Perguntas do paciente (296)

  • Lido com Transtorno de ansiedade, depressão e pânico. Como complemento, devo procurar um psicanalist

    Lido com Transtorno de ansiedade, depressão e pânico. Como complemento, devo procurar um psicanalista ou um psicólogo?
    Já fazia acompanhamento com um psiquiatra.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga quero dizer que sua iniciativa de buscar um acompanhamento terapêutico para complementar o tratamento psiquiátrico é o passo mais assertivo para a sua recuperação. Lidar com a combinação de ansiedade, depressão e pânico exige uma abordagem que seja, ao mesmo tempo, profunda e prática. Embora a Psicanálise e a Psicologia (com foco em TCC) sejam caminhos valiosos, para quadros de Pânico e Ansiedade, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é frequentemente a mais indicada como primeira linha de tratamento. Isso acontece porque a TCC trabalha diretamente na modificação dos padrões de pensamento e comportamento que mantêm as crises. Enquanto o psiquiatra atua no equilíbrio neuroquímico, a TCC oferece ferramentas práticas para você aprender a manejar os sintomas físicos do pânico no momento em que ocorrem e a reestruturar a visão negativa que a depressão impõe sobre o futuro. O objetivo é que você não apenas compreenda o porquê de se sentir assim, mas aprenda técnicas para retomar o controle da sua rotina e reduzir o sofrimento de forma estruturada e baseada em evidências.
    Daniele Barros
    Psicóloga | CRP 09/008628
    Equipe Espaço Único


  • Bom...eu me sinto vazia ou como eu chamo de "neutro" quando eu tenho nenhum tipo de sentimento, desâ

    Bom...eu me sinto vazia ou como eu chamo de "neutro" quando eu tenho nenhum tipo de sentimento, desânimo total, sem vontade de nada e com vontade de me afastar de todas as pessoas que eu amo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Muitas vezes, as pessoas associam a depressão estritamente a uma tristeza profunda ou ao choro constante, mas a verdade é que a incapacidade de sentir qualquer coisa — seja alegria, raiva ou afeto — e o desânimo absoluto são sintomas biológicos e psicológicos muito reais. Sentir esse distanciamento e perceber o surgimento de um desejo genuíno de se afastar das pessoas que você ama gera um isolamento silencioso que esgota a alma, fazendo com que o cotidiano pareça uma sequência de dias cinzentos e sem sentido. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar o que acontece nos bastidores desse "modo neutro". Esse esvaziamento de sentimentos e a falta de vontade de realizar até as tarefas mais simples estão intimamente ligados a um conceito que chamamos na psicologia de anedonia, que é a perda da capacidade de sentir prazer ou conexão com o mundo externo. Quando a depressão se instala, ocorre uma alteração química no cérebro que diminui a disponibilidade de neurotransmissores essenciais para a nossa motivação. Para se proteger dessa sobrecarga e da falta de energia vital, a mente cria uma espécie de mecanismo de defesa disfuncional, "desligando" os disjuntores emocionais e fazendo com que você sinta esse vazio. O desejo de se afastar das pessoas queridas é uma armadilha muito comum desse ciclo. Como interagir exige uma energia que você sente que não tem, e a mente deprimida costuma gerar pensamentos automáticos de que você é um fardo ou de que ninguém vai te entender, o isolamento surge como uma tentativa de alívio. No entanto, embora afastar-se traga um descanso momentâneo da cobrança social, a longo prazo esse comportamento reforça o vazio e alimenta o quadro depressivo. Para quebrar essa inércia e fazer com que a sua mente recupere a capacidade de sentir e se conectar novamente, o caminho padrão-ouro e mais seguro envolve o início imediato de um tratamento estruturado. A psicoterapia baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental colabora de forma muito prática para reverter esse estado. No consultório, nós não vamos exigir que você mude os seus sentimentos da noite para o dia, pois sabemos que não temos controle direto sobre as emoções. Nós trabalharemos a partir do comportamento, utilizando uma estratégia chamada ativação comportamental. Juntas, vamos planejar micro-ações diárias, respeitando o seu limite de energia, para reintroduzir pequenos estímulos na sua rotina. À medida que o corpo se movimenta e pequenos passos são dados, o cérebro volta a produzir a química do bem-estar, ajudando a dissipar essa névoa cinzenta. Logo após o início do processo terapêutico no consultório, a própria psicóloga conseguirá avaliar a necessidade de associar o tratamento à avaliação de um médico psiquiatra. Em estados de vazio e desânimo profundos, o suporte medicamentoso é um aliado fundamental para devolver o fôlego biológico que o seu cérebro precisa para que você consiga avançar na terapia. Você não precisa continuar aceitando viver nesse modo automático e sem cor. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Então,eu já sei que sofro de transtorno de ansiedade e mesmo assim acho que é algo mais sério,deveri

    Então,eu já sei que sofro de transtorno de ansiedade e mesmo assim acho que é algo mais sério,deveria me preocupar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo sua dúvida com muito acolhimento. É extremamente comum que pessoas que já possuem o diagnóstico de transtorno de ansiedade sintam que há "algo a mais" ou algo mais grave acontecendo. Isso ocorre porque a ansiedade tem a característica de ser uma excelente "simuladora": ela produz sensações físicas e pensamentos tão intensos que nossa mente acaba interpretando-os como um sinal de perigo iminente ou de uma doença física severa, mesmo quando os exames indicam que está tudo bem. Sob a perspectiva da minha abordagem, entendemos que essa preocupação excessiva pode ser um sintoma do próprio transtorno, conhecido como hipervigilância. Basicamente, sua mente fica "monitorando" o corpo em busca de qualquer sinal estranho e, ao encontrar, gera um pensamento catastrófico. Na terapia, trabalhamos para identificar como esses pensamentos alimentam o seu medo, ajudando você a diferenciar o que é uma reação emocional de uma ameaça real. Em vez de se entregar à preocupação, o foco é construir ferramentas para que você recupere a segurança sobre sua própria saúde, entendendo como sua mente processa esses alertas. Buscar o suporte da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para acalmar esse ruído interno e trazer clareza para o que você está sentindo. Unir o suporte técnico a um olhar sensível permite que você explore essas dúvidas de forma segura, sem o peso de carregar esse medo sozinha. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse entendimento, acolhendo sua vulnerabilidade e caminhando ao seu lado na construção de uma rotina com mais leveza e menos sobressaltos. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • O que é ansiedade? Quais o sintomas? Quando procurar ajudar?

