Perguntas do paciente (296)
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Qual a melhor medicação para ansiedade?e quanto tempo começa a fazer o efeito?
Qual a melhor medicação para ansiedade?e quanto tempo começa a fazer o efeito? A psicoterapia entra como uma opção?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida fundamental e que muitas pessoas trazem quando o peso da ansiedade começa a interferir na qualidade de vida. Entender o papel de cada recurso é o primeiro passo para um tratamento seguro e eficaz. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de começar esclarecendo um ponto essencial: a escolha da melhor medicação é uma decisão estritamente médica, geralmente realizada por um psiquiatra. Cada organismo é único, e o médico avaliará qual substância — como os antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina ou os ansiolíticos — é a mais adequada para o seu caso. Sobre o tempo de efeito, as medicações de tratamento contínuo costumam levar de 2 a 4 semanas para que o paciente comece a sentir uma melhora consistente no bem-estar. No entanto, a psicoterapia não é apenas uma "opção" secundária; ela é o pilar que sustenta a melhora a longo prazo. Enquanto a medicação atua no equilíbrio químico do cérebro, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) foca em ensinar você a lidar com as causas da ansiedade. Sem a terapia, o risco é que a medicação apenas silencie os sintomas, mas os padrões de pensamento que geram a angústia continuem lá, prontos para ressurgir quando o remédio for retirado. Na TCC, trabalhamos com ferramentas práticas para que você aprenda a identificar os gatilhos da sua ansiedade e a reinterpretar os sinais do seu corpo. O objetivo é que você desenvolva uma autonomia emocional tão sólida que, no futuro, com acompanhamento médico, possa até mesmo caminhar sem a necessidade do suporte medicamentoso. Cuidar da mente exige essa combinação de ciência e acolhimento. A medicação traz o alívio necessário para que você consiga respirar, mas é na psicoterapia que você aprende a caminhar com segurança novamente. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Sinto muita dor no coracao uma dor no peito como se fosse morrer sinto que ninquem gosta de mim simt
Sinto muita dor no coracao, uma dor no peito como se fosse morrer sinto que ninguém gosta de mim, que as pessoas só me procuram interessada em alguma coisa e que meu marido não gosta de mim. Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quero acolher o seu desabafo com todo o respeito e o cuidado que o seu sofrimento merece. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de responder de forma muito direta à sua pergunta: sim, você deve procurar um especialista o quanto antes. O primeiro motivo para buscar ajuda profissional é a dor física que você está sentindo. Quando a ansiedade e a depressão estão muito elevadas, o corpo reage de forma real: os músculos do peito se contraem e o coração acelera, gerando esse aperto e a sensação iminente de morte. O primeiro passo indispensável é passar por uma avaliação médica (como um clínico geral ou cardiologista) para realizar exames de rotina e garantir que o seu coração físico está saudável. Uma vez que as causas estritamente médicas sejam descartadas, essa dor no peito é o sinal máximo de alerta do seu corpo dizendo que o seu lado emocional está sobrecarregado. O segundo motivo para buscar o especialista é a forma como a sua mente está interpretando as relações ao seu redor. Quando estamos submersos na depressão, a nossa mente passa a operar através de "lentes distorcidas". Essas lentes filtram a realidade e criam pensamentos automáticos dolorosos, fazendo você acreditar piamente que não é querida, que o seu marido não gosta de você ou que todos são interesseiros. Esse ciclo se retroalimenta: o pensamento gera a dor, a dor te afasta das pessoas e o isolamento aumenta a certeza de que você está sozinha. Investigar esse padrão e tratar essa dor de forma profunda é o que faremos no consultório. A psicoterapia baseada na TCC, frequentemente combinada com o suporte do médico psiquiatra para aliviar o peso físico dos sintomas, é o tratamento ideal para o que você está vivenciando. Na terapia, nós trabalharemos de forma muito estruturada, prática e sem julgamentos. Vamos ajudar você a identificar esses pensamentos de rejeição, questionar se eles são fatos reais ou se são armadilhas que a depressão está criando, e ensinar técnicas de respiração para aliviar a dor no peito no momento em que ela surgir. O objetivo do tratamento é devolver a você a segurança em si mesma, melhorar a comunicação no seu casamento e fazer com que você sinta prazer e leveza nas suas conexões novamente. Você não precisa continuar sofrendo em silêncio e tentando carregar todo esse peso. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Como pode surgir o ódio de si mesmo? Ele pode estar por trás da falta de iniciativa em tomar decis
Como pode surgir o ódio de si mesmo?
