Perguntas do paciente (296)

  • Tenho muitas questões pessoais como medo de sair de casa ou medo de trabalhar. Simplesmente não cons

    Tenho muitas questões pessoais como medo de sair de casa ou medo de trabalhar. Simplesmente não consigo e infelizmente a independência é o maior dos meus sonhos. Infelizmente me casei com um rapaz que não quer crescer ele tem 28 anos parece ter 15 ... não quer fazer cursos para melhorar a nossa finança... já que não consigo trabalhar ele trabalha com meu pai... que não paga muito ... as despesas estão cada vez mais apertadas e sei que se ele tem possivelmente síndrome de Peter Pan há uma boa parcela de culpa minha e da minha família, mas deixar o controle da situação na mão dele me parece a pior ideia de todas... se não sou a escolher um aluguel mais barato então terei de lidar com muitas crises minhas, nao consigo respirar... entao vo la e faço a unica coisa que elw faz é dizer se gosta ou não... não tem responsabilidade financeira então se não policio nosso dinheiro é um fato a falência... me sinto sozinha e mt triste, não tenho culpa de ter uma mãe narcisista "com diagnostico" mas temos culpa pelos relacionamentos que nos metemos... não tive essa sorte de ter uma boa relação... não tive ajuda... crises são constantes o que devo fazer Para ser livre?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sinto muito que você esteja passando por tudo isso. Ao ler o seu desabafo, o que mais transparece é uma mulher de uma força gigantesca, mas que está exausta de ter que ser forte o tempo todo. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de te dar um abraço através das palavras e dizer que sua dor é legítima. O medo de sair de casa e a falta de ar que você sente não são sinais de fraqueza, mas sim o seu corpo e sua mente gritando por socorro. Você vive em um estado de alerta constante, tentando equilibrar as finanças, o casamento e o peso de uma história familiar difícil, e isso é humanamente desgastante. A liberdade que você tanto sonha começa pelo resgate da sua própria identidade. Por muito tempo, você foi ensinada a cuidar, a prever desastres e a carregar responsabilidades que não eram suas. Na terapia, o nosso foco será acolher essa menina que não teve a ajuda que precisava no passado e fortalecer a mulher que hoje deseja voar. Vamos trabalhar juntas para que você aprenda a respirar novamente, acalmando o medo e reconstruindo, passo a passo, a confiança de que você é capaz de caminhar pelo mundo com segurança. Você merece um lugar de descanso, não apenas físico, mas emocional. O caminho para a sua independência financeira e pessoal fica muito mais claro quando você não está mais sozinha no meio do furacão. O fortalecimento que você busca está na possibilidade de olhar para si mesma com mais compaixão e entender que você não precisa resolver a vida de todos para ter o direito de viver a sua. Estou aqui para segurar sua mão e te ajudar a transformar esse cansaço na liberdade que você sempre mereceu ter. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, gostaria de começar dizendo que essa é uma dúvida muito legítima e que toca no coração do que realmente fazemos em consultório. À primeira vista, pode parecer que o objetivo é "mudar" o pensamento, como se fôssemos substituir uma peça por outra, mas a verdade é muito mais profunda e humana do que isso. O nosso papel não é ditar como você deve pensar ou impor uma nova verdade, mas sim atuar como uma lanterna que ajuda você a enxergar caminhos que talvez o sofrimento tenha deixado na escuridão. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que não são os acontecimentos em si que nos fazem sofrer, mas sim a forma como os interpretamos. Muitas vezes, ao longo da vida, construímos lentes que acabam ficando embaçadas por traumas, medos ou inseguranças, fazendo com que o mundo pareça mais pesado ou ameaçador do que ele realmente é. O meu objetivo como terapeuta é convidar você a sentar comigo e, juntos, examinarmos essas lentes. Não se trata de pensar "positivo" de forma irrealista, mas de buscar um pensamento mais flexível, funcional e, acima de tudo, gentil com você mesma. Mudar a forma de pensar é, nesse sentido que apresento, é um processo de conquista de liberdade. É descobrir que você não precisa ser escrava de pensamentos que te colocam para baixo ou que te paralisam. Quando questionamos padrões rígidos, estamos abrindo espaço para novas emoções e comportamentos mais saudáveis. É um trabalho de parceria e muito respeito à sua história, onde o foco não é transformar você em outra pessoa, mas permitir que você seja a sua melhor versão, com mais clareza mental e equilíbrio emocional para enfrentar os desafios da vida.
    Com carinho,
    Daniele Barros.
    Psicóloga | CRP 09/008628
    Equipe Espaço Único.


  • Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.

    Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer, antes de tudo, que reconheço e valorizo muito a sua autonomia e a coragem de buscar ajuda. É um sinal de grande maturidade perceber que precisamos de apoio profissional. No entanto, legalmente e conforme as normas do Conselho Federal de Psicologia, para que um atendimento com menores de 18 anos aconteça, é obrigatória a autorização de ao menos um dos responsáveis legais. Isso ocorre porque, perante a lei, você ainda está sob a responsabilidade deles, e a participação da família é um respaldo de segurança para todos os envolvidos. Apesar dessa exigência inicial, quero te tranquilizar sobre um ponto fundamental: o sigilo profissional. Embora seus pais ou responsáveis precisem autorizar o início do acompanhamento e participem de entrevistas pontuais, o espaço da sessão é seu. O que você conversa com a sua psicóloga é protegido pelo sigilo, e os detalhes da sua fala não são repassados aos pais, exceto em situações muito específicas onde haja risco de vida para você ou para terceiros. Ao longo do processo, o foco total será na construção de um vínculo de confiança entre você e sua psicóloga, garantindo que você tenha um ambiente seguro e privado para organizar seus pensamentos e emoções através da TCC.
    Atenciosamente,
    Daniele Barros
    Psicóloga | CRP 09/008628
    Equipe Espaço Único