    O que é ansiedade? Quais o sintomas? Quando procurar ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a ansiedade, em sua essência, é um mecanismo de sobrevivência — um alerta que o nosso corpo dispara para nos proteger de possíveis ameaças. Agradeço por sua pergunta, pois compreender esse fenômeno é o primeiro passo para deixar de vê-lo como um inimigo invencível. Imagine a ansiedade como um sistema de som: quando está em um volume equilibrado, ela pode nos ajudar a ter foco e cautela; porém, quando o volume sobe demais, ela se transforma em um ruído constante que distorce a realidade, fazendo com que o futuro pareça perigoso e o presente se torne exaustivo. Os sintomas da ansiedade costumam se manifestar como um diálogo tenso entre o corpo e a mente. Fisicamente, você pode sentir o coração acelerar sem motivo aparente, um aperto no peito que dificulta a respiração, tensões musculares, tonturas ou alterações no sono e no apetite. Mentalmente, o sintoma mais marcante é a "preocupação catastrófica" — aquele pensamento persistente de que algo ruim vai acontecer a qualquer momento. É uma sensação de hiper vigilância, onde a mente se torna um palco para dúvidas incessantes, medos e uma inquietação que impede o relaxamento profundo, drenando a energia que você deveria usar para viver momentos de alegria e presença. O momento ideal para buscar ajuda profissional com uma psicóloga quando esse "ruído" começa a limitar a sua liberdade e a ditar as suas escolhas. Se você percebe que está deixando de fazer coisas que gosta, se o trabalho se tornou um fardo pesado devido ao medo do julgamento, ou se o mal-estar físico já faz parte da sua rotina, é sinal de que o seu sistema de alerta precisa de uma recalibragem. Não é necessário esperar chegar ao limite da exaustão ou ter uma crise de pânico para iniciar o cuidado. Reconhecer que a carga está pesada demais para carregar sozinha é um gesto de extrema inteligência emocional e amor-próprio, e buscar apoio é a estratégia mais assertiva para recuperar o protagonismo da sua própria história. Buscar um psicólogo da TCC é o caminho ideal porque essa abordagem oferece o suporte necessário para que você desenvolva autonomia sobre seus processos mentais, transformando a pior parte da angústia em um treinamento de clareza e resiliência. Ao unir o suporte técnico a um olhar sensível, conseguimos identificar os gatilhos que disparam esses alertas falsos e substituí-los por uma percepção de segurança real. Acredite que é possível conviver com a sua mente de forma harmoniosa, onde os pensamentos são apenas convidados passageiros e não os donos da casa. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • boa noite, por gentileza eu queria tirar uma duvida sobre o que estou passando. Ando tendo muitos se

    boa noite, por gentileza eu queria tirar uma duvida sobre o que estou passando. Ando tendo muitos sentimentos de medo, muita ansiedade, insegurança e preocupação excessiva, como escola, relacionamento e outras questões cotidianas. O que eu preciso fazer?
    Agradeço muito sua atenção

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Quero acolher o seu desabafo com muita empatia e te parabenizar por dar esse passo importante de buscar esclarecimento; reconhecer esse desconforto é o início do seu processo de cuidado. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar o que pode estar acontecendo com você e apontar o caminho ideal sobre o que fazer agora. Esse cenário de preocupação constante com múltiplos fatores do dia a dia sinaliza que o sistema de alarme do seu cérebro está operando em um estado de hipervigilância. Na TCC, nós entendemos que a ansiedade e a insegurança funcionam como lentes que distorcem a realidade, fazendo com que você antecipe cenários negativos e sinta que não terá forças para lidar com eles. Isso gera um desgaste mental enorme, pois a sua mente gasta toda a energia diária tentando prever e resolver problemas futuros que, na maioria das vezes, nem chegam a acontecer. Para a sua dúvida sobre o que você precisa fazer, o caminho mais assertivo e seguro envolve iniciar a psicoterapia com foco em TCC. A Terapia Cognitivo-Comportamental é a abordagem padrão-ouro para o manejo da ansiedade e das preocupações excessivas. No consultório, nós trabalharemos de forma muito prática, estruturada e no seu ritmo. O objetivo do tratamento será mapear os seus principais gatilhos na escola e nos relacionamentos, identificar esses pensamentos automáticos de medo e te ensinar ferramentas concretas para questionar essas inseguranças, devolvendo o controle da rotina para as suas mãos. Caso você e sua psicóloga percebam que esse sofrimento está travando a sua rotina a ponto de afetar o seu sono, o seu apetite ou o seu rendimento escolar, pode ser muito importante agendar uma consulta com um médico psiquiatra. A combinação entre a psicoterapia (que trata os padrões comportamentais e de pensamento) e o suporte médico (que cuida do equilíbrio químico cerebral) traz resultados muito mais rápidos e duradouros. Logo após o início do processo terapêutico no consultório, a própria psicóloga conseguirá avaliar a necessidade desse suporte médico e te orientar de forma personalizada. Você não precisa continuar tentando administrar todo esse medo e essa sobrecarga por conta própria. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá, estou com dúvidas que eu esteja com depressão. As vezes fico triste do nada, sem motivo algum