Ele pode estar por trás da falta de iniciativa em tomar decisões para o futuro? E também por algumas lesões físicas ou estéticas, como quebrar fios de cabelo e começou unhas?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quero acolher o seu desabafo com todo o respeito e sensibilidade, compreendendo que se fazer essas perguntas já demonstra um desejo corajoso de entender o que está acontecendo nos bastidores dos seus sentimentos. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar como esse sentimento se constrói e como ele afeta diretamente as suas ações e o seu corpo. Na psicologia, entendemos que ele é construído ao longo do tempo através de experiências de forte invalidação, cobranças excessivas (vindas de fora ou criadas por nós mesmos), traumas, rejeições ou histórico de fracassos percebidos. A mente ansiosa ou deprimida começa a criar filtros severos, gerando pensamentos automáticos de que você não é boa o suficiente, que tudo o que faz dá errado ou que você é um fardo. Quando a autocrítica se torna crônica e cruel, ela se transforma nesse sentimento de aversão a si mesma. Respondendo às suas dúvidas: sim, esse sentimento pode ser o grande motor por trás da falta de iniciativa para o futuro. Quando você nutre esse tipo de sentimento por si mesma, a sua mente assume antecipadamente que você é incapaz ou que não merece um futuro bom. Tomar decisões exige acreditar que o amanhã pode ser melhor e que você tem valor para construir esse caminho. Sem essa base de cuidado, surge a paralisia: a pessoa não planeja e não toma iniciativa porque, no fundo, a mente sabotadora diz que "não adianta tentar, pois você vai falhar de qualquer maneira". Da mesma forma, esse sofrimento interno está intimamente ligado a comportamentos como roer unhas (onicofagia) ou quebrar e arrancar fios de cabelo (tricotilomania). Na TCC, ligamos essas ações a mecanismos de enfrentamento disfuncionais para o alívio da ansiedade e da angústia. Quando o peso emocional e o ódio interno se tornam intoleráveis, o corpo busca uma válvula de escape física para descarregar a tensão. Muitas vezes, agredir o próprio corpo de forma estética ou física é um reflexo inconsciente desse sentimento de não se gostar, funcionando como uma punição física para uma mente que já se culpa o tempo todo. Carregar esse ciclo de autossabotagem e agressão ao próprio corpo causa uma exaustão imensa, mas você não precisa continuar vivendo em guerra com quem você é. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem extraordinária para tratar esse quadro. No consultório, nós trabalharemos de forma muito prática, estruturada e sem julgamentos. O objetivo do tratamento será mapear de onde surgiram essas regras tão rígidas e cruéis que a sua mente criou sobre você. Vamos identificar esses pensamentos automáticos de ódio, questionar a veracidade deles e, passo a passo, ensinar o seu cérebro a desenvolver a autocompaixão. Além disso, usaremos técnicas comportamentais específicas para interromper o hábito de machucar o cabelo ou as unhas, substituindo-os por formas saudáveis de aliviar a ansiedade. É perfeitamente possível fazer as pazes com a sua própria história e recuperar o fôlego para planejar o seu futuro com leveza. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Oi, eu queria saber se é todo mundo que tem depressão sente dor no corpo? Porque eu não sinto assim
Oi, eu queria saber se é todo mundo que tem depressão sente dor no corpo? Porque eu não sinto assim do nada, só sinto na lombar se eu ficar sentada ou fazer esforços pequenos ou grandes
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida excelente e que traz um alívio muito grande quando compreendida. A resposta direta para a sua pergunta é não: não é todo mundo que tem depressão que sente dores físicas generalizadas pelo corpo. A depressão se manifesta de formas únicas em cada pessoa. Enquanto alguns indivíduos apresentam sintomas físicos intensos e espalhados (como dores de cabeça, dores musculares constantes e sensação de peso), outros experimentam a doença de maneira muito mais ligada à parte emocional e mental, como a falta de energia, a tristeza, a perda de interesse pelas atividades e as alterações no sono, sem que isso venha acompanhado de dores físicas "do nada". Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar o que pode estar acontecendo no seu caso. O fato de você sentir dor especificamente na região lombar ao ficar sentada ou ao realizar esforços pode ser uma resposta puramente física, postural ou muscular — algo mecânico do próprio corpo que se acentua com o movimento ou com a posição. No entanto, mesmo que a sua dor tenha uma causa física inicial, a psicologia e a medicina compreendem que a depressão e a ansiedade funcionam como "amplificadores" da dor. Quando estamos deprimidos, o nosso cérebro diminui a produção de neurotransmissores como a serotonina e a noradrenalina, que não controlam apenas o nosso humor, mas também são responsáveis por regular e atenuar os sinais de dor que o corpo envia para a mente. Isso significa que, se você já tem uma pequena sensibilidade ou desgaste na lombar, a depressão pode fazer com que o seu cérebro sinta esse desconforto de forma muito mais intensa e incômoda do que o normal. Além disso, a depressão costuma nos deixar mais tensos fisicamente e com a musculatura contraída, o que sobrecarrega justamente regiões como a lombar. Para termos certeza sobre como o seu corpo e a sua mente estão se integrando e encontrar o melhor caminho para o seu bem-estar, o ideal é realizarmos uma investigação detalhada no consultório. O cuidado completo envolve descartar ou tratar qualquer questão física (com o suporte de um médico ou fisioterapeuta) e, paralelamente, cuidar da saúde mental. A psicoterapia baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental é altamente eficaz para te ajudar a lidar com esse cenário. No consultório, nós trabalhamos de forma muito prática para identificar como a depressão tem afetado a sua rotina, o seu nível de energia e a sua percepção de bem-estar. Ensinamos estratégias de manejo de estresse, organização de atividades para evitar a sobrecarga física e técnicas para quebrar o ciclo onde o desânimo da depressão aumenta a percepção da dor física. O objetivo é devolver a você a mobilidade, o conforto e a leveza, tanto para o corpo quanto para a mente. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me
Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga TCC com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a primeira coisa que você precisa libertar é a ideia de que existe um "defeito" em você. O que você está vivenciando não é uma falha de caráter, mas sim o seu sistema de defesa operando em um modo de hipervigilância, como um alarme de carro que dispara com o passar de uma brisa, sem que haja um ladrão por perto. Para tratar essas questões de forma eficaz e duradoura, a abordagem que mais apresenta resultados baseados em evidências científicas é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Minha escolha por essa linha de trabalho não é por acaso ou apenas preferência pessoal; eu me especializei em TCC por ser uma abordagem pautada em evidências, o que reflete meu compromisso ético em oferecer o caminho mais seguro e direto entre o seu sofrimento atual e a retomada da sua tranquilidade.
