Perguntas do paciente (29)

  • Olá, meu filho tem 3 anos e 4 meses. Ele era uma criança calma e tranquila. Assim que completou 2 an

    Olá, meu filho tem 3 anos e 4 meses. Ele era uma criança calma e tranquila. Assim que completou 2 anos e 9 meses tudo mudou. Ele está inquieto o tempo todo..coloquei em uma escola de inglês que é 2x por semana. E lá eu preciso estar na aula, pois ele fica pulando em cima das crianças, tenta pegar as atividades delas, não presta atenção no que a professora fala, começa a gritar, bater nas crianças e não obedece.
    Aí quando vamos embora eu questiono ele, começa a chorar pede desculpas e diz que não irá fazer mais isso. Mas faz. Em casa ele conversa normal, ri, brinca. As vezes tem esses comportamentos conosco, de não parar, ficar pulando nem cima de nós, batendo etc.
    Fazemos de tudo por ele, brincamos, damos atenção, repreendemos, já coloquei de castigo. Mas nada resolve. Como se fosse insaciável.
    Na igreja é a mesma coisa, em qualquer lugar. É impossível sair com ele.

    Obs: tem um irmãozinho de 1 ano.
    (Comportamento mudou bastante com a chegada do irmão)
    E também o fato de nascer na pandemia, não ter contato com outras crianças.
    Eu não sei mais o que fazer. Me ajudem por favor

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! A chegada de um irmão mais novo pode gerar reações intensas na criança, como agitação, comportamentos regressivos e busca constante por atenção. Além disso, o período da pandemia pode ter prejudicado a socialização e o desenvolvimento de autorregulação emocional.

    O comportamento que você descreve merece um olhar atento e acolhedor. É importante que a criança receba apoio profissional para aprender a lidar com suas emoções e desenvolver habilidades sociais com segurança.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo, que poderá fazer uma avaliação cuidadosa e orientar a família quanto às melhores estratégias para apoiar o desenvolvimento do seu filho.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos i

    Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos inadequados na rua,sai correndo,não quer obedecer....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Comportamentos como sair correndo, não obedecer ou ter reações intensas em locais públicos são comuns em crianças dentro do espectro, especialmente quando se sentem sobrecarregadas por estímulos ou não compreendem o que está sendo esperado delas.

    A psicopedagogia pode contribuir com atividades de antecipação de rotina, construção de regras por meio de histórias sociais e apoio aos cuidadores, promovendo segurança emocional e previsibilidade para a criança.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo que atue com autismo e orientação familiar.
    Estamos à disposição para entender sua demanda e as necessidades de seu filho, no atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades

    Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades como por exemplo: na escrita ( troca letras ), dispersa, dificuldade para ler o que escreve, não decora matérias,Estuda e depois não lembra etc.

    Ela ainda tem dislexia??
    Qual profissional devo procurar??
    Pois ela quer trabalhar mas não consegue sair do ensino médio normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Agradeço por compartilhar sua preocupação. Sim, a dislexia é um transtorno do neurodesenvolvimento que permanece na vida adulta. Porém, com o suporte adequado, é possível aprender estratégias para superar grande parte das dificuldades, mesmo que elas não desapareçam completamente.

    Sua filha apresenta sinais persistentes de dificuldades de leitura, memória e escrita, o que pode impactar seu desempenho acadêmico e autoconfiança. O ideal é que ela passe por uma avaliação psicopedagógica para identificar seus recursos cognitivos atuais, e assim elaborar um plano de intervenção personalizado.