  • Não consigo sair do lugar. Sem querer adotei o sofá como a minha cama, eu passo dia e noite nele pro

    Não consigo sair do lugar. Sem querer adotei o sofá como a minha cama, eu passo dia e noite nele procurando incessantemente por entretenimento. As vezes passo dias deitado sem me levantar pra fazer nada e eu fico cada vez mais frustrado por isso e me culpando por tudo. Quando eu tento me levantar, é como se tivesse um peso enorme em cima de mim q me impede de me mexer e assim eu adio tudo por horas e horas, por mais simples q seja, desde ir ao banheiro até colocar uma blusa de frio. Não me sinto cansado e nem triste, pelo menos não o tempo todo, é como se fossem só aqueles 30 minutos depois do trabalho q vc deita um pouco pra relaxar, mas na verdade eu nunca to satisfeito, parece q nunca é suficiente. Até q chega um momento em q eu começo a me frustrar e me decepcionar comigo mesmo, tentar mudar, mas sempre acaba da mesma forma. Eu já procurei várias vezes o pq q isso tá acontecendo comigo, mas nunca encontrei nada parecido, se alguém puder me dar ao menos uma dica. Eu não aguento mais ser um peso morto, queria ser produtivo, mas cada dia q passa fica mais difícil

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Ler o seu relato me toca profundamente, porque consigo sentir a sua exaustão e a angústia de estar "preso" dentro do próprio corpo. Quero começar te dizendo algo que talvez você ainda não tenha conseguido dizer a si mesmo: você não é um "peso morto" e o que você está vivendo não é falta de vontade ou preguiça. O que você descreve — esse peso físico que impede o movimento e essa busca incessante por entretenimento para anestesiar o tempo — é um quadro clássico de paralisia emocional, que muitas vezes acompanha a depressão ou o esgotamento severo. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de explicar que esse "peso enorme" que você sente é real. Quando estamos em um nível de sofrimento muito alto, o nosso cérebro pode entrar em um modo de "congelamento" como defesa. Você busca o entretenimento no sofá não porque é prazeroso, mas porque é a única forma que sua mente encontrou para tentar lidar com uma frustração que se tornou insuportável. Esse ciclo de culpa que vem logo depois é o que alimenta o peso, tornando cada vez mais difícil se levantar no dia seguinte. A orientação que posso te dar hoje é: pare de tentar lutar contra esse peso sozinho e com as mesmas ferramentas que não funcionaram até agora. Na TCC, nós entendemos que, para sair desse estado, não adianta "querer ser produtivo" de uma hora para outra. Precisamos de estratégia e ferramentas adequadas. Você não encontrou nada parecido porque cada dor é única, mas eu te garanto que existe saída. Você merece voltar a ocupar a sua vida e sentir o prazer de realizar coisas simples sem que isso pareça uma montanha impossível de escalar. A psicoterapia é o lugar onde vamos retirar, tijolo por tijolo, esse peso de cima de você, para que você possa finalmente sair do sofá e se reencontrar. Estou à disposição para te ajudar a dar esse primeiro passo, com todo o respeito e acolhimento que o seu momento pede. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá, não sei ao certo qnd isso começou mas eu tenho mto medo de me socializar desde

    Olá,não sei ao certo qnd isso começou mas eu tenho mto medo de me socializar desde novinha(até certo tempo achei que eu só era tímida dms, mas agr não sei), não gosto mto de sair de casa e ir em lugares q tenho q ir sozinha, me comunicar sozinha, eu me apavoro me deixa ansiosa, faltava mto na escola mesmo gostando mto de estudar, tinha crises de ansiedade todos os dias antes de ir, até o pequeno ato de ir no supermercado me deixa nervosa. Entrei na academia por causa do meu corpo pois tenho a auto estima mto baixa por ser magra dms, estava animadíssima e mesmo com vergonha eu estava indo, porém de umas semanas pra cá, o medo de estar em um lugar mto cheio, medo de ser julgada e a ansiedade antes de ir estão me afetando lá tbm, e desde entt estou faltando na academia, invento até desculpas para faltar, mesmo sendo um lugar que quero muito ir. Tudo isso afeta muito minha vida, oq pode ser isso e oq posso fazer? Não quero mais ser assim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo o seu relato com muito acolhimento. Antes de qualquer coisa, quero celebrar esse seu desejo de mudança. Reconhecer que esse medo não é apenas "timidez" e decidir que você não quer mais viver limitada por ele é o passo mais corajoso e importante de todo o processo. Sinto muito que você esteja passando por esse pavor, mas saiba que essa sensação de ser julgada e a ansiedade que te faz faltar à escola ou à academia são desafios que, embora pareçam gigantes agora, podem ser transformados. O que você descreve — esse medo intenso de situações sociais, a preocupação excessiva com o julgamento alheio e a tendência de evitar lugares como o supermercado ou a academia — é muito característico do que chamamos de quadros de ansiedade. Sob a perspectiva da minha abordagem, entendemos que sua mente criou uma espécie de "escudo" para te proteger de um possível julgamento negativo, mas esse escudo acabou se tornando uma prisão que te impede de fazer o que você gosta. Na terapia, vamos trabalhar para identificar esses pensamentos que dizem que todos estão te olhando ou te julgando por ser magra. Buscar o apoio da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para que você pare de se limitar e comece a ocupar os espaços que deseja. Unir o suporte técnico a um olhar sensível à sua história permite que você recupere sua autoestima e aprenda a lidar com o ambiente da academia ou da rua de forma leve e segura. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada vez que você conseguir sair de casa com o coração mais tranquilo e confiante. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Desde criança sempre tive um medo absurdo de fazer as coisas de forma errada e acabar sendo avaliada