A ansiedade pode ser causada por uma combinação complexa de fatores genéticos, alterações na química cerebral e, principalmente, por um acúmulo silencioso de estresse que o seu cérebro processa sem que você perceba conscientemente. Muitas vezes, não precisamos de um "grande motivo" hoje porque o seu sistema nervoso pode estar reagindo a padrões de pensamento e comportamentos de anos atrás. Na TCC, trabalhamos com protocolos específicos que funcionam como uma tradução para o que o seu corpo está sentindo, utilizando recursos que permitem mapear como suas emoções e reações físicas estão conectadas. Através desse trabalho em cooperação entre terapeuta e paciente, conseguimos "recalibrar" esse sistema de alarme, ensinando ao seu cérebro novas formas de interpretar os sinais internos e externos, para que você não precise mais viver em estado de alerta constante.
É fundamental compreender, no entanto, que entender a causa é apenas o ponto de partida para a sua liberdade. O verdadeiro trabalho de transformação e o domínio sobre esses sintomas acontecem dentro do processo contínuo de psicoterapia, onde cada sessão oferece as ferramentas necessárias para você reconstruir sua autoconfiança. Adiar esse cuidado é permitir que o medo dite as regras da sua rotina, enquanto a ciência nos mostra que é perfeitamente possível aprender a silenciar esse alarme e voltar a viver com leveza. Você não precisa ter um motivo externo para buscar ajuda; o seu bem-estar interno é motivo mais do que suficiente para você iniciar essa jornada de volta para si mesma, com a segurança de um método que foca em resultados reais e na sua qualidade de vida.
Daniele Barros
Psicóloga | CRP 09/008628
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Olá,boa tarde! Gostaria de saber se é normal uma pessoa ser tímida, ao ponto de não conseguir fazer
Olá,boa tarde! Gostaria de saber se é normal uma pessoa ser tímida, ao ponto de não conseguir fazer amizades com ninguém? E ter dificuldade de conversar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo sua dúvida com muito acolhimento, pois essa é uma dor silenciosa que muitas pessoas carregam, e agradeço por sua pergunta. É importante diferenciar a timidez comum, aquela pontada de vergonha que sentimos em situações novas, de um nível de timidez que trava a vida social, especialmente quando isso impede você de construir conexões e gera sofrimento por não conseguir expressar quem você é. Sob a perspectiva da minha abordagem, essa dificuldade extrema de conversar e fazer amigos geralmente está ligada a um sistema de alerta da mente que interpreta a interação social como um perigo. De forma simples, é como se o seu cérebro acreditasse que, ao falar com alguém, você corre o risco de ser julgada, rejeitada ou de passar por um vexame. Na terapia, trabalhamos para identificar os pensamentos automáticos que surgem antes mesmo de você abrir a boca, ajudando-a a entender que o julgamento alheio raramente é tão rigoroso quanto a nossa própria crítica interna.
Buscar o apoio da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para quem deseja transformar esse silêncio em conexão. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada pequena conversa e cada nova amizade que você conquistar ao longo do processo.
Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto es
Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto estranha, não tenho reação as coisas.
Se algo de ruim ou bom acontece não manifesto reação sobre isso. E agora tenho sentido uma estranheza das coisas e ambiente q me encontro.
Isso pode ser devido a ansiedade não tratada?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, com mais de 12 anos de experiência como psicóloga da TCC, quero dizer que a ansiedade, em sua essência, é uma companheira de jornada que faz parte da vida e tem a função biológica de nos proteger. No entanto, quando ela se torna excessiva ou permanece sem o manejo adequado por muito tempo, o nosso sistema emocional pode começar a buscar formas alternativas de lidar com esse desgaste. Essa sensação de "não ter reação" ou de estranheza com o ambiente pode ser uma das muitas possibilidades que o cérebro encontra para tentar se autopreservar, criando uma espécie de distanciamento para poupar energia, mas é fundamental compreender que cada organismo responde de uma maneira única e essa percepção merece ser investigada com cautela.
Na TCC, não olhamos para esses sintomas como algo isolado, mas como engrenagens que precisam de uma avaliação técnica para voltarem a girar com fluidez. O diferencial de trabalhar com uma metodologia pautada por resultados é que não buscamos apenas respostas rápidas de "sim ou não", mas mergulhamos em um trabalho de cooperação absoluta para entender a sua singularidade. Através de recursos e protocolos estruturados, ajudamos a identificar se esse estado de dormência é um reflexo da ansiedade acumulada ou se existem outros fatores que precisam de atenção, oferecendo o suporte necessário para que você retome o controle da sua percepção.
Para lidar com esse cenário da melhor forma possível, o caminho mais seguro e eficaz é a retomada do seu processo de cuidado com profissionais de saúde mental. O padrão ouro para o tratamento e para a investigação de sintomas complexos é o acompanhamento conjunto, unindo o olhar clínico do psiquiatra ao trabalho estratégico e comportamental do psicólogo. Essa parceria entre os profissionais garante que você tenha um suporte completo, tanto na regulação química quanto no aprendizado de novas habilidades para lidar com as emoções no dia a dia. A terapia funciona como um espaço de clareza, onde você deixa de ser refém da estranheza e passa a ter ferramentas práticas para navegar pelos seus sentimentos com mais previsibilidade e segurança.
