Perguntas do paciente (29)

  • Meu filho tem 6 anos ele não para quieto na escola, principalmente em sala de aula ,já em casa e na

    Meu filho tem 6 anos ele não para quieto na escola, principalmente em sala de aula ,já em casa e na igreja fica mas tranquilo não sei o ,que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Entendo sua preocupação e ela é muito válida. Quando a criança apresenta agitação apenas em determinados ambientes, como a escola, isso pode estar relacionado a estímulos específicos desse local – como regras mais rígidas, exigência de atenção prolongada ou até dificuldades em lidar com a rotina escolar. O fato de ele se comportar de forma diferente em casa e na igreja nos mostra que há uma seletividade nesse comportamento, o que pode indicar que ele reage a estímulos ambientais, e não necessariamente apresenta um transtorno generalizado.

    Eu compreendi que ele usa Calman, estou certa? Se for o caso, a utilização de fitoterápicos como o Calman pode ajudar a reduzir a ansiedade, mas não substitui uma avaliação mais profunda. É importante entender o que a escola exige dele, como está o processo de aprendizagem e como ele lida com frustrações ou tarefas que exigem concentração.

    O ideal é procurar um psicopedagogo para uma avaliação individualizada. Esse profissional poderá investigar se há alguma dificuldade de aprendizagem, se há questões emocionais envolvidas ou se é necessário encaminhamento a outros especialistas. Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Minha filha tem 9 anos, ela fez uma prova de "Ditado" porém errou todas, pq ela escreve como ela "Fa

    Minha filha tem 9 anos, ela fez uma prova de "Ditado" porém errou todas, pq ela escreve como ela "Fala" alguma dica pra me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Quando a criança escreve como fala, isso pode indicar que ela está utilizando a chamada hipótese fonética da escrita — uma etapa normal do processo de alfabetização. No entanto, aos 9 anos, é importante observar se esse padrão aparece em outros tipos de escrita ou se está restrito ao ditado.

    Você pode ajudá-la com atividades lúdicas de consciência fonológica, como brincadeiras com rimas, troca de sílabas e leitura em voz alta. Essas práticas favorecem a compreensão das estruturas sonoras das palavras e ajudam na superação da escrita puramente fonética.

    Recomendamos que seu filho seja avaliado por um psicopedagogo, que poderá identificar se há alguma dificuldade específica de aprendizagem e orientar quanto ao melhor caminho a seguir.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Olá, levei minha filha de 9 anos no colégio, e a professora disse que ela anda copiando muito d

    Olá, levei minha filha de 9 anos no colégio, e a professora disse que ela anda copiando muito devagar, outra professora já tinha me comentado a mesma coisa, queria saber como poderia ajudar ela, pois tá sendo prejudicada com atrasos de matérias

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Antes de pensarmos em estratégias pedagógicas, é fundamental dar dois passos iniciais importantes:

    Descartar qualquer dificuldade visual – uma consulta com o oftalmologista para verificar se há necessidade de usar óculos, ou se há algum grau que precise ser ajustado caso ela já utilize;

    Observar a posição na sala de aula – Caso ela já use óculos ou não haja alterações visuais, verifique com os professores em que lugar da sala ela está sentada. Às vezes, uma simples mudança de lugar, aproximando-a da lousa, pode fazer toda a diferença.

    Se essas duas possibilidades forem descartadas e a dificuldade persistir, é importante investigar se há questões relacionadas à coordenação motora fina, ao ritmo de processamento das informações ou à atenção. Uma avaliação psicopedagógica pode ajudar a identificar esses fatores e oferecer atividades direcionadas para estimular e fortalecer essas habilidades.

