Perguntas do paciente (296)
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Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de
Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quero que você saiba, do fundo do meu coração, que eu sinto muito por você estar passando por esse sofrimento tão avassalador. O medo constante é exaustivo, e o cansaço que você sente de viver acuada por essas sensações é legítimo. Mas eu preciso te dizer algo muito importante: é perfeitamente possível voltar a se sentir segura e ter a sua vida de volta. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar o que está acontecendo com você, porque entender o problema é o primeiro passo para vencê-lo. O que você sente quando tenta sair de casa — essa sensação de que o coração vai explodir, o aperto no peito, o medo de morrer e a impressão de que vai desmaiar — pode ser a resposta física de uma crise de ansiedade aguda (muitas vezes ligada ao pânico ou à agorafobia, que é o medo de ficar em lugares onde você sente que seria difícil escapar ou receber ajuda). Quando o seu médico diz que "é ansiedade", ele está te dando uma notícia boa, embora não pareça: ele está confirmando que o seu coração e o seu corpo estão fisicamente saudáveis, mas o seu sistema de alarme está disparando na hora errada. Para começar a retomar o controle hoje mesmo, existem algumas atitudes práticas que você pode adotar: Quando o coração apertar, em vez de pensar "eu vou morrer", diga para si mesma: "Meu coração está acelerado porque meu alarme disparou, mas eu estou fisicamente segura e isso vai passar em alguns minutos". Deixar a onda da ansiedade vir e ir embora, sem lutar, diminui a força dela. Busque ajuda profissional especializada: A medicação passada pelo médico ajuda a baixar a intensidade física desse alarme, mas é a psicoterapia através da TCC que vai te ensinar a desarmar os pensamentos de medo que sustentam esse ciclo. Você passou tempo demais vivendo sob o comando do medo, e é completamente compreensível que se sinta esgotada. A terapia é o lugar onde vamos, passo a passo, devolver a você a liberdade de caminhar na rua, de respirar fundo e de voltar a se reconhecer. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?
A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero começar dizendo: que pergunta importante você trouxe! É muito comum confundirmos os dois conceitos, pois eles caminham quase sempre de mãos dadas, mas há uma diferença sutil e valiosa para o tratamento. A timidez, em sua essência, pode ser compreendida como um traço de personalidade ou uma tendência comportamental de maior reserva e cautela em situações sociais. No entanto, o que muitas vezes chamamos de "causa" é, na verdade, a ansiedade social atuando como o combustível que intensifica esse desconforto. Ou seja, não é necessariamente a ansiedade que "cria" a timidez, mas é o nível elevado de ansiedade que torna a timidez limitante. Quando esse sentimento se torna desproporcional, ele gera sintomas físicos e pensamentos de autocrítica que paralisam o indivíduo. O objetivo do trabalho terapêutico não é extinguir a personalidade do paciente, mas sim fornecer ferramentas para manejar essa ansiedade, permitindo que a pessoa transite pelo ambiente social com mais autonomia e menos sofrimento.
Com carinho,
Daniele Barros
Psicóloga | CRP 09/008628
Equipe Clínica Espaço Único
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Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is
Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sensação de viver em um estado de alerta constante, onde você gasta uma energia imensa vigiando e conferindo tudo, e ainda assim o que você mais teme acontece, é verdadeiramente esgotadora. Essa dinâmica gera um ciclo de frustração e angústia que parece não ter fim, pois drena suas forças e faz com que você duvide da sua própria capacidade. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te ajudar a entender o que está acontecendo nos bastidores da sua mente. Existe um paradoxo muito comum na psicologia: quanto mais ansiosos e focados em "não errar" nós estamos, mais sobrecarregamos a nossa atenção. Quando você vive com medo de perder algo, o seu cérebro interpreta que você está em perigo constante. Esse estado de hipervigilância faz com que você execute as ações de guardar, conferir e cuidar de forma automática, guiada pelo desespero e não pela presença. O resultado é que você não registra a memória do que fez e, logo em seguida, a dúvida aparece, alimentando a necessidade de conferir tudo de novo. O sofrimento não vem apenas do objeto perdido, mas da sensação de falta de controle. A psicoterapia é o espaço ideal para compreender a raiz desse medo de perder, que muitas vezes está ligado a uma exigência muito alta de perfeição ou ao controle excessivo. Na terapia, trabalhamos para desacelerar esses pensamentos e treinar a sua mente para tolerar a incerteza com mais serenidade. Você não precisa viver refém dessa vigilância exaustiva. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Para um adulto que é autista , existe algum tratamento para facilitar o convívio social?