Daniele Barros Psicóloga | CRP 09/008628
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Estou há 2 dias tendo crises intensas de choro, sinto muito frio ( como se fosse febre), falta de ap
Estou há 2 dias tendo crises intensas de choro, sinto muito frio ( como se fosse febre), falta de apetite e vontade de não fazer nada. Pode ser um sinal de crise de ansiedade/panico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de dizer, em primeiro lugar, que sinto muito por você estar atravessando esse momento tão extenuante. O que você descreve — o choro intenso, a sensação física de frio e a prostração — é o seu corpo sinalizando que o seu limite emocional foi atingido. Embora apenas uma avaliação individual possa confirmar um diagnóstico, esses sintomas são compatíveis com quadros de ansiedade aguda ou episódios de pânico. O "frio" que você sente é, muitas vezes, o seu sistema nervoso reagindo ao alerta máximo, redirecionando o fluxo sanguíneo e gerando esses calafrios físicos. Viver sob esse estado de vigilância constante é exaustivo, mas é possível ensinar o seu corpo e a sua mente a encontrarem o caminho de volta para a segurança. Na TCC, nós trabalhamos para interromper essa escalada de sofrimento através de estratégias que acalmam as reações físicas e ajudam a reorganizar os pensamentos que hoje tiram o seu apetite e a sua disposição. O foco é devolver a você o protagonismo da sua própria rotina, buscando alívio no "aqui e agora" para que você não precise mais carregar esse fardo sem as ferramentas certas. O primeiro passo para recuperar sua qualidade de vida é validar essa dor e buscar um acompanhamento psicológico que transforme esse cansaço em superação. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Perdi Minha mãe a cerca de 15 dias, a qual vivia comigo, o contato e apego era muito grande. Depois
Perdi Minha mãe a cerca de 15 dias, a qual vivia comigo, o contato e apego era muito grande. Depois da perda comecei a ficar com a voz seca constantemente ter crises de choro, pressão repentinas no peito, Acredito estar com crise de ansiedade, que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer para você se permitir lidar com esse sentimento tão recente. Quinze dias é um tempo curtíssimo para o tamanho da conexão que você descreve; o que você sente agora não é apenas tristeza, é o seu cérebro e seu corpo tentando processar a ausência física de quem era o seu porto seguro. A voz seca, o choro convulsivo e essa pressão repentina no peito são manifestações físicas reais do luto agudo. Quando perdemos alguém com um apego tão profundo, o nosso sistema nervoso interpreta a separação como uma ameaça à nossa própria sobrevivência, disparando crises de ansiedade que fazem o peito apertar como se faltasse o ar que a sua mãe representava na sua rotina. Neste momento de dor tão latente, o passo mais importante que você pode dar é buscar um ambiente de acolhimento técnico para que esse luto não se torne um fardo solitário e paralisante. Através da Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para organizar o caos emocional desse início, oferecendo ferramentas para acalmar as reações físicas do seu corpo e validar cada lágrima como parte necessária da sua reconstrução. Iniciar a psicoterapia agora é um ato de profundo amor-próprio e respeito à memória da sua mãe, garantindo que você receba o suporte necessário para atravessar esse deserto com segurança e cuidado. Um abraço, Daniele Barros CRP 09/008628 Equipe Espaço Único
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Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob es
Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob estresse por causa dos incômodos da gravidez, da vida a dois e da pandemia. Devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra para me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Recebo sua pergunta em um cenário pós-pandemia e espero sinceramente que as coisas estejam mais leves por aí. Contudo, preciso dizer que, embora o contexto geral seja outro e aquele período de crise global tenha ficado para trás, as suas demandas individuais e as transformações que você está vivenciando no seu corpo, na sua vida e na sua rotina ainda são muito reais, intensas e merecem todo o cuidado do mundo. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te ajudar a entender qual o papel de cada profissional para que você possa tomar a melhor decisão para o seu bem-estar neste momento tão singular da sua vida. A sua gestação atual, sendo a primeira aos 46 anos e coincidindo com o início recente do casamento, traz um turbilhão de novidades e adaptações que, por si sós, justificam o estresse que você descreve. Para lidar com tudo isso, o acompanhamento com um psicólogo focado na abordagem Cognitivo-Comportamental é extremamente indicado. A TCC vai olhar diretamente para o seu momento presente, ajudando a identificar como os pensamentos sobre a maternidade, os incômodos físicos da gravidez e a nova rotina a dois afetam as suas emoções. Por ser uma linha prática, estruturada e focada em metas concretas, ela oferece ferramentas imediatas de regulação emocional, sendo o padrão-ouro para diminuir a ansiedade e ajudar a organizar a mente para a chegada do bebê com mais leveza. O psiquiatra, por sua vez, é um médico especializado que avalia a necessidade de intervenção medicamentosa. Se o seu estresse evoluir para crises de pânico, palpitações, insônia severa ou uma tristeza que te impeça de realizar suas atividades diárias, a consulta com ele se torna indispensável para avaliar se o seu corpo precisa de um suporte químico que seja seguro para a gestação. No seu caso atual, começar pela psicoterapia é o caminho mais indicado, pois oferece o acolhimento e as estratégias de enfrentamento necessárias para aliviar a sobrecarga da rotina. Viver a primeira gestação e o início do casamento ao mesmo tempo é um desafio monumental que exige muito acolhimento e paciência consigo mesma. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Quando tenho síndrome do pânico ou transtorno de ansiedade, sinto muita falta de ar. Em tempos de pa