    Desde criança sempre tive um medo absurdo de fazer as coisas de forma errada e acabar sendo avaliada negativamente. Isso me afeta em qualquer situação, seja do cotidiano, da faculdade, relacionamentos, interações... Sempre deixo de fazer as coisas porque não me sinto capaz, fico insegura. Meu relacionamento deu errado porque eu deixava de fazer coisas simples, tinha medo de fazer algo errado na frente dele. Não conseguia beija-lo direito porque tinha muito medo de beijar errado e sempre acabava sendo horrível. Fazem 3 anos que não beijo ninguém por medo, nunca tive 1 experiência boa. Deixo de fazer atividades de lazer, como uma brincadeira, porque acho que estou fazendo errado, fico com vergonha. Não consigo me apresentar trabalhos direto, deixo de ir em locais. Uma vez me perdi e fiquei horas sentada em um lugar desconhecido porque não tive coragem de perguntar a alguém como voltar. São nas situações mais simples possíveis. Já me pediram para abrir uma embalagem e eu não tive coragem por medo de abrir errado. Fico muito nervosa e tudo acaba virando um desastre. Não aguento mais viver assim, me sinto paralisada.

    Gostaria de saber se isso é normal. Sei que todos possuem inseguras, mas acho tudo isso muito extremo. O que posso fazer para mudar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    O seu relato me toca profundamente e quero acolher o seu desabafo com o máximo de respeito, cuidado e empatia. Sentir-se constantemente paralisada por um medo avassalador de errar e ser julgada, a ponto de isso ditar o que você pode ou não fazer nas situações mais simples do cotidiano, gera um esgotamento emocional imenso. É perfeitamente compreensível o seu cansaço e o seu sofrimento. Respondendo diretamente à sua dúvida: embora a insegurança seja um sentimento comum a todos os seres humanos em algum momento da vida, o nível de paralisia, evitação e sofrimento que você descreve não é o que chamamos de funcional ou "normal". Trata-se de um quadro extremo de que está limitando severamente a sua liberdade e a sua qualidade de vida. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar que esse bloqueio que você enfrenta desde a infância tem raízes profundas na forma como sua mente aprendeu a processar a ideia de erro e avaliação. Na TCC, compreendemos que o medo de ser rejeitada ou criticada atua como um alarme de perigo constante no seu cérebro. Diante de qualquer tarefa, esse alarme dispara e a sua mente subestima a sua capacidade de lidar com a situação e superestima as consequências de um possível erro. O resultado é o "branco", o nervosismo intenso e, por fim, a evitação — você deixa de fazer para não correr o risco de falhar. Diante de um sofrimento tão doloroso e paralisante, tentar lutar contra isso sozinha ou esperar que a coragem surja do nada pode gerar ainda mais frustração. Olhar para esses sintomas com mais atenção no consultório de psicoterapia é o movimento definitivo para você desatar esse nó, pois é o processo terapêutico que pode fazer toda a diferença na sua vida. A psicoterapia, especialmente na abordagem da TCC, oferece as ferramentas científicas e o suporte necessários para que possamos cuidar de cada uma dessas necessidades que você trouxe. Dentro do consultório, nós trabalhamos de forma muito gradual, respeitosa e colaborativa. Não vamos te empurrar para situações desesperadoras da noite para o dia. O trabalho consiste em identificar e reestruturar esses pensamentos autocríticos rígidos, entender a origem desse medo de errar e, através de pequenos experimentos comportamentais e treinos de habilidades no seu próprio ritmo, ensinar o seu corpo e a sua mente que errar é humano, seguro e perfeitamente contornável. Com o tempo, você aprenderá a silenciar esse alarme de perigo, recuperando a autoconfiança e a espontaneidade. Você já passou tempo demais privada de viver, de amar, de estudar e de se divertir por conta dessa paralisia. Eu e minha equipe na Clínica Espaço Único estamos à sua inteira disposição no consultório para oferecer um espaço seguro, ético, acolhedor e totalmente livre de julgamentos. Estamos aqui para te dar todo o suporte técnico e humano necessários para que você compreenda o seu funcionamento emocional, enfrente esses medos com segurança e recupere a paz, a leveza e a liberdade de caminhar pelo mundo sem o peso do medo de errar. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • É normal ter insônia por insegurança de socializar? Sempre ocorre quando no dia seguinte tem uma fes

    É normal ter insônia por insegurança de socializar? Sempre ocorre quando no dia seguinte tem uma festa, ou quando tenho que sair só (as vezes em dias normais também). Já sofri bullying quando criança e não sei como me livrar disso. Em dias assim até consigo dormir, mas desperto várias vezes durante a noite

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a conexão entre o que você viveu na infância e as suas atuais noites em claro provavelmente possui uma lógica biológica e emocional muito profunda. Quando passamos por experiências de bullying, o nosso cérebro pode desenvolver um mecanismo de defesa que passa a interpretar o ambiente social como um lugar de possível perigo ou humilhação, o que pode manter o seu sistema de alerta ligado ininterruptamente. Essa hiper vigilância faz com que a mente antecipe eventos sociais como ameaças, dificultando o relaxamento necessário para o sono profundo e favorecendo despertares frequentes, como se o seu corpo precisasse conferir se você ainda está em segurança. Sob a perspectiva da TCC, essa insônia pode ser um sintoma direto da ansiedade antecipatória, na qual a sua mente tenta prever e evitar uma nova dor social, produzindo cortisol — o hormônio do alerta — no momento em que deveria produzir melatonina, hormônio do sono. Mesmo que você consiga pegar no sono, o seu "vigia interno" não desliga totalmente porque sente que precisa estar pronto para reagir a qualquer momento, o que explica por que você desperta várias vezes para conferir se o ambiente ainda é seguro. Para tratar essa dinâmica, a Terapia Cognitivo-Comportamental utiliza a reestruturação cognitiva para identificar e questionar esses pensamentos automáticos, ajudando o seu cérebro a entender que os agressores do passado não estão nos eventos de hoje e que você possui recursos adultos de proteção que aquela criança não tinha. Além de tratar a raiz emocional do trauma social, utilizamos o protocolo específico da TCC-I para lidar diretamente com a qualidade do seu descanso, aplicando técnicas de higiene do sono e controle de estímulos para reeducar o seu cérebro a associar a cama apenas ao relaxamento, e não à preocupação. Através de ferramentas práticas de respiração e relaxamento, conseguimos baixar a voltagem do sistema nervoso antes de deitar, ensinando o corpo a soltar a tensão mesmo sob a expectativa de um encontro social. Buscar uma psicóloga TCC é o caminho mais estratégico para integrar o tratamento da causa e da consequência, permitindo que você recupere a autonomia sobre o seu sono e a segurança nas suas relações. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Eu tenho me sentido triste, pra baixo, incapaz, sentimentos de que eu estou perdido no tempo e não c