Para um adulto que é autista , existe algum tratamento para facilitar o convívio social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas vezes, o adulto autista gasta uma energia monumental tentando se adaptar ou mascarar suas características para se encaixar nos padrões sociais, um esforço exaustivo que pode gerar isolamento, frustração e crises de ansiedade. Quero acolher essa dúvida com muita empatia, esclarecendo que o objetivo do tratamento não é mudar quem a pessoa é, mas sim fornecer recursos para que ela transite pelo mundo com mais segurança, autonomia e menos sofrimento. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de explicar que sim, existem intervenções altamente estruturadas e eficazes para essa finalidade. A psicoterapia é o pilar central desse desenvolvimento e olhar para essas necessidades com mais atenção no consultório é o movimento definitivo para desatar esses nós e construir uma rotina com mais equilíbrio. Diferente da abordagem com crianças, o foco no adulto é totalmente voltado para as metas práticas do seu dia a dia e para a validação de sua identidade. Na TCC, o trabalho no consultório oferece ferramentas concretas voltadas para as principais demandas do convívio social. Através do Treino de Habilidades Sociais (THS), o paciente aprende a decodificar as nuances da comunicação humana que não parecem naturais para ele, como a interpretação de ironias, duplos sentidos, expressões faciais e o momento certo de iniciar ou encerrar uma conversa. Também trabalhamos a flexibilidade cognitiva, ajudando a mente a lidar melhor com imprevistos nas interações, e desenvolvemos estratégias de regulação emocional para manejar a sobrecarga sensorial e o estresse que ambientes muito povoados costumam causar. Além disso, a terapia é um espaço fundamental para desarmar pensamentos automáticos de inadequação e reestruturar a autoconfiança. Logo após o início do processo terapêutico no consultório, a própria psicóloga conseguirá avaliar se o desgaste gerado pelas dificuldades sociais desencadeou quadros associados, como a ansiedade social ou a depressão, orientando, se necessário, uma consulta com um médico psiquiatra. O suporte medicamentoso, quando indicado de forma multidisciplinar, ajuda a modular a ansiedade e a irritabilidade, oferecendo a estabilidade biológica necessária para que o adulto coloque em prática o que aprende nas sessões. Buscar essa ajuda especializada é o caminho para conquistar interações muito mais leves e autênticas. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual med
O que devo fazer pra cura essa Tricotilomania? Tem algum remédio que alivia esse sintomas e qual medico especializado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero te dizer primeiro que esse comportamento é uma forma que a mente encontra de tentar aliviar uma ansiedade ou tensão que está difícil de carregar. Sei que muitas vezes o ato de arrancar o cabelo acontece de forma quase automática e, logo depois, vem um sentimento de culpa ou o desejo de se esconder. O ponto principal que você precisa saber é: o primeiro passo para a melhora é não tentar lutar sozinho. O tratamento para esse quadro é um processo conjunto. O médico indicado para avaliar a necessidade de auxílio biológico é o Psiquiatra. Ele pode prescrever medicações que funcionam como uma espécie de "freio" para aquela vontade incontrolável que surge de repente, ajudando a acalmar o sistema nervoso. No entanto, o remédio cuida do sintoma físico, mas é a psicoterapia que vai ensinar a lidar com a causa emocional.
Dentro do processo de terapia, o trabalho funciona como uma investigação detalhada. O objetivo é descobrir quais são os gatilhos — ou seja, aqueles momentos específicos em que a mão vai até o cabelo, seja por tédio, preocupação ou até assistindo TV. Ao buscar profissionais qualificados e especialistas, você terá acesso a técnicas que ensinam a "enganar" esse impulso e a proteger o seu corpo. É um caminho de paciência, mas com o apoio técnico correto, é perfeitamente possível recuperar o controle, proteger sua autoestima e viver com muito mais tranquilidade.