    É muito importante procurar um psicopedagogo para uma avaliação completa e personalizada. Ele será o profissional mais indicado para orientar esse processo com segurança e cuidado. Estamos à disposição caso deseje agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Como tratar uma criança com dificuldade de 4 anos com dificuldade de falar , ela já presenciou discu

    Como tratar uma criança com dificuldade de 4 anos com dificuldade de falar , ela já presenciou discursões e também tem excesso de uso de celular ; isso pode estar contribuindo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Sim, tanto o uso excessivo de telas quanto a exposição frequente a discussões familiares podem sim interferir no desenvolvimento da linguagem oral da criança. Nessa idade, o cérebro está em um período de intensa plasticidade e precisa de interações reais, afetivas e com qualidade para que as habilidades de comunicação se desenvolvam de forma saudável.

    É fundamental que a criança passe por uma avaliação psicopedagógica e fonoaudiológica para que se compreenda seu estágio de desenvolvimento e se estabeleçam estratégias adequadas de estímulo. O acolhimento emocional também é uma parte essencial nesse processo.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo para acompanhamento e orientação.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Meu filho de 4 anos e 7 meses tem muita dificuldade de concentração quando falamos com ele e princip

    Meu filho de 4 anos e 7 meses tem muita dificuldade de concentração quando falamos com ele e principalmente nas atividades escolares (está aprendendo o nome dele), e eu fico muito preocupada com isso. Qual especialista ao certo devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Entendo sua preocupação. A atenção é uma habilidade que está em processo de amadurecimento nessa fase, mas se a dificuldade for frequente e interferir na aprendizagem, vale a pena investigar.

    O psicopedagogo é o profissional indicado para compreender de forma integrada os aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais que envolvem o desenvolvimento da criança. A partir disso, será possível oferecer intervenções específicas e orientar a família quanto aos estímulos mais adequados.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo para uma avaliação mais detalhada.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Minha filha completou 4 anos em Novembro, desde os 3 anos, comecei a ensinar ela sobre letras e núme

    Minha filha completou 4 anos em Novembro, desde os 3 anos, comecei a ensinar ela sobre letras e números e ela pegou muito rápido, sabe escrever o nome dela, sabe fazer contas de adição, sabe escrever todas as letrinhas e números já sem ajuda de pontilhado e reconhece se perguntada, sabe frutas, cores e números em inglês e algumas outras palavrinhas, já sabe usar a tesoura, faz tarefas de ligar, transcrever, colar perfeitamente.
    Entrou na escolinha da prefeitura esse ano, no começo ela gostou, não chorou se adaptou super bem, agora depois de um mês e meio, fica triste quando a levo para a escola, não quer mais ir pq lá faz sempre a mesma coisa, só brinca das mesmas coisas e vê desenho, não tem tarefinha para ela fazer.
    Chega em casa já pegando os livrinhos e folhinhas para fazer lição, me pede para comprar e imprimir tarefinha
    Não sei o que fazer, converso, falo q a escola é legal, que tem amigos, mas ela diz que não quer se sente frustrada por não colocar as habilidades dela em prática na escola

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Sua filha demonstra altas habilidades cognitivas para a idade, e seu interesse espontâneo por tarefas estruturadas e conteúdos acadêmicos sinaliza uma necessidade clara de maior desafio e enriquecimento.

    A frustração que ela sente pode ser legítima, pois crianças com esse perfil precisam de ambientes educativos que respeitem seu ritmo e ofereçam propostas diversificadas. O ideal seria conversar com a escola e relatar suas observações, buscando alternativas como a diferenciação pedagógica. Um olhar psicopedagógico pode ajudar a construir pontes entre família e escola, garantindo o bem-estar e o desenvolvimento pleno da criança.

    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Sou pedagoga e atuo como orientadora educacional dos alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II

    Sou pedagoga e atuo como orientadora educacional dos alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II em uma escola bilíngue de alto desempenho. Entre minhas funções, trabalho diretamente na adaptação de avaliações para alunos com necessidades específicas de aprendizagem.

    Atualmente, estou enfrentando um desafio na adaptação de uma atividade avaliativa de ditado de palavras do currículo de Língua Inglesa para alunos com dislexia. Pensei em sugerir que, em vez de escrever as palavras ditadas, os alunos escolham a forma correta entre três opções com grafias semelhantes. Gostaria de saber se essa adaptação é adequada e benéfica para o desenvolvimento da aprendizagem desses alunos.