    Olá, estou com dúvidas que eu esteja com depressão.
    As vezes fico triste do nada, sem motivo algum. Bate um desânimo total.
    Tem vezes que quero só ficar deitada o dia todo, tenho dor de cabeça na maioria do tempo, talvez eu precise de uma ajuda de um psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que esse sentimento de tristeza que surge como uma nuvem inesperada, roubando o colorido dos seus dias e pesando no seu corpo, é um sinal de que sua mente está exausta e tentando encontrar um refúgio. Agradeço por sua pergunta, pois sei que falar sobre esse desânimo profundo e as dores de cabeça persistentes não é algo maravilhoso de se viver, mas é o movimento mais corajoso que você poderia fazer por si mesma hoje. Quando a vontade de apenas ficar deitada se torna um desejo frequente, o seu sistema emocional pode estar enviando um alerta de que a carga que você está carregando, talvez silenciosamente, atingiu um limite que o repouso comum já não consegue mais restaurar. A dúvida sobre estar ou não enfrentando um quadro depressivo é muito legítima, mas é fundamental compreender que o diagnóstico da depressão não é um rótulo rápido; ele faz parte de um processo sólido, cuidadoso e profundo de avaliação profissional. Não é apenas sobre "estar triste", mas sobre entender como essa tristeza e a falta de energia estão impactando a sua biologia e a sua rotina no aqui e agora. O tratamento, portanto, começa com um acolhimento que não busca apenas dar um nome ao que você sente, mas sim oferecer um espaço seguro onde a sua dor seja validada e onde possamos investigar juntos as raízes desse cansaço que parece não ter um motivo aparente, mas que tem um peso muito real na sua vida. Nesse caminho de cuidado, utilizamos estratégias que ajudam a restabelecer a comunicação entre a sua mente e o seu corpo, buscando aliviar a tensão que muitas vezes se manifesta nessas dores de cabeça constantes. Buscar um psicólogo da TCC é o passo mais estratégico e assertivo para quem deseja recuperar o protagonismo da própria história, pois essa modalidade oferece o suporte necessário para que você desenvolva ferramentas de regulação emocional e resiliência. Ao fortalecer a sua autoconfiança e o seu autoconhecimento, trabalhamos para que esses episódios de desânimo total percam a força de paralisação, permitindo que você volte a sentir prazer nas pequenas coisas e a enxergar o futuro com mais clareza e menos sombras. Unir o suporte técnico a um olhar sensível e humano permite que você recupere a leveza de viver sem o peso dessa apatia que hoje te sufoca. Acredite que é possível conviver com a sua mente de forma harmoniosa, onde o despertar não seja mais um fardo, mas o início de um dia com possibilidades reais de bem-estar. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Quando eu penso em sair com alguém ou estou para sair começo a ter crises de ansiedade como me acalm

    Quando eu penso em sair com alguém ou estou para sair começo a ter crises de ansiedade tem tratamento para me acalmar? Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que é perfeitamente comum que a expectativa de uma nova interação ative nosso sistema de alerta, pois o desejo de causar uma boa impressão ou o medo da vulnerabilidade podem ser interpretados pelo cérebro como um "perigo" iminente. No entanto, quando esse nervosismo evolui para uma crise de ansiedade que paralisa ou traz sofrimento, é um sinal de que sua mente está tentando te proteger de um julgamento que talvez só exista na sua imaginação, e saiba que existe, sim, um caminho para transformar esse peso em leveza. O tratamento para esses momentos de ansiedade antecipatória envolve um acolhimento que olha para o que acontece nos bastidores dos seus pensamentos antes mesmo de você sair de casa. Através de uma abordagem que foca no aqui e agora, a Terapia Cognitivo Comportamental, trabalhamos para identificar quais são as "leituras de mente" ou as previsões catastróficas que o seu emocional está criando sobre o encontro. Ao compreender que a ansiedade e o desejo caminham em trilhas muito próximas no nosso sistema nervoso, conseguimos ressignificar essa energia, ajudando você a trocar o medo da rejeição pela curiosidade do encontro, permitindo que você esteja presente de corpo e alma, sem o peso da autocrítica constante. Nesse processo de cuidado, utilizamos estratégias práticas que ensinam o seu corpo a se acalmar no momento em que a crise ameaça surgir, trazendo ferramentas de regulação que falam diretamente com o seu centro de equilíbrio. Ao fortalecer a sua segurança interna, a necessidade de "performar" ou de ter controle absoluto sobre o que o outro vai pensar diminui, e você ganha a liberdade de ser apenas você. Essa forma de terapia funciona como um treino de presença, onde cada pequena exposição ao convívio social se torna uma oportunidade de descobrir que você é muito mais resiliente do que o seu medo sugere, sedimentando uma autoconfiança que se reflete na sua saúde emocional e na sua vida afetiva. Daniele Barros Psicóloga | Equipe Espaço Único


  • Meu marido tem transtorno de personalidade narcisista e venho sofrendo abuso sistematicamente há 20