Daniele Barros.
Psicóloga | CRP 09/008628
Equipe Espaço Único.
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Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e t
Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e tomei Citalopram, depois mudei para o Exodus. agora parei com tudo uns 5 dias.Tenho Sindrome do Panico a muitos anos, com a morte da minha irma fiquei com depressao severa.Os medicamentos nao ajudam muito.Nem Terapia.Me isolei de todos, penso na minha irma toda hora, nao posso falar sobre o assunto com ninguem desde o falecimento dela.Nem com minha familia.Ninguem fala sobre a morte dela.Sei que meu pai esta tao mal quanto eu.Mas o resto , vida que segue.Eu nao consigo seguir minha vida, talvez por isso.Fiz tratamento com uma psicologa que nao ajudou nada.Agora sem medicaçao parece que foi ontem que aconteceu tudo.Lembro da minha irma ali sendo velada.Minha querida e amada irma.Choro muito.Dificil de acreditar.Ela estava me ajudando a superar minhas crises, de repente ela fica doente e morre.Nao moramos no mesmo Estado.Minha familia toda mora em Curitiba .Eu e meu filho em Santa Catarina, Bombinhas.Eramos muito unidas sempre. Agora me sinto perdida e sem rumo.Nao posso falar da minha dor.Remedios apenas aliviam no momento.O que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a dor de perder uma irmã que era o seu porto seguro é um dos pesos mais difíceis que uma pessoa pode carregar. Sinto muito que você esteja atravessando esse deserto de silêncio há quatro anos, sentindo que o tempo parou naquele velório enquanto o mundo ao redor insiste em "seguir a vida". Quando a pessoa que nos ajudava a enfrentar nossas crises parte de forma tão inesperada, é natural sentir-se perdida e sem rumo em Bombinhas, longe do restante da família em Curitiba. Esse isolamento emocional, onde você não pode falar da sua amada irmã, nem com aqueles que você compartilha o mesmo sangue, transforma o luto em uma ferida que não consegue cicatrizar, mantendo o trauma vivo como se tivesse acontecido ontem. Compreendo perfeitamente o seu desânimo com tratamentos anteriores; é profundamente doloroso buscar ajuda e sentir que "nada resolve". No entanto, quero te dizer com toda a honestidade e carinho: o fato de uma experiência com uma psicóloga não ter funcionado não significa que a terapia não seja para você, mas sim que aquela conexão específica não floresceu. A empatia e a confiança são os alicerces de qualquer processo terapêutico e, às vezes, precisamos de tempo e de diferentes tentativas para encontrar a profissional com quem nos sentimos verdadeiramente seguras para nos abrir e permitir esse cuidado. Existem muitas formas de acolhimento e profissionais com olhares distintos que podem, sim, ajudar a dar um novo significado a essa dor, respeitando o tempo sagrado que a sua relação com sua irmã merece. Outro ponto essencial é entender que, embora os remédios como o Rivotril ou o Exodus aliviem o aperto no peito no momento, eles atuam apenas na superfície dos sintomas físicos da sua síndrome do pânico e da depressão. A medicação é como um apoio para que você consiga respirar, mas é a terapia que mergulha no evento que atravessou a sua vida de forma tão intensa. É no espaço terapêutico que você finalmente terá permissão para falar tudo o que o silêncio da família em Curitiba te impede; lá, a morte da sua irmã deixa de ser um tabu e passa a ser uma história de amor que precisa ser contada para que o peso da perda se transforme em uma saudade que permita, aos poucos, o retorno do seu fôlego. Buscar um novo acompanhamento profissional é o passo mais corajoso para quem deseja que o rumo da própria vida seja reencontrado, não para esquecer sua irmã, mas para honrar a memória dela vivendo com um pouco mais de paz. Acredite que é possível reconstruir a sua segurança interna, onde as lembranças dela voltem a ser um colo e não apenas um gatilho de dor. O meu papel, e o de tantos colegas comprometidas, é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para essa travessia, acolhendo cada lágrima e celebrando o momento em que você conseguir olhar para o horizonte de Santa Catarina e sentir que sua irmã seguirá como parte importante da sua história. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin
Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga TCC com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que sinto muito por tudo o que você atravessou. Salvar a vida de alguém que amamos, especialmente uma mãe, é um evento de um impacto emocional imensurável que o seu cérebro processou como um estado de guerra. É perfeitamente compreensível que, após meses segurando esse peso, o seu sistema tenha entrado em colapso agora; o desânimo e a confusão que você sente não são sinais de fraqueza, mas sim o seu organismo exausto por ter operado no modo de sobrevivência por tanto tempo. É fundamental compreender que, embora a medicação seja um suporte valioso para estabilizar os neurotransmissores, ela não consegue processar memórias traumáticas ou reorganizar os significados que ficaram fragmentados após um evento tão forte. Por isso, a ciência é categórica ao afirmar que o padrão ouro para o tratamento da depressão e do estresse pós-traumático é o acompanhamento conjunto por profissionais da saúde, unindo o cuidado do psiquiatra ao suporte estratégico do psicólogo.