    P.S.: Os alunos com dislexia (atualmente cinco no total – dois do 6º ano e três do 7º ano) realizam as provas em sala separada, com o suporte de um professor ledor.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Sua proposta é excelente e demonstra sensibilidade pedagógica e compromisso com a inclusão. A substituição do ditado escrito por uma atividade de reconhecimento entre grafias semelhantes pode sim ser uma estratégia eficaz, pois respeita as principais dificuldades fonológicas da dislexia, ao mesmo tempo em que mantém a intencionalidade pedagógica da tarefa.

    Sugiro apenas garantir que as alternativas estejam visualmente bem espaçadas, evitando confusões visuais, e que os itens tragam regularidades fonológicas que ajudem na consolidação da aprendizagem.

    Em nossa clínica, oferecemos também supervisão psicopedagógica, bem como apoio à pais e professores.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Minha aluna autista não verbal se adaptou muito bem a sala, porém na saída da sala era o intervalo d

    Minha aluna autista não verbal se adaptou muito bem a sala, porém na saída da sala era o intervalo dos alunos e ela se assustou com o barulho e agora criou um bloqueio, onde não consegue ir para o refeitório que é ao lado da minha sala. Como lidar nessa situação, sem força-la e que ela se sinta bem?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Que bom saber que sua aluna teve uma boa adaptação à sala. Isso é um grande passo! O bloqueio em relação ao refeitório, causado pelo barulho e excesso de estímulos sensoriais, é muito comum em crianças com autismo, especialmente não verbais, que têm maior sensibilidade a sons e mudanças de ambiente.

    O ideal é criar um plano de aproximação gradual: começar por observar o refeitório de longe, depois aproximar-se com fones abafadores de som, por exemplo, e ir construindo, aos poucos, uma associação positiva com esse ambiente. O uso de imagens, rotinas visuais e reforço positivo também são ferramentas fundamentais nesse processo.

    O mais importante é respeitar o tempo dela, sem forçá-la. Mas para estruturar essa intervenção de forma eficaz, o apoio de um psicopedagogo com experiência em inclusão e desenvolvimento infantil pode ser essencial. Ele poderá trabalhar em parceria com você e com a família para garantir um ambiente mais acolhedor e seguro para ela. Estamos à disposição caso queira agendar uma consulta inicial gratuita. Em nossa clínica, oferecemos também supervisão psicopedagógica, bem como apoio à pais e professores.


  • Boa noite! Minha filha completa 03 anos em 14/06/2025. Quando completou 2 anos (14/06/2024) entrou

    Boa noite!
    Minha filha completa 03 anos em 14/06/2025.
    Quando completou 2 anos (14/06/2024) entrou no Maternal. Hoje sabe reconhecer sem dificuldades todas as cores, conta até o número 10, reconhece os números até o 5, reconhece as vogais, fala tudo sem dificuldades, é super comunicativa e entende e participa de conversa com crianças e adultos, se alimenta sozinha.
    A escolinha quer permanece-lá no Maternal 1 devido a idade, mas estou preocupada. Repetir o mesmo módulo, mesmas tarefinhas, mesmos temas,… não vejo nenhum acréscimo de conhecimento para ela.
    Como devo dialogar com a escola?
    Deve realmente permanecer numa turma onde as crianças vão estar iniciando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Sua filha demonstra competências importantes e um ritmo de desenvolvimento acelerado para a idade. Quando a criança já domina conteúdos e habilidades do ano escolar atual, mantê-la em um ambiente que repete os mesmos temas pode gerar desinteresse, frustração e até comportamentos regressivos.