Quando tenho síndrome do pânico ou transtorno de ansiedade, sinto muita falta de ar. Em tempos de pandemia sei que a atividade física é essencial. Como posso melhorar meu condicionamento se a ansiedade me tira o fôlego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que essa sensação de sufocamento, onde o ar parece não chegar aos pulmões justamente quando você tenta cuidar da sua saúde, é um dos reflexos mais angustiantes da ansiedade, e agradeço por sua pergunta. Embora o período mais crítico da pandemia tenha ficado entre 2020 e 2021, a necessidade de manter o corpo em movimento permanece essencial para o nosso equilíbrio emocional e físico. Entender que essa falta de ar no pânico não é um problema nos seus pulmões, mas um sinal de "hipervigilância" do seu sistema de alerta, é o primeiro passo para que você consiga calçar o tênis e sair para caminhar sem o medo de desfalecer. O tratamento para quem sente que a ansiedade "rouba o fôlego" envolve um acolhimento que respeita o seu ritmo biológico, ensinando o seu cérebro a interpretar o aumento dos batimentos cardíacos do exercício como algo saudável, e não como o início de uma crise. Através de uma abordagem focada no presente, trabalhamos para que você recupere a confiança nas respostas do seu corpo, transformando a atividade física de um gatilho de medo em uma ferramenta de prazer e regulação química. É como se estivéssemos recalibrando o seu termômetro interno: ao começar com movimentos leves e conscientes, você mostra ao seu sistema nervoso que é seguro acelerar um pouco o coração, devolvendo a você a liberdade de respirar fundo e sentir o vigor que o movimento proporciona. Nesse caminho de cuidado, utilizamos estratégias sensíveis que ajudam a coordenar a sua respiração com o esforço físico, trazendo ferramentas práticas para que você não se sinta "atropelada" pelas sensações corporais. Buscar um psicólogo da TCC é o caminho ideal porque essa modalidade oferece o suporte necessário para que você desenvolva uma nova relação com o seu condicionamento, transformando a pior parte do cansaço em um treinamento de resiliência e clareza. Ao fortalecer a sua autoconfiança, a atividade física deixa de ser uma ameaça e passa a ser a sua maior aliada na queima do excesso de adrenalina, sedimentando uma transformação que traz leveza para o seu cotidiano e vigor para os seus pulmões. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Ola, venho sentindo dores pelo corpo, algumas em forma de pontada e outras musculares, principalment
Ola, venho sentindo dores pelo corpo, algumas em forma de pontada e outras musculares, principalmente ao pé da barriga e sinto nausea e constipação, tenho ansiedade e estou em início de depressão, pode ser por conta da ansiedade ou depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por esse desconforto físico tão persistente. Conviver com dores em pontada, náuseas e essa sensação de peso no corpo é algo que drena nossa energia e nos deixa em um estado de alerta constante, o que acaba sendo um terreno fértil para que a ansiedade e o desânimo se fortaleçam. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de te dizer que o que você sente pode ser causado tanto pela ansiedade quanto pela depressão, ou até por questões físicas independentes. O nosso sistema digestivo é extremamente sensível às nossas emoções — não é à toa que o chamamos de "nosso segundo cérebro". O estresse crônico libera substâncias que podem alterar o ritmo intestinal e tensionar a musculatura, causando essas pontadas e o enjoo que tanto incomodam. Para termos segurança, o primeiro passo fundamental é descartar causas orgânicas através de exames e uma consulta com um médico clínico ou gastroenterologista. No entanto, independentemente do diagnóstico médico, a terapia é um suporte essencial nesse momento. Algumas pessoas acreditam que precisam de um motivo enorme ou de um evento traumático para buscar terapia, mas a verdade é que o seu bem-estar diário e o alívio desse peso que você sente já são motivos mais do que suficientes. Na TCC, nós olhamos para a conexão entre o que você pensa, o que você sente e como o seu corpo reage. O objetivo é ajudar você a desarmar esse estado de alerta que pode estar somatizando essas dores, oferecendo um espaço onde você possa ser acolhido antes mesmo que a depressão ganhe mais espaço. Você não precisa esperar a dor se tornar insuportável para se dar o direito de ser cuidada. A terapia pode te ajudar a entender esses sinais e retomar o equilíbrio entre sua mente e seu corpo. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Bom dia! A ansiedade deixa a gente como se tivesse com uma bola na garganta?
Bom dia!
