colateral é sinal de que não houve uma boa adaptação a essa medicação, ou é apenas uma questão de ajustar a dose. Essa dose recomendada a você provavelmente não está de acordo, pois saiba que ajuste de dosagem e medicamento é uma tarefa minuciosa, que terapeuta e paciente fazem juntos. Não é simples acertar a medicação logo de início de tratamento, pois cada organismo responde de uma maneira diferente. Fale com seu médico, conte a ele com detalhes o que está sentindo o quanto antes, ele é a pessoa mais indicada para te ajudar pois já acompanha seu caso e te conhece. Boa sorte!
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Muitas vezes fico chateado, triste, porque algumas pessoas não conversam tanto comigo. Como lidar co
Muitas vezes fico chateado, triste, porque algumas pessoas não conversam tanto comigo. Como lidar com isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. Pelo seu relato fica difícil afirmar algo ou lhe dar uma resposta mais assertiva devido as poucas informações que você trouxe, mas vamos lá. O que você chama de "não conversam tanto" exatamente? Em quais situações isso acontece? São sempre as mesmas, ou não? Qual a frequência que isso ocorre? Você se considera uma pessoa tímida? Como você se comporta durante uma breve conversa? Você sente algum tipo de receio, como por exemplo falar besteira? Pois bem, essa são algumas perguntas que podem lhe servir de pontapé para entender melhor essa questão. Olhar para si diante dessas interações com os outros pode ser um bom caminho. Busque a psicoterapia. O terapeuta pode te ajudar a entender exatamente como você se sente e como isso lhe afeta. A psicoterapia pode lhe ajudar a vencer a vergonha e lhe trazer autocofiança.
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Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio
Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio comprimido por 4 dias e após tomasse um comprimido inteiro de 10 mg, porém tive muitos efeitos colaterais e não consegui mudar a dose. Nos últimos dois dias estou sentindo uma tristeza profunda, sensação de estar vendo a vida como um filme após tomar o remédio, e a ansiedade voltou. Isso pode ser causado por eu não ter aumentado a dose do remédio? Devo aumentar a dose?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. Sempre que um remédio de ordem neurológica traz efeitos colaterais, é sinal de que a dosagem possa estar errada, ou o próprio medicamento não seja o ideal para você. Adaptação de medicamentos neurológicos é como uma agulha no palheiro - dificilmente se acerta de primeira, pois cada organismo responde de uma maneira. Sugiro que volte a falar com seu psiquiatra o mais rápido possível, relatando a ele tudo que você sente com detalhes. Ele é a pessoa mais indicada para ajustar sua medicação pois já acompanha seu caso. Ele vai ajustar sua medicação para que ela faça o efeito desejado sem que haja qualquer efeito colateral. Boa sorte!
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é normal sentir que gosta muito romanticamente de alguém e ficar dias pensando nela, mas aleatoriame
é normal sentir que gosta muito romanticamente de alguém e ficar dias pensando nela, mas aleatoriamente todo esse sentimento some, como se nunca tivesse sentido nada, e isso te causa ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Boa tarde. lendo seu relato, eu entendo que o foco da questão a ser trabalhado não é exatamente o sentimento romântico que sente pelo outro e que vai e que volta; mas entender esse sentimento de ansiedade que você sente toda vez que se percebe sem sentir nada. A psicoterapia é um bom caminho para descobrir de fato o porque esse sentimento de vazio lhe assusta tanto. Isso ocorre com outras relações que não sejam amorosas? Seria legal investigar com um psicoterapeuta. Vai te ajudar a escla recer muitas questões por trás desse sentimento de angústia do vazio.
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Não consigo superar que meu namorado já ficou com a minha irmã antes de nós começamos a namorar, iss
Não consigo superar que meu namorado já ficou com a minha irmã antes de nós começamos a namorar, isso me machuca muito não sei como lidar sinto que sou culpada de alguma forma, eu amo muito ele mais me machuca muito sentir isso não quero terminar com ele por causa desse sentimento.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Boa tarde. pelo seu breve relato, vejo que seu incômodo vem de um sentimento de culpa. A questão é: Essa culpa que você sente, é por ficar com alguém com quem sua irmã se relacionou ou por sentir que essa é uma atitude de garotas desajustadas, que não são levadas a sério? Vocẽ sentiu culpa por acontecer depois da sua irmã? ela ainda tem sentimentos por ele? Como sua irmã encara esse namoro? Você sente que o roubou dela de alguma forma? Essa são algumas perguntas que podem te ajudar a dar um "pontapé inicial" na descoberta de entender essa sua questão de entender esse seu conflito emocional. Seria legal consultar um psicólogo, fazer uma terapia para trabalhar questões como essa e muitas outras, que servirão de gatilho para que você, junto do terapeuta, possa esclarecer esse sentimento, de onde ele vem e por que ele existe. Um processo pscioterapêutico iria te ajudar muito.