    Nesse caso, vale conversar com a escola sobre a possibilidade de enriquecimento curricular ou mesmo de reavaliação da turma. Um parecer psicopedagógico pode auxiliar nesse diálogo, trazendo embasamento técnico sobre o perfil da sua filha.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo para avaliar as possibilidades e orientar a família e a escola sobre os próximos passos.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios del

    Olá, minha filha tem 4 anos, mudou de cmei a uns 4 meses. Em outros cmeis sempre tivemos elogios dela, porém agora a professora nos informou que ela está com muita sonolência e não quer participar das atividades, fica deitada na mesa ou pede para ficar sentada. Vez ou outra participa,porém não foca, fica olhando as atividades dos colegas e esquece a dela. Em casa quando fazemos alguma atividade escolar ela também não demonstra interesse, perde o foco rapidamente. Começamos colocar ela dormir mais cedo, porém com a nossa rotina ela deita entre 21:30 e 22 hrs. Será que devo me preocupar com algum deficit? Ela é muito esperta, ligeira no raciocínio, gosta da escola nova e dos colegas. E também tem uma irmã de 4 meses, penso que isso também influencia ela estar assim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Entendo sua preocupação e é ótimo que esteja atenta ao comportamento da sua filha. Mudanças na rotina, como a chegada de um irmãozinho e a adaptação à nova escola, podem realmente afetar o foco e o comportamento dela. Porém, a sonolência e a falta de interesse nas atividades merecem uma avaliação mais detalhada para garantir que está tudo bem, e elaborar estratégias para melhora do foco.

    Podemos agendar uma consulta para conversar com mais calma e entender melhor o caso. Assim, avaliaremos se há algo que precise de atenção ou se é apenas uma fase de adaptação. Estou à disposição para ajudar!


  • Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito

    Olá minha filha tem 8 anos, está na segunda série em duas reuniões a professora fala q ela lê muito bem mas tem muita dificuldade em compreender informações implícitas e explicitas está tendo muita dificuldade não consegue entender oque leu e tirando notas baixas percebo que ela não está evoluindo nas atividades mas fui conversar com a professora e ela diz que é normal alguém pode me ajudar estou preocupada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Eu compreendo sua preocupação, e é mesmo muito importante que você esteja acompanhando o desenvolvimento da sua filha. É comum que algumas crianças precisem de mais tempo e suporte para desenvolver habilidades de compreensão, mas também é essencial investigar se há algum fator específico que esteja dificultando esse processo.

    Podemos marcar uma avaliação para entender melhor as dificuldades, bem como as potencialidades dela, e elaborar estratégias que a ajudem a progredir. Estou à disposição para ajudar e apoiar vocês nesse caminho!


  • É normal uma criança de 4 anos reclamar que os adolescentes estão olhando para ela?

    É normal uma criança de 4 anos reclamar que os adolescentes estão olhando para ela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! É comum crianças de 4 anos demonstrarem certa sensibilidade ao olhar ou atenção de outras pessoas, especialmente adolescentes, pois estão desenvolvendo sua percepção social e autoconfiança. No entanto, fatores externos, como o excesso de exposição a telas e conteúdos digitais, muito comuns hoje em dia, podem influenciar negativamente a forma como interpretam e lidam com essas situações.

    Se isso está preocupando ou incomodando a criança com frequência, seria interessante agendar uma consulta com terapeuta para avaliar e compreender melhor o que pode estar contribuindo para essa percepção.


  • Meu filho tem dois anos, ele me bate e puxa os cabelos, as vezes morde e arranha meu rosto até sangr

    Meu filho tem dois anos, ele me bate e puxa os cabelos, as vezes morde e arranha meu rosto até sangrar. Eu fico muito triste e na maior parte das vezes eu acolho e faço abordagens saudáveis. No último episódio ele me machucou a ponto de sangrar, eu perdi a linha e me irritei, dei uns gritos mostrando que me entristeceu tal atitude e empurrei para afastar. Me sinto muito mal e me questiono sobre o que falta na criação. Sou muito presente e me preocupo com tudo, quando não dou conta meu marido desempenha um papel de paciência que eu não consigo ter como nesse momento.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Entendo profundamente como essa situação pode ser difícil e dolorosa para você. É importante lembrar que comportamentos como morder ou bater são comuns em crianças de 2 anos, já que elas estão aprendendo a lidar com emoções intensas e ainda não sabem como expressá-las de maneira adequada. Você está fazendo o melhor possível, e momentos de irritação acontecem, não se culpe por isso.