Minha opção pela TCC nasceu da minha busca constante por oferecer o que há de mais moderno e eficaz na ciência da mente, pois sou movida pelo desejo de ver meus pacientes retomarem o controle de suas vidas através de resultados reais. Utilizo essa abordagem justamente por acreditar que a qualidade de vida é um direito que deve ser resgatado com respeito, técnica e, acima de tudo, previsibilidade. Entendo perfeitamente o seu receio por conta de experiências passadas que não atenderam às suas expectativas, mas o que propomos aqui é uma dinâmica de trabalho em cooperação absoluta, onde não ficamos apenas na fala livre, mas utilizamos protocolos e recursos estruturados que funcionam como uma bússola para o seu cérebro encontrar o caminho de volta para a luz. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos com as engrenagens do presente, oferecendo ferramentas que você consegue sentir o efeito no seu dia a dia, transformando a paralisia em pequenas vitórias que liberam a dopamina que a medicação, sozinha, não está mais conseguindo manter.
Essa indicação do seu psiquiatra para iniciar a terapia é, na verdade, o convite para a sua verdadeira jornada de cura. Este acolhimento técnico é apenas o começo de um trabalho profundo realizado no processo de psicoterapia, onde cada sessão é planejada para que você deixe de ser refém das suas emoções e passe a ser o mestre da sua própria mente. Você já provou ser incrivelmente forte ao cuidar de quem ama; agora, é o momento de permitir que a ciência e o cuidado profissional cuidem de você. O trabalho em conjunto entre psicólogo e psiquiatra é a ponte mais segura para que esse desânimo atual se transforme em uma nova fase de estabilidade e esperança, onde você não apenas sobrevive, mas volta a viver com plenitude.
Daniele Barros
Psicóloga | CRP 09/008628
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Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv
Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que essa sensação de "respiração limitada", que oscila entre momentos de alívio e de sufocamento, provavelmente possui uma lógica biológica e emocional muito profunda. É extremamente comum que, após descartar causas orgânicas em exames de coração e pulmão, a pessoa se sinta confusa, mas o que você descreve é um dos sintomas físicos mais frequentes da ansiedade. Quando estamos sob estresse ou alerta constante, o nosso corpo ativa o sistema de "luta ou fuga", tensionando os músculos do tórax e alterando o ritmo da respiração sem que a gente perceba, criando a nítida impressão de que o ar não completa o seu caminho. Sob a perspectiva da TCC, essa falta de ar que "vai e vem" é uma resposta do seu sistema nervoso a pensamentos ou situações que ele interpreta como perigosas, mesmo que você não esteja em uma situação de risco real no momento. Essa tensão muscular na região do peito e do diafragma faz com que a respiração se torne mais curta e superficial, o que gera a sensação de que o pulmão não expande totalmente. O tratamento para esse incômodo envolve um acolhimento sensível para identificar quais são os gatilhos emocionais que estão mantendo o seu corpo nesse estado de prontidão. Através da reestruturação cognitiva, ajudamos o seu cérebro a entender que essas sensações físicas são seguras e passageiras, desarmando o ciclo de medo que alimenta a própria falta de ar. A TCC é fundamental para casos como o seu porque oferece ferramentas práticas, como o treinamento de respiração diafragmática, que ensina o seu corpo a relaxar voluntariamente e a retomar o fôlego natural. Buscar um psicólogo da TCC é o caminho ideal para que você desenvolva a autonomia necessária sobre o seu bem-estar, transformando o pânico de "não conseguir respirar" em uma compreensão clara de como a sua mente e o seu corpo interagem. Unir o suporte técnico a um olhar genuinamente humano permite que você recupere a leveza de respirar fundo e sem esforço, devolvendo o conforto ao seu dia a dia e celebrando cada momento em que você se sentir novamente no controle da sua própria vitalidade. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Como superar os pensamentos intrusivos? Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!