    Meu marido tem transtorno de personalidade narcisista e venho sofrendo abuso sistematicamente há 20 anos. Tenho sintomas de síndrome de stress pós traumático complexo, não consigo viver normalmente, não como direito, tenho
    insônia e nem cuidados básicos comigo mesma consigo ter. Sinto estar presa em uma situação que não consigo sair. E com
    O psicologo que posso obter ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que esse estado de exaustão e a sensação de estar "presa" após duas décadas de um convívio tão desgastante provavelmente possuem uma lógica biológica e emocional muito profunda. Viver sob abuso sistemático faz com que o seu sistema de alerta permaneça ligado ininterruptamente, o que explica por que atividades básicas — como comer, dormir ou cuidar de si mesma — parecem montanhas intransponíveis, nesse momento. O que você descreve como sintomas de estresse pós-traumático complexo é a resposta de um organismo que precisou aprender a sobreviver em um ambiente de medo e invalidação constante, resultando em um esgotamento que paralisa a sua capacidade de reagir. Assim, respondendo a sua pergunta: sim, o psicólogo é o profissional capacitado para te ajudar a romper esse ciclo de invisibilidade e sofrimento. Sob a perspectiva da TCC, o tratamento foca inicialmente em devolver a você a segurança emocional e o suporte necessário para que você consiga retomar os cuidados básicos com a sua própria vida. Trabalhamos para identificar como esse histórico de abuso moldou a forma como você enxerga a si mesma e o seu poder de escolha, ajudando o seu cérebro a entender que, embora o passado tenha sido traumático, o seu presente pode ser reconstruído com autonomia. É um processo de fortalecimento da sua autoestima e da sua resiliência, onde cada pequeno passo de autocuidado é uma vitória sobre a sensação de desamparo. A TCC é fundamental nesse momento porque oferece ferramentas práticas para lidar com a insônia e com a paralisia emocional, ensinando o seu sistema nervoso a encontrar momentos de calma mesmo após tanto tempo de tensão. Buscar ajuda profissional é o caminho mais estratégico para que você deixe de ser apenas uma sobrevivente e passe a ser a protagonista da sua história, estabelecendo limites saudáveis e recuperando a dignidade que o abuso tentou apagar. Unir o suporte técnico a um olhar sensível permite que você redescubra a sua força interna, celebrando cada momento em que você conseguir olhar para si mesma com a gentileza e o valor que você sempre mereceu. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Boa tarde! Tenho a sensação que vou morrer, sinto que meu coração vai parar é meu corpo vai ficando

    Boa tarde!
    Tenho a sensação que vou morrer, sinto que meu coração vai parar é meu corpo vai ficando fraco.
    Isso é sintomas da ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sinto muito que você esteja passando por essa sensação tão assustadora. O medo iminente e a percepção de que o corpo está desfalecendo geram uma angústia profunda, e é totalmente compreensível que você se sinta vulnerável diante de sintomas tão físicos e intensos. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, posso te confirmar que esse é um sintoma muito claro de ansiedade aguda ou pânico. No consultório, recebo frequentemente pessoas que chegaram a buscar o pronto-socorro com a certeza absoluta de que estavam sofrendo um infarto, mas, após todos os exames, os médicos constataram que o coração e o corpo estavam "normais". O que acontece é que a ansiedade engana o nosso cérebro, fazendo-o acreditar que estamos em perigo real, o que dispara uma descarga de adrenalina que altera os batimentos e causa essa fraqueza muscular. É aqui que entra o papel fundamental da psicoterapia. Embora o alívio médico seja importante para descartar causas físicas, é na terapia que ensinamos o seu cérebro a parar de enviar esses "alarmes falsos". Na TCC, trabalhamos para que você recupere a confiança no seu próprio corpo, entendendo que essas sensações, por mais terríveis que pareçam, não são perigosas e têm um fim. Você não precisa viver com medo do seu próprio coração ou da próxima crise. O fortalecimento emocional ajuda a desarmar esses pensamentos catastróficos, devolvendo a você a segurança de que você está bem e no controle. A terapia para te ajudar a acalmar esses sinais e retomar a sua tranquilidade e qualidade de vida. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • A ansiedade causa sensação de tontura ...?eu fiquei sentindo isso depois de sentir varias coisas ...

    A ansiedade causa sensação de tontura ...?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que essa sensação de tontura e desequilíbrio é um dos sinais mais frequentes de que o seu corpo está reagindo a um excesso de carga emocional, e agradeço por poder responder a essa pergunta maravilhosa. Quando a ansiedade atinge um nível elevado, ela ativa o sistema de "luta ou fuga", enviando uma descarga de adrenalina que altera a nossa percepção sensorial e a respiração, o que frequentemente resulta nessa tontura ou na impressão de que tudo ao redor está instável. É importante entender que, embora o desconforto seja muito real no corpo, ele é o reflexo de um sistema de proteção operando em volume máximo, tentando alertar sobre um perigo que não é físico, mas sim emocional. Essa manifestação física pode ser tão intensa que muitas pessoas buscam o pronto-socorro acreditando fielmente que estão sofrendo um ataque do coração ou um problema neurológico grave. Os sintomas — como o aperto sufocante no peito, o formigamento nas mãos, o batimento acelerado e a falta de ar — mimetizam condições críticas, mas, após os exames, a conclusão médica é de que o coração está saudável. O que acontece é uma interpretação equivocada do cérebro, que lê o estresse emocional como uma emergência biológica, criando um ciclo onde o medo do sintoma alimenta ainda mais a ansiedade, mantendo você presa em uma sensação de vulnerabilidade constante. Buscar um psicólogo da TCC é o caminho ideal porque essa abordagem foca justamente em desconstruir esse ciclo de "medo do medo", oferecendo ferramentas para que você aprenda a ler os sinais do seu corpo sem entrar em pânico. Através de um olhar voltado para o presente, trabalhamos para identificar os pensamentos catastróficos que surgem no momento da tontura e os substituímos por uma compreensão segura da realidade. Essa forma de terapia funciona como um treinamento de regulação, onde você desenvolve a autonomia necessária para acalmar o seu sistema nervoso, transformando a pior parte da crise em um momento de autocontrole e redescoberta da sua própria força interna. acredite que é possível conviver com o seu corpo de forma harmoniosa, onde os sinais físicos deixam de ser ameaças e passam a ser apenas mensageiros que você já sabe como acolher e tranquilizar. Daniele Barros. CRP 09/008628