    Podemos agendar uma consulta para entender melhor o comportamento do seu filho e explorar estratégias que ajudem vocês a lidarem com essas situações de forma mais tranquila. Estou aqui para apoiar você nesse caminho!


  • Poderiam me informar para quem serve a avaliação psicopedagógica?

    Poderiam me informar para quem serve a avaliação psicopedagógica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    A avaliação psicopedagógica serve para identificar dificuldades e potencialidades no processo de aprendizagem, além de investigar aspectos cognitivos, emocionais e sociais que podem impactar o desenvolvimento de crianças, adolescentes e adultos. Ela é indicada para casos de desafios acadêmicos, transtornos como TDAH, TEA, dificuldades de memória, atenção, linguagem, comportamento, entre outros fatores que afetam a forma como a pessoa aprende e interage com o ambiente.

    Na clínica realizamos avaliações completas, com relatórios detalhados e estratégias personalizadas para promover o desenvolvimento cognitivo, social e emocional. Se você ou alguém próximo precisa de suporte para compreender e superar dificuldades de aprendizagem, sinta-se à vontade para entrar em contato. Estamos à disposição para tirar suas dúvidas.


  • Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?

    Quem pode aplicar a terapia ABA ( Análise do Comportamento Aplicada)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    A terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada) pode ser aplicada por profissionais capacitados, como psicopedagogos, analistas do comportamento, e outros especialistas treinados, desde que tenham formação específica na abordagem e sigam protocolos baseados em evidências. Para que a intervenção seja eficaz, é importante que seja realizada por alguém com conhecimento em ferramentas como o VB-MAPP e com experiência em planejar estratégias individualizadas, especialmente para casos de TEA.

    Na clínica, trabalhamos com a aplicação da ABA para crianças com TEA, utilizando métodos reconhecidos, como o protocolo baseado no ADOS-2, para garantir intervenções direcionadas e de qualidade. Estou à disposição para ajudar!


  • Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?

    Qual é a terapia mais eficaz no tratamento do autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    A terapia mais eficaz no tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é a ABA (Análise do Comportamento Aplicada), considerada o padrão-ouro para desenvolver habilidades sociais, comunicativas e comportamentais. Outra ferramenta importante é o uso de avaliações específicas, como o ADOS-2 e o VB-MAPP, para diagnosticar e planejar intervenções individualizadas.

    Na clínica, oferecemos serviços especializados para crianças, adolescentes e adultos com TEA, incluindo avaliações diagnósticas e intervenções baseadas em ABA, sempre com um enfoque personalizado. Se tiver interesse, podemos ajudar a construir um plano de acompanhamento adequado às necessidades do paciente. Estamos à disposição.


  • Meu irmão nasceu prematuro, ele tem 3 anos e é surdo (na minha família tem vários casos de surdez),

    Meu irmão nasceu prematuro, ele tem 3 anos e é surdo (na minha família tem vários casos de surdez), porém eu acho que ele tem também autismo. Ele anda na ponta dos pés, não olha pra pessoa quando toca nele, não olha para os lugares quando apontamos (quando ele tinha um ano ele olhava). Ele fica todos os dias na loja do meu pai o dia todo, e não estranha, mas quando fiquei 15 dias na casa dele, ele começou a estranhar, chorou por três dias seguidos sempre que me via e a meus filhos na sala da casa dele, e só parava quando ia pro quarto da mãe e não via a gente. Recentemente ele começou a bater a cabeça no chão e na parede com muita força, de forma a deixar roxo. Isso começou depois dele frequentar um centro de atenção e acompanhamento de crianças surdas. O que podemos fazer para saber se ele é realmente autista? E como cuidar para ele não se machucar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Os comportamentos que você descreve — como andar na ponta dos pés, evitar contato visual, não responder a estímulos sociais e bater a cabeça com força — podem, sim, estar associados a sinais de autismo. Quando esses comportamentos surgem em uma criança surda, é fundamental que a avaliação seja realizada por profissionais com experiência tanto em TEA quanto em surdez.