    Eu tenho me sentido triste, pra baixo, incapaz, sentimentos de que eu estou perdido no tempo e não consigo fazer nada produtivo . Sinto mal em trabalhar onde estou ultimamente tem sido sofrido, mas ao mesmo tempo sinto que posso está sendo ingrata. Mas sinto que não estou bem psicologicamente. Mente agitada . Sei lá, eu acordo na madrugada depois de um sonho. Barulhos me incomoda muito, na hora de dormir e quando tenho que ter alguma concentraçao . Mesmo dormindo se fazem barulho parece que meu inconsciente capta coisas e aquilo fica em meu sono como algo ruim , ou até mesmo uma tortura. Posso está exagerando, mas quando acordo me sinto mal e com vontade de chorar por aquilo ter acontecido por ter sido incômoda no meu sono. Desde pequeno tenho dificuldade de concentração, faço coisas pela metade porque sempre esqueço de terminar ou lembro que tenho outra coisa pra fazer . E muitas das vezes minha mãe brigava comigo por isso . Na minha vida adulta também é assim . Não consigo concluir algo e me sinto frustada por ter desistido . Me sinto perdida. O que eu devo fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Vivenciar essa falta de ar diária e persistente, mesmo após dois meses do encerramento daquele ciclo de emprego tão desgastante, é uma realidade imensamente exaustiva e angustiante. É perfeitamente compreensível o seu sofrimento e o seu sentimento de não saber mais o que fazer, especialmente agora que você precisa de foco e tranquilidade para estudar. Quero acolher o seu desabafo com profunda empatia. A verdade mais importante que você precisa ouvir hoje é que existe tratamento para o que você está sentindo e você não precisa continuar carregando esse peso sozinho. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar por que a falta de ar continua mesmo após o afastamento da fonte de estresse. Embora o contrato de trabalho tenha sido encerrado, as consequências de todo o tempo em que você viveu sob intensa pressão, cobranças excessivas e metas inalcançáveis deixaram marcas profundas no seu sistema nervoso que precisam ser cuidadas. O seu corpo passou meses operando em um modo de sobrevivência e alerta máximo. Quando esse estresse crônico se instala, o cérebro aprende um padrão de hipervigilância; por isso, mesmo que o gatilho antigo (o emprego) tenha sumido, a sua mente continua interpretando a nova rotina de estudos e a própria pressão interna pelo futuro como ameaças, mantendo os sintomas físicos da ansiedade ativos no seu dia a dia. Diante disso, a primeira dica prática imediata para os momentos em que a falta de ar surgir é focar na regulação da sua respiração. Contudo, é fundamental compreender que os exercícios de respiração servem para gerenciar a crise no momento, mas não eliminam a raiz do problema. Olhar para esses sintomas com mais atenção no consultório de psicoterapia é o movimento definitivo para você desatar esse nó e tratar a ansiedade de forma profunda. Na psicoterapia baseada na TCC, nós trabalharemos de forma muito prática para reestruturar esses pensamentos de cobrança e ajudar o seu corpo a desaprender o estado de alerta constante, devolvendo a você o bem-estar necessário para estudar com qualidade. Logo após o início do acompanhamento no consultório, a própria psicóloga avaliará a intensidade da sua falta de ar e a necessidade de realizar dois passos muito importantes: primeiro, orientar uma consulta médica para descartar qualquer causa física respiratória e garantir total segurança biológica; segundo, se os sintomas estiverem muito paralisantes, encaminhar para uma avaliação com um médico psiquiatra. O suporte medicamentoso temporário atua como um excelente aliado, ajustando os neurotransmissores para reduzir o sofrimento físico enquanto as ferramentas da terapia reorganizam a mente. Você passou por um período profissional muito duro, e o seu corpo ainda está tentando processar essa sobrecarga. Eu e minha equipe na Clínica Espaço Único estamos à sua inteira disposição no consultório para oferecer um espaço seguro, ético, acolhedor e totalmente livre de julgamentos, dando todo o suporte técnico e humano para que você recupere o seu fôlego, a sua tranquilidade e o controle da sua vida. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Eu estou muito confusa acho que deixei de amar meu esposo , devido muitas coisas que passei com ele

    Eu estou muito confusa acho que deixei de amar meu esposo , devido muitas coisas que passei com ele tipo ele já mim magoou muito ,eu ele também,mas eu não sei o que fazer pra resolver isso não tenho coragem de falar , enquanto isso estou entrando em depressão profunda não sei como sair desse fundo do poço