  • olá! eu sou diagnosticada com ansiedade, mas faz alguns meses que eu estou sofrendo com alguns sint

    olá!
    eu sou diagnosticada com ansiedade, mas faz alguns meses que eu estou sofrendo com alguns sintomas do toc, como pensamentos compulsivos, isso atrapalha muito meu dia a dia, não consigo
    mais estudar, não consigo mais viver sem me sentir culpada por causa desses pensamentos
    parece que eu nunca vou conseguir me livrar deles, é uma angústia enorme...

    posso fazer terapia para que isso melhore?..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que esse "grande sim" que te dou é o abraço de esperança que a sua mente precisa agora, e agradeço por poder responder a sua pergunta. Essa angústia que parece te perseguir, transformando seus estudos em um campo de batalha e a sua rotina em um mar de culpa, não é um defeito de fabricação do seu caráter, mas sim um desajuste temporário na forma como o seu cérebro processa o medo. Quando a ansiedade ganha esses contornos de pensamentos que se repetem como um disco riscado, ela tenta te convencer de que você é perigosa ou culpada, mas a verdade é que esses pensamentos são apenas "lixo mental" que o seu sistema de alerta, por estar sensível demais, esqueceu de descartar. Imagine que o tratamento funciona como uma faxina profunda nas lentes da sua percepção, onde o papel da psicóloga TCC é te ajudar a olhar para esses pensamentos sem o pavor que eles costumam causar. Em vez de focarmos em "lutar" contra o que surge na sua cabeça — o que só dá mais força ao sintoma —, trabalhamos na raiz da sua segurança emocional para que você aprenda a deixar essas ideias passarem como se fossem apenas ruídos de uma rádio sintonizada fora da estação. Ao entender que um pensamento é apenas um evento da mente e não uma sentença sobre quem você é, a culpa começa a perder o oxigênio e você recupera, gradualmente, a energia que precisa para voltar aos livros e aos seus projetos de vida com o foco que você merece. Nessa jornada de cuidado, utilizamos caminhos que falam a língua do seu sistema nervoso, trazendo ferramentas que desarmam a urgência desses "temas" que te prendem. Buscar um psicólogo da TCC é a escolha mais estratégica porque essa abordagem é como um treinamento de alta performance para a sua resiliência: nós não apenas acolhemos a sua dor, mas te entregamos o manual de instruções para que você mesma saiba como silenciar esses invasores. Daniele Barros Psicóloga | Equipe Espaço Único


  • Boa noite, venho sofrendo bastante com ansiedade, tais sintomas como falta de ar, pensamento no que

    Boa noite, venho sofrendo bastante com ansiedade, tais sintomas como falta de ar, pensamento no que ainda vai acontecer. Fui no clinico geral que me receitou o uso do Rivotril para ansiedade. Só que à noite eu não consigo dormir vem a minha mente pensamentos de que vou morrer, fico com falta de ar, as vezes dores de cabeça. Tenho os piores pensamentos de que a qualquer momento vou morrer, as vezes acontece de ter sonhos que me deixa mais desesperada ainda e isso me deixa muito desesperada. Eu só consigo dormir a partir das 4h da manha porque sei que o dia já está a caminho. Preciso que algum especialista me oriente o que possa ser isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sinto muito que suas noites tenham se tornado um cenário de tanto medo. O que você descreve — a falta de ar, o medo iminente da morte e a sensação de segurança que só chega com a luz do dia — é uma experiência profundamente exaustiva e solitária. É muito comum que, no silêncio da noite, a ansiedade se intensifique, pois é o momento em que as distrações diminuem e a mente se volta totalmente para as nossas inseguranças internas. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de te dizer que esses pensamentos são sintomas clássicos de um nível elevado de ansiedade, muitas vezes caracterizando crises de pânico noturnas. Embora a medicação ajude a conter a química do cérebro, ela nem sempre consegue silenciar os pensamentos catastróficos que geram o desespero. O seu cérebro aprendeu a associar a noite ao perigo, e é por isso que você só relaxa quando o dia amanhece: o sol se tornou o seu sinal de segurança. Viver nesse estado de alerta constante drena sua energia e sua esperança, mas você não precisa ser refém desse ciclo. Na TCC, trabalhamos especificamente para "reprogramar" esses pensamentos, ensinando o seu cérebro a entender que essas sensações físicas — como a falta de ar e a dor de cabeça — são alarmes falsos. O objetivo é que você recupere a confiança no seu próprio corpo e possa voltar a ver a sua cama e a noite como lugares de descanso, e não de batalha. A psicoterapia focada em ansiedade será fundamental para caminhar ao lado do tratamento médico, oferecendo ferramentas para você manejar esses pensamentos e sonhos angustiantes. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá. Há alguns meses tenho notado o surgimento de uma ansiedade muito intensa (quase um ataque de pâ

