Perguntas do paciente (236)

  • É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Tra

    É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Não existem testes neuropsicológicos específicos e definitivos para diagnosticar o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). O diagnóstico é baseado em uma avaliação clínica detalhada, que inclui entrevistas e questionários estruturados, como o Questionário Diagnóstico de Personalidade (PID-5) ou a Entrevista Clínica Estruturada para Transtornos de Personalidade. Essas ferramentas ajudam a identificar os padrões de comportamento e características emocionais que definem o transtorno.

    No entanto, a avaliação neuropsicológica pode ser útil para identificar comorbidades, como dificuldades cognitivas ou de regulação emocional, que podem coexistir com o TPB, mas não são suficientes para o diagnóstico isolado do transtorno. O diagnóstico definitivo é feito por um profissional de saúde mental qualificado. Um Neuropsicólogo.


  • Quais são as opções terapêuticas para uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    Quais são as opções terapêuticas para uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Existem diversas opções terapêuticas eficazes para o tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), com destaque para abordagens psicoterapêuticas e, em alguns casos, medicação. As principais opções incluem:

    Terapia Comportamental Dialética (DBT): Desenvolvida por Marsha Linehan, a DBT é a abordagem mais pesquisada e eficaz para o TPB. Ela foca na regulação emocional, desenvolvimento de habilidades interpessoais, tolerância ao sofrimento e aceitação das emoções intensas (Linehan, 1993).
    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC pode ser usada para identificar e modificar padrões de pensamento disfuncionais que contribuem para a instabilidade emocional e impulsividade. Técnicas de reestruturação cognitiva e treino de habilidades sociais são fundamentais (Beck, 1996).
    Medicação: Embora não haja medicamentos específicos para TPB, psicofármacos como estabilizadores de humor, antidepressivos e antipsicóticos podem ser utilizados para tratar sintomas comórbidos, como depressão, ansiedade ou impulsividade, quando necessário (Tyrer et al., 2003).
    A combinação dessas abordagens, muitas vezes, resulta em uma melhoria significativa na qualidade de vida, reduzindo sintomas e aumentando a estabilidade emocional.


  • O Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    O Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Sim, o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode prejudicar significativamente o desempenho escolar ou profissional. As obsessões (pensamentos repetitivos e intrusivos) e as compulsões (comportamentos ou atos repetitivos realizados para aliviar a ansiedade) consomem tempo e energia, o que pode interferir na capacidade de concentração, produtividade e eficiência em tarefas.

    Na escola, crianças e adolescentes com TOC podem ter dificuldades em concluir tarefas a tempo, devido ao tempo excessivo gasto em rituais compulsivos, além de se distrair facilmente com pensamentos obsessivos. No ambiente profissional, isso pode se traduzir em dificuldades em cumprir prazos, organizar o trabalho ou manter o foco, levando a uma redução no desempenho geral e aumento do estresse.

    O tratamento adequado, que geralmente envolve terapia cognitivo-comportamental (TCC) e/ou medicação, pode ajudar a controlar os sintomas e minimizar os impactos no funcionamento diário.


  • Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) é dividido em dois tipos principais: Tipo I e Tipo II, com base nas características dos episódios de humor vivenciados pela pessoa.

    Transtorno Bipolar Tipo I:
    Caracteriza-se por episódios maníacos completos, que são períodos de humor extremamente elevado, expansivo ou irritável, acompanhados de aumento de energia e comportamento impulsivo. Para ser diagnosticado com o tipo I, é necessário que o paciente tenha pelo menos um episódio maníaco (que pode durar uma semana ou menos, ou ser grave o suficiente para exigir hospitalização) e episódios depressivos, mas não é necessário que haja um episódio depressivo para o diagnóstico. A mania no tipo I geralmente é mais intensa e pode levar a consequências sérias, como dificuldades no trabalho, problemas legais ou problemas de relacionamento. Alguns pacientes também podem experimentar episódios mistos, onde características de mania e depressão ocorrem simultaneamente.
    Transtorno Bipolar Tipo II:
    No tipo II, os episódios maníacos são substituídos por hipomania, que é uma forma mais leve de mania. A hipomania é marcada por um humor elevado e aumento de energia, mas sem causar prejuízo significativo no funcionamento social ou ocupacional. Para o diagnóstico de tipo II, o paciente deve ter pelo menos um episódio de hipomania e um episódio depressivo maior. Os episódios depressivos são frequentemente mais duradouros e debilitantes no tipo II, e podem ser mais intensos do que os de mania no tipo I. A principal diferença é que os episódios hipomaníacos não geram as consequências graves e incapacitantes associadas aos episódios maníacos do tipo I. O tratamento para ambos os tipos envolve estabilizadores de humor, como o lítio e anticonvulsivantes, além de psicoterapia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), para ajudar na gestão dos episódios e na prevenção de recaídas (Geddes & Miklowitz, 2013).


  • . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    . Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Ajudar alguém com Transtorno Bipolar envolve apoio emocional, compreensão e incentivo ao tratamento. Aqui estão algumas formas eficazes:

    Eduque-se sobre o transtorno: Compreender o que é o transtorno bipolar e seus sintomas pode ajudar a reduzir estigmas e oferecer um apoio mais empático.
    Incentive o tratamento: Apoie a pessoa a seguir o plano de tratamento, que geralmente inclui medicação e psicoterapia. A adesão ao tratamento é crucial para controlar os episódios de mania e depressão.
    Esteja atento aos sinais de alerta: Reconhecer sinais de mania (excesso de energia, impulsividade) ou depressão (tristeza profunda, isolamento) pode ajudar a intervir precocemente, quando necessário.
    Seja paciente e compreensivo: Durante os episódios de humor extremos, as pessoas com transtorno bipolar podem agir de maneira imprevisível. Manter a calma e não reagir impulsivamente pode ajudar a reduzir o estresse.
    Ofereça suporte emocional: Escute sem julgar, oferecendo um ambiente seguro e acolhedor para que a pessoa se sinta confortável para expressar suas emoções.
    Promova um estilo de vida saudável: Incentivar hábitos saudáveis, como uma rotina regular de sono, alimentação equilibrada e exercícios, pode ajudar a estabilizar os humores.
    O apoio da família e amigos é essencial, mas lembre-se de que a pessoa com transtorno bipolar também pode se beneficiar de um suporte profissional contínuo.


  • É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa é bipolar

    É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa é bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio


    Não, não existem testes neuropsicológicos específicos para diagnosticar o Transtorno Bipolar. O diagnóstico desse transtorno é feito com base em uma avaliação clínica detalhada, que inclui entrevistas com o paciente e seus familiares, além de uma análise do histórico de episódios de mania e depressão. Ferramentas como questionários e escalas de avaliação de sintomas, como a Escala de Avaliação de Mania de Young (YMRS) ou a Escala de Depressão de Hamilton (HAM-D), podem ser usadas para medir a gravidade dos sintomas, mas não são testes diagnósticos por si só.

    Embora exames neuropsicológicos possam ser úteis para avaliar o impacto cognitivo do transtorno bipolar (como dificuldades de memória ou atenção durante episódios maníacos ou depressivos), eles não são usados para fazer o diagnóstico definitivo. O diagnóstico é clínico e envolve a exclusão de outras condições médicas ou psiquiátricas que possam causar sintomas semelhantes.


  • Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológ

    Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo bipolaridade devem fazer Avaliação Neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Sim, a Avaliação Neuropsicológica pode ser útil para pacientes com Transtorno Bipolar, especialmente para aqueles que apresentam sintomas cognitivos persistentes, como dificuldades de memória, atenção, planejamento ou tomada de decisão, que podem surgir tanto durante episódios maníacos quanto depressivos, ou como parte das flutuações entre esses estados. Embora o foco principal do tratamento do transtorno bipolar seja o controle do humor, muitos pacientes experimentam déficits cognitivos ao longo do tempo, que podem impactar sua qualidade de vida e funcionamento diário.

    A Avaliação Neuropsicológica permite identificar essas dificuldades cognitivas de forma detalhada, auxiliando na adaptação do tratamento. Além disso, pode ser útil para diferenciar o Transtorno Bipolar de outras condições que podem ter sintomas cognitivos semelhantes, como transtornos neurodegenerativos ou distúrbios do funcionamento executivo. A avaliação também pode ser importante para planejar estratégias de intervenção, como a reabilitação cognitiva, ou para monitorar o impacto de medicamentos no funcionamento cognitivo ao longo do tempo.

    Estudos demonstram que, em pacientes com transtorno bipolar, a avaliação neuropsicológica pode ajudar a entender melhor as mudanças cognitivas e a adaptar os tratamentos para melhorar o funcionamento global do paciente (Martínez-Álvarez et al., 2014).

    Em resumo, a avaliação neuropsicológica pode complementar o tratamento do transtorno bipolar, ajudando a fornecer uma visão mais abrangente do impacto da doença e contribuindo para a personalização do cuidado.


  • Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adole

    Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o transtorno bipolar durante a infância e adolescência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Sim, alguns sinais precoces podem indicar um risco maior de desenvolvimento do transtorno bipolar na infância e adolescência, embora o diagnóstico definitivo seja mais difícil nessa fase. Entre os sinais estão: mudanças extremas de humor (euforia seguida de irritabilidade ou depressão), impulsividade, comportamento de risco, dificuldades de sono e alterações significativas nos padrões de energia. Esses comportamentos podem ser indicativos, mas o diagnóstico requer uma avaliação cuidadosa ao longo do tempo, considerando outros fatores.


  • Gostaria de saber como se comporta uma pessoa que tem fobia social?

    Gostaria de saber como se comporta uma pessoa que tem fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    A pessoa com fobia social, também conhecida como transtorno de ansiedade social, tende a sentir uma ansiedade intensa em situações sociais ou de desempenho, como falar em público, interagir com desconhecidos ou até mesmo em ambientes onde há a percepção de que será julgada pelos outros. Esse medo excessivo pode levar a comportamentos evitativos, como evitar festas, reuniões ou situações que envolvem interações sociais.

    Os sintomas mais comuns incluem:

    Medo excessivo de ser julgado ou humilhado: A pessoa se preocupa com a possibilidade de ser criticada ou fazer algo embaraçoso.
    Tensão e nervosismo: Pode haver sintomas físicos, como tremores, sudorese, boca seca, palpitações e até náusea quando se encontra em situações sociais.
    Comportamento evitativo: Muitas pessoas com fobia social tentam evitar eventos sociais ou se distanciam de interações para minimizar o desconforto emocional.
    Autocrítica excessiva: Após uma interação social, a pessoa tende a ruminá-la, revivendo o que poderia ter feito de errado, o que gera um ciclo de ansiedade contínuo.
    Dificuldade em iniciar ou manter conversas: As pessoas com fobia social frequentemente têm dificuldade em iniciar e manter conversas, temendo que suas falas possam ser mal interpretadas.
    É importante notar que, enquanto a fobia social pode gerar um grande sofrimento emocional, ela é tratável. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), especialmente com foco em exposição gradual, é uma das abordagens mais eficazes para ajudar as pessoas a enfrentarem seus medos de forma gradual e a desenvolverem habilidades sociais (Hofmann et al., 2012). Além disso, em alguns casos, a medicação pode ser indicada para controlar os sintomas mais intensos de ansiedade.


  • Olá, boa noite! É possível se curar da ansiedade social?

    Olá, boa noite! É possível se curar da ansiedade social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Olá, boa noite! A ansiedade social pode ser tratada de forma eficaz, e muitas pessoas experimentam uma redução significativa dos sintomas ao longo do tempo, podendo até alcançar uma recuperação substancial. Embora o termo "cura" possa variar de pessoa para pessoa, com o tratamento adequado, é possível aprender a gerenciar a ansiedade social e a melhorar a qualidade de vida.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) tem se mostrado a abordagem mais eficaz para tratar a ansiedade social. Ela foca em identificar e modificar padrões de pensamento distorcidos e comportamentos de evitação, além de trabalhar em habilidades sociais e estratégias de enfrentamento. A técnica de exposição gradual, por exemplo, ajuda a pessoa a se expor de forma controlada e segura a situações sociais, diminuindo o medo ao longo do tempo (Hofmann et al., 2012).

    Além disso, em alguns casos, o uso de medicamentos, como antidepressivos da classe dos ISRS (inibidores seletivos da recaptação de serotonina), pode ser recomendado para aliviar os sintomas mais intensos.

    Com um tratamento adequado e consistente, a maioria das pessoas com ansiedade social experimenta uma melhora significativa e pode levar uma vida mais plena e sem o peso constante do medo de julgamento.


  • Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    O transtorno afetivo bipolar (TAB) geralmente se manifesta entre os 15 e 25 anos, embora os primeiros sinais possam surgir mais cedo, na infância ou adolescência. Em muitos casos, os episódios de humor extremos (mania e depressão) se tornam mais evidentes na adolescência ou no início da vida adulta. O diagnóstico precoce pode ser desafiador, pois as alterações de humor podem ser confundidas com as mudanças típicas do desenvolvimento. No entanto, quanto mais cedo for identificado, mais eficaz pode ser o tratamento.


  • Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TA

    Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    A família desempenha um papel fundamental tanto no diagnóstico quanto na adesão ao tratamento do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB). No diagnóstico, familiares podem ser os primeiros a perceber os sinais de alterações de humor e comportamento, fornecendo informações cruciais para os profissionais de saúde. Além disso, no tratamento, o apoio familiar é essencial para garantir a adesão ao plano terapêutico, seja na administração de medicação, acompanhamento psicológico ou no suporte emocional durante as fases de mania ou depressão. A educação sobre o transtorno e a criação de um ambiente estável e compreensivo também ajudam a reduzir os estigmas, melhorar a cooperação do paciente e prevenir recaídas.