    É importante acolher a criança em sua individualidade e buscar um ambiente estruturado, com rotinas previsíveis e respostas consistentes aos comportamentos desafiadores.

    Recomendamos fortemente que a família procure um psicopedagogo, que poderá fazer uma escuta cuidadosa, avaliar o desenvolvimento da criança e articular, se necessário, com uma equipe multiprofissional.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Dr(a), primeiramente entendo que este espaço não é uma consulta. É comum, ou pelo menos acontece oca

    É comum, ou pelo menos acontece ocasionalmente, uma criança não possuir 6 ou mais sintomas em cada bloco do teste Snap-IV, e mesmo assim, possuir TDAH? Sei que existem outros testes, mas nesse especificamente, acontece? Agradeço a todos!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Sim, é possível que uma criança não apresente 6 ou mais sintomas em cada bloco do SNAP-IV e ainda assim tenha TDAH. Esse teste é uma ferramenta importante, mas não pode ser usado isoladamente para fechar um diagnóstico. O diagnóstico do TDAH é clínico e envolve uma avaliação multidimensional, que inclui entrevistas, observações comportamentais e outras ferramentas complementares.

    Na clínica, realizamos avaliações detalhadas para identificar TDAH, utilizando métodos psicopedagógicos especializados e trabalhando de forma integrada com outras áreas. Caso deseje uma avaliação ou suporte para a criança, sinta-se à vontade para entrar em contato.


  • Olá meu filho vai fazer 7 anos em janeiro, mais não quer escrever suas atividades na sala de aula na

    Olá meu filho vai fazer 7 anos em janeiro, mais não quer escrever suas atividades na sala de aula na hora de passar do quadro para o caderno, ele é muito inteligente já sabe ler e gostar muito de matemática ,a letra dele é muito boa eu não sei o que fazer, por favor mim ajude?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Quando a criança apresenta boa leitura, boa letra e interesse por matemática, mas evita copiar da lousa, é importante investigar as causas com delicadeza. Podem estar presentes questões emocionais, fadiga mental, dificuldades de processamento visual ou mesmo falta de motivação frente a certas tarefas repetitivas.

    Uma avaliação psicopedagógica ajuda a compreender o que está por trás dessa resistência e propõe estratégias que respeitem o ritmo e o perfil da criança, favorecendo a autonomia e o engajamento escolar.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo para compreender esse comportamento e apoiar a criança no processo de aprendizagem.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • É normal lembrar apenas de recortes da infância? Sem diálogos, lembrança de rostos, cenas completas,

    É normal lembrar apenas de recortes da infância? Sem diálogos, lembrança de rostos, cenas completas, etc, apenas pequenos recortes.
    Consigo lembrar das coisas a partir de que idade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Sim, é comum lembrar apenas de recortes da infância, como fragmentos de cenas ou sensações, sem diálogos ou rostos completos. Isso ocorre porque a memória na primeira infância é mais sensorial e emocional, e as lembranças tendem a ser menos estruturadas. A maioria das pessoas começa a formar memórias mais completas por volta dos 3 a 4 anos, mas isso varia de pessoa para pessoa.

    Se você sente que essas dificuldades em acessar ou organizar memórias impactam seu desenvolvimento emocional, atenção ou cognição, posso ajudar com avaliações e intervenções psicopedagógicas focadas no fortalecimento das funções cognitivas e emocionais. Sinta-se à vontade para entrar em contato!


Perguntas frequentes

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