    Olá. Há alguns meses tenho notado o surgimento de uma ansiedade muito intensa (quase um ataque de pânico, eu diria) toda vez que faço ingestão de bebidas alcoólicas mesmo em pequenas quantidades. Não após beber, mas durante. Sinto taquicardia, palpitação e aquele mal-estar típico da ansiedade, com sensação de falta de ar (somente sensação), leve tremedeira, pensamentos extremamente acelerados, midríase e sensação de estar perdendo o controle, enlouquecendo. Não sou alcoólatra e nem tenho histórico. O álcool pode produzir efeitos paradoxais/contrários? Isso pode ser indicativo de algum problema fisiológico ou psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo seu relato com muito acolhimento. O que você descreve é uma experiência assustadora, especialmente porque o álcool é socialmente visto como algo que deveria "relaxar", e sentir exatamente o oposto gera uma confusão mental e um medo de perder o controle. A resposta curta é: sim, o álcool pode produzir efeitos paradoxais e ser um gatilho direto para crises de pânico em algumas pessoas. A avaliação física com um médico é fundamental para descartar qualquer sensibilidade específica ou questão metabólica. No entanto, com certeza a terapia irá ajudar a entender a dinâmica psicológica por trás disso. O álcool altera o funcionamento do sistema nervoso central e, em algumas pessoas, as primeiras alterações físicas que ele provoca (como a leve aceleração do coração ou a mudança na percepção visual) são interpretadas pelo cérebro como uma "ameaça". Isso dispara um alarme falso de pânico: o seu corpo sente a mudança química, sua mente interpreta como "perigo" e libera adrenalina, gerando a taquicardia e a sensação de enlouquecer. Sob a perspectiva da minha abordagem, trabalhamos para identificar como essas sensações físicas são processadas por você. O álcool pode estar atuando como um gatilho para o que chamamos de ansiedade antecipatória ou sensibilidade à ansiedade. Na terapia, ajudamos você a desconstruir essas interpretações catastróficas, ensinando sua mente a diferenciar uma reação química esperada de uma ameaça real à sua vida. Buscar o apoio da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para que você recupere a segurança e o entendimento sobre suas reações emocionais. Unir o suporte técnico a um olhar sensível à sua dor permite que você aprenda a acalmar seu sistema nervoso e a retomar o controle sobre seus pensamentos, mesmo diante de sensações desconfortáveis. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada momento em que você conseguir se sentir em paz e no comando da sua própria mente. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ans

    O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ansiedade? Ir tb no psicologo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que essa sensação de que "nada funciona" ou de que os remédios não são suficientes para conter a dor da depressão e o aperto da ansiedade é um dos momentos mais exaustivos de um tratamento, e agradeço por sua pergunta. A resposta para a sua dúvida é um sim absoluto. Quando a medicação parece não atingir o alvo esperado, o acompanhamento com um psicólogo deixa de ser apenas um complemento e passa a ser o pilar central da sua recuperação. Abaixo, explico por que a psicoterapia, especialmente a TCC, é o caminho necessário quando os remédios sozinhos não dão conta. A medicação psiquiátrica tem um papel nobre: ela tenta equilibrar os níveis de substâncias como serotonina e dopamina no seu cérebro. No entanto, o remédio não consegue ensinar você a lidar com um luto, a colocar limites em um relacionamento tóxico ou a parar de se cobrar excessivamente. Se a causa da sua depressão ou ansiedade estiver ligada a padrões de pensamento (como o perfeccionismo ou o medo do futuro) ou a traumas do passado, o medicamento aliviará o corpo, mas a mente continuará produzindo o "veneno" emocional que te faz adoecer. Sob a perspectiva da TCC, entendemos que em casos onde a medicação não parece eficaz, é preciso "atacar" o problema por outra via: o comportamento. Na depressão, o cérebro entra em um estado de economia de energia, e na ansiedade, em um estado de alerta máximo. Através de ferramentas práticas como a Ativação Comportamental, a terapia ajuda o seu cérebro a produzir naturalmente as substâncias do bem-estar que o remédio está tentando equilibrar artificialmente. É um processo de "reeducação" do seu sistema nervoso, onde você aprende a retomar o controle das suas ações mesmo quando o ânimo ainda não apareceu. Muitas vezes, a medicação não funciona porque existem crenças muito profundas de desvalor ou desamparo que mantêm o quadro ativo. Na TCC, trabalhamos com a reestruturação cognitiva para identificar essas "barreiras invisíveis". O psicólogo atua como um guia para que você perceba os gatilhos que disparam as suas crises e desenvolva uma "caixa de ferramentas" emocional. O objetivo é que você não precise depender apenas de uma pílula para se sentir em paz, mas sim da sua própria capacidade de manejar a sua mente e as suas emoções. Buscar um psicólogo da TCC é o passo mais estratégico para quem deseja sair do "automático" do sofrimento. Acredite que é possível conviver com a sua mente de forma harmoniosa, transformando a frustração com os remédios em um impulso para um autoconhecimento profundo e libertador. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Boa tarde, tenho 59 anos passando por um quadro de depressão e ansiedade. Tomo hj quietiapina e desv

    Boa tarde, tenho 59 anos passando por um quadro de depressão e ansiedade. Tomo hj quietiapina e desvenlafaxina. Perdi dentro de mim tudo oq gostava. Hj só angústias, medos, não durmo direito, falta de apetite, estou com um psiquiatra, mas algo
    está errado comigo. Faço medicação, oração, mas parece que meu cérebro nunca está plugado no que estou fazendo.fugi de todos, hj vivo mais tempo no quarto, só . Sei que falta algo que me impulsione,
    todos dizem se estorco, um psicologo pode me ajudar no como?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Antes de qualquer coisa, peço que você retire dos seus ombros o peso de achar que há algo de errado com você no sentido de um defeito pessoal ou falta de força de vontade. O que você está vivenciando não é um erro do seu caráter, mas sim o retrato fiel e doloroso de como a depressão e a ansiedade agem no nosso cérebro. Ouvir das pessoas que você precisa se esforçar quando a sua energia está completamente zerada gera uma cobrança injusta e uma angústia ainda maior, como se a culpa por não melhorar fosse sua, o que definitivamente não é verdade. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te acolher e explicar exatamente como um psicólogo pode te ajudar a mudar esse cenário, especialmente nessa sensação de que o seu cérebro nunca está totalmente conectado no presente. O tratamento medicamentoso conduzido pelo seu psiquiatra é excelente e fundamental, pois os remédios atuam diretamente na regulação da química cerebral para te dar uma base de sustentação física e aliviar os sintomas mais pesados. No entanto, os medicamentos sozinhos não conseguem mudar os hábitos, as crenças e o isolamento que a depressão constrói na rotina. Quando você diz que o seu cérebro parece desligado e que você vive trancado no quarto, fugindo de todos, você está descrevendo o que chamamos de ciclo da inatividade, onde a doença retira o prazer, fazendo você se afastar do mundo, e esse afastamento impede o cérebro de receber estímulos positivos, alimentando o desânimo. O psicólogo vai entrar na sua vida não para te dar conselhos clichês, mas para trabalhar de forma estruturada e prática ao seu lado através de um processo chamado ativação comportamental. Em vez de esperar a motivação surgir para depois agir, nós fazemos o caminho inverso, planejando metas minúsculas e realistas para que, bem devagar, você consiga quebrar o isolamento do quarto e fazer o corpo se movimentar, gerando bem-estar de forma gradual. Além disso, trabalhamos com o treino de atenção plena para combater essa sensação de estar com a mente desligada, ensinando técnicas para ancorar o seu foco no aqui e agora, reduzindo os pensamentos de medo e as preocupações que sequestram a sua atenção durante o dia ou durante as suas orações. Na psicoterapia, nós também vamos ajudar a identificar e questionar as lentes escuras com as quais você está enxergando a si mesmo e o seu futuro, desarmando o alarme da ansiedade com respostas mais realistas e gentis. Esse trabalho é feito em total parceria com o seu médico, avaliando como o seu corpo reage às estratégias terapêuticas para que o sono e o apetite voltem ao normal. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Minha mãe faleceu há 4 meses e sinto vontade de chorar todos os dias quando penso nela, mesmo pensan