A ansiedade deixa a gente como se tivesse com uma bola na garganta?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A resposta para a sua pergunta é um claro sim. Essa sensação de estar com uma bola, um nó ou um aperto na garganta — que muitas pessoas descrevem como uma dificuldade para engolir ou uma pressão constante na região — é um dos sintomas físicos mais clássicos, reais e comuns da ansiedade. Vivenciar isso no cotidiano pode ser muito assustador e desconfortável, mas eu preciso te tranquilizar: a sua garganta não está fisicamente fechada e você não vai sufocar. Esse é apenas o seu corpo reagindo à intensidade das suas emoções. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar o que acontece nos bastidores do seu corpo para que essa sensação apareça. Quando estamos muito ansiosos, preocupados ou guardando sentimentos pesados sem conseguir expressá-los, o nosso cérebro ativa o sistema de alerta do corpo. Como parte dessa reação de defesa, os músculos da nossa laringe e da faringe sofrem uma contração involuntária, ficando extremamente rígidos e tensos. Para piorar o desconforto, a ansiedade reduz a produção de saliva, deixando a boca seca. Quando você tenta engolir a saliva com a boca seca e os músculos da garganta tensionados, a sensação de que há um obstáculo ou uma "bola" ali dentro se torna ainda mais forte. Existe também uma armadilha muito comum da nossa mente: quanto mais você sente esse incômodo, mais você foca a sua atenção na garganta e tenta engolir para checar se a bola sumiu. Esse monitoramento constante gera mais medo e estresse, o que aumenta a tensão muscular e faz a sensação piorar, criando um ciclo muito desconfortável. Embora seja sempre importante passar por uma avaliação médica inicial com um clínico ou otorrinolaringologista para descartar qualquer causa estritamente física na região, uma vez que os exames descartem problemas biológicos, o foco total deve ser direcionado para o cuidado com a sua saúde mental. A psicoterapia baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental é o caminho ideal para desarmar esse sintoma. No consultório, nós trabalhamos juntos para compreender quais são os gatilhos, as preocupações e os sentimentos acumulados que estão fazendo o seu corpo carregar tanta tensão física. Ensinamos técnicas práticas de respiração e relaxamento para aliviar a musculatura no momento em que o aperto surgir, além de ajudar você a identificar e reestruturar os pensamentos que disparam a ansiedade. A terapia serve para te ajudar a "soltar a voz" e digerir as emoções, permitindo que a sua mente se acalme e o seu corpo volte a relaxar. Você não precisa continuar convivendo com esse aperto e deixando que a ansiedade controle o seu bem-estar. Eu e minha equipe na Clínica Espaço Único estamos à sua inteira disposição no consultório para te acolher com todo o cuidado, ajudando você a traduzir os sinais do seu corpo e a recuperar a leveza e a tranquilidade nos seus dias. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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As pessoas com TOC com tratamento adequado conseguem ter uma vida normal? Fazer faculdade, casar, te
As pessoas com TOC com tratamento adequado conseguem ter uma vida normal? Fazer faculdade, casar, ter filhos etc ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a resposta para a sua dúvida é um "sim" pleno e fundamentado na ciência: pessoas com TOC podem, e devem, construir uma vida extraordinária, ocupando todos os espaços que desejarem. O Transtorno Obsessivo-Compulsivo, quando não tratado, funciona como uma engrenagem que tenta roubar o seu tempo e a sua liberdade através de medos repetitivos. No entanto, o tratamento adequado — especialmente com a TCC e a técnica de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR) — atua como uma "reprogramação" cerebral. Ela ensina o seu cérebro que esses pensamentos são apenas ruídos, devolvendo a você o comando para focar no que realmente importa: seus estudos, sua carreira e seus sonhos. Ter uma vida normal, casar, formar uma família e concluir uma faculdade não são apenas possibilidades, são realidades alcançadas diariamente por pacientes que decidem enfrentar o transtorno com o suporte técnico correto. A terapia oferece as ferramentas para que as obsessões percam a força e as compulsões deixem de ditar o seu ritmo. Ao investir no tratamento, você está investindo na sua autonomia. Você não é o seu TOC; você é a pessoa capaz de construir vínculos profundos e conquistas sólidas, e a psicoterapia é a ponte que garante que o transtorno seja apenas um detalhe da sua história, e não o roteirista dela. Permita-se dar esse passo para retomar o protagonismo de uma vida cheia de significado e realizações. Daniele Barros CRP 09/008628
Equipe Espaço Único
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De que forma a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode auxiliar na solução de conflitos familiar
De que forma a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode auxiliar na solução de conflitos familiares?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, quero dizer que os conflitos familiares muitas vezes surgem de falhas na comunicação e de interpretações rígidas sobre as ações do outro. Em uma família, é comum que cada membro desenvolva "lentes" diferentes para enxergar a mesma situação, o que pode gerar mágoas acumuladas e reações explosivas ou de afastamento. A abordagem auxilia ao oferecer um espaço neutro para que essas dinâmicas sejam mapeadas, ajudando a identificar os padrões que mantêm a família presa em ciclos de briga e desânimo. Sob a perspectiva dessa metodologia, trabalhamos com a reestruturação cognitiva aplicada às relações: ajudamos cada membro a entender que seus pensamentos sobre o outro nem sempre são fatos absolutos. De forma simples, ensinamos a família a substituir a acusação pela expressão de necessidades. Além disso, focamos no treinamento de habilidades sociais e de resolução de problemas, fornecendo ferramentas práticas para que os diálogos deixem de ser campos de batalha e passem a ser trocas seguras. O foco é mudar a forma como vocês interagem no "aqui e agora", criando novas regras de convivência mais leves e respeitosas. Buscar esse apoio especializado é a estratégia mais assertiva para quem deseja restaurar o vínculo e a harmonia no lar. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Quero saber qual profissional procurar. Sinto que tenho pensamento acelerado, sempre acho que tomo a