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que sinto muito por você estar atravessando esse momento de tanta dor e confusão emocional. Quando as feridas em um relacionamento não são tratadas, o nosso sistema emocional entra em modo de defesa, o que pode causar um "desligamento" do afeto para evitar novos sofrimentos. A depressão, nesse contexto, surge como um peso que paralisa sua coragem de agir, mas saiba que essa confusão não define quem você é, nem o destino final da sua vida; ela é um reflexo do esgotamento de tentar carregar tudo sozinha por tanto tempo. A psicoterapia individual é o seu primeiro espaço de resgate, um lugar seguro onde você poderá fortalecer sua identidade e recuperar a clareza mental necessária para entender seus reais sentimentos, sem a pressão de tomar decisões imediatas. Ao cuidar da sua saúde mental, você recupera a força para dialogar e estabelecer limites. Caso você avalie que ainda existe um desejo de cuidar dessa relação, a terapia de casal pode ser um recurso transformador, funcionando como uma mediação técnica para limpar as mágoas do passado e reconstruir a comunicação e o respeito. O mais importante agora é você não se permitir afundar mais: buscar ajuda especializada é o ato de coragem que abrirá as portas para você sair desse isolamento e reencontrar a paz, seja reconstruindo seu casamento ou fortalecendo a si mesma para novos caminhos. Daniele Barros CRP 09/008628. Equipe Espaço Único


  • Ansiedade tem cura?? posso tomar o remédio só por um tempo?? tenho 31 anos.sou mulher.

    Ansiedade tem cura?? posso tomar o remédio só por um tempo?? tenho 31 anos.sou mulher.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a ansiedade é uma emoção natural e necessária para a nossa proteção; por isso, na psicologia, não falamos em "cura" no sentido de eliminá-la para sempre, mas sim em remissão de sintomas e controle. Ter 31 anos é uma fase de muitas demandas — carreira, vida pessoal, expectativas — e é perfeitamente possível aprender a gerenciar essa resposta emocional para que ela deixe de ser um transtorno e passe a ser apenas uma função normal do seu organismo, sem causar sofrimento ou paralisação. Quanto ao uso de medicação, essa é uma decisão compartilhada com o seu psiquiatra, mas na maioria dos casos, o remédio é utilizado por um período determinado. Ele funciona como um andaime em uma construção: oferece a sustentação externa necessária enquanto estamos fortalecendo as colunas principais, que são as suas habilidades emocionais. O objetivo do tratamento combinado (psiquiatria e psicologia) é que, através da Terapia Cognitivo-Comportamental, você desenvolva ferramentas e mude padrões de pensamento para que a sua estrutura interna se torne sólida. Uma vez que você aprende a manejar os gatilhos e a regular suas emoções, esse suporte externo pode ser retirado gradualmente, pois você já terá condições de se sustentar por conta própria. O foco da TCC será ensinar você a identificar o que eleva sua ansiedade hoje e como responder a esses estímulos de forma mais funcional. Com o acompanhamento adequado, você retoma o controle da sua rotina e a ansiedade deixa de ser um obstáculo para se tornar apenas uma parte equilibrada da sua vida. Daniele Barros
    Psicóloga | CRP 09/008628
    Equipe Espaço Único


  • Olá! Nos manuais diagnósticos, está escrito que a depressão precisa se apresentar em duas semanas. P

    Olá! Nos manuais diagnósticos, está escrito que a depressão precisa se apresentar em duas semanas. Porém, tenho tido sintomas depressivos desde 2020, mas entre altos e baixos, mas não lembro ter ficado 2 semanas direto me sentindo mal. Isso pode ser investigado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de começar dizendo que sua percepção é muito aguçada. De fato, os manuais diagnósticos (como o DSM-5) utilizam o critério de "duas semanas" para padronizar o diagnóstico clínico, mas a vida e as emoções humanas raramente se encaixam com perfeição em molduras rígidas. Esses "altos e baixos" que você descreve desde 2020 são, sim, um sinal importante que merece ser investigado com cuidado. Muitas vezes, a depressão não se apresenta apenas como uma tristeza profunda e ininterrupta; ela pode aparecer como uma "distimia" (um desânimo persistente e crônico) ou como episódios de exaustão emocional que drenam sua energia silenciosamente ao longo dos anos. O fato de você não se lembrar de ter ficado "duas semanas direto" mal não invalida o cansaço que você carrega por estar lutando contra esses sintomas há tanto tempo. Embora a ciência precise de normas para classificar as patologias, na terapia nós olhamos para a sua história única. Estar em um "vai e vem" de desânimo por anos é um fardo pesado, e você não precisa esperar que os sintomas se tornem insuportáveis ou "dentro da regra" para buscar ajuda. A Terapia Cognitivo-Comportamental trabalha justamente para entender como esses ciclos funcionam na sua rotina e para oferecer ferramentas que interrompam esse desgaste, permitindo que você recupere o prazer e a leveza que parecem ter ficado lá em 2020. Você merece mais do que apenas "ir levando" a vida entre altos e baixos. Validar o que você sente, independentemente do que diz o cronômetro dos manuais, é o primeiro passo para o seu fortalecimento emocional. Estou à disposição para investigarmos isso juntos e transformarmos essa análise racional em uma vida com muito mais bem-estar. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • É normal passar por períodos depressivos que podem durar semanas, seguidos por períodos de humor est

    É normal passar por períodos depressivos que podem durar semanas, seguidos por períodos de humor estável diversas vezes no ano?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de te dizer que, embora muitas pessoas vivam dessa forma, esse padrão de altos e baixos frequentes não deve ser visto como o "normal" da sua existência. Esses ciclos podem indicar quadros específicos, como a distimia ou até transtornos de humor ciclotímicos, onde a pessoa nunca se sente plenamente em equilíbrio por muito tempo. O fato de você passar por isso diversas vezes ao ano mostra que o seu sistema emocional está fazendo um esforço hercúleo para se manter funcional, mas a um custo muito alto. Na TCC, nós olhamos para esses períodos não apenas como datas no calendário, mas como ciclos de pensamentos e comportamentos que se retroalimentam. O meu papel é te ajudar a identificar o que dispara essas fases depressivas e, principalmente, como fortalecer a sua estrutura nos períodos estáveis para que as quedas sejam cada vez menos frequentes e menos intensas. Você não precisa aceitar essa "montanha-russa" emocional como o seu destino. Investigar esses padrões é o primeiro passo para que você pare de apenas sobreviver aos períodos ruins e comece a construir uma estabilidade real, onde você tenha segurança sobre o seu próprio bem-estar. Entender o que o seu corpo e sua mente estão tentando comunicar com essas oscilações é a chave para recuperar a leveza que você merece ter durante o ano inteiro. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?