    Minha mãe faleceu há 4 meses e sinto vontade de chorar todos os dias quando penso nela, mesmo pensando só nos momentos bons que vivemos, sinto uma angústia muito grande por saber que tudo acabou.É normal isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo seu relato com profundo respeito e acolhimento. Sinto muito pela perda de sua mãe. Quero te dizer que, sim, é perfeitamente normal e esperado sentir essa vontade de chorar e essa angústia profunda, mesmo após quatro meses. O luto não é um processo com data de validade e, muitas vezes, é justamente ao lembrarmos dos momentos bons que a dor da ausência se torna mais latente, pois a "ficha" do que não teremos mais de forma física acaba caindo repetidamente, gerando essa sensação de vazio, e agradeço por compartilhar sua dor. Sob a perspectiva da minha abordagem, o luto é um processo de adaptação a uma nova realidade. Essa angústia que você sente ao saber que "tudo acabou" é o que chamamos de processamento da perda. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para que você consiga integrar essa dor à sua história, transformando a ausência física em uma presença de significado. De forma simples, não buscamos "esquecer" ou parar de sentir saudade, mas sim reestruturar a forma como você lida com essas lembranças, para que o choro e a agonia deem lugar, gradualmente, a uma saudade mais serena e menos paralisante. Buscar o suporte da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para atravessar esse deserto com suporte e cuidado. Unir o suporte técnico a um acolhimento sensível à sua história permite que você vivencie seu luto no seu próprio tempo, sem a pressão de "ter que estar bem". O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo da vida, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada momento em que você conseguir se lembrar da sua mãe com mais amor e menos dor, construindo uma base sólida para o seu bem-estar emocional. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Todos os dias tenho ansiedade! Mesmo tomando paroxetina e alprozolon. O que faço ?

    Todos os dias tenho ansiedade! Mesmo tomando paroxetina e alprozolon. O que faço ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que esse estado de alerta persistente, mesmo com o suporte da paroxetina e do alprazolam, é um sinal de que o seu corpo está sinalizando algo que a medicação, sozinha, não consegue alcançar. Agradeço por sua pergunta, pois lidar com a ansiedade diariamente, sentindo que as ferramentas químicas não estão sendo suficientes para trazer a paz que você busca, é um desafio exaustivo que consome sua energia vital e silencia sua esperança. É fundamental compreender que, embora os remédios atuem na regulação biológica dos sintomas, eles funcionam como um "amortecedor" que prepara o terreno para que o verdadeiro trabalho de transformação aconteça na estrutura dos seus pensamentos. O protocolo de ouro para casos como o seu é justamente unir a medicação à psicoterapia, pois cada uma desempenha um papel indispensável e complementar no processo de cura. Enquanto o suporte farmacológico busca equilibrar a química do seu sistema nervoso, a terapia atua na raiz emocional e comportamental que mantém a ansiedade ativa, ensinando o seu cérebro a interpretar o mundo e as sensações físicas de uma forma menos ameaçadora. Imagine que a medicação acalma a tempestade para que, na terapia, possamos finalmente consertar o barco e aprender a navegar com segurança; sem essa integração, é comum sentir que você está apenas "contendo" o mal-estar, sem nunca chegar à raiz do que dispara esse ciclo de alerta constante. Nesse caminho de cuidado, utilizamos estratégias que falam a língua do seu sistema emocional, trazendo ferramentas práticas para que você recupere o protagonismo sobre a sua própria tranquilidade. Buscar um psicólogo da TCC é o passo mais estratégico para quem deseja que a ansiedade deixe de ser uma visita diária indesejada, pois essa abordagem oferece um treinamento de resiliência que fortalece a sua autonomia. Ao entender a mecânica dos seus medos e reestruturar a forma como você reage aos gatilhos do dia a dia, a necessidade do suporte químico pode, com o tempo e orientação médica, ser reavaliada, permitindo que a sua segurança interna venha de recursos próprios e sustentáveis. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Fiz MAPA, Ecocardiograma, Eletrocardiograma e Teste Ergométrico, e todos deram normal, e o teste erg