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O fato de eu não me considerar suficiente para determinada pessoa é uma forma de eu mesmo me rejeita
O fato de eu não me considerar suficiente para determinada pessoa é uma forma de eu mesmo me rejeitar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. É difícil afirmar algo baseado somente em seu relato breve, mas o que posso identificar é que há uma correlação inconsciente entre o sentimento de aprovação de outra pessoa com um impulso de rejeição de si mesma. Seria interessante buscar a psicoterapia para entender melhor quais as associações presentes aí na questão, que te fazem pensar automaticamente em um auto desprezo.
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Olá, por vezes me pego olhando pro céu, pras nuvens e estrelas, e sou tomado por uma sensação de ang
Olá, por vezes me pego olhando pro céu, pras nuvens e estrelas, e sou tomado por uma sensação de angústia diante da vastidão que me encara, é como se eu estivesse olhando pro universo e ele me olhasse de volta, como se um abismo olhasse pra mim, um sentimento estranho, insignificância misturado com receio. Seria isso algum tipo de problema? Ou apenas uma questão de temperamento/personalidade? Sempre fui uma pessoa questionadora e talvez profunda/melancólica, não sei se isso tem a ver, mas acho que pode ser relevante. Obrigado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Boa tarde. É bem difícil poder lhe dar uma resposta mais apurada para sua pergunta, pois temos vagas informações aqui em seu relato, mas vamos lá: Ao ler suas palavras, fui também atingida por uma leve sensação de melancolia. Isso para mim já fez um certo sentido no tocante a sentir-se por vezes diminuto e insignificante. Você se definiu como uma pessoa profundamente questionadora e melancólica. Sendo assim, penso que, talvez, ao olhar para o céu e ao contemplar sua vastidão você se dê conta das tantas coisas que se passam por lá e que ainda assim desconhecemos, verdadeiros mistérios para a humanidade, e que não estão em nosso controle. Quando uma pessoa questionadora se depara com a imensidão e profundeza infinita do céu, o qual ainda temos poucas respostas para milhares de perguntas, faz sentido sentir-se diminuído, uma vez que não controlamos sua grandeza nem mistérios. Trabalhar essa questão da insignificância e principalmente da incapacidade de controlarmos o universo em terapia seria muito interessante, pois resgatar a importância de nosso papel nessa vida e no planeta é fundamental para que possa sentir-se mais otimista e consciente de si.
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Eu estava há um mês pedindo para meu ex q voltássemos, porém ele não quer. Conversei com umas pessoa
Eu estava há um mês pedindo para meu ex q voltássemos, porém ele não quer. Conversei com umas pessoas, elas me disseram pra deixar ele em paz e um até me chamou de psicótica. Até q ponto a insistência em algo pode ser um transtorno?? Seria bom fazer uma terapia??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Boa tarde. É perceptível pelo seu relato a dificuldade emocional que você está enfrentando diante do término recente do seu relacionamento, e principalmente da rejeição. Você levantou um ponto importante de situações como a sua, onde uma pessoa muitas vezes se sente injustiçada pela decisão do outro, quando esse decide que seguir sem sua companhia é o melhor a ser feito. A dor de um término faz parte de um processo de luto, ou seja, é natural que você se aborreça. Era algo que você se dedicava e nutria sentimentos profundos, mas que se acabou contra a sua vontade, ou seja, teve que aceitar essa nova configuração. Mas é preciso entender e respeitar a decisão do outro, afinal, esse outro também é ser humano, e tem o direito de pensar e agir, tomar as decisões que julgar ser melhor para si. A terapia seria um espaço útil para você trabalhar sua dor pela separação desse alguém que você tanto ama, a dor de não o ter mais como seu companheiro, além de poder trabalhar sua autoestima para que possa seguir em frente para uma nova relação. Esse vazio que você sente agora é dolorido e angustiante, mas enfrentá-lo vai lhe ajudar a seguir em frente com firmeza e autoestima.
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