    Não gostar de abraçar os pais e falar sobre minha vida com eles é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de começar te dizendo algo muito importante: não existe um "manual da normalidade" quando o assunto é afeto e intimidade familiar. O que você sente é um reflexo da sua história, e sentir necessidade de manter esse distanciamento é, muitas vezes, uma forma que a sua mente encontrou para se proteger. Embora o senso comum pregue que o toque e a confidencialidade devem ser automáticos entre pais e filhos, a realidade é que a intimidade é algo que se constrói através da segurança e do respeito mútuo ao longo dos anos. Se você não se sente à vontade para abraçar ou compartilhar sua vida, isso pode ser um sinal de que, em algum momento, esses limites foram invadidos ou de que não houve espaço para que essa conexão florescesse de forma natural e segura para você. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, não buscamos julgar se isso é "certo" ou "errado", mas sim entender o significado desse distanciamento para você. Muitas vezes, o que parece ser "falta de amor" é, na verdade, uma busca por autonomia e preservação da própria identidade. Você não precisa carregar a culpa por sentir que precisa desse espaço; pelo contrário, entender e respeitar os seus limites é um passo fundamental para o seu amadurecimento emocional. Investigar essas barreiras ajuda a aliviar o peso desse desconforto e permite que você construa relacionamentos — com eles ou com outras pessoas — onde você se sinta genuinamente seguro para se abrir e ser quem você é, no seu tempo e do seu jeito. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá! Quando eu me levanto e ando, eu sinto falta um pouco de falta de ar, respiração curta e rápida,

    Olá! Quando eu me levanto e ando, eu sinto falta um pouco de falta de ar, respiração curta e rápida, me sinto cansada como se eu tivesse corrido e o coração acelerado. Isto são sintomas de ansiedade generalizada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de responder à sua dúvida. Sim, esses sinais que você descreveu são sintomas físicos muito clássicos e comuns do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Quando uma pessoa convive com a ansiedade generalizada, o sistema de alarme do cérebro opera em um estado de alerta constante, mantendo o corpo inundado de hormônios do estresse, como a adrenalina e o cortisol, mesmo em momentos de repouso. Por causa dessa hipervigilância contínua, a sua musculatura permanece extremamente tensionada e a sua respiração tende a ficar mais curta e superficial sem que você perceba. Quando você faz um movimento simples, como se levantar e andar, o seu corpo — que já estava trabalhando no limite da exaustão física devido ao estresse mental — reage de forma exagerada. O coração acelera para bombear sangue para os músculos principais e a falta de ar surge porque o pulmão tenta compensar o cansaço crônico, gerando essa sensação nítida de se sentir esgotada após pequenos esforços. No entanto, há uma orientação de extrema importância que precisamos seguir: antes de fecharmos qualquer diagnóstico na saúde mental, o primeiro passo indispensável é passar por uma avaliação médica inicial. É fundamental consultar um clínico geral ou cardiologista para realizar exames básicos de rotina. Precisamos descartar qualquer causa estritamente física ou biológica (como alterações na tireoide, anemias, condicionamento cardiovascular ou questões respiratórias) para garantir que o seu corpo físico está totalmente protegido. Uma vez que os médicos apontem que os exames estão normais, temos a certeza de que essa reação é puramente emocional. A psicoterapia baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental é o tratamento padrão-ouro e mais indicado para desarmar esse quadro de exaustão. No consultório, nós trabalhamos de forma muito prática e estruturada. Nós vamos ajudar você a mapear os gatilhos e os pensamentos de preocupação que estão mantendo o seu cérebro travado no modo de emergência. Ensinamos técnicas específicas de regulação fisiológica e biofeedback respiratório para treinar o seu corpo a relaxar, reduzindo gradualmente os batimentos cardíacos e devolvendo o fôlego natural aos seus passos. Você não precisa continuar aceitando esse cansaço e esse medo de se movimentar como uma regra para a sua rotina. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá;sintome em baixo sem vontade para fazer nada trabalho mas sem Ânimo nenhum ando irritada desanim

    Olá;sinto em baixo sem vontade para fazer nada trabalho mas sem Ânimo nenhum ando irritada desanimada triste e dou comigo sem mais nem menus a chorar mesmo sem eu querer sem forçar o choro.. ser´q que devo me preocupar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Compreendo o seu desconforto. Esse choro que surge sem aviso, como se transbordasse de algum lugar que você não consegue controlar, é o seu corpo e sua mente sinalizando que o seu reservatório de energia emocional chegou ao fim. Viver no automático, trabalhando sem ânimo e sentindo essa irritação constante, é como tentar caminhar com um peso invisível amarrado aos pés — é humanamente exaustivo. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de te dizer que, mais do que se preocupar, o momento pede que você comece a se cuidar. Esses episódios de tristeza súbita e falta de motivação são sinais importantes de que você pode estar atravessando um quadro de esgotamento ou depressão. Muitas vezes, tentamos "forçar" uma melhora ou nos cobramos por estarmos irritadas, mas o que você realmente precisa agora é de acolhimento e de uma investigação cuidadosa sobre o que tirou o seu brilho. Na TCC, nós trabalhamos para entender como esses ciclos de desânimo se instalam e, principalmente, como podemos reverter esse quadro através de estratégias práticas que devolvam a você o prazer nas pequenas coisas. O objetivo da terapia não é apenas "parar o choro", mas entender a raiz dessa angústia para que você não precise mais gastar tanta energia apenas tentando sobreviver ao dia de trabalho. Você não precisa esperar que esse desânimo se torne ainda mais pesado para buscar ajuda. O primeiro passo para recuperar o seu bem-estar é validar que esse cansaço que você sente merece atenção e cuidado especializado. Estou à disposição para te auxiliar a transformar essa tristeza em um caminho de autoconhecimento e retomada da sua vitalidade. Você merece voltar a sorrir sem esforço e a viver com leveza. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque

    Oi. Faz alguma diferença para uma pessoa em revelar sobre sua sexualidade se não pode vivê-la porque Deus condena práticas homossexuais e principalmente, à masturbação? A opção é viver sozinha. Como é difícil negar a Si Mesmo e tomar a sua cruz. Não sei se aguento à vida toda se reprimindo, pois está refletindo na minha saúde mental: cansaço, procrastinação, vontade de ficar só deitado, desânimo, sem rumo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Ler o seu desabafo me faz perceber o tamanho e a profundidade da dor que você está carregando. Viver em um conflito tão íntimo, onde você sente que precisa escolher entre a sua fé, os seus valores mais sagrados e a sua própria natureza, é um dos caminhos mais solitários e exaustivos que alguém pode percorrer. Eu quero que você saiba que a sua angústia, o seu cansaço e esse desânimo profundo são legítimos. O seu corpo e a sua mente estão, literalmente, esgotados de travar uma batalha diária e silenciosa contra você mesma. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base nos preceitos éticos da psicologia e na atuação da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te acolher e explicar o que está acontecendo com a sua saúde mental neste momento. Na TCC, nós olhamos para o ser humano de forma integral, respeitando profundamente a sua individualidade, sua história e as suas crenças espirituais. O papel da psicologia nunca será dizer o que você deve fazer com a sua vida ou com os seus dogmas religiosos, mas sim te ajudar a compreender o impacto que as suas escolhas e pensamentos têm nas suas emoções. Esse cansaço extremo, a procrastinação e a vontade de ficar apenas deitada são reflexos diretos de um mecanismo que chamamos de supressão crônica. Tentar silenciar, monitorar e reprimir os próprios desejos, pensamentos e a própria identidade exige uma quantidade monumental de energia psíquica. É como se você passasse 24 horas por dia segurando uma porta pesada para que nada saia; eventualmente, o corpo cansa, e esse esgotamento se manifesta como os sintomas depressivos que você descreve. A psicoterapia baseada na TCC oferece o espaço adequado e ético para te ajudar a lidar com esse cenário. No consultório, nós não vamos debater dogmas ou tentar mudar a sua fé. O nosso objetivo será oferecer um ambiente de absoluto sigilo, livre de qualquer julgamento ou direcionamento moral, para que você possa entender essas regras rígidas que colocou sobre si mesma. Vamos trabalhar juntas para diminuir a autocritica severa, ressignificar a culpa avassaladora e encontrar formas de regulação emocional que não passem pelo autoesgotamento. A terapia serve para te ajudar a encontrar um ponto de equilíbrio e paz interna, onde você possa fazer suas escolhas com consciência e autocompaixão, e não sob o chicote do medo de se sentir inadequada. Você não precisa carregar esse conflito em total isolamento até as suas forças se esgotarem por completo. Permitir-se falar sobre essa dor com um profissional especializado é o primeiro passo para aliviar o peso e encontrar um rumo com mais leveza, respeito e serenidade para a sua vida. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Não consigo mais sair de casa pra trabalhar, só de pensar em ver as pessoas me dá muita vontade de c

    Não consigo mais sair de casa pra trabalhar, só de pensar em ver as pessoas me dá muita vontade de chorar, sair correndo eu não quero ver ninguém. Eu amava meu trabalho hoje em dia eu tenho pânico. Meu coração acelera eu perdi totalmente a vontade de tudo. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sinto muito que você esteja passando por esse momento de tanta dor. É angustiante e confuso ver algo que você amava, como o seu trabalho, transformar-se em um lugar de medo e pânico. Quero que você saiba que esse desejo de "sair correndo" e a vontade de chorar só de pensar em ver pessoas são respostas do seu corpo a um nível de estresse que ultrapassou todos os limites. O seu coração acelera porque ele está tentando te proteger de uma ameaça que, para a sua mente hoje, parece insuportável. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de te dizer que o que você está vivendo tem nome e, mais importante, tem saída. Esse pânico que paralisa a sua rotina é um sinal de que o seu sistema emocional entrou em um modo de defesa profunda. Na TCC, nós trabalhamos com muito cuidado para entender como esse amor pelo trabalho se transformou nesse medo paralisante. O objetivo da terapia não é te forçar a voltar para o lugar que te assusta agora, mas sim fortalecer a sua segurança interna e acalmar os sintomas físicos do pânico. Vamos trabalhar juntas para que o seu coração pare de acelerar e para que você recupere, passo a passo e no seu tempo, a confiança de que você pode estar entre as pessoas sem se sentir ameaçada. Você não precisa enfrentar esse pânico sem ajuda. O primeiro passo para retomar a sua vida é validar que esse sofrimento é real e que você merece um espaço de acolhimento onde não seja julgada por não conseguir sair de casa. A psicoterapia é o caminho para devolver a você a liberdade de escolha e o brilho que o medo acabou escondendo. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Um vazio existe dentro de mim, consigo preencher me distraindo com as coisas normais da vida, trabal