    Fiz MAPA, Ecocardiograma, Eletrocardiograma e Teste Ergométrico, e todos deram normal, e o teste ergométrico deu extrassístoles ventriculares isoladas, mas dentro do normal. Mas recentemente tenho sentido palpitações que começam do nada, e duram um certo período e fico com sensação de que algo ruim pode acontecer. Isso pode ser causado pela ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo seu relato com muito acolhimento, pois sei o quanto é angustiante sentir o corpo reagir de forma intensa mesmo quando os exames médicos indicam que está tudo em ordem, e agradeço por sua pergunta. É importante destacar que como seus exames cardiológicos (MAPA, Eco, Eletro e Ergométrico) apresentaram resultados dentro da normalidade, a resposta para a sua dúvida é que, muito provavelmente, essas palpitações e a sensação de que "algo ruim vai acontecer" são causadas pela ansiedade. Sob a perspectiva da minha abordagem, o que você está vivendo é uma reação do seu sistema nervoso a um estado de alerta constante. Quando estamos ansiosos, o corpo libera substâncias como a adrenalina, que podem causar palpitações e taquicardia, mesmo que o coração esteja saudável. O fato de os exames estarem normais, mas você ainda sentir "pavor", indica que sua mente está interpretando sensações físicas comuns como uma ameaça grave. Na terapia, trabalhamos para ajudar você a entender que essas palpitações são desconfortáveis, mas não perigosas, quebrando o ciclo de medo que alimenta a própria ansiedade. Buscar o apoio da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para que você recupere a confiança no seu corpo e pare de viver sob o peso desse medo constante. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada momento em que você conseguir se sentir segura e em paz com o seu próprio coração. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Bom dia! Estou muito ansiosa, não consigo dormir minha rua e muito barulhenta a noite toda, já não s

    Bom dia! Estou muito ansiosa, não consigo dormir minha rua e muito barulhenta a noite toda, já não sei mais o que fazer, já tive depressão na época tomei ansiolítico, mas consegui largar hoje só tomo antidepressivo Citalopran, mas parece não ser suficiente, terapia pode me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    A resposta para a sua pergunta é um grande sim. A terapia não só pode ajudar, como é uma das ferramentas mais poderosas e duradouras para transformar a forma como você lida com esse cenário tão desgastante. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te acolher e explicar por que esse esgotamento está acontecendo e como podemos mudar isso. Viver em uma rua barulhenta altera o nosso relógio biológico e coloca o corpo em um estado de alerta constante, pois o cérebro interpreta o ruído externo como um perigo iminente, impedindo o relaxamento profundo. Quando a falta de sono se prolonga, ela drena nossa energia e vulnerabiliza a nossa saúde mental, fazendo com que a ansiedade dispare e trazendo aquele receio familiar dos tempos da depressão. O medicamento e ajuda a regular a química cerebral, mas, como você mesma percebeu, muitas vezes ele sozinho não é suficiente para lidar com fatores estressores externos e com os pensamentos acelerados que surgem na madrugada. É exatamente aí que a TCC entra como um divisor de águas. Enquanto a medicação atua nos sintomas físicos, a psicoterapia trabalha no comportamento e na interpretação que a sua mente faz da situação. Nós usamos um protocolo específico chamado TCC para Insônia (TCC-I), que ensina o seu cérebro a desassociar o momento de ir para a cama da sensação de tortura e estresse, desenvolvendo técnicas de higiene do sono e estratégias de manejo de foco para que o barulho da rua deixe de ser um gatilho tão avassalador. Para começar a aliviar essa angústia hoje mesmo, o ideal é focar no controle dos estímulos. Como não podemos desligar o som da rua, precisamos proteger o seu ambiente de sono criando barreiras, seja com o uso de protetores auriculares confortáveis ou com técnicas de "ruído branco" (sons constantes de chuva ou ventilador) para camuflar os barulhos externos e dar ao cérebro um som neutro para focar. Na terapia, nós vamos estruturar uma rotina específica para a sua realidade, devolvendo a você a sensação de controle sobre o seu descanso e desarmando a ansiedade antes que ela se transforme em algo maior. Você já venceu a depressão no passado e tem muita força interna; agora, é hora de usar as estratégias certas para resgatar o seu sono e a sua paz. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Por favor algum médico me ajuda.Estou grávida e estou com depressão e com muito medo por favor.

    Estou grávida e estou com depressão. Devo procurar algum especialista para obter alguma ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Existe um mito de que a gravidez deve ser um período apenas de plenitude e alegria, mas a realidade é que as intensas alterações no organismo, somadas às expectativas e mudanças profundas na rotina, podem sobrecarregar o sistema emocional de qualquer mulher. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que enfrentar a depressão durante a gestação é uma condição que envolve fatores biológicos, hormonais e emocionais extremamente complexos. O que você está sentindo não é falta de amor pelo bebê ou uma falha de caráter; é uma questão de saúde que merece um olhar atento, especializado e livre de julgamentos. Por isso, sua resposta é sim. É fundamental que você procure ajuda profissional o quanto antes. O tratamento para a depressão gestacional envolve um acompanhamento multidisciplinar, integrando o seu obstetra a um psicólogo e, se avaliado como necessário, a um psiquiatra perinatal. Ignorar esses sintomas afeta não apenas a sua qualidade de vida, mas também a construção do vínculo com o bebê e a sua saúde física. Sob a perspectiva da TCC, entendemos que a depressão na gravidez pode gerar um ciclo de pensamentos de culpa e desânimo que paralisa o autocuidado, e a terapia oferece as ferramentas para reorganizar essas emoções e fortalecer a sua segurança para essa nova fase. A TCC é o caminho ideal nesse momento porque oferece estratégias práticas para lidar com a exaustão e com os pensamentos negativos que a depressão impõe. Trabalhamos para fortalecer a sua resiliência e a sua autoestima, preparando o terreno emocional para o pós-parto. O objetivo é que você recupere o prazer nas pequenas coisas e sinta-se amparada para cuidar de si mesma e do seu filho com equilíbrio. Buscar um psicólogo da TCC é o passo mais corajoso e protetivo que você pode dar por você e pelo seu bebê. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


Perguntas frequentes

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