  • Quais as características neuropsicológicas das pessoas com Transtorno da personalidade Borderline (

    Quais as características neuropsicológicas das pessoas com Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio


    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) geralmente apresentam:

    Instabilidade emocional: Mudanças rápidas e intensas de humor.
    Impulsividade: Comportamentos arriscados e decisões impulsivas.
    Dificuldades de regulação emocional: Dificuldade em controlar emoções intensas.
    Distúrbios de atenção e concentração: Dificuldade em manter foco em tarefas.
    Distorções cognitivas: Pensamento polarizado, como "tudo ou nada".
    Sensibilidade extrema à rejeição: Medo intenso de abandono ou desvalorização.
    Essas características refletem dificuldades no processamento emocional e no relacionamento com o ambiente. O tratamento adequado, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), pode ajudar a melhorar essas funções.


  • É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Poder pode, mas não é comum. Busque um psicólogo especialista em psicodiagnóstico e busque um psiquiatra, eles conseguirão juntos pensar um correto diagnóstico e principalmente direcionar para o melhor tratamento para este especifico caso.


  • Eu me viciei em jogos de azar e quero parar..qual tipo de tratamento é adequado para o meu caso,!

    Eu me viciei em jogos de azar e quero parar..qual tipo de tratamento é adequado para o meu caso,!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Terapia Cognitivo Comportamental tem um significativo resultado para o seu caso, aparentemente. Procure um psicólogo da TCC para uma avaliação inicial. Espero que consiga o que busca.


  • um adolescente de 15 anos que tem suspeitas de borderline pode possivelmente receber diagnóstico com

    um adolescente de 15 anos que tem suspeitas de borderline pode possivelmente receber diagnóstico com essa idade ou só quando adulto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Procure um psiquiatra e também pode-se procurar um psicólogo especialista em psicodiagnóstico, lembrando que as respostas que terá agora nesta fase de desenvolvimento possivelmente não será um transtornos de personalidade, mas sim possíveis dificuldades e potencialidades que o adolescente está vivenciando agora e provavelmente tanto o psiquiatra quanto o psicólogo indicarão o melhor tratamento para o momento atual. Alterações do humor podem ocorrer nesta fase da vida, podendo ser do momento e ambiente vivenciado pelo adoelscente atualmente ou alterações do humor. Fique atento.


  • Pode tomar o seakalm a noite e o ritmoneuran de dia

    Pode tomar o seakalm a noite e o ritmoneuran de dia

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Fale com seu médico.


  • Fui diagnosticado com TEA nível 1 pela psiquiatra, ela emitiu um laudo e me encaminhou para uma psic

    Fui diagnosticado com TEA nível 1 pela psiquiatra, ela emitiu um laudo e me encaminhou para uma psicoterapeuta.
    PORÉM para concorrer como PcD em concurso estão exigindo alem do laudo do psiquiatra, também um "LAUDO especializado, emitido por psicólogo especializado na área de NEUROPSICOLOGIA ou de avaliação (com comprovação de registro no Conselho Federal de Psicologia), explicitando as seguintes características,
    associando-as a dados temporais (com início e duração de alterações e(ou) prejuízos):
    a) capacidade de comunicação e interação social;
    b) reciprocidade social;
    c) qualidade das relações interpessoais; e
    d) presença ou ausência de estereotipias verbais, estereotipias motoras, comportamentos repetitivos ou
    interesses específicos, restritos e fixos....
    Alguma NEUROPSICÓLOGA, preferencia no RS que possa me ajudar???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Procure por um Neuropsicólogo pelo Doctoralia na sua região. Busque e pergunte se ele tem experiencia prática em neuropsicologia como pesquisas e atendimentos e/ou especialização na área.


  • Já faz um tempo, em que eu ando esquecendo algumas palavras ao falar, e não são palavras muito difíc

    Já faz um tempo, em que eu ando esquecendo algumas palavras ao falar, e não são palavras muito difíceis de serem lembradas. Isso é comum?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    Procure um neurologista e um neuropsicólogo para poderem avaliar o que está acontecendo.


  • Um Borderline pode ser inteligente Melhorar o raciocínio ser inteligente e memoria de longo prazo ou

    Um Borderline pode ser inteligente Melhorar o raciocínio ser inteligente e memoria de longo prazo ou e deficiente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniel Lataro De Robbio

    A capacidade cognitiva não está diretamente ligada há nenhum transtorno de humor ou personalidade. Acontece que elas podem ocorrer, mas não por ter o diagnóstico de transtorno borderline.


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