    Além disso, o psicopedagogo pode ajudar com técnicas de organização dos estudos, adaptação do conteúdo e fortalecimento emocional, o que será essencial para que ela avance em direção aos seus objetivos profissionais.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo com experiência em jovens e adultos com dislexia.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Boa tarde! Meu filho é autista e recebemos o diagnóstico quando ele estava com 1 ano e 10 meses de

    Boa tarde!
    Meu filho é autista e recebemos o diagnóstico quando ele estava com 1 ano e 10 meses de idade. Não possui estereotipias graves e é calmo - não toma medicação. Aos 2 anos de idade iniciou as terapias orientadas pela neuropediatra. Começou a falar com 2 anos e 11 meses; hoje, com 4 anos e 3 meses, canta tudo que escuta e repete os episódios dos desenhos e comerciais porém, não se comunica. O que ainda estaria faltando para desenvolver a sua comunicação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Boa tarde! Obrigada por compartilhar sua experiência. É maravilhoso saber que seu filho já canta, repete falas e tem bom repertório verbal. Isso mostra avanços importantes, principalmente no aspecto fonológico e de memória auditiva.

    No entanto, quando a criança repete sem compreender ou usar a linguagem para interações funcionais (como pedir algo, expressar desejos ou participar de conversas), chamamos isso de fala ecolálica. A ecolalia pode ser uma etapa importante no desenvolvimento da comunicação, mas ela precisa ser mediada para se transformar em fala funcional.

    Neste ponto, o acompanhamento psicopedagógico pode contribuir significativamente ao lado das terapias que ele já realiza. A intervenção psicopedagógica ajuda a organizar os estímulos e ampliar as funções da linguagem dentro de contextos significativos, além de trabalhar aspectos cognitivos e de interação social.

    Recomendamos que mantenha o acompanhamento e inclua o psicopedagogo na equipe multidisciplinar, se ainda não houver.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger,

    Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger, ele faz acompanhamento com fono(atraso de fala), T.O, Psicóloga, e agora há dois dias começou psicopedagoga, ha 4 semanas começou fazer birras fora de casa e quando sai das terapias quer levar os brinquedos com ele, como não deixo ele chora e reclama, se joga no chão olhando pra mim, já não sei mais o que fazer, vocês poderiam me ajudar. Obrigada

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Obrigada pelo seu relato. É muito comum que crianças dentro do espectro autista manifestem comportamentos desafiadores, especialmente em transições ou situações de frustração.

    Aos 3 anos e 8 meses, seu filho ainda está desenvolvendo habilidades socioemocionais e de autorregulação. A birra por não poder levar brinquedos, por exemplo, pode estar relacionada à dificuldade em lidar com rupturas e ao apego ao que lhe traz segurança.

    A presença de uma equipe multidisciplinar é um excelente começo, e é ótimo saber que ele já iniciou o acompanhamento psicopedagógico. A psicopedagogia pode ajudar com estratégias lúdicas de mediação emocional, organização do cotidiano e apoio aos cuidadores, para que consigam intervir com firmeza e afeto diante desses episódios.

    Recomendamos que siga com o psicopedagogo e compartilhe esses comportamentos para que sejam incluídos no plano de intervenção.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.



  • Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue

    Meu filho tem 4 anos e é muito distraído e ansioso, na escola é muito lento e disperso não consegue acompanhar a turma, não teve evolução nos últimos 6 meses. Nessa idade poderia dar algum fitoterapico para ajudar no deftit de atenção?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Compreendo sua angústia e preocupação com o desenvolvimento do seu filho.

    Aos 4 anos, o cérebro ainda está em pleno processo de amadurecimento, e dificuldades como distração, ansiedade e lentidão nas atividades podem ter múltiplas causas — emocionais, pedagógicas, ambientais ou neurológicas. Por isso, é essencial avaliar com profundidade antes de iniciar qualquer tratamento medicamentoso ou mesmo fitoterápico, mesmo sendo natural. O uso deve ser sempre orientado por um profissional da saúde, como neuropediatra ou psiquiatra infantil, após diagnóstico bem definido.