Como superar os pensamentos intrusivos?
Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te acolher e explicar o que está acontecendo. A chegada da gravidez e do pós-parto traz uma das maiores transformações hormonais, neurobiológicas e psicológicas que o corpo humano pode experimentar. Esse turbilhão, somado à privação de sono e ao peso imenso da responsabilidade de cuidar de uma nova vida, deixa o sistema de alerta do cérebro em "carne viva". É nesse cenário de exaustão e hipervigilância que surgem os pensamentos intrusivos. Eles são ideias, imagens ou impulsos bizarros, violentos ou inadequados que invadem a mente do nada. A grande armadilha é que, por ser uma mãe amorosa e protetora, você se choca com o pensamento e começa a lutar contra ele, pensando: "Como posso ter uma ideia dessas? Será que sou um monstro?". É essa sua rejeição ao pensamento que faz com que ele grude na sua mente e volte cada vez mais forte. Ter o pensamento intrusivo não significa que você quer fazer aquilo ou que aquilo vai acontecer. O pensamento é apenas um "alarme falso" de um cérebro sobrecarregado tentando prever perigos. Ele não define o seu caráter. Quanto mais você tenta expulsar o pensamento, mais força ele ganha. Quando uma imagem ruim vier, não tente se explicar ou se culpar. Apenas reconheça: "Olha só, minha ansiedade criando mais uma história assustadora". Deixe o pensamento ali, sem dar corda a ele, e volte a focar no que você estava fazendo no presente. A psicoterapia através da TCC é o padrão-ouro para o manejo de pensamentos intrusivos e ansiedade perinatal. Nós ensinamos o seu cérebro a tolerar o desconforto dessas ideias sem que você precise entrar em pânico ou criar rituais para se certificar de que está tudo bem. A maternidade já é uma jornada incrivelmente exigente por si só, e tentar carregar o peso do medo e da culpa em segredo torna tudo muito mais difícil. Você merece vivenciar esse momento com mais leveza e segurança. A terapia será o seu espaço de refúgio, livre de julgamentos, para devolver o controle da sua mente e a paz que você precisa para cuidar de si e do seu bebê. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?
Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que diferente da ansiedade comum — aquela que sentimos antes de um encontro ou de uma prova e que nos ajuda a ter foco —, o transtorno ocorre quando o nosso "alarme interno" de perigo trava no modo ligado. É como se o seu sistema de segurança estivesse disparando sirenes altas para um risco que não existe no presente, transformando a preocupação em um estado constante de alerta que esgota a mente e o corpo. O que o transtorno de ansiedade afeta na pessoa vai muito além de "ficar nervoso"; ele atinge todas as esferas da vida. No corpo, ele se manifesta através de tensões musculares, palpitações, fadiga crônica e alterações no sono e na digestão, pois o organismo gasta uma energia imensa tentando "sobreviver" a ameaças imaginárias. Na mente, ele afeta a capacidade de concentração, gera pensamentos catastróficos sobre o futuro e uma insegurança que pode paralisar decisões simples. Socialmente, a pessoa pode começar a evitar lugares ou situações por medo de passar mal ou de ser julgada, o que acaba diminuindo o seu mundo e a sua liberdade. Sob a perspectiva da TCC, entendemos que o transtorno de ansiedade é alimentado por um ciclo entre pensamentos, sentimentos e comportamentos. Quando você pensa que algo terrível vai acontecer, o seu corpo reage com desconforto, e o seu comportamento passa a ser o de "fuga" ou "evitação". O tratamento foca em quebrar esse ciclo, ensinando o seu cérebro a recalibrar esse alarme. Através da reestruturação cognitiva, trabalhamos para identificar esses pensamentos automáticos e substituí-los por uma visão mais realista e segura, devolvendo a você o protagonismo da sua própria história. Buscar um psicólogo da TCC é o caminho ideal para que você desenvolva a autonomia necessária sobre o seu bem-estar, aprendendo ferramentas práticas para silenciar esse ruído constante. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
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Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo
Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que esse peso de carregar o mundo — a casa, as finanças e os filhos — praticamente sozinha é uma carga exaustiva que silencia a sua própria voz, e agradeço por poder responder a sua pergunta. Sentir-se invisível dentro do próprio lar e perceber que o isolamento do outro é a resposta para as frustrações dele cria um abismo de solidão acompanhada que dói profundamente. É natural que você se sinta desamparada quando a responsabilidade é compartilhada apenas no papel, mas na prática recai sobre os seus ombros, especialmente quando a sua dor parece não encontrar eco no coração de quem deveria ser seu parceiro de jornada. O tratamento para quem vive sob essa dinâmica de sobrecarga envolve, antes de tudo, um acolhimento profundo voltado para você, para que possamos entender como a sua história e a sua autoestima foram sendo moldadas. Através de uma abordagem que olha para o seu presente com extrema gentileza, buscamos fortalecer a sua percepção de valor próprio, ajudando você a reencontrar os seus limites e os seus desejos que ficaram soterrados pela rotina e pelas cobranças. É um processo de reconstrução interna onde o foco deixa de ser apenas o comportamento do outro e passa a ser a reconquista da sua própria força, permitindo que você volte a ocupar o centro da sua vida com segurança e dignidade. Nesse caminho de cuidado, utilizamos estratégias sensíveis para que o seu sistema emocional recupere o equilíbrio, oferecendo ferramentas práticas para que você aprenda a lidar com o desgaste dessas interações sem se perder de si mesma. Buscar um psicólogo da TCC é o caminho ideal porque essa modalidade oferece o suporte necessário para que você desenvolva uma nova clareza mental, fortalecendo a sua capacidade de se posicionar de forma assertiva e consciente. Ao investir no seu autoconhecimento, você ganha a autonomia necessária para reavaliar todas as relações da sua vida, começando por essa dinâmica conjugal, mas a partir de uma perspectiva de quem agora conhece e honra as próprias necessidades. Daniele Barros Psicóloga | Equipe Espaço Único
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Tenho 17 anos, ando me sentindo muito triste mas n sei o motivo ao certo, ando me sentindo muito soz
Tenho 17 anos, ando me sentindo muito triste mas n sei o motivo ao certo, ando me sentindo muito sozinha, incapaz, insuficiente e confusa, tenho dificuldade em manter as pessoas perto, e nunca me envolvi amorosamente, será q tenho depressão? Devo procurar um profissional? Ou é só confusões da adolescência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que aos 17 você está vivendo uma fase de transição intensa, e é comum que surjam dúvidas sobre quem somos e como nos relacionamos com o mundo. No entanto, quando sentimentos de incapacidade, solidão e insuficiência se tornam constantes, eles deixam de ser apenas "confusões da idade" e passam a ser sinais de que seu emocional está sobrecarregado.
Muitas vezes, a tristeza não tem um "motivo óbvio" como uma briga ou uma perda; ela pode surgir de uma forma de olhar para si mesma que foi se tornando muito crítica ao longo do tempo. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que pensamentos como "sou insuficiente" ou "sou incapaz" funcionam como lentes que embaçam a nossa visão, dificultando até mesmo a nossa conexão com as pessoas. Sobre nunca ter se envolvido amorosamente, lembre-se de que cada pessoa tem seu próprio tempo, e a pressão social às vezes nos faz sentir que estamos "atrás", quando na verdade estamos apenas vivendo a nossa própria história. Será que é depressão? Só um profissional poderá te dar esse diagnóstico após uma conversa cuidadosa, mas o mais importante agora não é o rótulo, e sim o fato de você estar sofrendo. Buscar um psicólogo não é "coisa de quem está doente", mas sim de quem quer se entender e se sentir melhor. Um profissional será seu aliado para ajudar a organizar essa confusão, fortalecer sua autoestima e te ensinar ferramentas para lidar com a ansiedade social e o medo da solidão. Como você tem 17 anos, precisará do apoio de um responsável para iniciar, mas o espaço da terapia será um lugar seguro e só seu. Com carinho, Daniele Barros
Psicóloga | CRP 09/008628
Equipe Espaço Único
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Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.
Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC e quero iniciar reconhecendo que conviver com o transtorno bipolar há duas décadas exige uma resiliência admirável, e é profundamente compreensível que, diante de um episódio depressivo prolongado, surjam questionamentos sobre a possibilidade de cura. Dentro da perspectiva clínica e científica, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos com o conceito de estabilização e remissão de sintomas em vez de cura definitiva. Por se tratar de uma condição crônica com bases biológicas, o objetivo do tratamento é proporcionar ao paciente o gerenciamento eficaz do humor, permitindo que ele retome o protagonismo de sua história e minimize o impacto das oscilações em sua rotina. A melhora da depressão no contexto do transtorno bipolar é perfeitamente possível através de um trabalho multidisciplinar que une o ajuste medicamentoso especializado à psicoterapia focada em estratégias práticas. Através da TCC, buscamos inicialmente a ativação comportamental, que auxilia o indivíduo a romper o ciclo de isolamento e desânimo por meio da reintrodução gradual de atividades significativas. Somado a isso, a psicoeducação permite que o paciente utilize sua própria experiência de 20 anos para identificar gatilhos precoces, enquanto o manejo de pensamentos disfuncionais e a organização rigorosa de hábitos de sono e rotina atuam como pilares fundamentais para a manutenção do equilíbrio emocional. É fundamental ressaltar que o diagnóstico não define o limite da sua felicidade ou da sua capacidade de realização. Embora a jornada apresente desafios persistentes, a aplicação de ferramentas terapêuticas atualizadas permite que você saia desse estado de estagnação e construa uma vida com qualidade e propósito. Se hoje a sensação é de desesperança, este pode ser o momento oportuno para revisar as estratégias de cuidado e buscar um acompanhamento que acolha sua trajetória com a profundidade e a técnica necessárias para a sua estabilização. Com carinho, Daniele Barros. Psicóloga | CRP 09/008628 Equipe Espaço Único
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Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e
Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga TCC com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que o que você está sentindo tem um nome e uma explicação neurológica: trata-se da fadiga por compaixão. O seu desejo de ajudar é uma das qualidades mais nobres do ser humano, mas quando tentamos carregar um fardo que não nos pertence, nosso próprio sistema emocional entra em colapso.
Sua tristeza e confusão são sinais de alerta do seu cérebro, indicando que você ultrapassou o limite da "escuta amiga" e entrou em uma zona de sobrecarga emocional. Para entender melhor, imagine que a empatia funciona como uma ponte: se passarem caminhões pesados demais por uma estrutura que não foi projetada para esse peso, a ponte cederá.
Ao tentar ser a "terapeuta" da sua colega, você corre o risco de, sem querer, atrasar o tratamento especializado que ela realmente precisa. A depressão é uma condição clínica complexa que exige intervenção profissional. Quando você se coloca nesse papel, ambos saem prejudicados: você adoece pelo excesso e ela não recebe o suporte técnico necessário para a recuperação.
Você não precisa parar de ser amiga dela, mas precisa parar de ser o "depósito" das dores dela. Oriente-a, com carinho, a buscar um psicólogo ou falar com os pais/responsáveis. Sugiro que diga algo como: "Eu me importo muito com você, e justamente por isso, vejo que você precisa de alguém que saiba exatamente como te tirar desse lugar. Eu não tenho as ferramentas técnicas para isso e me sinto mal por não conseguir resolver."
O seu bem-estar é o seu bem mais precioso. Se você não está bem, não consegue iluminar o caminho de ninguém.
Investir na sua saúde mental agora é garantir que sua empatia continue sendo um dom, e não um fardo. Buscar ajuda para você e incentivar que ela faça o mesmo é a maior prova de amor e responsabilidade que você pode oferecer. Escolher se proteger é o primeiro passo para conseguir, de fato, fazer a diferença na vida de alguém.