    Um vazio existe dentro de mim, consigo preencher me distraindo com as coisas normais da vida, trabalho, familia, mas essa sensação de vazio sempre volta acompanhada de uma vontade de desistir de tudo, vivo uma vida feliz aos olhos de todos, tenho amigos, um marido, as vezes sinto que aprendi a conviver com isso, mas ai então algo que não sei explicar muda tudo e volto a não sentir nada, as vezes penso que morrer não seria algo tão ruim, poderia me dar um descanso eterno.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Ler o seu relato desperta uma vontade profunda de acolher o seu cansaço. Esse vazio que você descreve, e que insiste em retornar mesmo quando tudo ao redor parece "perfeito", é uma das dores mais solitárias que existem, justamente porque é invisível aos olhos dos outros. Viver uma vida que parece feliz para quem vê de fora, enquanto por dentro você sente que apenas "aprende ao conviver com o nada", exige um esforço monumental que drena todas as suas cores. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, gostaria de te dizer que esse desejo de um "descanso eterno" muitas vezes não é um desejo de desistir, mas sim uma vontade desesperada de parar de sentir essa dor que você não consegue explicar. Quando você diz que "não sente nada", é o seu sistema emocional está tentando te proteger de um peso que se tornou insuportável carregar sozinha. Na TCC, nós olhamos para esse vazio não como um defeito seu, mas como um sinal de que existem necessidades emocionais profundas que foram silenciadas pelas "coisas normais da vida". O nosso trabalho no consultório é investigar o que esse vazio está tentando comunicar e encontrar formas de preenchê-lo com sentido real, e não apenas com distrações. Você não precisa continuar fingindo que está tudo bem enquanto o mundo desaba por dentro; você merece um espaço onde possa baixar a guarda e ser cuidada. Retomar a vontade de viver plenamente, e não apenas de sobreviver ao dia seguinte, é um processo possível e muito libertador. A psicoterapia é esse lugar de descanso onde você não precisa provar nada a ninguém, onde a sua dor é validada e onde construiremos, passo a passo, o caminho de volta para o seu brilho interior. Você não está sozinha nesse vazio, e eu estou à disposição para te ajudar a encontrar as respostas e o alento que você tanto procura. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Perdi uma pessoa que amo muito há quase 2 meses, perdi a vontade de viver, de sair, e até a fome eu

    Perdi uma pessoa que amo muito há quase 2 meses, perdi a vontade de viver, de sair, e até a fome eu perdi. Preciso de alguma coisa pra melhorar, pois tenho um bebê de 11 meses que precisa de mim, e pessoas que me amam. Tenho 20 anos, as vezes sinto angústia por ele ter nos deixado. Sinto culpa também mesmo estando longe e desligada do motivo da morte. Só quero viver, é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo seu relato com profundo respeito e acolhimento. Sinto muito pela sua perda. O que você está vivendo aos 20 anos — a falta de apetite, o desânimo e essa angústia profunda — são reações muito reais de um coração que sofreu um impacto imenso há apenas dois meses. É perfeitamente normal e compreensível sentir-se assim; o luto é um processo que exige tempo, e a culpa que você sente, mesmo sem ter responsabilidade sobre o ocorrido, é uma tentativa da mente de encontrar uma explicação ou um controle sobre algo que foi devastador e inesperado. Sob a perspectiva da minha abordagem, entendemos que o luto não é um estado permanente, mas um caminho de adaptação. Ter um bebê de 11 meses traz um senso de urgência que muitas vezes gera ainda mais conflito interno: você sente que "precisa" estar bem para ele, mas sua dor pede pausa. Na terapia, trabalhamos para que você consiga integrar essa perda à sua história de vida. Em vez de lutar contra a tristeza ou a culpa, aprendemos a identificar quais pensamentos estão tornando esse fardo mais pesado do que ele já é. De forma simples, o objetivo é ajudar sua mente a entender que sentir saudade não significa perder a vontade de viver, e que cuidar de si mesma é o primeiro passo para conseguir cuidar do seu filho. Buscar o apoio da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para que você recupere suas forças e consiga enxergar um novo capítulo para você e seu bebê. Unir o suporte técnico a um olhar sensível à sua história permite que você vivencie essa dor de forma segura, sem se perder nela. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse equilíbrio, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada pequena vitória — como o retorno do apetite ou um momento de tranquilidade — que você conquistar ao longo dessa caminhada de reconstrução. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Estou em um relacionamento a 3 meses e antes desse passei por muitos outros relacionamentos e fui tr

    Estou em um relacionamento a 3 meses e antes desse passei por muitos outros relacionamentos e fui traída. As redes sociais dele me assustam pois tem várias mulheres e a maioria delas semi nuas e dançando. Por eu ser 5 anos mais velha que ele essas coisas me deixam insegura, mesmo ele não me dando motivos para isso. Por conta disso comecei a crises de ansiedade

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo o seu relato com muito acolhimento, pois é profundamente doloroso quando o passado de traições ressoa no presente, gerando uma insegurança que parece fugir do nosso controle. É compreensível que, após viver experiências de quebra de confiança, sua mente funcione como um radar que tenta te proteger de novos danos. No entanto, quando esse radar se torna sensível demais, é sinal de que o seu sistema emocional está em estado de alerta máximo, mesmo sem evidências concretas de uma ameaça real. Sob a perspectiva da minha abordagem, trabalhamos com a ideia de que nossas experiências passadas podem criar "lentes" através das quais enxergamos o presente. No seu caso, a traição anterior pode ter gerado a crença de que a fidelidade é frágil e que você precisa estar atenta a qualquer sinal. A reestruturação cognitiva seria fundamental aqui para ajudar você a separar os fatos (as redes sociais dele) das interpretações catastróficas (a ideia de que isso levará a uma nova dor ou de que a idade é um impedimento). De forma simples, o objetivo é ajudar você a processar esse luto de relacionamentos anteriores para que ele não dite as regras da sua relação atual, permitindo que você viva o presente com mais pé no chão e menos pavor. Buscar esse apoio especializado é a estratégia mais assertiva para que você possa lidar com a ansiedade e fortalecer sua autoestima. Unir o suporte técnico a um olhar sensível à sua história permite que você recupere a segurança para estar em um relacionamento sem ser dominada pelo medo do amanhã. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada nova conquista de paz e confiança que você alcançar ao longo do caminho. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.