Quero saber qual profissional procurar. Sinto que tenho pensamento acelerado, sempre acho que tomo as piores decisões profissionais e amorosas. Ultimamente tenho sentido reações físicas, como cansaço sem ter feito esforço, falta de sono e dificuldade para acordar de manhã. Sinto desânimo constante, desinteressse com a maioria das coisas, e ao mesmo tempo, inquietação. Devo procurar psicólogo ou psicanalista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC. O que você descreve — esse conflito entre o pensamento que não para e um corpo que parece não ter forças para reagir — é extremamente desgastante. É como se sua mente estivesse em alta velocidade, enquanto seu ânimo e sua energia física estivessem operando no limite, gerando esse desinteresse e cansaço profundo que você mencionou. Sobre a sua dúvida entre procurar um psicólogo ou um psicanalista, é importante entender que ambas são abordagens sérias, mas com métodos diferentes. A Psicanálise costuma focar na investigação de questões inconscientes e raízes profundas da infância. Já a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que é a minha linha de atuação, é reconhecida mundialmente pela sua eficácia em quadros que envolvem ansiedade, depressão e pensamentos acelerados. De forma ética, posso afirmar que a TCC se destaca por ser uma abordagem focada no presente, com estratégias práticas e colaborativas que buscam resultados baseados em evidências científicas. Dentro do processo da TCC, o nosso primeiro passo seria organizar o que parece um caos interno. Trabalhamos para identificar como esses pensamentos de "autocrítica" sobre suas decisões profissionais e amorosas estão alimentando sua ansiedade e seu desânimo. Ao buscar profissionais qualificados e especialistas, você terá suporte para reestruturar sua rotina de sono e aprender técnicas para acalmar a mente, tratando as reações físicas e emocionais de forma integrada. O objetivo é que você não apenas entenda o porquê de se sentir assim, mas que aprenda ferramentas reais para retomar o prazer nas coisas e a segurança em suas escolhas. Daniele Barros. Psicóloga | CRP 09/008628 Equipe Espaço Único.
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Oi! Quais esportes indicados para quem tem ansiedade?
Oi! Quais esportes indicados para quem tem ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma excelente pergunta, pois movimentar o corpo é um dos remédios naturais mais potentes e eficientes que existem para o tratamento e o manejo da ansiedade. Quando colocamos o corpo em movimento, o cérebro instantaneamente começa a liberar hormônios fundamentais para o nosso bem-estar, ajudando a queimar o excesso de tensões acumuladas. Praticar uma atividade física não é apenas um cuidado com a estética ou com a saúde do coração, mas sim um pilar indispensável para restabelecer o equilíbrio da nossa mente. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te mostrar quais são as modalidades mais indicadas para acalmar uma mente ansiosa. Nós costumamos dividir essas atividades em dois grandes grupos, pois cada um atua de uma forma diferente e benéfica no nosso sistema nervoso.
O primeiro grupo envolve as atividades aeróbicas de ritmo contínuo, como a corrida, a caminhada rápida, a natação e o ciclismo. Esses esportes funcionam como uma verdadeira válvula de escape para o estresse. Quando a ansiedade está alta, o corpo fica inundado de adrenalina e cortisol, gerando aquela sensação de agitação, tremedeira e o coração acelerado. Os exercícios aeróbicos pegam toda essa energia represada e a gastam de forma saudável. Além disso, o foco na respiração compassada e no ritmo repetitivo dos passos, das braçadas ou das pedaladas ajuda a distrair a mente dos pensamentos repetitivos e preocupantes, trazendo uma sensação de relaxamento profundo logo após o término do treino. O segundo grupo engloba as práticas que exigem alta concentração e foco na consciência corporal, como o Yoga, o Pilates e as artes marciais. Pessoas ansiosas tendem a viver muito no futuro, imaginando problemas ou tentando controlar o que ainda não aconteceu. Modalidades como o Yoga e o Pilates exigem que você preste atenção absoluta no alinhamento do seu corpo, no equilíbrio e na sua respiração no momento presente. Se a sua mente se distrair com uma preocupação, você perde o equilíbrio da postura. Esse treino constante de trazer a atenção de volta para o "aqui e agora" é um exercício prático idêntico ao que fazemos na psicoterapia para desarmar as crises de ansiedade. Da mesma forma, as artes marciais ajudam a canalizar sentimentos de irritação ou impaciência, promovendo disciplina e autocomunicação. É importante destacar que o melhor esporte para a ansiedade sempre será aquele que você consegue incluir na sua rotina com prazer, e não como uma obrigação massacrante. Se a própria escolha da atividade ou a cobrança por desempenho te gerarem sofrimento, o efeito pode ser o oposto. Começar devagar, respeitando os limites do seu corpo e celebrando cada pequena ida ao treino, é o segredo para construir consistência.
Embora o esporte seja um aliado maravilhoso, o tratamento completo da ansiedade exige que a gente cuide também da raiz emocional desses medos e preocupações no consultório. A psicoterapia baseada na TCC oferece o espaço ideal para você compreender os gatilhos da sua ansiedade, aprender técnicas de regulação fisiológica e mudar a forma como você reage aos desafios do cotidiano. Eu e minha equipe na Clínica Espaço Único estamos à sua inteira disposição no consultório para te acolher de forma segura, ajudando você a alinhar o cuidado do corpo com o da mente para que você resgate a leveza, a segurança e a paz que tanto merece.
Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Como funciona a Terapia Cognitiva Comportamental ?