Daniele Barros Psicóloga | CRP 09/008628
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Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional. As vezes tenho
Olá sou uma pessoa indecisa, principalmente no que diz respeito a area profissional.
As vezes tenho vontade de fazer uma faculdade mas alguns dias depois quero ser empreendedor, ja desejei
ser palestrante, mas nunca consigo tomar uma decisão. O eu que faço?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que sei o quanto é desgastante sentir que a vida está em pausa enquanto todas as outras pessoas parecem ter um rumo definido. Essa confusão entre ser empreendedor, universitário ou palestrante não é um defeito seu; é o reflexo de uma mente que tem um grande potencial, mas que está sobrecarregada pelo medo de fazer a escolha errada e acabar perdendo tempo. Na verdade, o que você está vivenciando é uma armadilha comum: o seu cérebro tenta evitar o risco do erro e, para se proteger, acaba caindo na paralisia por análise. Quando não decidimos, gastamos uma energia mental enorme tentando sustentar cenários que ainda não existem, o que gera uma exaustão real. No entanto, é importante entender que a clareza raramente aparece antes da ação; ela é construída durante o caminho. Por isso, o caminho que faz mais sentido agora não é esperar por uma resposta mágica, mas investir em um processo de Orientação Vocacional e Profissional. Atualmente, esse trabalho substitui os antigos testes por uma estratégia moderna de mapeamento de competências e valores. Através da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos para "limpar" o ruído das dúvidas e fornecer os melhores critérios para a sua escolha. O objetivo é que você aprenda a dominar o processo de decisão, eliminando o peso que te trava hoje e transformando esse caos de ideias em um projeto de vida real, seguro e, acima de tudo, possível. Daniele Barros
Psicóloga | CRP 09/008628
Equipe Espaço Único
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Estou fazendo acompanhamento terapêutico mas há dias em que me desespero porque não consigo tomar
Estou fazendo acompanhamento terapêutico mas há dias em que me desespero porque não consigo tomar decisões. Meu cérebro fica pulando de uma alternativa para outra e todas têm o mesmo peso e me sinto paralisada com a angústia aumentando.que posso fazer nesses momentos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa sensação de ver o cérebro pulando de uma alternativa para a outra, onde tudo parece ter o mesmo peso e a mente simplesmente trava enquanto a angústia cresce no peito, é profundamente exaustiva. Quero acolher o seu desespero e te dizer que essa paralisia não é falta de capacidade ou fraqueza sua; é o seu cérebro operando sob uma sobrecarga emocional tão grande que o sistema de escolha acabou ficando congestionado. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e ao ler que você já está fazendo acompanhamento terapêutico, o meu principal conselho é: por favor, insista no seu processo. Você mencionou que há dias em que o desespero bate, e quando estamos no meio do tratamento, é muito comum termos a sensação de que deveríamos estar decidindo tudo com mais facilidade. O caminho da psicoterapia não é uma linha reta; ele tem altos e baixos, e talvez você só precise de um pouco mais de tempo para que as ferramentas comecem a se encaixar na sua rotina. Confie no percurso que você já iniciou. Como você está buscando entender o que fazer nesses momentos de crise, vale a pena considerar o papel da abordagem terapêutica. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) costuma oferecer uma resposta mais rápida e assertiva para esse tipo de sofrimento porque ela é focada no presente, estruturada e voltada para a ação prática. Enquanto outras abordagens mergulham profundamente no passado para entender as origens, a TCC foca em te dar ferramentas imediatas para o "aqui e agora", ajudando a desatar o nó no momento exato em que ele acontece. Leve esse seu relato e essa dificuldade exata para a sua próxima sessão. Compartilhar com o seu terapeuta esses dias de paralisia é o que vai permitir ajustar o mapa do seu tratamento. Não desista de você. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
Perguntas frequentes
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Minha dieta feita pelo nutricionista é bem pobre em gorduras e pelo grau da obesidade fui ao endocri
O orlistate ainda pode fazer efeito mesmo quando a alimentação é pobre em…