    O acompanhamento psicopedagógico pode ser muito eficaz nessa fase, pois permite observar de forma individualizada como a criança aprende, se comunica, se organiza, lida com frustrações e responde ao ambiente escolar. Através de jogos, mediações e estratégias adequadas à faixa etária, o psicopedagogo ajuda a criança a desenvolver atenção, autonomia, autoestima e habilidades cognitivas, construindo uma base sólida para o processo de alfabetização e socialização.

    Além disso, o psicopedagogo orienta a família e a escola com recursos práticos, favorecendo um ambiente mais acolhedor e adaptado às necessidades da criança — o que por si só pode trazer avanços significativos, sem necessidade de medicação inicial.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo para iniciar a avaliação e o acompanhamento psicopedagógico da criança.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Uma criança que não gosta de escrever, ele tem 7 anos e não consegue se concentrar na sala de aula e

    Uma criança que não gosta de escrever, ele tem 7 anos e não consegue se concentrar na sala de aula e até mesmo em casa,não tem curiosidade em assistir novos desenhos por exemplo.
    Ele toma zargus, as vezes não sei o que fazer.
    Parece que ele não entende que é normal ele estudar,sei lá.
    Preciso de ajuda...
    O que fazer? O que dizer a ele para que possa me entender.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! Obrigada por compartilhar sua angústia. Aos 7 anos, a criança está em fase de desenvolvimento de funções executivas, como foco, memória de trabalho e autorregulação. Se ela não consegue se concentrar nem em casa nem na escola, e não demonstra interesse por atividades cognitivas, é essencial entender o que está por trás desse comportamento.

    O uso de medicação, como o Zargus, precisa ser sempre monitorado por um especialista. Porém, muitas vezes a criança também precisa de um ambiente adaptado, estratégias de mediação e apoio emocional, especialmente se houver resistência ou insegurança diante das demandas escolares.

    O trabalho psicopedagógico é essencial para ajudar a criança a resgatar o prazer pelo aprender, desenvolver foco de forma lúdica e fortalecer o vínculo com o processo educativo.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo para avaliação e acompanhamento da criança.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • O que seria disgrafia?

    O que seria disgrafia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Olá! A disgrafia é uma dificuldade específica de aprendizagem que afeta o ato de escrever à mão, não estando relacionada a problemas motores amplos ou desatenção. Crianças com disgrafia podem apresentar uma letra ilegível, dificuldade em manter o espaçamento entre letras e palavras, lentidão ao escrever, e esforço excessivo para realizar atividades de cópia ou produção textual.

    Essa dificuldade pode interferir significativamente no rendimento escolar e na autoestima da criança, por isso o olhar psicopedagógico é fundamental para investigar as causas e propor intervenções adequadas, com recursos que respeitem o ritmo de desenvolvimento da criança.

    Recomendamos que procure um psicopedagogo para avaliação e acompanhamento individualizado.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


  • Há possibilidade de se fazer estimulação em casa, se há, como faço?

    Há possibilidade de se fazer estimulação em casa, se há, como faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Bianca Carolina Zucherato

    Sim, é possível realizar atividades de estimulação visual em casa, desde que com orientação profissional. A estimulação visual é uma parte importante do desenvolvimento infantil, especialmente quando há atrasos ou dificuldades perceptivas. Ela pode envolver jogos que trabalham rastreamento ocular, coordenação visomotora, discriminação de formas, cores, tamanhos, entre outros.

    O mais importante é garantir que essas atividades sejam adaptadas às necessidades da criança, ao seu nível de desenvolvimento e aos objetivos de intervenção. Por isso, o acompanhamento e a supervisão psicopedagógica são fundamentais nesse processo.

    Além de “estimulação”, outro termo muito usado na psicopedagogia é intervenção mediada — que abrange as estratégias lúdicas e educativas aplicadas para favorecer o desenvolvimento global da criança.
    Em nossa clínica, oferecemos também supervisão psicopedagógica, bem como apoio a pais e professores, orientando passo a passo como aplicar as atividades em casa com segurança e propósito.
    Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.


Perguntas frequentes

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