Como funciona a Terapia Cognitiva Comportamental ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, convido você a imaginar sua mente como um sistema de navegação que, por vezes, opera com mapas desatualizados. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é o método científico que nos permite atualizar esses mapas, transformando a maneira como você se sente ao mudar a maneira como você percebe o mundo. O lado emocional do nosso cérebro — o sistema límbico — muitas vezes reage a situações do presente com dores e medos do passado. A TCC atua justamente nesse ponto de conexão. Ela se baseia no princípio de que não são os acontecimentos em si que nos causam sofrimento, mas sim a interpretação que damos a eles. Quando seus pensamentos são dominados por padrões rígidos ou negativos, seu corpo e suas emoções respondem com ansiedade, desânimo ou estresse. Na prática, nosso trabalho funciona como uma parceria colaborativa. Nós identificamos esses "erros de processamento" (pensamentos disfuncionais) e aplicamos técnicas estruturadas para testar a realidade deles. Ao treinar seu cérebro para adotar perspectivas mais funcionais e saudáveis, você experimenta um alívio emocional imediato e aprende a modificar comportamentos que antes pareciam automáticos e paralisantes. A TCC é amplamente recomendada porque foca no seu "aqui e agora", oferecendo ferramentas práticas para que você se torne o próprio terapeuta a longo prazo. É uma abordagem que respeita o seu tempo, mas que não abre mão da eficiência e da clareza nos resultados. Iniciar esse processo é permitir que sua razão e sua emoção caminhem em harmonia. Você merece um espaço onde sua história seja acolhida com empatia e transformada com o rigor da ciência. É hora de retomar o controle e escrever novos capítulos com mais leveza e segurança. Daniele Barros CRP 09/008628
Equipe Espaço Único
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga TCC com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a sua orientação sexual não anula o fato de que o cérebro social pode travar diante do que ele interpreta como um "teste" de alto impacto. Essa dificuldade em falar com mulheres, muitas vezes, não é falta de habilidade nata, mas sim um excesso de monitoramento interno.
Para tratar essa questão de forma eficaz e duradoura, a abordagem que mais apresenta resultados baseados em evidências científicas é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). E não estou dizendo isso somente porque é a minha abordagem; na verdade, essa é a minha abordagem porque sou muito comprometida com o sucesso dos meus pacientes e escolho ferramentas que realmente devolvem a autonomia a eles.
Quando você se sente paralisado, seu cérebro está sendo inundado por pensamentos automáticos sobre desempenho e medo do julgamento, o que ativa o seu sistema de ameaça e desliga a sua espontaneidade. Na terapia, trabalhamos para entender que a mulher à sua frente não é um "juiz", mas uma pessoa que também possui suas próprias inseguranças. Através da reestruturação cognitiva, nós "limpamos" essas lentes distorcidas que fazem a interação parecer uma missão impossível. Aliado a isso, utilizamos o treino de habilidades sociais para que você adquira o que chamamos de repertório comportamental: técnicas de conversação, leitura de sinais não verbais e, principalmente, a gestão da ansiedade no momento da abordagem.
O grande segredo da terapia aplicada à interação é transformar o medo em curiosidade. Enquanto você estiver focado em "não falhar", seu cérebro estará em modo de sobrevivência. Quando mudamos o foco para a conexão real, o sistema de recompensa assume o controle, liberando dopamina e tornando o diálogo fluido e prazeroso. Viver esquivando-se dessas interações gera um custo emocional alto, pois limita suas chances de construir relacionamentos significativos e afeta sua percepção de capacidade masculina.
A maior indicação que posso te dar é não aceitar essa trava como um destino final. Buscar um psicólogo especialista em TCC permitirá que você treine seu cérebro para navegar nessas interações com a naturalidade de quem sabe que o valor de uma conversa está na autenticidade, e não na perfeição. O seu bem-estar e a sua autoconfiança são investimentos que transformarão todas as áreas da sua vida, permitindo que você ocupe seu espaço no mundo com segurança e leveza.
Daniele Barros
Psicóloga | CRP 09/008628
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Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer
Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer que é fobia social ou eu sou antissocial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a sensação de que cada encontro social é um "teste" de alto risco é uma dor silenciosa. Muitas vezes, você acredita que é apenas um traço de personalidade, mas esse receio que trava a fala e acelera o coração indica que o seu sistema de alerta emocional pode estar operando em uma frequência de proteção muito alta.
Embora sejam necessários outros elementos para um fechamento clínico, esses sintomas são indicativos de um padrão que você desenvolveu para se sentir seguro, mas que agora limita sua liberdade. Na Terapia Cognitivo-Comportamental - TCC, não buscamos apenas um "nome" para o que você sente, mas sim compreender as engrenagens por trás do seu desejo de se isolar. É um trabalho de parceria onde investigamos juntos os pensamentos que surgem antes mesmo de você entrar em uma sala. Através de protocolos realizados em cooperação, o objetivo é que você recupere o prazer de ser ouvido.
Este acolhimento técnico é apenas o começo de um trabalho profundo realizado no processo de psicoterapia. O sucesso do tratamento reside em devolver a você a previsibilidade: a confiança de saber que você tem os recursos necessários para navegar com calma em qualquer ambiente.
Daniele Barros - CRP 09/008628
Perguntas frequentes
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Minha dieta feita pelo nutricionista é bem pobre em gorduras e pelo grau da obesidade fui ao endocri
O orlistate ainda pode fazer efeito mesmo quando a alimentação é pobre em…